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Centro de Ciências Agrárias e Ambientais

Etapa do 2° Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos é realizada em Lagoa Seca

14 de junho de 2018
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Na última quarta-feira (13), o Campus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado em Lagoa Seca, sediou o 2° Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos. Promovido pela Pró-Reitoria de Cultura (Procult), em parceria com o referido campus, o evento aconteceu nos períodos da manhã e tarde, recebeu um grande público e dispôs de uma estrutura montada especialmente para receber a iniciativa.

O Encontro começou com apresentações do sanfoneiro mirim Raí Bezerra, contando ainda com exibições dos emboladores de coco Canário e Caboclo, que divertiram a plateia com suas improvisações. João e Marcelo Calixto e os professores do Centro Artístico Cultural (CAC) da UEPB, Erivan Ferreira e João Batista, também integraram a programação.

Declamações de estudantes do Campus II e de Lino Sapo, mestre de cerimônias oficial da atividade, bem como intervenções artísticas de alunos do Centro de Formação Elizabeth e João Pedro Teixeira (MST/PB), igualmente, animaram o evento. Um dos pontos altos foi a participação do casal de septuagenários Antônio da Guia e Da Guia de Antônio, que, inclusive, esteve na primeira edição do Encontro, no ano passado, encantando a todos com seu forró genuíno.

O homenageado da iniciativa em Lagoa Seca foi o tocador de fole e sanfona Manuel Tambor. O artista recebeu um troféu confeccionado pelo estudante Robério Marques. A Orquestra Rural Vó Maria, provinda de Areia, veio coroar o encerramento do Encontro, no final da tarde, com um repertório baseado essencialmente no cancioneiro nordestino.

O pró-reitor de Cultura, José Cristóvão de Andrade, deu as boas vindas à plateia e aos inscritos do Campus II, ressaltando a acolhida e a organização do evento. “É uma satisfação para nós efetivar mais uma etapa do Encontro, em cada cidade sempre com esse objetivo de congraçamento, de nos reunirmos ao redor da criatividade do nosso povo”, explanou.

O diretor do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da UEPB, José Félix de Brito Neto, destacou a importância do Encontro para toda a Paraíba e o Nordeste. “Ao valorizar esses instrumentistas, a UEPB dá sua colaboração e seu incentivo para que a música de raiz prossiga e seja conhecida e honrada pelas próximas gerações. Por tudo que devemos a esses artistas e à perseverança deles, no sentido da continuidade da cultura popular, o mínimo que podemos fazer é enaltecê-los”, explicou.

Uma das integrantes do Encontro foi a aposentada Ana Júlia da Conceição, 77. Viúva do sanfoneiro Epifânio de Souza, falecido há mais de 15 anos, ela foi presença marcante em todo o evento, dançando e tocando triângulo. “Fiquei muito feliz ao saber do Encontro na Universidade. Meu marido e eu nos apresentamos várias vezes no Parque do Povo, durante o São João. Gostava muito disso e queria continuar, mas poucos convites aparecem”, disse.

O assessor da Procult Agnaldo Barbosa, o professor do CAC Erivelton da Nóbrega, o produtor cultural da Procult, Alberto Alves, as professoras Shirleyde Santos e Élida Barbosa Correia, e os técnico-administrativos Lisiane Santos de Almeida e Igor de Carvalho foram alguns dos que compuseram o público do evento.

Mais sobre Manuel Tambor

Manuel Carneiro, conhecido como Manuel Tambor, nasceu no dia 17 de junho de 1928, em Santa Luzia (PB). Proveniente de uma família de origem humilde, deu seus primeiros passos na música aos 12 anos, aprendendo com o pai, que era agricultor e tocava fole de oito baixos nas poucas horas vagas que restavam da lida no campo. O pai de Manuel, porém, não queria que ele fosse tocador, mas agricultor.

Em 1942, quando contava 14 anos, a família veio morar na zona rural da cidade de Esperança (PB), numa terra arrendada pelo pai dele. Com a dificuldade financeira, Manuel começou a tocar na feira do mercado público e em sítios para ajudar nas despesas familiares. Sete anos depois comprou uma sanfona de 48 baixos e, após treinar por seis meses, passou a levá-la para os forrós, onde tocava uma parte da festa na sanfona e a outra no fole de oito baixos. A plateia se encantava pelo fato do artista saber dos dois instrumentos, dado que era comum que tocassem ou a sanfona ou o fole. Assim, foi contratado para tocar no São João e no São Pedro na cidade de Alagoa Nova, pois a notícia que tinha um tocador que fazia os dois, e ainda cantava, espalhou-se e não faltavam convites de trabalho.

