CCAA

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Centro de Ciências Agrárias e Ambientais

Colação de Grau das turmas concluintes dos câmpus I e II fecha ciclo de formaturas do período 2018.1 da UEPB

22 de dezembro de 2018
Clique para exibir o slide.

Uma noite inesquecível. Tempo para celebrar uma conquista e se preparar para os desafios de um futuro que já se descortina. A chegada é também o ponto de partida e recomeço de uma nova jornada. Com esses sentimentos, 715 formandos de 29 cursos de graduação dos câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) colaram grau acadêmico, nesta sexta-feira (21), e estão aptos para ingresso no mercado de trabalho.

A Assembleia Solene de Colação de Grau do período letivo 2018.1 dos câmpus I e II aconteceu na casa de shows Spazzio, em Campina Grande, e contou com a participação dos concluintes dos cursos do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Centro de Educação (CEDUC) e do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA). Também colaram grau os formandos do curso de Administração Pública na modalidade de Educação a Distância.

Presidida pelo reitor Rangel Junior, a cerimônia fechou o calendário de colações de grau da UEPB do período 2018.1 e reuniu professores e pró-reitores da Instituição, diretores de Centros, familiares, amigos dos formandos, além da secretária de Educação de Campina Grande, professora Iolanda Barbosa, que representou o prefeito Romero Rodrigues no evento.

O primeiro ato da solenidade foi a entrada da congregação de professores de todos os Centros que integram os câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca, seguido da execução do Hino Nacional. Um dos momentos empolgantes da solenidade foi a entrada do Paraninfo Geral das turmas concluintes, o dramaturgo, escritor e poeta Bráulio Tavares, conduzido pela Comissão de Honra formada por alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Química Industrial, Filosofia, Direito, Serviço Social e Agroecologia.

Antes de colar o grau acadêmico os futuros profissionais prestaram o juramento e se comprometeram em honrar os princípios da UEPB, lutar para aperfeiçoar a ciência e a técnica e transformar os conhecimentos adquiridos para trabalhar em prol de uma sociedade melhor, mais justa e solidária. Com braço erguido, voz forte e emoção, a formanda Ayane Ribeiro de Oliveira Duarte, do curso de Psicologia, fez o juramento em nome dos concluintes e, todos, com braços estendidos, repetiram as palavras da juramentista.

O Orador Oficial foi o formando Sandro Roberto de Araújo, do curso de Odontologia. Ele discorreu sobre os principais momentos dos concluintes, desde a chegada da Universidade até a conclusão do curso. Sandro falou das amizades construídas ao longo dos cursos, dos desafios, dos sonhos e das vitórias, destacando que o momento era marcante e ficará eternizado na memória de todos os formandos. Ele lembrou que a trajetória, desde o primeiro dia de aula, foi árdua e exigiu renúncia, esforço e persistência na busca do sonho. No final, o Orador agradeceu a Deus, aos pais e aos professores da UEPB e garantiu que os novos profissionais vão usar todo o potencial em benefício da sociedade.

Aguardado com muita expectativa, o Paraninfo Geral fez um discurso emocionante, em que mesclou poesia, arte, literatura e conselhos. Bráulio começou o seu discurso saudando os professores, a quem tratou de detentores do conhecimento, do saber e de uma das mais sublimes e nobres profissões do Brasil. Ao longo de seu discurso, ele enfatizou a necessidade dos formandos não pararem de buscar novos conhecimentos, mas continuarem firmes na estrada do estudo.

O poeta e escritor disse que nunca deixou de estudar e que o saber, as artes, a literatura e a ciência são indispensáveis para mudar o mundo, tornando-o melhor. Ele citou o paraibano Ariano Suassuna, sempre enfatizando a importância da busca pelo saber. Ressaltou que, mesmo formados, os novos profissionais não estão totalmente prontos para a vida, cujo aprendizado é permanecente. “Vocês chegaram aqui com mérito e esforço. Nunca deixem de estudar, pois a vida é um aprendizado constante”, disse.

A solenidade prosseguiu com o discurso do pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão. Usando poesias, citações e muitos conselhos, Eli falou de sonhos, de esperança, de indignação e coragem. O professor enfatizou que os sonhos dos concluintes é o mesmo da UEPB, que está profundamente enraizada e comprometida com o Estado da Paraíba. “Para vocês terem uma ideia, 93% dos estudantes dessa Universidade procedem de cidades da Paraíba e 99% são de cidades do Nordeste, enquanto 6% são de outras cidades vizinhas à Paraíba”, destacou.

O pró-reitor ressaltou que o contexto atual é preocupante e o futuro ainda é uma incógnita, mas os novos profissionais não devem perder a esperança e devem persistir na luta por dias melhores e por uma sociedade justa e fraterna. Ele conclamou os concluintes a defenderem a universidade pública e gratuita para que o sonhe realizado por mais de 1.300 formandos neste período letivo se concretize com outros estudantes no futuro. Ele observou ainda que a UEPB estava devolvendo à sociedade profissionais aptos para enfrentar o mercado de trabalho.

Antes do encerramento da solenidade, o reitor Rangel Junior transmitiu sua mensagem aos graduandos e parabenizou a todos pela conquista. O reitor enfatizou que o sonho realizado pelos concluintes é fruto do esforço e da luta dos pais de todos. “Esse momento é muito importante para vocês e para nós. Esse dia de hoje é importante para vocês, que estão concluindo o curso de Graduação, que tiveram coragem e muita persistência. Sem dúvida alguma, todo mundo aqui tem uma pequena dosagem de heroísmo. Mas não esqueçam que por trás da história de vocês tinha gente fazendo heroísmo todos os dias, que foram os pais e as mães de vocês. A eles, vocês devem toda reverência”, destacou.

Ao final da solenidade foi feita a conferência de grau acadêmico aos formandos. O formando Alécio Marlon Pereira Diniz, do curso de Odontologia, recebeu o grau conferido pela professora Alessandra Teixeira, representando os colegas do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. O concluinte Paulo Sérgio Cavalcante Bezerra Leite, do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, recebeu o grau em nome dos formandos do Centro de Ciência e Tecnologia, conferido pela professora Maria Isabelle Dias.

Os concluintes do Centro de Educação foram representados pela formanda Amanda Tayse de Sena Silva Santos, do curso de Pedagogia, que recebeu o grau conferido pelo professor Francisco de Assis Batista. Os concluintes do Centro de Ciências Jurídicas foram representados pela formanda Andréia Luisa dos Santos Lima, que recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Laplace Guedes Alcoforado Leite de Carvalho.

Em nome dos formandos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, a formanda Isabely Silva Garcia, do curso de Comunicação Social, recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Geraldo Medeiros. Os formandos do Curso de Agroecologia, do Câmpus de Lagoa Seca, foram representados pelo concluinte Ângelo Túlio de Araújo Maia, que recebeu o grau conferido pelo professor e diretor do Centro de Ciências Ambientais e Agrárias, José Félix de Brito Neto. A solenidade foi encerrada pelo professor Rangel Junior, com muita vibração dos formados.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Escola Agrícola Assis Chateaubriand da UEPB oferta vagas para cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) inscreve, até o dia 18 de fevereiro de 2019, para os cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria, com oferta de 200 vagas, sendo 120 para Agropecuária e 80 para Agroindústria, com 30% das vagas destinadas a filhos de agricultores. Os cursos, de caráter profissionalizante, possuem duração de dois anos, sendo o curso de Agropecuária com 1.700 horas/aula e o de Agroindústria com 1.400 horas/aula.

Ao término do curso o aluno deve apresentar um relatório de estágio supervisionado de 200 horas, podendo o estágio ser realizado na própria Escola ou em empresas conveniadas. Os cursos contam com professores capacitados com mestrado e doutorado, além de boa estrutura de laboratórios e setores de produção agropecuária e agroindustrial.

Os cursos são destinados aos alunos que tenham concluído ou estejam cursando o Ensino Médio. Para se inscrever, o aluno deve apresentar uma declaração de que é concluinte ou concluiu o Ensino Médio, além dos documentos pessoais (cópias do RG, CPF, comprovante de residência) e uma foto 3×4 recente. As inscrições estão sendo feitas na secretaria da Escola Agrícola, no Campus II da UEPB, em Lagoa Seca. As aulas terão início no mês de fevereiro de 2019.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3366-1244.

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) inscreve, até o dia 18 de fevereiro de 2019, para os cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria, com oferta de 200 vagas, sendo 120 para Agropecuária e 80 para Agroindústria, com 30% das vagas destinadas a filhos de agricultores. Os cursos, de caráter Leia Mais...

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) inscreve, até o dia 18 de fevereiro de 2019, para os cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria, com oferta de 200 vagas, sendo 120 para Agropecuária e 80 para Agroindústria, com 30% das vagas destinadas a filhos de agricultores. Os cursos, de caráter profissionalizante, possuem duração de dois anos, sendo o curso de Agropecuária com 1.700 horas/aula e o de Agroindústria com 1.400 horas/aula.

Ao término do curso o aluno deve apresentar um relatório de estágio supervisionado de 200 horas, podendo o estágio ser realizado na própria Escola ou em empresas conveniadas. Os cursos contam com professores capacitados com mestrado e doutorado, além de boa estrutura de laboratórios e setores de produção agropecuária e agroindustrial.

Os cursos são destinados aos alunos que tenham concluído ou estejam cursando o Ensino Médio. Para se inscrever, o aluno deve apresentar uma declaração de que é concluinte ou concluiu o Ensino Médio, além dos documentos pessoais (cópias do RG, CPF, comprovante de residência) e uma foto 3×4 recente. As inscrições estão sendo feitas na secretaria da Escola Agrícola, no Campus II da UEPB, em Lagoa Seca. As aulas terão início no mês de fevereiro de 2019.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3366-1244.

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Colação de Grau das turmas concluintes dos câmpus I e II fecha ciclo de formaturas do período 2018.1 da UEPB

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A Assembleia Solene de Colação de Grau do período letivo 2018.1 dos câmpus I e II aconteceu na casa de shows Spazzio, em Campina Grande, e contou com a participação dos concluintes dos cursos do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Centro de Educação (CEDUC) e do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA). Também colaram grau os formandos do curso de Administração Pública na modalidade de Educação a Distância.

Presidida pelo reitor Rangel Junior, a cerimônia fechou o calendário de colações de grau da UEPB do período 2018.1 e reuniu professores e pró-reitores da Instituição, diretores de Centros, familiares, amigos dos formandos, além da secretária de Educação de Campina Grande, professora Iolanda Barbosa, que representou o prefeito Romero Rodrigues no evento.

O primeiro ato da solenidade foi a entrada da congregação de professores de todos os Centros que integram os câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca, seguido da execução do Hino Nacional. Um dos momentos empolgantes da solenidade foi a entrada do Paraninfo Geral das turmas concluintes, o dramaturgo, escritor e poeta Bráulio Tavares, conduzido pela Comissão de Honra formada por alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Química Industrial, Filosofia, Direito, Serviço Social e Agroecologia.

Antes de colar o grau acadêmico os futuros profissionais prestaram o juramento e se comprometeram em honrar os princípios da UEPB, lutar para aperfeiçoar a ciência e a técnica e transformar os conhecimentos adquiridos para trabalhar em prol de uma sociedade melhor, mais justa e solidária. Com braço erguido, voz forte e emoção, a formanda Ayane Ribeiro de Oliveira Duarte, do curso de Psicologia, fez o juramento em nome dos concluintes e, todos, com braços estendidos, repetiram as palavras da juramentista.

O Orador Oficial foi o formando Sandro Roberto de Araújo, do curso de Odontologia. Ele discorreu sobre os principais momentos dos concluintes, desde a chegada da Universidade até a conclusão do curso. Sandro falou das amizades construídas ao longo dos cursos, dos desafios, dos sonhos e das vitórias, destacando que o momento era marcante e ficará eternizado na memória de todos os formandos. Ele lembrou que a trajetória, desde o primeiro dia de aula, foi árdua e exigiu renúncia, esforço e persistência na busca do sonho. No final, o Orador agradeceu a Deus, aos pais e aos professores da UEPB e garantiu que os novos profissionais vão usar todo o potencial em benefício da sociedade.

Aguardado com muita expectativa, o Paraninfo Geral fez um discurso emocionante, em que mesclou poesia, arte, literatura e conselhos. Bráulio começou o seu discurso saudando os professores, a quem tratou de detentores do conhecimento, do saber e de uma das mais sublimes e nobres profissões do Brasil. Ao longo de seu discurso, ele enfatizou a necessidade dos formandos não pararem de buscar novos conhecimentos, mas continuarem firmes na estrada do estudo.