Em 1951, casou-se com Dona Margarida e adquiriu uma casa na cidade; como se dizia na época: “comprou uma casa na rua”. Seguiu a carreira e constituiu família com a esposa. Dois anos depois, em 1953, optou por tentar a sorte como músico, no Recife (PE), acompanhado do irmão, Diassis, que tocava pandeiro. Desconhecidos, os irmãos não ganharam um bom acolhimento. Na volta, decidiu parar num bar para tomar uma cerveja, e, enquanto isso, perguntou ao dono se podia tocar uma música. Quando terminou a execução dela, as pessoas que estavam no local gostaram e vieram pedir outras. Um senhor, que assistiu toda a apresentação, perguntou se Manuel Tambor aceitaria se apresentar na Rádio Tamandaré e escreveu um bilhete dizendo que entregasse ao diretor da Rádio. Mais: que não saísse de lá sem uma resposta.

O diretor gostou do trabalho de Manuel e surgiu um convite para que participasse de um show de auditório. Dependendo da apresentação, a promessa era ser contratado como Artista de Rádio. Manuel ficou espantado quando viu o tamanho do auditório, mais de duas mil pessoas na plateia e os sanfoneiros que se apresentavam – um mais hábil que o outro. Contudo, aplaudido de pé, cantando e tocando o “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga, ele se destacou como o melhor e pediram que desfiasse mais cinco músicas. Recebeu um bom pagamento e retornou à Esperança para arrumar as coisas e se mudar para o Recife, onde já estava acertado o emprego de Artista de Rádio na Rádio Tamandaré, mas Dona Margarida não gostou da ideia. Não queria se mudar, pois tinham dois filhos, Valdeci e Espedito, ainda bebês. E, para não se indispor com a amada, Manuel desistiu da oportunidade na Rádio e ficou em Esperança.

Mais tarde, faria diversos conjuntos com os filhos, Espedito e Luiz Carlos (Lulu). O primeiro foi o “Solracsom”. Depois viria a “Banda Estação da Luz”, que também dispunha de uma cantora e terminou por incorporar instrumentistas de sopro (trompete, saxofone e trombone) e se transformar em Orquestra, junto também de seu outro filho, Pelé. Poucos anos depois Manuel parou de tocar, mas seus filhos continuaram com a Orquestra até 2012.

Após o falecimento da esposa, em 2005, Manuel Tambor decidiu morar com as filhas em Campina Grande, mas costuma voltar a sua casa em Esperança, onde reside Valdeci, a filha mais velha. Hoje aposentado, ele tem 12 filhos, 19 netos e três bisnetos e muitos amigos que compartilham de sua alegria de viver e admiram sua aguerrida trajetória artística.

Texto: Oziella Inocêncio
Fotos: Paizinha Lemos

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Concluintes dos câmpus I e II colam grau e fecham ciclo de formaturas do período 2019.1 da UEPB

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Em uma noite para ficar na posteridade e eternizada no tempo, nas mentes e nos corações de centenas de formandos que realizaram o sonho de conquistar um diploma de curso superior, 750 formandos de 30 cursos de Graduação dos câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) colaram grau acadêmico neste sábado (27) e encerraram o ciclo de formaturas da Instituição do semestre letivo 2019/1.

A Assembleia Solene de Colação de Grau dos câmpus I e II aconteceu na casa de shows Spazzio, em Campina Grande, e contou com a participação dos concluintes dos cursos do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Centro de Educação (CEDUC) e do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA).

Presidida pelo reitor da UEPB, professor Rangel Junior, a cerimônia reuniu docentes e pró-reitores da Instituição, além de diretores de centros, coordenadores de cursos, familiares e amigos dos formandos. Nesse semestre, a UEPB formou mais de 1.200 novos profissionais nos oito câmpus da Instituição.

Em meio a ansiedade, júbilo e regozijo, os graduandos assistiram emocionados a entrada da congregação de professores de todos os Centros de Ensino que integram os câmpus de Campina Grande e Lagoa Seca. Entre os formandos, destaque para Marta Maria dos Santos Araújo, a mais experiente da turma. Aos 59 anos e já formada em Serviço Social, ela concluiu o curso de Ciências Biológicas, seguindo os passos da filha, Elaine Cristina dos Santos Araújo, que hoje faz Doutorado na área.

A atmosfera festiva tomou conta do local, com a entrada do Paraninfo Geral das turmas concluintes, o professor José Tavares de Sousa, conduzido pela comissão de honra formada por alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Engenharia Sanitária e Ambiental, Filosofia, Direito, Ciências Contábeis e Agroecologia.

Os futuros profissionais, orgulhosamente vestidos com a beca, prestaram o juramento, comprometendo-se diante de professores e familiares a honrar os princípios da UEPB, lutar para aperfeiçoar a ciência e a técnica, além de transformar os conhecimentos adquiridos e utilizá-los para melhorar a sociedade sob a égide da justiça e da igualdade. Eles foram representados pelo graduando Lindomar Pereira da Silva, do curso de Agroecologia.

A Oradora Oficial das turmas foi a graduanda Amanda Vanuza de Arruda Barbosa, do curso de Direito, que fez um discurso emocionado e cheio de sentimentos e poesia. Ela destacou que o momento representava uma conquista pessoal para todos e agradeceu a Deus, aos familiares e professores, responsáveis pela transmissão dos conhecimentos e formação dos novos profissionais.

Amanda observou que, apesar de parecerem todos iguais, vestidos de beca, os formandos eram diferentes, com suas histórias, particularidades e dificuldades. Cada um carregava, segundo ela, marcas e sonhos. Em um reconhecimento à UEPB, Amanda destacou a missão da Instituição, que a despeito de todas as dificuldades, continua exercendo seu papel de formar cidadãos preparados para a vida. “Obrigado UEPB, que apesar de tantas dificuldades, nos dá asas para voar alto e sonharmos com dias melhores. Temos uma nova jornada pela frente”, frisou.

O Paraninfo Geral, professor José Tavares de Sousa, também fez um discurso emocionante e conclamou os formandos a usarem os conhecimentos adquiridos ao longo do curso para diminuírem as desigualdades sociais. Ele agradeceu a homenagem e disse que era uma honra o momento. O paraninfo focou parte do seu discurso nas desigualdades sociais que ainda existem no Brasil, principalmente no Nordeste, enfatizou que ainda faltam políticas públicas eficazes para combater essas desigualdades e que a educação é o caminho para mudar essa realidade, acabando de vez com esse flagelo social.

José Tavares ainda falou dos gargalos no Ensino Fundamental e Médio, mas ressaltou que, nos últimos anos, o Ensino Superior registrou avanços com as portas das universidades sendo abertas para alunos vindos da escola pública. Para ele, a expansão do ensino superior foi resultado de políticas públicas que reduziram as desigualdades regionais. O docente também destacou que a UEPB foi pioneira nas políticas de inclusão, tendo permitido o acesso ao curso superior a milhares de paraibanos.

A solenidade prosseguiu com o discurso do pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão, que enfatizou que os sonhos dos concluintes é o mesmo da UEPB, que está profundamente enraizada e comprometida com o Estado da Paraíba. Eli disse, ainda, que o dia era importante para os graduandos e para a Universidade, que atualmente tem 75% dos seus alunos advindos da escola pública. A cerimônia, segundo ele, se reveste de grande importância, pois marca o ponto de chegada e, ao mesmo tempo, o ponto de partida para o futuro e novos desafios.

O professor enfatizou que a UEPB está presente em toda a Paraíba, sempre comprometida com o desenvolvimento científico e cultural dos paraibanos, tendo duplicado o número de vagas nos últimos anos. Ao olhar para o futuro, Eli Brandão manifestou preocupação e disse que as universidades públicas estão em meio a uma forte crise que compromete o ensino em nome do capital financeiro.

Ele lembrou ainda que a Educação é um investimento social, e não gasto indevido, e justificou mostrando que 90% da produção de ciência e tecnologia no país é obra das universidades públicas. Segundo ele, sem universidade pública não há pesquisa comprometida com a ética e com o bem-estar humano. “Sintam-se vitoriosos por concluírem um curso de graduação numa instituição pública. São poucos os que conseguem ingressar em uma universidade e alcançar essa vitória”, parabenizou.

Presidente da solenidade, o reitor Rangel Junior transmitiu sua mensagem aos graduandos e parabenizou a todos pela conquista. O reitor disse que o momento era de orgulho para a UEPB, principalmente pela sensação de dever cumprido, visto que a situação econômica e política do país tem se mostrado muito difícil.

“Somos resistentes. O que nós estamos fazendo aqui nada mais é do que um movimento de resistência. Ao colocar para a sociedade mais de 1.200 profissionais formados, estamos dizendo que a universidade continua cumprindo com o seu papel e dando conta das responsabilidades com a sociedade”, afirmou o reitor, destacando ainda que a UEPB segue fazendo pesquisa e promovendo a cultura, mas, principalmente, formando pessoas qualificadas, competentes e comprometidas com a mudança do mundo.

Ao final da solenidade foi feita a conferência de grau acadêmico aos concluintes. A formanda Anna Vitória Gerra Nunes, do curso de Educação Física, recebeu o grau conferido pela professora Alessandra Teixeira, representando os colegas do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. A concluinte Diana Maria de Lima Pereira, do curso de Matemática, recebeu o grau em nome dos formandos do Centro de Ciência e Tecnologia, conferido pela professora Maria Isabelle Dias.

Os concluintes do Centro de Educação foram representados pelo formando Alexandre Naildo da Silva, do curso de Geografia, que recebeu o grau conferido pelo professor Francisco de Assis Batista. Os concluintes do Centro de Ciências Jurídicas foram representados pelo formando Anderson Valdir da Silva Santos, que recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Laplace Guedes.