O poeta e escritor disse que nunca deixou de estudar e que o saber, as artes, a literatura e a ciência são indispensáveis para mudar o mundo, tornando-o melhor. Ele citou o paraibano Ariano Suassuna, sempre enfatizando a importância da busca pelo saber. Ressaltou que, mesmo formados, os novos profissionais não estão totalmente prontos para a vida, cujo aprendizado é permanecente. “Vocês chegaram aqui com mérito e esforço. Nunca deixem de estudar, pois a vida é um aprendizado constante”, disse.

A solenidade prosseguiu com o discurso do pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão. Usando poesias, citações e muitos conselhos, Eli falou de sonhos, de esperança, de indignação e coragem. O professor enfatizou que os sonhos dos concluintes é o mesmo da UEPB, que está profundamente enraizada e comprometida com o Estado da Paraíba. “Para vocês terem uma ideia, 93% dos estudantes dessa Universidade procedem de cidades da Paraíba e 99% são de cidades do Nordeste, enquanto 6% são de outras cidades vizinhas à Paraíba”, destacou.

O pró-reitor ressaltou que o contexto atual é preocupante e o futuro ainda é uma incógnita, mas os novos profissionais não devem perder a esperança e devem persistir na luta por dias melhores e por uma sociedade justa e fraterna. Ele conclamou os concluintes a defenderem a universidade pública e gratuita para que o sonhe realizado por mais de 1.300 formandos neste período letivo se concretize com outros estudantes no futuro. Ele observou ainda que a UEPB estava devolvendo à sociedade profissionais aptos para enfrentar o mercado de trabalho.

Antes do encerramento da solenidade, o reitor Rangel Junior transmitiu sua mensagem aos graduandos e parabenizou a todos pela conquista. O reitor enfatizou que o sonho realizado pelos concluintes é fruto do esforço e da luta dos pais de todos. “Esse momento é muito importante para vocês e para nós. Esse dia de hoje é importante para vocês, que estão concluindo o curso de Graduação, que tiveram coragem e muita persistência. Sem dúvida alguma, todo mundo aqui tem uma pequena dosagem de heroísmo. Mas não esqueçam que por trás da história de vocês tinha gente fazendo heroísmo todos os dias, que foram os pais e as mães de vocês. A eles, vocês devem toda reverência”, destacou.

Ao final da solenidade foi feita a conferência de grau acadêmico aos formandos. O formando Alécio Marlon Pereira Diniz, do curso de Odontologia, recebeu o grau conferido pela professora Alessandra Teixeira, representando os colegas do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. O concluinte Paulo Sérgio Cavalcante Bezerra Leite, do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, recebeu o grau em nome dos formandos do Centro de Ciência e Tecnologia, conferido pela professora Maria Isabelle Dias.

Os concluintes do Centro de Educação foram representados pela formanda Amanda Tayse de Sena Silva Santos, do curso de Pedagogia, que recebeu o grau conferido pelo professor Francisco de Assis Batista. Os concluintes do Centro de Ciências Jurídicas foram representados pela formanda Andréia Luisa dos Santos Lima, que recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Laplace Guedes Alcoforado Leite de Carvalho.

Em nome dos formandos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, a formanda Isabely Silva Garcia, do curso de Comunicação Social, recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Geraldo Medeiros. Os formandos do Curso de Agroecologia, do Câmpus de Lagoa Seca, foram representados pelo concluinte Ângelo Túlio de Araújo Maia, que recebeu o grau conferido pelo professor e diretor do Centro de Ciências Ambientais e Agrárias, José Félix de Brito Neto. A solenidade foi encerrada pelo professor Rangel Junior, com muita vibração dos formados.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Uma noite inesquecível. Tempo para celebrar uma conquista e se preparar para os desafios de um futuro que já se descortina. A chegada é também o ponto de partida e recomeço de uma nova jornada. Com esses sentimentos, 715 formandos de 29 cursos de graduação dos câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca da Universidade Leia Mais...

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A Assembleia Solene de Colação de Grau do período letivo 2018.1 dos câmpus I e II aconteceu na casa de shows Spazzio, em Campina Grande, e contou com a participação dos concluintes dos cursos do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Centro de Educação (CEDUC) e do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA). Também colaram grau os formandos do curso de Administração Pública na modalidade de Educação a Distância.

Presidida pelo reitor Rangel Junior, a cerimônia fechou o calendário de colações de grau da UEPB do período 2018.1 e reuniu professores e pró-reitores da Instituição, diretores de Centros, familiares, amigos dos formandos, além da secretária de Educação de Campina Grande, professora Iolanda Barbosa, que representou o prefeito Romero Rodrigues no evento.

O primeiro ato da solenidade foi a entrada da congregação de professores de todos os Centros que integram os câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca, seguido da execução do Hino Nacional. Um dos momentos empolgantes da solenidade foi a entrada do Paraninfo Geral das turmas concluintes, o dramaturgo, escritor e poeta Bráulio Tavares, conduzido pela Comissão de Honra formada por alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Química Industrial, Filosofia, Direito, Serviço Social e Agroecologia.

Antes de colar o grau acadêmico os futuros profissionais prestaram o juramento e se comprometeram em honrar os princípios da UEPB, lutar para aperfeiçoar a ciência e a técnica e transformar os conhecimentos adquiridos para trabalhar em prol de uma sociedade melhor, mais justa e solidária. Com braço erguido, voz forte e emoção, a formanda Ayane Ribeiro de Oliveira Duarte, do curso de Psicologia, fez o juramento em nome dos concluintes e, todos, com braços estendidos, repetiram as palavras da juramentista.

O Orador Oficial foi o formando Sandro Roberto de Araújo, do curso de Odontologia. Ele discorreu sobre os principais momentos dos concluintes, desde a chegada da Universidade até a conclusão do curso. Sandro falou das amizades construídas ao longo dos cursos, dos desafios, dos sonhos e das vitórias, destacando que o momento era marcante e ficará eternizado na memória de todos os formandos. Ele lembrou que a trajetória, desde o primeiro dia de aula, foi árdua e exigiu renúncia, esforço e persistência na busca do sonho. No final, o Orador agradeceu a Deus, aos pais e aos professores da UEPB e garantiu que os novos profissionais vão usar todo o potencial em benefício da sociedade.

Aguardado com muita expectativa, o Paraninfo Geral fez um discurso emocionante, em que mesclou poesia, arte, literatura e conselhos. Bráulio começou o seu discurso saudando os professores, a quem tratou de detentores do conhecimento, do saber e de uma das mais sublimes e nobres profissões do Brasil. Ao longo de seu discurso, ele enfatizou a necessidade dos formandos não pararem de buscar novos conhecimentos, mas continuarem firmes na estrada do estudo.

O poeta e escritor disse que nunca deixou de estudar e que o saber, as artes, a literatura e a ciência são indispensáveis para mudar o mundo, tornando-o melhor. Ele citou o paraibano Ariano Suassuna, sempre enfatizando a importância da busca pelo saber. Ressaltou que, mesmo formados, os novos profissionais não estão totalmente prontos para a vida, cujo aprendizado é permanecente. “Vocês chegaram aqui com mérito e esforço. Nunca deixem de estudar, pois a vida é um aprendizado constante”, disse.

A solenidade prosseguiu com o discurso do pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão. Usando poesias, citações e muitos conselhos, Eli falou de sonhos, de esperança, de indignação e coragem. O professor enfatizou que os sonhos dos concluintes é o mesmo da UEPB, que está profundamente enraizada e comprometida com o Estado da Paraíba. “Para vocês terem uma ideia, 93% dos estudantes dessa Universidade procedem de cidades da Paraíba e 99% são de cidades do Nordeste, enquanto 6% são de outras cidades vizinhas à Paraíba”, destacou.

O pró-reitor ressaltou que o contexto atual é preocupante e o futuro ainda é uma incógnita, mas os novos profissionais não devem perder a esperança e devem persistir na luta por dias melhores e por uma sociedade justa e fraterna. Ele conclamou os concluintes a defenderem a universidade pública e gratuita para que o sonhe realizado por mais de 1.300 formandos neste período letivo se concretize com outros estudantes no futuro. Ele observou ainda que a UEPB estava devolvendo à sociedade profissionais aptos para enfrentar o mercado de trabalho.

Antes do encerramento da solenidade, o reitor Rangel Junior transmitiu sua mensagem aos graduandos e parabenizou a todos pela conquista. O reitor enfatizou que o sonho realizado pelos concluintes é fruto do esforço e da luta dos pais de todos. “Esse momento é muito importante para vocês e para nós. Esse dia de hoje é importante para vocês, que estão concluindo o curso de Graduação, que tiveram coragem e muita persistência. Sem dúvida alguma, todo mundo aqui tem uma pequena dosagem de heroísmo. Mas não esqueçam que por trás da história de vocês tinha gente fazendo heroísmo todos os dias, que foram os pais e as mães de vocês. A eles, vocês devem toda reverência”, destacou.

Ao final da solenidade foi feita a conferência de grau acadêmico aos formandos. O formando Alécio Marlon Pereira Diniz, do curso de Odontologia, recebeu o grau conferido pela professora Alessandra Teixeira, representando os colegas do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. O concluinte Paulo Sérgio Cavalcante Bezerra Leite, do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, recebeu o grau em nome dos formandos do Centro de Ciência e Tecnologia, conferido pela professora Maria Isabelle Dias.

Os concluintes do Centro de Educação foram representados pela formanda Amanda Tayse de Sena Silva Santos, do curso de Pedagogia, que recebeu o grau conferido pelo professor Francisco de Assis Batista. Os concluintes do Centro de Ciências Jurídicas foram representados pela formanda Andréia Luisa dos Santos Lima, que recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Laplace Guedes Alcoforado Leite de Carvalho.

Em nome dos formandos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, a formanda Isabely Silva Garcia, do curso de Comunicação Social, recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Geraldo Medeiros. Os formandos do Curso de Agroecologia, do Câmpus de Lagoa Seca, foram representados pelo concluinte Ângelo Túlio de Araújo Maia, que recebeu o grau conferido pelo professor e diretor do Centro de Ciências Ambientais e Agrárias, José Félix de Brito Neto. A solenidade foi encerrada pelo professor Rangel Junior, com muita vibração dos formados.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Uma noite inesquecível. Tempo para celebrar uma conquista e se preparar para os desafios de um futuro que já se descortina. A chegada é também o ponto de partida e recomeço de uma nova jornada. Com esses sentimentos, 715 formandos de 29 cursos de graduação dos câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca da Universidade Leia Mais...

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Projeto desenvolvido pelo Câmpus II da Universidade Estadual desperta interesse de crianças pela música

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Um projeto cultural desenvolvido pelo Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), no Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, tem incentivado crianças a entrarem em contato com a música e despertarem o interesse por esta arte.

Intitulado “Flauta Doce”, o projeto mobilizou, na primeira etapa, 20 crianças que participaram das oficinas de música. As aulas acontecem todas às terças-feiras, das 14h às 15h, no CCAA. A UEPB financiou os instrumentos musicais, as partituras e outros materiais usados no curso. Nessa primeira fase, as oficinas foram realizadas entre os dias 29 de agosto a 5 de dezembro, tendo a dedicação das crianças surpreendido os organizadores.

O diretor do CCAA, professor José Félix, disse que o projeto nasceu da necessidade da Instituição em envolver crianças carentes da região do Agreste paraibano em atividades de cultura e arte. A ideia é ensiná-las a tocar um instrumento e despertar o gosto pela música. “São crianças carentes, a maioria filhos de agricultores, que agora têm um espaço de aprendizagem. É uma forma delas ocuparem o tempo”, destacou o professor.

Marlos José Lima Machado é o professor de música da turma e enfatiza que as crianças superaram as expectativas, devido a vontade em aprender a tocar um instrumento. Ele utilizou o Método Melisma, que consiste em uma técnica utilizada para transformar a nota de uma sílaba em uma mescla de notas.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação CCAA

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O diretor do CCAA, professor José Félix, disse que o projeto nasceu da necessidade da Instituição em envolver crianças carentes da região do Agreste paraibano em atividades de cultura e arte. A ideia é ensiná-las a tocar um instrumento e despertar o gosto pela música. “São crianças carentes, a maioria filhos de agricultores, que agora têm um espaço de aprendizagem. É uma forma delas ocuparem o tempo”, destacou o professor.

Marlos José Lima Machado é o professor de música da turma e enfatiza que as crianças superaram as expectativas, devido a vontade em aprender a tocar um instrumento. Ele utilizou o Método Melisma, que consiste em uma técnica utilizada para transformar a nota de uma sílaba em uma mescla de notas.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação CCAA

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Projetos do Câmpus II da UEPB desenvolvem ações educativas e sociais na Feira Literária de Campina Grande

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Dentro das atividades da Feira Literária de Campina Grande (FLIC), dois projetos da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) desenvolveram ações que buscaram combater o uso de agrotóxicos no campo e na cidade, bem como garantir o bem-estar animal. As atividades foram realizadas no dia 2 de dezembro, no Parque da Criança, quando crianças, jovens, adultos e idosos que frequentam o local receberam informações e interagiram com os projetos.