Em nome dos formandos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, a concluinte Hakyanna Karla de Oliveira, do curso de Serviço Social, recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Geraldo Medeiros. Já os formandos do curso de Agroecologia, do Câmpus de Lagoa Seca, foram representados pela concluinte Maria Betânia Francisca Santa Cruz, que recebeu o grau do professor e diretor do Centro de Ciências Ambientais e Agrárias, José Félix de Brito Neto.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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A Oradora Oficial das turmas foi a graduanda Amanda Vanuza de Arruda Barbosa, do curso de Direito, que fez um discurso emocionado e cheio de sentimentos e poesia. Ela destacou que o momento representava uma conquista pessoal para todos e agradeceu a Deus, aos familiares e professores, responsáveis pela transmissão dos conhecimentos e formação dos novos profissionais.

Amanda observou que, apesar de parecerem todos iguais, vestidos de beca, os formandos eram diferentes, com suas histórias, particularidades e dificuldades. Cada um carregava, segundo ela, marcas e sonhos. Em um reconhecimento à UEPB, Amanda destacou a missão da Instituição, que a despeito de todas as dificuldades, continua exercendo seu papel de formar cidadãos preparados para a vida. “Obrigado UEPB, que apesar de tantas dificuldades, nos dá asas para voar alto e sonharmos com dias melhores. Temos uma nova jornada pela frente”, frisou.

O Paraninfo Geral, professor José Tavares de Sousa, também fez um discurso emocionante e conclamou os formandos a usarem os conhecimentos adquiridos ao longo do curso para diminuírem as desigualdades sociais. Ele agradeceu a homenagem e disse que era uma honra o momento. O paraninfo focou parte do seu discurso nas desigualdades sociais que ainda existem no Brasil, principalmente no Nordeste, enfatizou que ainda faltam políticas públicas eficazes para combater essas desigualdades e que a educação é o caminho para mudar essa realidade, acabando de vez com esse flagelo social.

José Tavares ainda falou dos gargalos no Ensino Fundamental e Médio, mas ressaltou que, nos últimos anos, o Ensino Superior registrou avanços com as portas das universidades sendo abertas para alunos vindos da escola pública. Para ele, a expansão do ensino superior foi resultado de políticas públicas que reduziram as desigualdades regionais. O docente também destacou que a UEPB foi pioneira nas políticas de inclusão, tendo permitido o acesso ao curso superior a milhares de paraibanos.

A solenidade prosseguiu com o discurso do pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão, que enfatizou que os sonhos dos concluintes é o mesmo da UEPB, que está profundamente enraizada e comprometida com o Estado da Paraíba. Eli disse, ainda, que o dia era importante para os graduandos e para a Universidade, que atualmente tem 75% dos seus alunos advindos da escola pública. A cerimônia, segundo ele, se reveste de grande importância, pois marca o ponto de chegada e, ao mesmo tempo, o ponto de partida para o futuro e novos desafios.

O professor enfatizou que a UEPB está presente em toda a Paraíba, sempre comprometida com o desenvolvimento científico e cultural dos paraibanos, tendo duplicado o número de vagas nos últimos anos. Ao olhar para o futuro, Eli Brandão manifestou preocupação e disse que as universidades públicas estão em meio a uma forte crise que compromete o ensino em nome do capital financeiro.

Ele lembrou ainda que a Educação é um investimento social, e não gasto indevido, e justificou mostrando que 90% da produção de ciência e tecnologia no país é obra das universidades públicas. Segundo ele, sem universidade pública não há pesquisa comprometida com a ética e com o bem-estar humano. “Sintam-se vitoriosos por concluírem um curso de graduação numa instituição pública. São poucos os que conseguem ingressar em uma universidade e alcançar essa vitória”, parabenizou.

Presidente da solenidade, o reitor Rangel Junior transmitiu sua mensagem aos graduandos e parabenizou a todos pela conquista. O reitor disse que o momento era de orgulho para a UEPB, principalmente pela sensação de dever cumprido, visto que a situação econômica e política do país tem se mostrado muito difícil.

“Somos resistentes. O que nós estamos fazendo aqui nada mais é do que um movimento de resistência. Ao colocar para a sociedade mais de 1.200 profissionais formados, estamos dizendo que a universidade continua cumprindo com o seu papel e dando conta das responsabilidades com a sociedade”, afirmou o reitor, destacando ainda que a UEPB segue fazendo pesquisa e promovendo a cultura, mas, principalmente, formando pessoas qualificadas, competentes e comprometidas com a mudança do mundo.

Ao final da solenidade foi feita a conferência de grau acadêmico aos concluintes. A formanda Anna Vitória Gerra Nunes, do curso de Educação Física, recebeu o grau conferido pela professora Alessandra Teixeira, representando os colegas do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. A concluinte Diana Maria de Lima Pereira, do curso de Matemática, recebeu o grau em nome dos formandos do Centro de Ciência e Tecnologia, conferido pela professora Maria Isabelle Dias.

Os concluintes do Centro de Educação foram representados pelo formando Alexandre Naildo da Silva, do curso de Geografia, que recebeu o grau conferido pelo professor Francisco de Assis Batista. Os concluintes do Centro de Ciências Jurídicas foram representados pelo formando Anderson Valdir da Silva Santos, que recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Laplace Guedes.

Em nome dos formandos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, a concluinte Hakyanna Karla de Oliveira, do curso de Serviço Social, recebeu o grau acadêmico conferido pelo professor Geraldo Medeiros. Já os formandos do curso de Agroecologia, do Câmpus de Lagoa Seca, foram representados pela concluinte Maria Betânia Francisca Santa Cruz, que recebeu o grau do professor e diretor do Centro de Ciências Ambientais e Agrárias, José Félix de Brito Neto.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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UEPB inaugura laboratório para pesquisas voltadas a melhorar qualidade da cachaça paraibana

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O Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Câmpus de Lagoa Seca, ganhou um importante equipamento que vai contribuir para melhorar a qualidade na cachaça produzida na Paraíba e impulsionar a agroindústria na região. Trata-se do Laboratório de Microbiologia para Fermentação, construído dentro do Complexo Agroindustrial do Câmpus II, que vai realizar pesquisas com leveduras para fermentação alcoólica, através da biotecnologia, visando isolar cepas específicas usadas na fabricação do produto nos engenhos de alambique do Estado.

A Paraíba é referência na produção de cachaças, mas ainda não dispõe de pesquisas referentes a fermentação do produto, o que será possível acontecer na Unidade de Processamento de Fermentação e Destilados da UEPB, possibilitando, no futuro, a criação de um selo que atestará a qualidade do produto. O laboratório é pioneiro no Estado e nasceu com a missão de se tornar referência nesse tipo de pesquisa no Nordeste.

A solenidade de inauguração, realizada na manhã desta quarta-feira (12), contou com a presença do reitor Rangel Junior; do diretor do Centro, professor José Félix; do coordenador do Laboratório, professor Diogo Gonçalves; do diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), professor Alde Cleber; do presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq) Roberto Germano; pró-reitores; além de professores, técnicos e estudantes do CCAA.

O reitor Rangel Junior disse que o laboratório consiste em uma das maiores conquistas do Câmpus II nos últimos anos e terá impactos positivos com resultados quase imediatos no processo de fortalecimento de toda uma cadeia produtiva, contribuindo, assim, para gerar empregos, abrir divisas, além de impulsionar a cultura nordestina e projetar a Paraíba em nível nacional. Ele enfatizou que o trabalho do laboratório terá repercussão direta e retorno garantido, com a realização de análises que futuramente possibilitarão a criação de um selo da cachaça paraibana, de forma diferenciada. “O que isso vai gerar de resultados outros é algo que não tem como calcular”, frisou.

Conforme explicou o diretor do Câmpus, professor José Félix, o laboratório, dará suporte às pesquisas realizadas com fermentação alcoólica para melhorar a qualidade da cachaça produzida na região. A ideia é fortalecer o setor de cachaça da Paraíba e impulsionar a economia na região. Professor Félix ressaltou que a UEPB sai na frente quando pensa em criar uma estrutura para avançar na qualidade da cachaça de alambique paraibana. Os produtores de cachaças do Estado, segundo ele, ainda trabalham de forma artesanal e isolados, necessitando de tecnologias e pesquisas no que diz respeito a fermentação do produto.

“Com esse laboratório, vamos poder realizar pesquisas importantes de algumas leveduras específicas que, porventura, possam ocorrer na região, sobretudo no Brejo, isolar e trabalhar com melhorias de leveduras através da biotecnologia”, disse. O laboratório vai operar em sintonia com o engenho de alambique do CCAA, que já produz licor, vinho e a cachaça Serra da Borborema. Professor Félix ressaltou que a ideia não é comercializar a cachaça, mas criar uma identidade com o produto.

O coordenador do laboratório, professor Diogo Gonçalves Neder, ressaltou que a unidade do CCAA terá grande contribuição para o setor da cachaça na Paraíba, porque será o primeiro da região a realizar pesquisas com seleção de leveduras com fermentadoras. “Nosso foco é contribuir com esse setor produtivo tão importante para que, no futuro, tenhamos um selo de qualidade da cachaça paraibana e uma identificação geográfica que pode contribuir muito para a receita do Estado”, disse, acrescentando que o equipamento também servirá como importante experimento para os estudantes do Bacharelado em Agroecologia, do Curso Técnico em Agropecuária e do Mestrado em Ciências Agrárias.