A professora Shirleyde Santos, do Câmpus de Lagoa Seca, coordenou as ações do projeto “Ações educativas contra o uso de agrotóxicos no campo e na cidade”, vinculado ao Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA). Já a professora Camila Firmino, também do Câmpus II, esteve à frente dos trabalhos desenvolvidos pelo projeto “Bem-estar animal”. Todas as atividades contou ainda com a participação de alunos bolsistas das iniciativas.

Uma “árvore das denúncias” chamou a atenção do público com imagens que mostravam o impacto causado na saúde do ser humano e ao meio ambiente devido o uso de agrotóxicos. Com a árvore, a equipe divulgou a “Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida”, que esclarece agricultores e a população em geral sobre os riscos desses produtos químicos. Com relação aos animais, as atividades envolveram especialmente crianças, que receberam informações sobre a guarda responsável e o respeito aos animais.

Diversos materiais educativos, como cordeis, marcadores de livros, adesivos e revistas, foram distribuídos pelas equipes dos projetos extensionistas da UEPB. Segundo as coordenadoras, os resultados foram muito positivos, uma vez que houve grande visitação do público e foi possível perceber uma forte sensibilização da população com os temas abordados. A ideia das professoras Shirleyde e Camila é realizar, em breve, novas ações no Parque da Criança para difundir os trabalhos dos projetos e envolver cada vez mais pessoas nos debates sobre saúde e meio ambiente.

Texto: Tatiana Brandão
Fotos: Divulgação

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A professora Shirleyde Santos, do Câmpus de Lagoa Seca, coordenou as ações do projeto “Ações educativas contra o uso de agrotóxicos no campo e na cidade”, vinculado ao Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA). Já a professora Camila Firmino, também do Câmpus II, esteve à frente dos trabalhos desenvolvidos pelo projeto “Bem-estar animal”. Todas as atividades contou ainda com a participação de alunos bolsistas das iniciativas.

Uma “árvore das denúncias” chamou a atenção do público com imagens que mostravam o impacto causado na saúde do ser humano e ao meio ambiente devido o uso de agrotóxicos. Com a árvore, a equipe divulgou a “Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida”, que esclarece agricultores e a população em geral sobre os riscos desses produtos químicos. Com relação aos animais, as atividades envolveram especialmente crianças, que receberam informações sobre a guarda responsável e o respeito aos animais.

Diversos materiais educativos, como cordeis, marcadores de livros, adesivos e revistas, foram distribuídos pelas equipes dos projetos extensionistas da UEPB. Segundo as coordenadoras, os resultados foram muito positivos, uma vez que houve grande visitação do público e foi possível perceber uma forte sensibilização da população com os temas abordados. A ideia das professoras Shirleyde e Camila é realizar, em breve, novas ações no Parque da Criança para difundir os trabalhos dos projetos e envolver cada vez mais pessoas nos debates sobre saúde e meio ambiente.

Texto: Tatiana Brandão
Fotos: Divulgação

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Câmpus de Lagoa Seca sedia atividades da Agrotec 2018 e da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

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Centenas de alunos dos cursos de Agroecologia, Agropecuária e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) estão participando esta semana da Agrotec 2018 – Exposição Tecnológica, que acontece até esta quinta-feira (18), no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), no Câmpus de Lagoa Seca. Além deles, o evento também tem recebido a visita constante de crianças e jovens estudantes das redes municipal e estadual de ensino, que participam das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), evento paralelo que ocorre em todo o país.

Em sua terceira edição, a Agrotec busca mostrar tudo que o Câmpus II vem realizando em ensino, pesquisa e extensão, além da exposição agropecuária com todos os setores em funcionamento e a feirinha para os visitantes. Conforme o diretor do CCAA, professor José Felix, para que o evento se concretizasse foram estabelecidas parcerias fundamentais, a exemplo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (EMATER), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA), Instituto Nacional do Semiárido (INSA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Prefeitura Municipal de Lagoa Seca, dentre outros.

Durante os três dias de evento, professores da UEPB e instituições parceiras vêm ministrando diversos cursos, como “Forragem e nutrição animal”, “Mecanização agrícola”, “Peixamento de açudes com alevinagem”, “Abate e cortes finos de caprinos” e “Fabricação de derivados de leite”.

“A Agrotec 2018 e a SNCT têm o propósito de estimular o interesse da população no que diz respeito ao Agronegócio e Agroecologia, dando até uma maior visibilidade da UEPB nesta área, sendo aberta à visitação do público em geral. Contamos com uma equipe muito forte para promover oficinas e minicursos voltados à produção rural, das quais estão participando tanto alunos, como ex-alunos, produtores rurais e demais interessados”, lembrou o professor Alde Cleber de Lima Silva, diretor da Escola Agrícola da UEPB.

Mostras científicas e de produtos

Como o tema abordado este ano pela Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é “Ciência para a redução das desigualdades”, a professora Élida Barbosa Correia, coordenadora da SNCT no Câmpus II da UEPB, buscou inserir na programação algumas ações de desenvolvimento que mostrassem à população tudo o que é realizado em Ciência e Tecnologia na Universidade.

“Temos o projeto ‘Centro Vocacional Tecnológico de Agricultura Orgânica e Agroecologia – Agrobiodiversidade do Semiárido’, que é uma ação de popularização da Ciência, aberta aos agricultores e alunos do ensino público de Lagoa Seca. Assim, organizamos várias visitações para mostrar os projetos desenvolvidos em nossos laboratórios, com a finalidade de despertar neles a Ciência e, como eles são nossos vizinhos, que pudessem se familiarizar mais com a UEPB, com as hortas, os animais e com muito do que é produzido aqui”, explicou a professora, destacando que em apenas dois dias de evento cerca de 400 alunos, dos 4o e 5o anos da Vila Florestal e do 8o e 9o anos das escolas estaduais de Lagoa Seca, visitaram o espaço.

Ângelo Túlio de Araújo Maia, aluno do 9o período de Agroecologia, participou com os demais colegas com uma banca na feira da Agrotec, comercializando produtos artesanais e agrícolas in natura ou processados, como doces e comidas típicas, tudo feito por alunos da turma. Para ele, “o evento é de suma importância, porque trocamos experiências com quem está fora e dentro da academia, absorvemos conhecimentos empíricos dos agricultores e de outras Instituições de Ensino, além de aprendermos na prática sobre economia, que é uma de nossas disciplinas em sala de aula”.

Oficinas práticas

Uma das oficinas de destaque do evento foi ministrada em conjunto pelos pesquisadores do INSA, Marilene Nascimento Melo, George Rodrigues Lambais e Rodrigo Andrade, que trataram do “Reuso da Água na Agricultura Familiar” e dos “Sistemas de Tratamento de Esgotos”, com o intuito de aperfeiçoar o reúso da “água servida”, como é popularmente chamada a água que normalmente não teria mais serventia após sua primeira utilização

“Trabalhamos com a ideia de que essa água tem um risco e a depender do que se queira fazer com ela, deve ser tratada”, explicou Marilene, que também trabalha em parceria com o Programa de Aplicação de Tecnologia Apropriada às Comunidades (PATAC). Para isso, apresentaram sistemas de tratamento do esgoto, desde o mais simplificado, como a “Bioágua”, que utiliza filtragem com seixos, pedras e carvão para retirar a parte “grossa” da matéria orgânica, até sistemas anaeróbicos um pouco mais complexos, com filtragens, uso do sol e de algumas bactérias para eliminar outras mais nocivas, gerando água de melhor qualidade. “Ambos sistemas permitem ter água de reúso com qualidade, com o objetivo de irrigar sem contaminação e produzir alimentos com um considerável aumento de produção”, disseram os palestrantes.

Andreza Maia de Lima, funcionária do setor de Agroecologia da Secretaria de Agricultura de Campina Grande, ministrou a oficina “Defensivos agrícolas naturais”, abordando receitas de defensivos livres de contaminação que vêm sendo usados tanto em experimentos nas universidades como pelos agricultores no campo. “Trouxemos algumas receitas consagradas e de resultados satisfatórios, como a calda bordalesa, o extrato de alho, o herbicida de repolho e a água de vidro”, explicou a palestrante, afirmando que as caldas evitam uma grande quantidade de pragas e de doenças, sendo esta última a mais simples e utilizada com mais frequência.

Segundo ela, a água de vidro – também conhecida como água de cinzas e cal, diluída em água quente e fria – tem baixa toxidade, não precisa de Equipamentos de Proteção Individual e dá enrijecimento às plantas, maior resistência às pragas, qualidade nas hortaliças e vem sendo bem utilizada na região do brejo. “Cada vez mais pessoas estão se conscientizando de que é necessário aderir a uma alimentação mais saudável e livre de agrotóxicos, colocando em prática a medicina preventiva e melhorias em sua saúde”, explicou Andreza.

No curso “Processamento de derivados do leite”, ministrado por Andreia Batista, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), os alunos puderam aprender durante três dias como fabricar iogurte, queijos, requeijão, bebidas lácteas e doce de leite. O curso, que costuma atender produtores rurais e pessoas ligadas ao campo, também recebeu alunos que já fazem produções em casa ou nos sítios onde moram e que agora buscam aprimorar a oferta de produtos, a exemplo de José Carlos Ferreira, aluno do Campus de Catolé do Rocha, que já produz queijo de manteiga na fazenda da família e pretende colocar em prática a fabricação do requeijão. Além disso, também intenciona fazer um melhor aproveitamento do soro do leite – que é descartado ou oferecido como alimento aos animais da fazenda – e transmitir o conhecimento adquirido aos colegas produtores rurais da região.

Texto: Giuliana Rodrigues
Fotos: Paizinha Lemos

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Centenas de alunos dos cursos de Agroecologia, Agropecuária e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) estão participando esta semana da Agrotec 2018 – Exposição Tecnológica, que acontece até esta quinta-feira (18), no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), no Câmpus de Lagoa Seca. Além deles, o evento também tem Leia Mais...

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Centenas de alunos dos cursos de Agroecologia, Agropecuária e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) estão participando esta semana da Agrotec 2018 – Exposição Tecnológica, que acontece até esta quinta-feira (18), no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), no Câmpus de Lagoa Seca. Além deles, o evento também tem recebido a visita constante de crianças e jovens estudantes das redes municipal e estadual de ensino, que participam das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), evento paralelo que ocorre em todo o país.

Em sua terceira edição, a Agrotec busca mostrar tudo que o Câmpus II vem realizando em ensino, pesquisa e extensão, além da exposição agropecuária com todos os setores em funcionamento e a feirinha para os visitantes. Conforme o diretor do CCAA, professor José Felix, para que o evento se concretizasse foram estabelecidas parcerias fundamentais, a exemplo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (EMATER), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA), Instituto Nacional do Semiárido (INSA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Prefeitura Municipal de Lagoa Seca, dentre outros.

Durante os três dias de evento, professores da UEPB e instituições parceiras vêm ministrando diversos cursos, como “Forragem e nutrição animal”, “Mecanização agrícola”, “Peixamento de açudes com alevinagem”, “Abate e cortes finos de caprinos” e “Fabricação de derivados de leite”.

“A Agrotec 2018 e a SNCT têm o propósito de estimular o interesse da população no que diz respeito ao Agronegócio e Agroecologia, dando até uma maior visibilidade da UEPB nesta área, sendo aberta à visitação do público em geral. Contamos com uma equipe muito forte para promover oficinas e minicursos voltados à produção rural, das quais estão participando tanto alunos, como ex-alunos, produtores rurais e demais interessados”, lembrou o professor Alde Cleber de Lima Silva, diretor da Escola Agrícola da UEPB.

Mostras científicas e de produtos

Como o tema abordado este ano pela Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é “Ciência para a redução das desigualdades”, a professora Élida Barbosa Correia, coordenadora da SNCT no Câmpus II da UEPB, buscou inserir na programação algumas ações de desenvolvimento que mostrassem à população tudo o que é realizado em Ciência e Tecnologia na Universidade.

“Temos o projeto ‘Centro Vocacional Tecnológico de Agricultura Orgânica e Agroecologia – Agrobiodiversidade do Semiárido’, que é uma ação de popularização da Ciência, aberta aos agricultores e alunos do ensino público de Lagoa Seca. Assim, organizamos várias visitações para mostrar os projetos desenvolvidos em nossos laboratórios, com a finalidade de despertar neles a Ciência e, como eles são nossos vizinhos, que pudessem se familiarizar mais com a UEPB, com as hortas, os animais e com muito do que é produzido aqui”, explicou a professora, destacando que em apenas dois dias de evento cerca de 400 alunos, dos 4o e 5o anos da Vila Florestal e do 8o e 9o anos das escolas estaduais de Lagoa Seca, visitaram o espaço.