O diretor Fapesq, Roberto Germano, destacou a importância do Laboratório de Microbiologia para Fermentação como um equipamento que vai ajudar a impulsionar o setor de cachaça na Paraíba. “Isso mostra claramente que a Instituição está voltada para as necessidades da sociedade e voltada para o setor produtivo”, destacou o presidente, que representou secretário-executivo de Ciência e Tecnologia, Cláudio Furtado.

Representante dos produtores de cachaça, o empresário Aquiles Leal Freire disse que, apesar de a Paraíba produzir cachaça de qualidade, o Estado ainda é carente de tecnologias e pesquisas para aprimorar o setor. Com investimento na ordem de R$ 30 mil oriundos de recursos da UEPB usados na reforma do prédio e aquisição de equipamentos, o Laboratório de Microbiologia funcionará graças ao convênio com a Fapesq.

A unidade dispõe de todo o equipamento necessário para o isolamento das leveduras, como microscópio, lupas, estufas bacteriológicas, estufa de secagem, câmara de fluxo, câmara de crescimento, autoclave vertical usado para esterilizar o material, medidores de PH. Em breve, o laboratório receberá outros equipamentos modernos, graças ao convênio da Instituição com a Fapesq, em um investimento de R$ 187 mil na unidade. Após a inauguração, o laboratório entrou em funcionamento e já está a disposição dos produtores de cachaça da região.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Câmpus de Lagoa Seca, ganhou um importante equipamento que vai contribuir para melhorar a qualidade na cachaça produzida na Paraíba e impulsionar a agroindústria na região. Trata-se do Laboratório de Microbiologia para Fermentação, construído dentro do Complexo Agroindustrial do Câmpus II, Leia Mais...

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O Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Câmpus de Lagoa Seca, ganhou um importante equipamento que vai contribuir para melhorar a qualidade na cachaça produzida na Paraíba e impulsionar a agroindústria na região. Trata-se do Laboratório de Microbiologia para Fermentação, construído dentro do Complexo Agroindustrial do Câmpus II, que vai realizar pesquisas com leveduras para fermentação alcoólica, através da biotecnologia, visando isolar cepas específicas usadas na fabricação do produto nos engenhos de alambique do Estado.

A Paraíba é referência na produção de cachaças, mas ainda não dispõe de pesquisas referentes a fermentação do produto, o que será possível acontecer na Unidade de Processamento de Fermentação e Destilados da UEPB, possibilitando, no futuro, a criação de um selo que atestará a qualidade do produto. O laboratório é pioneiro no Estado e nasceu com a missão de se tornar referência nesse tipo de pesquisa no Nordeste.

A solenidade de inauguração, realizada na manhã desta quarta-feira (12), contou com a presença do reitor Rangel Junior; do diretor do Centro, professor José Félix; do coordenador do Laboratório, professor Diogo Gonçalves; do diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), professor Alde Cleber; do presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq) Roberto Germano; pró-reitores; além de professores, técnicos e estudantes do CCAA.

O reitor Rangel Junior disse que o laboratório consiste em uma das maiores conquistas do Câmpus II nos últimos anos e terá impactos positivos com resultados quase imediatos no processo de fortalecimento de toda uma cadeia produtiva, contribuindo, assim, para gerar empregos, abrir divisas, além de impulsionar a cultura nordestina e projetar a Paraíba em nível nacional. Ele enfatizou que o trabalho do laboratório terá repercussão direta e retorno garantido, com a realização de análises que futuramente possibilitarão a criação de um selo da cachaça paraibana, de forma diferenciada. “O que isso vai gerar de resultados outros é algo que não tem como calcular”, frisou.

Conforme explicou o diretor do Câmpus, professor José Félix, o laboratório, dará suporte às pesquisas realizadas com fermentação alcoólica para melhorar a qualidade da cachaça produzida na região. A ideia é fortalecer o setor de cachaça da Paraíba e impulsionar a economia na região. Professor Félix ressaltou que a UEPB sai na frente quando pensa em criar uma estrutura para avançar na qualidade da cachaça de alambique paraibana. Os produtores de cachaças do Estado, segundo ele, ainda trabalham de forma artesanal e isolados, necessitando de tecnologias e pesquisas no que diz respeito a fermentação do produto.

“Com esse laboratório, vamos poder realizar pesquisas importantes de algumas leveduras específicas que, porventura, possam ocorrer na região, sobretudo no Brejo, isolar e trabalhar com melhorias de leveduras através da biotecnologia”, disse. O laboratório vai operar em sintonia com o engenho de alambique do CCAA, que já produz licor, vinho e a cachaça Serra da Borborema. Professor Félix ressaltou que a ideia não é comercializar a cachaça, mas criar uma identidade com o produto.