Ângelo Túlio de Araújo Maia, aluno do 9o período de Agroecologia, participou com os demais colegas com uma banca na feira da Agrotec, comercializando produtos artesanais e agrícolas in natura ou processados, como doces e comidas típicas, tudo feito por alunos da turma. Para ele, “o evento é de suma importância, porque trocamos experiências com quem está fora e dentro da academia, absorvemos conhecimentos empíricos dos agricultores e de outras Instituições de Ensino, além de aprendermos na prática sobre economia, que é uma de nossas disciplinas em sala de aula”.

Oficinas práticas

Uma das oficinas de destaque do evento foi ministrada em conjunto pelos pesquisadores do INSA, Marilene Nascimento Melo, George Rodrigues Lambais e Rodrigo Andrade, que trataram do “Reuso da Água na Agricultura Familiar” e dos “Sistemas de Tratamento de Esgotos”, com o intuito de aperfeiçoar o reúso da “água servida”, como é popularmente chamada a água que normalmente não teria mais serventia após sua primeira utilização

“Trabalhamos com a ideia de que essa água tem um risco e a depender do que se queira fazer com ela, deve ser tratada”, explicou Marilene, que também trabalha em parceria com o Programa de Aplicação de Tecnologia Apropriada às Comunidades (PATAC). Para isso, apresentaram sistemas de tratamento do esgoto, desde o mais simplificado, como a “Bioágua”, que utiliza filtragem com seixos, pedras e carvão para retirar a parte “grossa” da matéria orgânica, até sistemas anaeróbicos um pouco mais complexos, com filtragens, uso do sol e de algumas bactérias para eliminar outras mais nocivas, gerando água de melhor qualidade. “Ambos sistemas permitem ter água de reúso com qualidade, com o objetivo de irrigar sem contaminação e produzir alimentos com um considerável aumento de produção”, disseram os palestrantes.

Andreza Maia de Lima, funcionária do setor de Agroecologia da Secretaria de Agricultura de Campina Grande, ministrou a oficina “Defensivos agrícolas naturais”, abordando receitas de defensivos livres de contaminação que vêm sendo usados tanto em experimentos nas universidades como pelos agricultores no campo. “Trouxemos algumas receitas consagradas e de resultados satisfatórios, como a calda bordalesa, o extrato de alho, o herbicida de repolho e a água de vidro”, explicou a palestrante, afirmando que as caldas evitam uma grande quantidade de pragas e de doenças, sendo esta última a mais simples e utilizada com mais frequência.

Segundo ela, a água de vidro – também conhecida como água de cinzas e cal, diluída em água quente e fria – tem baixa toxidade, não precisa de Equipamentos de Proteção Individual e dá enrijecimento às plantas, maior resistência às pragas, qualidade nas hortaliças e vem sendo bem utilizada na região do brejo. “Cada vez mais pessoas estão se conscientizando de que é necessário aderir a uma alimentação mais saudável e livre de agrotóxicos, colocando em prática a medicina preventiva e melhorias em sua saúde”, explicou Andreza.

No curso “Processamento de derivados do leite”, ministrado por Andreia Batista, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), os alunos puderam aprender durante três dias como fabricar iogurte, queijos, requeijão, bebidas lácteas e doce de leite. O curso, que costuma atender produtores rurais e pessoas ligadas ao campo, também recebeu alunos que já fazem produções em casa ou nos sítios onde moram e que agora buscam aprimorar a oferta de produtos, a exemplo de José Carlos Ferreira, aluno do Campus de Catolé do Rocha, que já produz queijo de manteiga na fazenda da família e pretende colocar em prática a fabricação do requeijão. Além disso, também intenciona fazer um melhor aproveitamento do soro do leite – que é descartado ou oferecido como alimento aos animais da fazenda – e transmitir o conhecimento adquirido aos colegas produtores rurais da região.

Texto: Giuliana Rodrigues
Fotos: Paizinha Lemos

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Centenas de alunos dos cursos de Agroecologia, Agropecuária e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) estão participando esta semana da Agrotec 2018 – Exposição Tecnológica, que acontece até esta quinta-feira (18), no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), no Câmpus de Lagoa Seca. Além deles, o evento também tem Leia Mais...

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Solenidade de entrega de certificação marca conclusão dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria

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Eles são jovens, cheios de sonhos e com muitas possibilidades para seguirem em frente em suas vidas. E o primeiro grande passo para isso foi confirmado na tarde da última quinta-feira (13), no Auditório do Departamento de Psicologia, no Câmpus de Campina Grande, quando os alunos dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) participaram da solenidade de entrega de certificados pela conclusão de seus respectivos cursos do ano letivo 2017.

A escola, localizada no Câmpus II da UEPB, em Lagoa Seca, reuniu 30 concluintes de cada curso que confirmaram o fechamento de um projeto pedagógico que tem como objetivo capacitar mão de obra em nível médio, com vistas a contribuir para o desenvolvimento da agropecuária paraibana. Os dois cursos técnicos estão inseridos em uma proposta de ensino em que a dinâmica do trabalho caminha junto aos avanços tecnológicos. A solenidade foi presidida pela pró-reitora adjunta de Ensino Médio, Técnico e Educação a Distância, professora Rochane Vilarim, que na oportunidade representou o reitor Rangel Junior.

Para que todos confirmassem seu propósito em exercer da melhor forma sua profissão, foi realizado o juramento de conclusão dos cursos. A aluna Viviane de Oliveira Alexandre foi a responsável por fazer o juramento em nome dos seus colegas do curso técnico em Agropecuária, enquanto Ruan Sávio Aguiar representou os concluintes do curso técnico em Agroindústria. A oradora das turmas foi a estudante Jéssicka Christina dos Santos, do curso de Agroindústria.

Em seu discurso, Jéssicka relembrou várias histórias vivenciadas pelos alunos nos últimos dois anos, agradeceu aos pais, professores e servidores da Escola Assis Chateaubriand pelo empenho, dedicação e crença nas vitórias, bem como a valorização do conhecimento que adquiriram ao longo de cada curso. Ela ainda fez uma homenagem póstuma ao aluno Rafael Oliveira, falecido este ano.

“Encontramos ao longo da nossa caminhada valores os quais jamais esqueceremos. A importância de aprender e ensinar reciprocamente, de discutir ideias e formular novos conceitos, a maturidade de conviver com as divergências de opiniões é algo muito valioso. O conhecimento adquirido nos levará a atuar na vida prática como agentes de mudanças”, afirmou a oradora das turmas concluintes.

Escolhido como paraninfo e patrono das turmas concluintes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria, o professor João Araújo de Farias não escondeu a satisfação da homenagem, bem como fez um discurso encorajador e motivador para os recém-formados. Segundo ele, esses novos profissionais que a UEPB está colocando no mercado de trabalho estão preparados para exercer sua profissão da melhor forma possível, agindo com responsabilidade, ética e, acima de tudo, profissionalismo.

“Fico grato com esta homenagem, por ter sido escolhido paraninfo dessas duas turmas tão especiais. Estou nesta Universidade há mais de 30 anos e sou testemunha dos avanços que ela deu. Vocês, concluintes, têm novos objetivos agora pela frente, irão encarar o mercado de trabalho e defender com unhas e dentes a profissão de vocês, além de exercê-la com ética, profissionalismo e olhar para a pessoa humana”, disse o professor João Araújo.

Após o discurso do paraninfo, foi feita a entrega dos certificados. O formando Alex Sandro Alves da Silva, do curso de Agroindústria, recebeu o diploma das mãos do professor Alde Cléber Lima Silva, diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, representando todos os concluintes dos cursos técnicos em Agroindústria e Agropecuária do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais.

A pró-reitora adjunta de Ensino Médio, Técnico e Educação a Distância da UEPB, professora Rochane Vilarim, destacou o momento de festa que todos os alunos estão vivenciando, contudo, ainda lembrou a contribuição fundamental dos pais e familiares dos alunos e frisou que a partir deste momento eles passam a representar a Universidade Estadual da Paraíba em suas respectivas atividades profissionais.

“A partir de agora vocês estão levando o nome da UEPB para todos os lugares. Por isso, ajam com ética, sejam respeitosos para que todo o conhecimento que vocês adquiriram ao longo do curso sejam ressaltados em todos os momentos. Vocês só serão profissionais éticos se continuarem sendo pessoas éticas, corretas, que valorizam a pessoa do outro. Desejo muitas felicidades e acredito que a vitória de todos vocês está apenas começando”, afirmou professora Rochane Vilarim.

Compuseram a mesa da solenidade de conclusão dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria o diretor do Centro de Ciências Humanas e Agrárias (CCAA), professor José Félix de Brito Neto; o diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor Alde Cleber Lima Silva; o professor Cláudio Silva Soares, chefe de departamento de Agroindústria e Agropecuária; a coordenadora do curso de Agroindústria, professora Maria do Socorro Bezerra; além do servidor técnico Administrativo, Saint-Clear Sena e Santos.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Emanuelle Carvalho e Géssica Souza (Estagiárias)

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Eles são jovens, cheios de sonhos e com muitas possibilidades para seguirem em frente em suas vidas. E o primeiro grande passo para isso foi confirmado na tarde da última quinta-feira (13), no Auditório do Departamento de Psicologia, no Câmpus de Campina Grande, quando os alunos dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria da Escola Leia Mais...

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A escola, localizada no Câmpus II da UEPB, em Lagoa Seca, reuniu 30 concluintes de cada curso que confirmaram o fechamento de um projeto pedagógico que tem como objetivo capacitar mão de obra em nível médio, com vistas a contribuir para o desenvolvimento da agropecuária paraibana. Os dois cursos técnicos estão inseridos em uma proposta de ensino em que a dinâmica do trabalho caminha junto aos avanços tecnológicos. A solenidade foi presidida pela pró-reitora adjunta de Ensino Médio, Técnico e Educação a Distância, professora Rochane Vilarim, que na oportunidade representou o reitor Rangel Junior.

Para que todos confirmassem seu propósito em exercer da melhor forma sua profissão, foi realizado o juramento de conclusão dos cursos. A aluna Viviane de Oliveira Alexandre foi a responsável por fazer o juramento em nome dos seus colegas do curso técnico em Agropecuária, enquanto Ruan Sávio Aguiar representou os concluintes do curso técnico em Agroindústria. A oradora das turmas foi a estudante Jéssicka Christina dos Santos, do curso de Agroindústria.

Em seu discurso, Jéssicka relembrou várias histórias vivenciadas pelos alunos nos últimos dois anos, agradeceu aos pais, professores e servidores da Escola Assis Chateaubriand pelo empenho, dedicação e crença nas vitórias, bem como a valorização do conhecimento que adquiriram ao longo de cada curso. Ela ainda fez uma homenagem póstuma ao aluno Rafael Oliveira, falecido este ano.

“Encontramos ao longo da nossa caminhada valores os quais jamais esqueceremos. A importância de aprender e ensinar reciprocamente, de discutir ideias e formular novos conceitos, a maturidade de conviver com as divergências de opiniões é algo muito valioso. O conhecimento adquirido nos levará a atuar na vida prática como agentes de mudanças”, afirmou a oradora das turmas concluintes.

Escolhido como paraninfo e patrono das turmas concluintes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria, o professor João Araújo de Farias não escondeu a satisfação da homenagem, bem como fez um discurso encorajador e motivador para os recém-formados. Segundo ele, esses novos profissionais que a UEPB está colocando no mercado de trabalho estão preparados para exercer sua profissão da melhor forma possível, agindo com responsabilidade, ética e, acima de tudo, profissionalismo.

“Fico grato com esta homenagem, por ter sido escolhido paraninfo dessas duas turmas tão especiais. Estou nesta Universidade há mais de 30 anos e sou testemunha dos avanços que ela deu. Vocês, concluintes, têm novos objetivos agora pela frente, irão encarar o mercado de trabalho e defender com unhas e dentes a profissão de vocês, além de exercê-la com ética, profissionalismo e olhar para a pessoa humana”, disse o professor João Araújo.

Após o discurso do paraninfo, foi feita a entrega dos certificados. O formando Alex Sandro Alves da Silva, do curso de Agroindústria, recebeu o diploma das mãos do professor Alde Cléber Lima Silva, diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, representando todos os concluintes dos cursos técnicos em Agroindústria e Agropecuária do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais.

A pró-reitora adjunta de Ensino Médio, Técnico e Educação a Distância da UEPB, professora Rochane Vilarim, destacou o momento de festa que todos os alunos estão vivenciando, contudo, ainda lembrou a contribuição fundamental dos pais e familiares dos alunos e frisou que a partir deste momento eles passam a representar a Universidade Estadual da Paraíba em suas respectivas atividades profissionais.

“A partir de agora vocês estão levando o nome da UEPB para todos os lugares. Por isso, ajam com ética, sejam respeitosos para que todo o conhecimento que vocês adquiriram ao longo do curso sejam ressaltados em todos os momentos. Vocês só serão profissionais éticos se continuarem sendo pessoas éticas, corretas, que valorizam a pessoa do outro. Desejo muitas felicidades e acredito que a vitória de todos vocês está apenas começando”, afirmou professora Rochane Vilarim.

Compuseram a mesa da solenidade de conclusão dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria o diretor do Centro de Ciências Humanas e Agrárias (CCAA), professor José Félix de Brito Neto; o diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor Alde Cleber Lima Silva; o professor Cláudio Silva Soares, chefe de departamento de Agroindústria e Agropecuária; a coordenadora do curso de Agroindústria, professora Maria do Socorro Bezerra; além do servidor técnico Administrativo, Saint-Clear Sena e Santos.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Emanuelle Carvalho e Géssica Souza (Estagiárias)

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Eles são jovens, cheios de sonhos e com muitas possibilidades para seguirem em frente em suas vidas. E o primeiro grande passo para isso foi confirmado na tarde da última quinta-feira (13), no Auditório do Departamento de Psicologia, no Câmpus de Campina Grande, quando os alunos dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria da Escola Leia Mais...

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Câmpus I da Universidade Estadual da Paraíba recebe feira de produtos agroecológicos

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Clique para exibir o slide.

Como forma de facilitar à população uma alimentação saudável e livre de agrotóxicos, além de oferecer um novo espaço para que produtores rurais de municípios circunvizinhos a Campina Grande comercializem seus produtos, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) passa a sediar a Feira de Agroecológicos da Instituição, que acontecerá semanalmente, sempre às quintas-feiras pela manhã, na praça de alimentação do Centro de Ciências Sociais e Biológicas (CCBS), no Câmpus I.

A iniciativa ocorre através de uma parceria entre o projeto de extensão “Conhecemos o solo que pisamos? Troca de Saberes entre atores de diferentes realidades”, o programa de extensão “Agroecologia e o Diálogo de Saberes na Universidade: Ações do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica em Territórios Paraibanos”, coordenado pelo professor Simão Lindoso de Souza, o Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e o Centro Vocacional Tecnológico (CVT).

Além de frutas, verduras e legumes, dentre os produtos comercializados também estão sendo oferecidos ovos e galinha de capoeira, leite e queijos de cabra, doces, vários tipos de feijões, favas, fubá de milho, carnes suína e bovina, mel de abelha, óleo de coco e até sabão artesanal, feito com óleo reciclado.

De acordo com o professor Simão Lindoso, a ideia é que este não seja apenas um espaço comercial, mas também uma oportunidade para manifestação cultural e para a troca de experiências, na qual a Universidade abre suas portas para que os agricultores e a sociedade estejam compartilhando a Agroecologia, que não é simplesmente um sistema de produção ou livre de transgênicos, mas que também mantém toda uma lógica de respeito ao ser humano, à valorização do trabalho da mulher e ao consumidor, com a diversificação da produção, oferta de produtos saudáveis, soberania e segurança alimentar.

Já para os alunos de graduação envolvidos com os projetos, o mais interessante é o compartilhamento de conhecimentos. “Os produtores rurais têm suas terras e trabalham pelo bom manejo do solo dentro de suas perspectivas. Nós entramos na realidade do agricultor com o conhecimento acadêmico, buscando auxiliar na produtividade. Passamos um pouco de nosso conhecimento, mas também recebemos os saberes profundos deles”, afirmou Socorro Lacerda, aluna do 7º período de Biologia.

Atualmente, a Feira de Agroecológicos da UEPB funciona com seis barracas padronizadas que serão mantidas com a perspectiva de crescimento organizado, atendendo toda a comunidade acadêmica da Instituição e demais pessoas interessadas em usufruir do mercado agroecológico.

Experiência que vem do campo

Antônio Rodrigues de Araújo tem 69 anos, vive no sítio Oiti, em Lagoa Seca, e trabalha desde muito jovem com a agricultura familiar. De início, mantinha o entendimento de que, para que seus vegetais parecessem atraentes ao comércio, deveria utilizar agrotóxicos. No entanto, há quase 20 anos ele deu início à produção livre de defensivos agrícolas. “Foi fácil sair do ‘veneno’, mas para isso eu passei dois anos sendo fiscalizado diariamente, para que não usasse novamente”, lembra o agricultor.

Com seu vasto conhecimento na produção orgânica, Antônio já conheceu a maior parte dos estados brasileiros, participando de congressos e compartilhando muito do seu dia-a-dia de agricultor. “Hoje, a gente costuma utilizar as folhas do nim indiano e uma mistura de óleo de soja e detergente, que funciona como defensivo natural e previne a ‘doença’ em todos os vegetais. Eu não sou professor, mas dou aula”, disse, com orgulho.

Sua produção engloba mais de 40 vegetais, que são oferecidos conforme a época e envolve mais quatro pessoas da família na agricultura e comercialização dos alimentos, entre eles o genro Alberto do Nascimento Silva que, além de participar de feiras semanais em Campina Grande e Lagoa Seca, também faz a entrega dos produtos nas casas dos clientes, utilizando-se das redes sociais para divulgação e contatos. “É bom poder sobreviver do que plantamos e colaborar com o bem-estar da população, com a saúde do povo, poder dar trabalho para mais pessoas e estimular os vizinhos a também cultivarem sem agrotóxicos”, reconhece.

Texto e fotos: Giuliana Rodrigues

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Como forma de facilitar à população uma alimentação saudável e livre de agrotóxicos, além de oferecer um novo espaço para que produtores rurais de municípios circunvizinhos a Campina Grande comercializem seus produtos, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) passa a sediar a Feira de Agroecológicos da Instituição, que acontecerá semanalmente, sempre às quintas-feiras pela manhã, Leia Mais...

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Como forma de facilitar à população uma alimentação saudável e livre de agrotóxicos, além de oferecer um novo espaço para que produtores rurais de municípios circunvizinhos a Campina Grande comercializem seus produtos, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) passa a sediar a Feira de Agroecológicos da Instituição, que acontecerá semanalmente, sempre às quintas-feiras pela manhã, na praça de alimentação do Centro de Ciências Sociais e Biológicas (CCBS), no Câmpus I.

A iniciativa ocorre através de uma parceria entre o projeto de extensão “Conhecemos o solo que pisamos? Troca de Saberes entre atores de diferentes realidades”, o programa de extensão “Agroecologia e o Diálogo de Saberes na Universidade: Ações do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica em Territórios Paraibanos”, coordenado pelo professor Simão Lindoso de Souza, o Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e o Centro Vocacional Tecnológico (CVT).

Além de frutas, verduras e legumes, dentre os produtos comercializados também estão sendo oferecidos ovos e galinha de capoeira, leite e queijos de cabra, doces, vários tipos de feijões, favas, fubá de milho, carnes suína e bovina, mel de abelha, óleo de coco e até sabão artesanal, feito com óleo reciclado.

De acordo com o professor Simão Lindoso, a ideia é que este não seja apenas um espaço comercial, mas também uma oportunidade para manifestação cultural e para a troca de experiências, na qual a Universidade abre suas portas para que os agricultores e a sociedade estejam compartilhando a Agroecologia, que não é simplesmente um sistema de produção ou livre de transgênicos, mas que também mantém toda uma lógica de respeito ao ser humano, à valorização do trabalho da mulher e ao consumidor, com a diversificação da produção, oferta de produtos saudáveis, soberania e segurança alimentar.

Já para os alunos de graduação envolvidos com os projetos, o mais interessante é o compartilhamento de conhecimentos. “Os produtores rurais têm suas terras e trabalham pelo bom manejo do solo dentro de suas perspectivas. Nós entramos na realidade do agricultor com o conhecimento acadêmico, buscando auxiliar na produtividade. Passamos um pouco de nosso conhecimento, mas também recebemos os saberes profundos deles”, afirmou Socorro Lacerda, aluna do 7º período de Biologia.

Atualmente, a Feira de Agroecológicos da UEPB funciona com seis barracas padronizadas que serão mantidas com a perspectiva de crescimento organizado, atendendo toda a comunidade acadêmica da Instituição e demais pessoas interessadas em usufruir do mercado agroecológico.

Experiência que vem do campo

Antônio Rodrigues de Araújo tem 69 anos, vive no sítio Oiti, em Lagoa Seca, e trabalha desde muito jovem com a agricultura familiar. De início, mantinha o entendimento de que, para que seus vegetais parecessem atraentes ao comércio, deveria utilizar agrotóxicos. No entanto, há quase 20 anos ele deu início à produção livre de defensivos agrícolas. “Foi fácil sair do ‘veneno’, mas para isso eu passei dois anos sendo fiscalizado diariamente, para que não usasse novamente”, lembra o agricultor.

Com seu vasto conhecimento na produção orgânica, Antônio já conheceu a maior parte dos estados brasileiros, participando de congressos e compartilhando muito do seu dia-a-dia de agricultor. “Hoje, a gente costuma utilizar as folhas do nim indiano e uma mistura de óleo de soja e detergente, que funciona como defensivo natural e previne a ‘doença’ em todos os vegetais. Eu não sou professor, mas dou aula”, disse, com orgulho.

Sua produção engloba mais de 40 vegetais, que são oferecidos conforme a época e envolve mais quatro pessoas da família na agricultura e comercialização dos alimentos, entre eles o genro Alberto do Nascimento Silva que, além de participar de feiras semanais em Campina Grande e Lagoa Seca, também faz a entrega dos produtos nas casas dos clientes, utilizando-se das redes sociais para divulgação e contatos. “É bom poder sobreviver do que plantamos e colaborar com o bem-estar da população, com a saúde do povo, poder dar trabalho para mais pessoas e estimular os vizinhos a também cultivarem sem agrotóxicos”, reconhece.

Texto e fotos: Giuliana Rodrigues

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Como forma de facilitar à população uma alimentação saudável e livre de agrotóxicos, além de oferecer um novo espaço para que produtores rurais de municípios circunvizinhos a Campina Grande comercializem seus produtos, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) passa a sediar a Feira de Agroecológicos da Instituição, que acontecerá semanalmente, sempre às quintas-feiras pela manhã, Leia Mais...

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Câmpus de Campina Grande sediará feira de produtos agroecológicos promovida por projeto de extensão

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Como parte das atividades desenvolvidas pelo projeto de Extensão “Conhecemos o solo que pisamos? Troca de saberes entre atores de diferentes realidades”, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realiza, na próxima quinta-feira (6), a partir das 8h, uma feira com produtos agroecológicos no Câmpus I da Instituição, em Campina Grande.

O projeto, coordenado pelo professor Simão Lindoso de Souza, faz parte do Programa de Extensão aprovado no Edital PROBEX Cota 2017/2018, intitulado “Agroecologia e o Diálogo de Saberes na Universidade: Ações do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica em Territórios Paraibanos”, vinculado ao Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e ao projeto “Centro Vocacional Tecnológico – Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido”, aprovado pela Chamada MCTIC/MAPA/MEC/SEAD/CNPq/21/2016.

A Feira será realizada na Praça de Alimentação do Câmpus I, localizada entre o CCTS e o CCBS, com participação de famílias agricultoras agroecológicas do Cariri Oriental e Borborema paraibanos. A segunda edição da Feira é resultante da avaliação feita por ocasião da primeira edição do evento, em maio de 2018. A ideia dos organizadors é colocar a feira em um patamar além de uma mera relação comercial.

Espera-se que a feira se concretize num espaço de relação social, manifestações culturais, espaço de investigação científica e proposição de projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão, envolvendo agricultores, estudantes, técnicos e professores. Conforme os coordenadores do projeto extensionista, a inserção de agricultores agroecológicos no espaço de feira dentro da Universidade possibilita atingir estes propósitos.

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A Feira será realizada na Praça de Alimentação do Câmpus I, localizada entre o CCTS e o CCBS, com participação de famílias agricultoras agroecológicas do Cariri Oriental e Borborema paraibanos. A segunda edição da Feira é resultante da avaliação feita por ocasião da primeira edição do evento, em maio de 2018. A ideia dos organizadors é colocar a feira em um patamar além de uma mera relação comercial.

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Projeto de extensão da UEPB apresenta contribuições para política contra uso de agrotóxicos em alimentos

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Um dos assuntos polêmicos que tem apontado a necessidade de se ampliar a discussão sobre os riscos à saúde da população, o Projeto de Lei 6299/02, que visa atualizar a lei dos agrotóxicos, foi tema do 1º Curso de Formação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. Nele, o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) foi um dos participantes através da professora Shirleyde Santos, que apresentou contribuições para a política contra o uso de agrotóxicos nos alimentos.