O coordenador do laboratório, professor Diogo Gonçalves Neder, ressaltou que a unidade do CCAA terá grande contribuição para o setor da cachaça na Paraíba, porque será o primeiro da região a realizar pesquisas com seleção de leveduras com fermentadoras. “Nosso foco é contribuir com esse setor produtivo tão importante para que, no futuro, tenhamos um selo de qualidade da cachaça paraibana e uma identificação geográfica que pode contribuir muito para a receita do Estado”, disse, acrescentando que o equipamento também servirá como importante experimento para os estudantes do Bacharelado em Agroecologia, do Curso Técnico em Agropecuária e do Mestrado em Ciências Agrárias.

O diretor Fapesq, Roberto Germano, destacou a importância do Laboratório de Microbiologia para Fermentação como um equipamento que vai ajudar a impulsionar o setor de cachaça na Paraíba. “Isso mostra claramente que a Instituição está voltada para as necessidades da sociedade e voltada para o setor produtivo”, destacou o presidente, que representou secretário-executivo de Ciência e Tecnologia, Cláudio Furtado.

Representante dos produtores de cachaça, o empresário Aquiles Leal Freire disse que, apesar de a Paraíba produzir cachaça de qualidade, o Estado ainda é carente de tecnologias e pesquisas para aprimorar o setor. Com investimento na ordem de R$ 30 mil oriundos de recursos da UEPB usados na reforma do prédio e aquisição de equipamentos, o Laboratório de Microbiologia funcionará graças ao convênio com a Fapesq.

A unidade dispõe de todo o equipamento necessário para o isolamento das leveduras, como microscópio, lupas, estufas bacteriológicas, estufa de secagem, câmara de fluxo, câmara de crescimento, autoclave vertical usado para esterilizar o material, medidores de PH. Em breve, o laboratório receberá outros equipamentos modernos, graças ao convênio da Instituição com a Fapesq, em um investimento de R$ 187 mil na unidade. Após a inauguração, o laboratório entrou em funcionamento e já está a disposição dos produtores de cachaça da região.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Câmpus de Lagoa Seca, ganhou um importante equipamento que vai contribuir para melhorar a qualidade na cachaça produzida na Paraíba e impulsionar a agroindústria na região. Trata-se do Laboratório de Microbiologia para Fermentação, construído dentro do Complexo Agroindustrial do Câmpus II, Leia Mais...

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Feira agroecológica da UEPB integra ação regional com incentivo à agricultura familiar nesta quinta

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Cartaz de divulgação do evento

A feirinha agroecológica da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que acontece todas as quintas-feiras, na Praça de Alimentação do Câmpus de Bodocongó, integrará, junto com o Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e o Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Agrícola (CVT) do Câmpus de Lagoa Seca, as atividades da Feira Regional de Produtos Agroecológicos – Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos, nesta quinta-feira (30), na Praça da Bandeira, em Campina Grande.

O objetivo da iniciativa é fortalecer a cultura da agricultura familiar praticada nas propriedades rurais próximas a Campina Grande. A feira terá início às 7h e, além de produtores rurais, artesãos participarão do evento com exposição de objetos confeccionados a partir de várias matérias-primas e artistas locais farão apresentações musicais. Esta feira agroecológica faz parte de um movimento alusivo à luta contra alimentos que causam mal à saúde.

Com o tema “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos”, os participantes acreditam que podem alertar os consumidores sobre o perigo que é a ingestão de alimentos cultivados a partir da utilização de venenos, além dos riscos da modificação genética. A feira regional de produtos agroecológicos funcionará até as 11h30 e oferecerá aos consumidores acesso a vários produtos de qualidade, sobretudo com um preço justo de comercialização.

Texto: Givaldo Cavalcanti

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Cartaz de divulgação do evento

A feirinha agroecológica da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que acontece todas as quintas-feiras, na Praça de Alimentação do Câmpus de Bodocongó, integrará, junto com o Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e o Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Agrícola (CVT) do Câmpus de Lagoa Seca, as atividades da Feira Regional de Produtos Agroecológicos – Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos, nesta quinta-feira (30), na Praça da Bandeira, em Campina Grande.

O objetivo da iniciativa é fortalecer a cultura da agricultura familiar praticada nas propriedades rurais próximas a Campina Grande. A feira terá início às 7h e, além de produtores rurais, artesãos participarão do evento com exposição de objetos confeccionados a partir de várias matérias-primas e artistas locais farão apresentações musicais. Esta feira agroecológica faz parte de um movimento alusivo à luta contra alimentos que causam mal à saúde.

Com o tema “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos”, os participantes acreditam que podem alertar os consumidores sobre o perigo que é a ingestão de alimentos cultivados a partir da utilização de venenos, além dos riscos da modificação genética. A feira regional de produtos agroecológicos funcionará até as 11h30 e oferecerá aos consumidores acesso a vários produtos de qualidade, sobretudo com um preço justo de comercialização.