A atividade foi realizada entre 27 de agosto e 1º de setembro, no Centro de Acolhida Missionária, no Rio de Janeiro, e reuniu 40 participantes que apontaram os fortes impactos para a saúde humana e ambiental, bem como a urgência da organização social e da luta em favor do movimento agroecológico no país. O curso foi oferecido pela Campanha Permanente, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca.

De acordo com a professora Shirleyde Santos, foram abordados temas como análise da conjuntura atual, questão agrária, mercado de agrotóxicos e agronegócio, agrotóxicos, transgênicos, ciência, projeto popular para desenvolvimento do campo, entre outros. A docente participou como representante do NERA e do Comitê Paraibano da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.

“Essa discussão vem sendo trabalhada durante o ano inteiro, para que a população se aproprie do assunto. É preciso discutir essas questões, como a dos transgênicos, envolver mais pessoas nessa campanha e divulgar a agroecologia como uma produção de alimentos e promoção da saúde, e não como uma mera mercadoria, algo que o agronegócio vem fazendo”, destacou Shirleyde Santos. Ao longo do curso foram estabelecidas estratégias para que cada participante possa desenvolver atividades em sua região e apresentar avanços e novas contribuições durante a segunda etapa do curso, que será realizada ao longo do mês de novembro.

“Voltamos com a proposta para desenvolver atividades em nossa região, para que, em novembro, ao longo da 2ª etapa do curso, tenhamos condições de apresenta o que conseguimos avançar. Esta é uma pauta de interesse de todas as pessoas. Todo mundo consome alimentos, e esses alimentos não podem ser expostos indiscriminadamente aos agrotóxicos como um modelo que pode nos expor ao adoecimento”, acrescentou a professora Shirleyde.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

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Um dos assuntos polêmicos que tem apontado a necessidade de se ampliar a discussão sobre os riscos à saúde da população, o Projeto de Lei 6299/02, que visa atualizar a lei dos agrotóxicos, foi tema do 1º Curso de Formação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. Nele, o Núcleo de Extensão Rural Leia Mais...

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Um dos assuntos polêmicos que tem apontado a necessidade de se ampliar a discussão sobre os riscos à saúde da população, o Projeto de Lei 6299/02, que visa atualizar a lei dos agrotóxicos, foi tema do 1º Curso de Formação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. Nele, o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) foi um dos participantes através da professora Shirleyde Santos, que apresentou contribuições para a política contra o uso de agrotóxicos nos alimentos.

A atividade foi realizada entre 27 de agosto e 1º de setembro, no Centro de Acolhida Missionária, no Rio de Janeiro, e reuniu 40 participantes que apontaram os fortes impactos para a saúde humana e ambiental, bem como a urgência da organização social e da luta em favor do movimento agroecológico no país. O curso foi oferecido pela Campanha Permanente, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca.

De acordo com a professora Shirleyde Santos, foram abordados temas como análise da conjuntura atual, questão agrária, mercado de agrotóxicos e agronegócio, agrotóxicos, transgênicos, ciência, projeto popular para desenvolvimento do campo, entre outros. A docente participou como representante do NERA e do Comitê Paraibano da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.

“Essa discussão vem sendo trabalhada durante o ano inteiro, para que a população se aproprie do assunto. É preciso discutir essas questões, como a dos transgênicos, envolver mais pessoas nessa campanha e divulgar a agroecologia como uma produção de alimentos e promoção da saúde, e não como uma mera mercadoria, algo que o agronegócio vem fazendo”, destacou Shirleyde Santos. Ao longo do curso foram estabelecidas estratégias para que cada participante possa desenvolver atividades em sua região e apresentar avanços e novas contribuições durante a segunda etapa do curso, que será realizada ao longo do mês de novembro.

“Voltamos com a proposta para desenvolver atividades em nossa região, para que, em novembro, ao longo da 2ª etapa do curso, tenhamos condições de apresenta o que conseguimos avançar. Esta é uma pauta de interesse de todas as pessoas. Todo mundo consome alimentos, e esses alimentos não podem ser expostos indiscriminadamente aos agrotóxicos como um modelo que pode nos expor ao adoecimento”, acrescentou a professora Shirleyde.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

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Oficina e minicursos sobre criação de galinhas de capoeira são realizados com apoio da Universidade Estadual

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Clique para exibir o slide.

A criação de galinhas de capoeira é uma das principais atividades agroecológicas praticadas na região do semiárido paraibano e tem sido importante na geração de renda para uma população que maneja de forma correta os instrumentos agrícolas. Pensando nisso, foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto uma oficina, em Campina Grande, além de quatro minicursos em três cidades da região, sobre o manejo e a criação de raças de galinhas de capoeira.

A atividade de formação foi ministrada pela doutora em Agroecologia Márcia Neves Guelber Sales e foi concentrada na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC), onde participaram cerca de 40 pessoas de vários municípios da Paraíba, dentre estes, estudantes de Ciências Agrárias, Zootecnistas, Médicos Veterinários, assessores técnicos de organizações não governamentais (ONGs), representantes da Emater, órgãos da Vigilância Sanitária, Secretarias de Agricultura municipais e estaduais, além da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).

Na terça-feira (21), o evento de formação foi realizado na região da Borborema, na casa da guardiã das raças nativas de galinhas, Márcia Patrícia Silva, na comunidade Lutador, município de Queimadas, onde participaram cerca de 30 mulheres agricultoras e jovens vinculados ao Polo da Borborema e assessorados pela ASPTA. Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de trocar experiências sobre o manejo da criação de galinhas de capoeira, especialmente sobre alimentação alternativa e também sobre os cuidados higiênico-sanitários.

No dia 22, foi a vez das famílias agricultoras do território do Cariri Ocidental, representadas em sua maioria por mulheres, todas participantes do Coletivo Regional das Organizações da Agricultura Familiar, cuja assessoria sócio organizativa é feita pelo Patac. Na ocasião, mais de 25 pessoas estiveram presentes na propriedade da família de Rosimery e Emanuel, em Soledade. Em seguida, o grupo se dirigiu à sede da Associação da Comunidade, onde puderam abordar as questões sobre sanidade, manejo e alimentação da criação de galinhas de capoeira, a partir das experiências locais e sob a luz dos conhecimentos e experiências desenvolvidas por Márcia Guelber no decorrer de sua trajetória como pesquisadora na área.

Para a pesquisadora, o momento é uma grande oportunidade das organizações contribuírem com ações voltadas para essa área. “Eu acredito que conseguimos atingir os objetivos das nossas oficinas, no sentido de mobilizar as mulheres e as ajudar nos aspectos aos quais elas encontram dificuldades, alimentação, sanidade e manejo com as aves”, afirmou Márcia.

Já na quinta-feira (23), as oficinas territoriais continuaram na comunidade Bento de Cima, em Boqueirão, sob a organização do Coletivo Asa Cariri Oriental (Casaco). A propriedade visitada foi a de Dona Maria do Socorro de Souza Cavalcante, guardiã das galinhas de capoeira, onde funciona a Unidade de Referência do Projeto CVT Agrobiodiversidade. Essas atividades contam ainda com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), através do Centro Vocacional Tecnológico da Agrobiodiversidade do Semiárido da Universidade Estadual da Paraíba.

Fonte: Assessoria INSA

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A criação de galinhas de capoeira é uma das principais atividades agroecológicas praticadas na região do semiárido paraibano e tem sido importante na geração de renda para uma população que maneja de forma correta os instrumentos agrícolas. Pensando nisso, foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto uma oficina, em Campina Grande, além Leia Mais...

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A criação de galinhas de capoeira é uma das principais atividades agroecológicas praticadas na região do semiárido paraibano e tem sido importante na geração de renda para uma população que maneja de forma correta os instrumentos agrícolas. Pensando nisso, foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto uma oficina, em Campina Grande, além de quatro minicursos em três cidades da região, sobre o manejo e a criação de raças de galinhas de capoeira.

A atividade de formação foi ministrada pela doutora em Agroecologia Márcia Neves Guelber Sales e foi concentrada na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC), onde participaram cerca de 40 pessoas de vários municípios da Paraíba, dentre estes, estudantes de Ciências Agrárias, Zootecnistas, Médicos Veterinários, assessores técnicos de organizações não governamentais (ONGs), representantes da Emater, órgãos da Vigilância Sanitária, Secretarias de Agricultura municipais e estaduais, além da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).

Na terça-feira (21), o evento de formação foi realizado na região da Borborema, na casa da guardiã das raças nativas de galinhas, Márcia Patrícia Silva, na comunidade Lutador, município de Queimadas, onde participaram cerca de 30 mulheres agricultoras e jovens vinculados ao Polo da Borborema e assessorados pela ASPTA. Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de trocar experiências sobre o manejo da criação de galinhas de capoeira, especialmente sobre alimentação alternativa e também sobre os cuidados higiênico-sanitários.

No dia 22, foi a vez das famílias agricultoras do território do Cariri Ocidental, representadas em sua maioria por mulheres, todas participantes do Coletivo Regional das Organizações da Agricultura Familiar, cuja assessoria sócio organizativa é feita pelo Patac. Na ocasião, mais de 25 pessoas estiveram presentes na propriedade da família de Rosimery e Emanuel, em Soledade. Em seguida, o grupo se dirigiu à sede da Associação da Comunidade, onde puderam abordar as questões sobre sanidade, manejo e alimentação da criação de galinhas de capoeira, a partir das experiências locais e sob a luz dos conhecimentos e experiências desenvolvidas por Márcia Guelber no decorrer de sua trajetória como pesquisadora na área.

Para a pesquisadora, o momento é uma grande oportunidade das organizações contribuírem com ações voltadas para essa área. “Eu acredito que conseguimos atingir os objetivos das nossas oficinas, no sentido de mobilizar as mulheres e as ajudar nos aspectos aos quais elas encontram dificuldades, alimentação, sanidade e manejo com as aves”, afirmou Márcia.

Já na quinta-feira (23), as oficinas territoriais continuaram na comunidade Bento de Cima, em Boqueirão, sob a organização do Coletivo Asa Cariri Oriental (Casaco). A propriedade visitada foi a de Dona Maria do Socorro de Souza Cavalcante, guardiã das galinhas de capoeira, onde funciona a Unidade de Referência do Projeto CVT Agrobiodiversidade. Essas atividades contam ainda com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), através do Centro Vocacional Tecnológico da Agrobiodiversidade do Semiárido da Universidade Estadual da Paraíba.

Fonte: Assessoria INSA

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A criação de galinhas de capoeira é uma das principais atividades agroecológicas praticadas na região do semiárido paraibano e tem sido importante na geração de renda para uma população que maneja de forma correta os instrumentos agrícolas. Pensando nisso, foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto uma oficina, em Campina Grande, além Leia Mais...

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Complexo Agroindustrial do Câmpus II da UEPB instala engenho e inicia produção de cachaça artesanal

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Um dos produtos mais famosos do Brejo paraibano, a cachaça de cana-de-açúcar se tornou um dos atrativos para os turistas que chegam à região, principalmente no período de frio. A produção de cachaça de alambique, impulsiona o turismo, aquece a economia e preserva aspectos genuinamente nordestinos. O consumo da bebida tem crescido significativamente nos últimos anos no Brasil e em outros países, sendo a Paraíba responsável por produzir boa parte desse produto.

Sabendo desse potencial, o Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, através do seu Complexo Agroindustrial, instalou um engenho e já começou a produzir a cachaça artesanal. A produção, em fase de experimento no engenho, ainda é feita em pequena escala, mas já dá para sentir o sabor do produto oriundo de tecnologia da Instituição. O setor de destilados do Engenho Serra da Borborema entrou em funcionamento graças a uma parceria público privada entre a Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) com a cachaça Serra Limpa, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater) e o engenho Santa Vitória.

Nessa parceria, viabilizada através do coordenador do Complexo Agroindustrial, professor Messias Firmino, os dois engenhos forneceram a matéria-prima necessária para o início das atividades, enquanto a Emater forneceu informações técnicas para elaboração do produto. Para concretizar o projeto, foram plantadas mudas de cana-de-açúcar em uma área de três hectares do CCAA, para uso na produção da cachaça. Os primeiros litros já trazem a marca da Serra da Borborema.

De acordo com o professor José Félix, diretor do Câmpus II da UEPB, o objetivo é ter uma cachaça artesanal de qualidade, que possa criar uma identidade com o Centro de Ciências Agrárias e Ambientais e servir como meio de divulgação dos cursos existentes. O docente ressaltou ainda que está sendo montado um laboratório de controle de qualidade da cachaça, que dará suporte às aulas práticas do curso Técnico de Agroindústria e aos seus respectivos alunos, bem como atenderá as demandas externas por parte dos engenhos existentes na Paraíba e em outros estados. O produto será lançado oficialmente em breve, durante evento no qual os participantes poderão degustar uma típica cachaça artesanal de alambique.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Um dos produtos mais famosos do Brejo paraibano, a cachaça de cana-de-açúcar se tornou um dos atrativos para os turistas que chegam à região, principalmente no período de frio. A produção de cachaça de alambique, impulsiona o turismo, aquece a economia e preserva aspectos genuinamente nordestinos. O consumo da bebida tem crescido significativamente nos últimos Leia Mais...