Texto: Givaldo Cavalcanti

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Alunos extensionistas da Universidade Estadual desenvolvem ação ambiental no Presídio do Serrotão

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Um projeto extensionista desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está realizando atividades voltadas para a melhoria do meio ambiente no Presídio do Serrotão, em Campina Grande. Em seu primeiro ano de funcionamento, o projeto “Educação em Direitos Humanos e Meio Ambiente: uma proposta de ressocialização através da implantação do Núcleo de Reciclagem e Beneficiamento no Complexo Serrotão em Campina Grande”, coordenado pelo professor Edivan Nunes, já realizou cinco visitas ao presídio, que resultaram na criação de uma horta comunitária.

Na última visita, realizada no último sábado (6), os alunos do projeto criaram uma minicomposteira utilizando resíduos vegetais, além de fornecerem orientações sobre plantio, propagação e uso de ervas medicinais aos apenados da unidade prisional. Para criar a composteira, o Centro de Ciências Humanas e Agrárias (CCHA) disponibilizou materiais para o pessoal da horta do Serrotão, como rolo de arame farpado, rastelo, bandejas de polietileno com células para produção de mudas, três quilos de arame galvanizado, mudas de maracujá e de diversas plantas medicinais.

Professor Edivan explica que a horta já existia no Presídio, mas não estava dentro dos padrões técnicos adequados. Com o trabalho dos extensionistas, a horta foi adequada para pleno funcionamento. Integram o projeto dez alunos extensionistas, sendo seis do curso de Ciências Agrárias (Câmpus de Catolé do Rocha), dois de Agroecologia (Câmpus de Lagoa Seca) e dois do curso de Jornalismo (Câmpus de Campina Grande).

O projeto é financiado pelo Governo Federal, através do Ministério da Educação e Cultura (MEC), e recebe recursos da ordem R$ 98 mil. O pró-reitor de Extensão, professor José Pereira, ressalta que a Universidade, através de ações extensionistas, traz como um dos propósitos desenvolver estratégias que englobam a questão da qualidade de vida, capacitação e geração de renda, visando a ressocialização das pessoas privadas de liberdade.

A iniciativa tem como objetivo implementar o plano de gerenciamento de Resíduos Sólidos, através da educação ambiental, atendendo a proposta de inclusão social e de geração de renda, bem como promover atos de educação ambiental, articulando ações com os reeducandos.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Um projeto extensionista desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está realizando atividades voltadas para a melhoria do meio ambiente no Presídio do Serrotão, em Campina Grande. Em seu primeiro ano de funcionamento, o projeto “Educação em Direitos Humanos e Meio Ambiente: uma proposta de ressocialização através da implantação do Núcleo de Reciclagem e Beneficiamento no Complexo Serrotão em Campina Grande”, coordenado pelo professor Edivan Nunes, já realizou cinco visitas ao presídio, que resultaram na criação de uma horta comunitária.

Na última visita, realizada no último sábado (6), os alunos do projeto criaram uma minicomposteira utilizando resíduos vegetais, além de fornecerem orientações sobre plantio, propagação e uso de ervas medicinais aos apenados da unidade prisional. Para criar a composteira, o Centro de Ciências Humanas e Agrárias (CCHA) disponibilizou materiais para o pessoal da horta do Serrotão, como rolo de arame farpado, rastelo, bandejas de polietileno com células para produção de mudas, três quilos de arame galvanizado, mudas de maracujá e de diversas plantas medicinais.

Professor Edivan explica que a horta já existia no Presídio, mas não estava dentro dos padrões técnicos adequados. Com o trabalho dos extensionistas, a horta foi adequada para pleno funcionamento. Integram o projeto dez alunos extensionistas, sendo seis do curso de Ciências Agrárias (Câmpus de Catolé do Rocha), dois de Agroecologia (Câmpus de Lagoa Seca) e dois do curso de Jornalismo (Câmpus de Campina Grande).

O projeto é financiado pelo Governo Federal, através do Ministério da Educação e Cultura (MEC), e recebe recursos da ordem R$ 98 mil. O pró-reitor de Extensão, professor José Pereira, ressalta que a Universidade, através de ações extensionistas, traz como um dos propósitos desenvolver estratégias que englobam a questão da qualidade de vida, capacitação e geração de renda, visando a ressocialização das pessoas privadas de liberdade.

A iniciativa tem como objetivo implementar o plano de gerenciamento de Resíduos Sólidos, através da educação ambiental, atendendo a proposta de inclusão social e de geração de renda, bem como promover atos de educação ambiental, articulando ações com os reeducandos.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Um projeto extensionista desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está realizando atividades voltadas para a melhoria do meio ambiente no Presídio do Serrotão, em Campina Grande. Em seu primeiro ano de funcionamento, o projeto “Educação em Direitos Humanos e Meio Ambiente: uma proposta de ressocialização através da implantação do Leia Mais...

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