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Um dos produtos mais famosos do Brejo paraibano, a cachaça de cana-de-açúcar se tornou um dos atrativos para os turistas que chegam à região, principalmente no período de frio. A produção de cachaça de alambique, impulsiona o turismo, aquece a economia e preserva aspectos genuinamente nordestinos. O consumo da bebida tem crescido significativamente nos últimos anos no Brasil e em outros países, sendo a Paraíba responsável por produzir boa parte desse produto.

Sabendo desse potencial, o Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, através do seu Complexo Agroindustrial, instalou um engenho e já começou a produzir a cachaça artesanal. A produção, em fase de experimento no engenho, ainda é feita em pequena escala, mas já dá para sentir o sabor do produto oriundo de tecnologia da Instituição. O setor de destilados do Engenho Serra da Borborema entrou em funcionamento graças a uma parceria público privada entre a Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) com a cachaça Serra Limpa, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater) e o engenho Santa Vitória.

Nessa parceria, viabilizada através do coordenador do Complexo Agroindustrial, professor Messias Firmino, os dois engenhos forneceram a matéria-prima necessária para o início das atividades, enquanto a Emater forneceu informações técnicas para elaboração do produto. Para concretizar o projeto, foram plantadas mudas de cana-de-açúcar em uma área de três hectares do CCAA, para uso na produção da cachaça. Os primeiros litros já trazem a marca da Serra da Borborema.

De acordo com o professor José Félix, diretor do Câmpus II da UEPB, o objetivo é ter uma cachaça artesanal de qualidade, que possa criar uma identidade com o Centro de Ciências Agrárias e Ambientais e servir como meio de divulgação dos cursos existentes. O docente ressaltou ainda que está sendo montado um laboratório de controle de qualidade da cachaça, que dará suporte às aulas práticas do curso Técnico de Agroindústria e aos seus respectivos alunos, bem como atenderá as demandas externas por parte dos engenhos existentes na Paraíba e em outros estados. O produto será lançado oficialmente em breve, durante evento no qual os participantes poderão degustar uma típica cachaça artesanal de alambique.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Um dos produtos mais famosos do Brejo paraibano, a cachaça de cana-de-açúcar se tornou um dos atrativos para os turistas que chegam à região, principalmente no período de frio. A produção de cachaça de alambique, impulsiona o turismo, aquece a economia e preserva aspectos genuinamente nordestinos. O consumo da bebida tem crescido significativamente nos últimos Leia Mais...

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Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba sedia acampamento de grupo de escoteiros em Lagoa Seca

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A paisagem verde e convidativa para o descanso que predomina no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca, chamou a atenção de um grupo de escoteiros da Igreja Católica que, no último final de semana, montou equipamento no local.

O grupo Escoteiros Católicos Dom Luís Gonzaga Fernandes, formado por mais de 20 escotistas entre 10 e 15 anos, pôde desfrutar de um espaço singular em contato com a natureza, praticando atividades de instrução como corridas de orientação, primeiros socorros em áreas remotas, radioescotismo, entre outras. Os escoteiristas também conheceram alguns projetos e pesquisas desenvolvidos no CCAA pelos graduandos de Agroecologia, bem como pelos estudantes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC).

O diretor do Câmpus II, professor José Félix de Brito Neto, destacou que esse é o segundo acampamento montado na área do CCAA e faz parte de um projeto que visa transformar a reserva florestal do Câmpus em um espaço destinado a realização de trilhas, atividades de orientação, exercícios com cordas. A ideia é receber cada vez mais grupos de esportistas, alunos de escolas públicas e privadas, escotistas e outros.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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O diretor do Câmpus II, professor José Félix de Brito Neto, destacou que esse é o segundo acampamento montado na área do CCAA e faz parte de um projeto que visa transformar a reserva florestal do Câmpus em um espaço destinado a realização de trilhas, atividades de orientação, exercícios com cordas. A ideia é receber cada vez mais grupos de esportistas, alunos de escolas públicas e privadas, escotistas e outros.

Texto: Severino Lopes
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Etapa do 2° Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos é realizada em Lagoa Seca

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Na última quarta-feira (13), o Campus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado em Lagoa Seca, sediou o 2° Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos. Promovido pela Pró-Reitoria de Cultura (Procult), em parceria com o referido campus, o evento aconteceu nos períodos da manhã e tarde, recebeu um grande público e dispôs de uma estrutura montada especialmente para receber a iniciativa.

O Encontro começou com apresentações do sanfoneiro mirim Raí Bezerra, contando ainda com exibições dos emboladores de coco Canário e Caboclo, que divertiram a plateia com suas improvisações. João e Marcelo Calixto e os professores do Centro Artístico Cultural (CAC) da UEPB, Erivan Ferreira e João Batista, também integraram a programação.

Declamações de estudantes do Campus II e de Lino Sapo, mestre de cerimônias oficial da atividade, bem como intervenções artísticas de alunos do Centro de Formação Elizabeth e João Pedro Teixeira (MST/PB), igualmente, animaram o evento. Um dos pontos altos foi a participação do casal de septuagenários Antônio da Guia e Da Guia de Antônio, que, inclusive, esteve na primeira edição do Encontro, no ano passado, encantando a todos com seu forró genuíno.

O homenageado da iniciativa em Lagoa Seca foi o tocador de fole e sanfona Manuel Tambor. O artista recebeu um troféu confeccionado pelo estudante Robério Marques. A Orquestra Rural Vó Maria, provinda de Areia, veio coroar o encerramento do Encontro, no final da tarde, com um repertório baseado essencialmente no cancioneiro nordestino.

O pró-reitor de Cultura, José Cristóvão de Andrade, deu as boas vindas à plateia e aos inscritos do Campus II, ressaltando a acolhida e a organização do evento. “É uma satisfação para nós efetivar mais uma etapa do Encontro, em cada cidade sempre com esse objetivo de congraçamento, de nos reunirmos ao redor da criatividade do nosso povo”, explanou.

O diretor do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da UEPB, José Félix de Brito Neto, destacou a importância do Encontro para toda a Paraíba e o Nordeste. “Ao valorizar esses instrumentistas, a UEPB dá sua colaboração e seu incentivo para que a música de raiz prossiga e seja conhecida e honrada pelas próximas gerações. Por tudo que devemos a esses artistas e à perseverança deles, no sentido da continuidade da cultura popular, o mínimo que podemos fazer é enaltecê-los”, explicou.

Uma das integrantes do Encontro foi a aposentada Ana Júlia da Conceição, 77. Viúva do sanfoneiro Epifânio de Souza, falecido há mais de 15 anos, ela foi presença marcante em todo o evento, dançando e tocando triângulo. “Fiquei muito feliz ao saber do Encontro na Universidade. Meu marido e eu nos apresentamos várias vezes no Parque do Povo, durante o São João. Gostava muito disso e queria continuar, mas poucos convites aparecem”, disse.

O assessor da Procult Agnaldo Barbosa, o professor do CAC Erivelton da Nóbrega, o produtor cultural da Procult, Alberto Alves, as professoras Shirleyde Santos e Élida Barbosa Correia, e os técnico-administrativos Lisiane Santos de Almeida e Igor de Carvalho foram alguns dos que compuseram o público do evento.

Mais sobre Manuel Tambor

Manuel Carneiro, conhecido como Manuel Tambor, nasceu no dia 17 de junho de 1928, em Santa Luzia (PB). Proveniente de uma família de origem humilde, deu seus primeiros passos na música aos 12 anos, aprendendo com o pai, que era agricultor e tocava fole de oito baixos nas poucas horas vagas que restavam da lida no campo. O pai de Manuel, porém, não queria que ele fosse tocador, mas agricultor.

Em 1942, quando contava 14 anos, a família veio morar na zona rural da cidade de Esperança (PB), numa terra arrendada pelo pai dele. Com a dificuldade financeira, Manuel começou a tocar na feira do mercado público e em sítios para ajudar nas despesas familiares. Sete anos depois comprou uma sanfona de 48 baixos e, após treinar por seis meses, passou a levá-la para os forrós, onde tocava uma parte da festa na sanfona e a outra no fole de oito baixos. A plateia se encantava pelo fato do artista saber dos dois instrumentos, dado que era comum que tocassem ou a sanfona ou o fole. Assim, foi contratado para tocar no São João e no São Pedro na cidade de Alagoa Nova, pois a notícia que tinha um tocador que fazia os dois, e ainda cantava, espalhou-se e não faltavam convites de trabalho.

Em 1951, casou-se com Dona Margarida e adquiriu uma casa na cidade; como se dizia na época: “comprou uma casa na rua”. Seguiu a carreira e constituiu família com a esposa. Dois anos depois, em 1953, optou por tentar a sorte como músico, no Recife (PE), acompanhado do irmão, Diassis, que tocava pandeiro. Desconhecidos, os irmãos não ganharam um bom acolhimento. Na volta, decidiu parar num bar para tomar uma cerveja, e, enquanto isso, perguntou ao dono se podia tocar uma música. Quando terminou a execução dela, as pessoas que estavam no local gostaram e vieram pedir outras. Um senhor, que assistiu toda a apresentação, perguntou se Manuel Tambor aceitaria se apresentar na Rádio Tamandaré e escreveu um bilhete dizendo que entregasse ao diretor da Rádio. Mais: que não saísse de lá sem uma resposta.

O diretor gostou do trabalho de Manuel e surgiu um convite para que participasse de um show de auditório. Dependendo da apresentação, a promessa era ser contratado como Artista de Rádio. Manuel ficou espantado quando viu o tamanho do auditório, mais de duas mil pessoas na plateia e os sanfoneiros que se apresentavam – um mais hábil que o outro. Contudo, aplaudido de pé, cantando e tocando o “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga, ele se destacou como o melhor e pediram que desfiasse mais cinco músicas. Recebeu um bom pagamento e retornou à Esperança para arrumar as coisas e se mudar para o Recife, onde já estava acertado o emprego de Artista de Rádio na Rádio Tamandaré, mas Dona Margarida não gostou da ideia. Não queria se mudar, pois tinham dois filhos, Valdeci e Espedito, ainda bebês. E, para não se indispor com a amada, Manuel desistiu da oportunidade na Rádio e ficou em Esperança.

Mais tarde, faria diversos conjuntos com os filhos, Espedito e Luiz Carlos (Lulu). O primeiro foi o “Solracsom”. Depois viria a “Banda Estação da Luz”, que também dispunha de uma cantora e terminou por incorporar instrumentistas de sopro (trompete, saxofone e trombone) e se transformar em Orquestra, junto também de seu outro filho, Pelé. Poucos anos depois Manuel parou de tocar, mas seus filhos continuaram com a Orquestra até 2012.

Após o falecimento da esposa, em 2005, Manuel Tambor decidiu morar com as filhas em Campina Grande, mas costuma voltar a sua casa em Esperança, onde reside Valdeci, a filha mais velha. Hoje aposentado, ele tem 12 filhos, 19 netos e três bisnetos e muitos amigos que compartilham de sua alegria de viver e admiram sua aguerrida trajetória artística.

Texto: Oziella Inocêncio
Fotos: Paizinha Lemos

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Na última quarta-feira (13), o Campus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado em Lagoa Seca, sediou o 2° Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos. Promovido pela Pró-Reitoria de Cultura (Procult), em parceria com o referido campus, o evento aconteceu nos períodos da manhã e tarde, recebeu um grande público e dispôs de uma estrutura montada especialmente para receber a iniciativa.

O Encontro começou com apresentações do sanfoneiro mirim Raí Bezerra, contando ainda com exibições dos emboladores de coco Canário e Caboclo, que divertiram a plateia com suas improvisações. João e Marcelo Calixto e os professores do Centro Artístico Cultural (CAC) da UEPB, Erivan Ferreira e João Batista, também integraram a programação.

Declamações de estudantes do Campus II e de Lino Sapo, mestre de cerimônias oficial da atividade, bem como intervenções artísticas de alunos do Centro de Formação Elizabeth e João Pedro Teixeira (MST/PB), igualmente, animaram o evento. Um dos pontos altos foi a participação do casal de septuagenários Antônio da Guia e Da Guia de Antônio, que, inclusive, esteve na primeira edição do Encontro, no ano passado, encantando a todos com seu forró genuíno.

O homenageado da iniciativa em Lagoa Seca foi o tocador de fole e sanfona Manuel Tambor. O artista recebeu um troféu confeccionado pelo estudante Robério Marques. A Orquestra Rural Vó Maria, provinda de Areia, veio coroar o encerramento do Encontro, no final da tarde, com um repertório baseado essencialmente no cancioneiro nordestino.

O pró-reitor de Cultura, José Cristóvão de Andrade, deu as boas vindas à plateia e aos inscritos do Campus II, ressaltando a acolhida e a organização do evento. “É uma satisfação para nós efetivar mais uma etapa do Encontro, em cada cidade sempre com esse objetivo de congraçamento, de nos reunirmos ao redor da criatividade do nosso povo”, explanou.

O diretor do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da UEPB, José Félix de Brito Neto, destacou a importância do Encontro para toda a Paraíba e o Nordeste. “Ao valorizar esses instrumentistas, a UEPB dá sua colaboração e seu incentivo para que a música de raiz prossiga e seja conhecida e honrada pelas próximas gerações. Por tudo que devemos a esses artistas e à perseverança deles, no sentido da continuidade da cultura popular, o mínimo que podemos fazer é enaltecê-los”, explicou.

Uma das integrantes do Encontro foi a aposentada Ana Júlia da Conceição, 77. Viúva do sanfoneiro Epifânio de Souza, falecido há mais de 15 anos, ela foi presença marcante em todo o evento, dançando e tocando triângulo. “Fiquei muito feliz ao saber do Encontro na Universidade. Meu marido e eu nos apresentamos várias vezes no Parque do Povo, durante o São João. Gostava muito disso e queria continuar, mas poucos convites aparecem”, disse.

O assessor da Procult Agnaldo Barbosa, o professor do CAC Erivelton da Nóbrega, o produtor cultural da Procult, Alberto Alves, as professoras Shirleyde Santos e Élida Barbosa Correia, e os técnico-administrativos Lisiane Santos de Almeida e Igor de Carvalho foram alguns dos que compuseram o público do evento.

Mais sobre Manuel Tambor

Manuel Carneiro, conhecido como Manuel Tambor, nasceu no dia 17 de junho de 1928, em Santa Luzia (PB). Proveniente de uma família de origem humilde, deu seus primeiros passos na música aos 12 anos, aprendendo com o pai, que era agricultor e tocava fole de oito baixos nas poucas horas vagas que restavam da lida no campo. O pai de Manuel, porém, não queria que ele fosse tocador, mas agricultor.

Em 1942, quando contava 14 anos, a família veio morar na zona rural da cidade de Esperança (PB), numa terra arrendada pelo pai dele. Com a dificuldade financeira, Manuel começou a tocar na feira do mercado público e em sítios para ajudar nas despesas familiares. Sete anos depois comprou uma sanfona de 48 baixos e, após treinar por seis meses, passou a levá-la para os forrós, onde tocava uma parte da festa na sanfona e a outra no fole de oito baixos. A plateia se encantava pelo fato do artista saber dos dois instrumentos, dado que era comum que tocassem ou a sanfona ou o fole. Assim, foi contratado para tocar no São João e no São Pedro na cidade de Alagoa Nova, pois a notícia que tinha um tocador que fazia os dois, e ainda cantava, espalhou-se e não faltavam convites de trabalho.

Em 1951, casou-se com Dona Margarida e adquiriu uma casa na cidade; como se dizia na época: “comprou uma casa na rua”. Seguiu a carreira e constituiu família com a esposa. Dois anos depois, em 1953, optou por tentar a sorte como músico, no Recife (PE), acompanhado do irmão, Diassis, que tocava pandeiro. Desconhecidos, os irmãos não ganharam um bom acolhimento. Na volta, decidiu parar num bar para tomar uma cerveja, e, enquanto isso, perguntou ao dono se podia tocar uma música. Quando terminou a execução dela, as pessoas que estavam no local gostaram e vieram pedir outras. Um senhor, que assistiu toda a apresentação, perguntou se Manuel Tambor aceitaria se apresentar na Rádio Tamandaré e escreveu um bilhete dizendo que entregasse ao diretor da Rádio. Mais: que não saísse de lá sem uma resposta.

O diretor gostou do trabalho de Manuel e surgiu um convite para que participasse de um show de auditório. Dependendo da apresentação, a promessa era ser contratado como Artista de Rádio. Manuel ficou espantado quando viu o tamanho do auditório, mais de duas mil pessoas na plateia e os sanfoneiros que se apresentavam – um mais hábil que o outro. Contudo, aplaudido de pé, cantando e tocando o “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga, ele se destacou como o melhor e pediram que desfiasse mais cinco músicas. Recebeu um bom pagamento e retornou à Esperança para arrumar as coisas e se mudar para o Recife, onde já estava acertado o emprego de Artista de Rádio na Rádio Tamandaré, mas Dona Margarida não gostou da ideia. Não queria se mudar, pois tinham dois filhos, Valdeci e Espedito, ainda bebês. E, para não se indispor com a amada, Manuel desistiu da oportunidade na Rádio e ficou em Esperança.

Mais tarde, faria diversos conjuntos com os filhos, Espedito e Luiz Carlos (Lulu). O primeiro foi o “Solracsom”. Depois viria a “Banda Estação da Luz”, que também dispunha de uma cantora e terminou por incorporar instrumentistas de sopro (trompete, saxofone e trombone) e se transformar em Orquestra, junto também de seu outro filho, Pelé. Poucos anos depois Manuel parou de tocar, mas seus filhos continuaram com a Orquestra até 2012.

Após o falecimento da esposa, em 2005, Manuel Tambor decidiu morar com as filhas em Campina Grande, mas costuma voltar a sua casa em Esperança, onde reside Valdeci, a filha mais velha. Hoje aposentado, ele tem 12 filhos, 19 netos e três bisnetos e muitos amigos que compartilham de sua alegria de viver e admiram sua aguerrida trajetória artística.

Texto: Oziella Inocêncio
Fotos: Paizinha Lemos

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Na última quarta-feira (13), o Campus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado em Lagoa Seca, sediou o 2° Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos. Promovido pela Pró-Reitoria de Cultura (Procult), em parceria com o referido campus, o evento aconteceu nos períodos da manhã e tarde, recebeu um grande público Leia Mais...

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Cerimônia marca posse das novas direções do CCAA e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand da UEPB

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Clique para exibir o slide.

Foi realizada na manhã desta quarta-feira (13), a cerimônia de posse das novas direções do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, ambas localizadas no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca. A solenidade foi presidida pelo vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães. Também teve início nesta manhã mais uma etapa da 2ª edição do Encontro de Sanfoneiros realizada nas dependências da Instituição.

A solenidade marcou a condução do professor José Félix de Brito Neto ao cargo de diretor de Centro, e do professor Antônio Araújo Neto ao cargo de diretor adjunto. Já a direção da Escola Agrícola Assis Chateaubriand terá a frente o professor Alde Cleber de Lima Silva, como diretor, e João Araújo Farias, como diretor adjunto.

O professor José Félix de Brito Neto agradeceu a presença de todos, valorizou o empenho de professores, técnicos administrativos e alunos ao longo do processo eleitoral, contudo, ressaltou que a partir de agora o momento é de trabalho em conjunto em prol do Câmpus II. Ele destacou a parceria com a Administração Central da Universidade para que fossem realizadas melhorias no Câmpus e reafirmou seu compromisso em fortalecer as atividades acadêmicas no CCAA.

“Aliados com a Reitoria, conseguimos muitas melhorias para o Câmpus II. Mas vamos continuar trabalhando para consolidar mais nossos cursos e melhorar a infraestrutura. Passado esse período de eleição, não existem ganhadores nem perdedores. Este é o momento de pensar única e exclusivamente no Câmpus, a fim de alcançar conquistas positivas tanto para o Centro como também para a Escola Agrícola Assis Chateaubriand”, destacou José Félix Neto.

O vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães, parabenizou todos os professores empossados na solenidade, desejou empenho, disposição e muito trabalho para superar as dificuldades que a Universidade vem enfrentando nos últimos anos. De acordo com ele, o momento que a UEPB passa é delicado, uma vez que percentualmente o orçamento da Instituição tem sofrido graves cortes, equivalendo aos recursos que a Universidade recebia no ano de 2005.

“Estamos enfrentando um momento muito delicado, uma redução percentual no orçamento que está nos remetendo à realidade que vivemos no ano de 2005. Mas, hoje, a UEPB não é mais do tamanho que era em 2005. O momento é grave e todos temos que mostrar competência nesse cenário de crise. Um bom gestor se destaca justamente nesses momentos de crise. E espero que todos possam superar este período tenebroso com muito trabalho, dedicação e esforço para que a Instituição continue grande como ela sempre foi”, disse Flávio.

Além do vice-reitor e dos professores eleitos para as direções do Centro e da Escola Agrícola, o professor José Cristóvão de Andrade, pró-reitor de Cultura da UEPB, participou da solenidade de posse, e presidiu as apresentações da etapa Lagoa Seca do 2º Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos.

Confira os professores empossados para seus respectivos cargos:

Direção do CCAA:
José Félix de Brito Neto (diretor) e Antônio Araújo Neto (diretor adjunto)

Direção da Escola Agrícola:
Alde Cleber de Lima Silva (diretor) e João Araújo Farias (diretor adjunto).

Chefia do Departamento de Agroecologia e Agropecuária:
Cláudio Silva Soares (chefe) e Diogo Gonçalves (chefe adjunto)

Coordenação do Curso de Agroecologia e Agropecuária:
Francisco José Loureiro Marinho (coordenador) e Alexandre Costa Leão (coordenador adjunto)

Coordenação do Curso Técnico em Agroindústria:
Maria do Socorro Bezerra Duarte (coordenadora)

 

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Paizinha Lemos

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira (13), a cerimônia de posse das novas direções do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, ambas localizadas no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca. A solenidade foi presidida pelo vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Leia Mais...

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A solenidade marcou a condução do professor José Félix de Brito Neto ao cargo de diretor de Centro, e do professor Antônio Araújo Neto ao cargo de diretor adjunto. Já a direção da Escola Agrícola Assis Chateaubriand terá a frente o professor Alde Cleber de Lima Silva, como diretor, e João Araújo Farias, como diretor adjunto.

O professor José Félix de Brito Neto agradeceu a presença de todos, valorizou o empenho de professores, técnicos administrativos e alunos ao longo do processo eleitoral, contudo, ressaltou que a partir de agora o momento é de trabalho em conjunto em prol do Câmpus II. Ele destacou a parceria com a Administração Central da Universidade para que fossem realizadas melhorias no Câmpus e reafirmou seu compromisso em fortalecer as atividades acadêmicas no CCAA.

“Aliados com a Reitoria, conseguimos muitas melhorias para o Câmpus II. Mas vamos continuar trabalhando para consolidar mais nossos cursos e melhorar a infraestrutura. Passado esse período de eleição, não existem ganhadores nem perdedores. Este é o momento de pensar única e exclusivamente no Câmpus, a fim de alcançar conquistas positivas tanto para o Centro como também para a Escola Agrícola Assis Chateaubriand”, destacou José Félix Neto.

O vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães, parabenizou todos os professores empossados na solenidade, desejou empenho, disposição e muito trabalho para superar as dificuldades que a Universidade vem enfrentando nos últimos anos. De acordo com ele, o momento que a UEPB passa é delicado, uma vez que percentualmente o orçamento da Instituição tem sofrido graves cortes, equivalendo aos recursos que a Universidade recebia no ano de 2005.

“Estamos enfrentando um momento muito delicado, uma redução percentual no orçamento que está nos remetendo à realidade que vivemos no ano de 2005. Mas, hoje, a UEPB não é mais do tamanho que era em 2005. O momento é grave e todos temos que mostrar competência nesse cenário de crise. Um bom gestor se destaca justamente nesses momentos de crise. E espero que todos possam superar este período tenebroso com muito trabalho, dedicação e esforço para que a Instituição continue grande como ela sempre foi”, disse Flávio.

Além do vice-reitor e dos professores eleitos para as direções do Centro e da Escola Agrícola, o professor José Cristóvão de Andrade, pró-reitor de Cultura da UEPB, participou da solenidade de posse, e presidiu as apresentações da etapa Lagoa Seca do 2º Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos.

Confira os professores empossados para seus respectivos cargos:

Direção do CCAA:
José Félix de Brito Neto (diretor) e Antônio Araújo Neto (diretor adjunto)

Direção da Escola Agrícola:
Alde Cleber de Lima Silva (diretor) e João Araújo Farias (diretor adjunto).

Chefia do Departamento de Agroecologia e Agropecuária:
Cláudio Silva Soares (chefe) e Diogo Gonçalves (chefe adjunto)

Coordenação do Curso de Agroecologia e Agropecuária:
Francisco José Loureiro Marinho (coordenador) e Alexandre Costa Leão (coordenador adjunto)

Coordenação do Curso Técnico em Agroindústria:
Maria do Socorro Bezerra Duarte (coordenadora)

 

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Paizinha Lemos

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