{"id":3467,"date":"2019-03-27T21:46:09","date_gmt":"2019-03-27T21:46:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.uepb.edu.br\/?p=47442"},"modified":"2019-03-27T21:46:09","modified_gmt":"2019-03-27T21:46:09","slug":"especialista-destaca-que-mananciais-paraibanos-estao-com-metade-da-capacidade-total-de-armazenamento-de-agua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ceduc\/especialista-destaca-que-mananciais-paraibanos-estao-com-metade-da-capacidade-total-de-armazenamento-de-agua\/","title":{"rendered":"Especialista destaca que mananciais paraibanos est\u00e3o com metade da capacidade total de armazenamento de \u00e1gua"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47427\" data-permalink=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/agua-o-sangue-da-terra-palestra-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?fit=840%2C454\" data-orig-size=\"840,454\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"\u00c1gua &#8211; o sangue da Terra &#8211; Palestra 2\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?fit=300%2C162\" data-large-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?fit=840%2C454\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/%C3%81gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-47427 img-responsive img-responsive\" srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?w=840 840w, https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?resize=300%2C162 300w, https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?resize=768%2C415 768w, https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-2.jpg?resize=370%2C200 370w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/figure>\n<p>Em meio \u00e0s crises h\u00eddricas e intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas, a Para\u00edba disp\u00f5e atualmente de pouco mais de 1,5 bilh\u00e3o de metros c\u00fabicos de \u00e1gua armazenada nos mananciais monitorados pela Ag\u00eancia Executiva de Gest\u00e3o das \u00c1guas (AESA). O valor \u00e9 praticamente a metade dos 3 bilh\u00f5es que os reservat\u00f3rios espalhados por todo o Estado t\u00eam capacidade de armazenar. <\/p>\n<p>Dados como esse foram apresentados nesta quarta-feira (27), na Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB), durante palestra promovida pela Coordena\u00e7\u00e3o do Curso de Geografia do C\u00e2mpus I, em alus\u00e3o ao Dia Mundial das \u00c1guas, celebrado no dia 22 de mar\u00e7o que contou com a participa\u00e7\u00e3o do ex-presidente da Ag\u00eancia Executiva de Gest\u00e3o das \u00c1guas do Estado da Para\u00edba (Aesa\/PB), Jo\u00e3o Fernandes da Silva.<\/p>\n<p>Preocupado em sensibilizar a popula\u00e7\u00e3o a valorizar e usar de forma racional esse recurso cada vez mais escasso e fundamental para a sobreviv\u00eancia humana, Jo\u00e3o Fernandes ministrou o tema \u201c\u00c1gua: o sangue da Terra\u201d, no Audit\u00f3rio II da Central de Integra\u00e7\u00e3o Acad\u00eamica, no C\u00e2mpus de Bodocong\u00f3, em Campina Grande,  percorrendo o caminho do reconhecimento da import\u00e2ncia da \u00e1gua, a come\u00e7ar pelo ano de 1952, quando j\u00e1 se apresentava essa preocupa\u00e7\u00e3o mundial, mas que s\u00f3 veio a se consolidar em 199, com a primeira Confer\u00eancia das \u00c1guas, na Argentina. <\/p>\n<p>Jo\u00e3o ressaltou que a situa\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos na Para\u00edba hoje \u00e9 confort\u00e1vel se comparada com um ano atr\u00e1s, mas a popula\u00e7\u00e3o precisa evitar o desperd\u00edcio de \u00e1gua e usar esse bem com modera\u00e7\u00e3o. \u201cHoje n\u00f3s temos 150% a mais do que t\u00ednhamos um ano atr\u00e1s. No ano retrasado, iniciamos com 10%. Hoje, temos mais de 25% de nossa capacidade armazenada\u201d, destacou, acrescentando que as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas est\u00e3o favor\u00e1veis a continuidade das chuvas, o que \u00e9 muito bom, visto que a Para\u00edba precisa de anos de invernos para recarregar todos os seus mananciais, a exemplo do sistema Boqueir\u00e3o, Acau\u00e3 e o Complexo Coremas M\u00e3e D\u2019\u00c1gua, que tem capacidade de armazenar 1,2 bilh\u00e3o de metros c\u00fabicos de \u00e1gua.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47426\" data-permalink=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/agua-o-sangue-da-terra-palestra-1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?fit=840%2C454\" data-orig-size=\"840,454\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"\u00c1gua &#8211; o sangue da Terra &#8211; Palestra 1\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?fit=300%2C162\" data-large-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?fit=840%2C454\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/%C3%81gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-47426 img-responsive img-responsive\" srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?w=840 840w, https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?resize=300%2C162 300w, https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?resize=768%2C415 768w, https:\/\/i1.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/\u00c1gua-o-sangue-da-Terra-Palestra-1.jpg?resize=370%2C200 370w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/figure>\n<p>Segundo Jo\u00e3o Fernandes, os estados do Cear\u00e1, Para\u00edba, Rio Grande do Norte e Pernambuco t\u00eam apenas 0,5% da \u00e1gua de todo o Brasil e a \u00e1gua advinda da Transposi\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco chegou para garantir exclusivamente o consumo urbano. Em todo o planeta, conforme ilustrou Jo\u00e3o, 70% da \u00e1gua existente \u00e9 destinada para a agricultura e pecu\u00e1ria, R$ 20% para o com\u00e9rcio, ind\u00fastria e servi\u00e7o, e apenas 10% para o consumo humano. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que a gente resolva o problema do consumo humano, mas n\u00e3o resolveremos os demais se n\u00e3o fizermos uma administra\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel dos outros consumos\u201d, enfatizou. <\/p>\n<p>Coordenador do curso de Geografia e do evento, o professor Faustino Moura Neto destacou que a \u00e1gua \u00e9 um tema que interessa muito ao campo de estudo da Geografa. Ele lembrou a hist\u00f3rica rela\u00e7\u00e3o do homem com os recursos naturais renov\u00e1veis, especialmente, na regi\u00e3o nordestina. \u201cA Universidade n\u00e3o pode fugir desse papel de discutir um tema t\u00e3o importante como esse da rela\u00e7\u00e3o da humanidade com as quest\u00f5es h\u00eddricas\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Um dos especialistas no tema na UEPB, o professor do Departamento de Geografia, Oz\u00e9as Jord\u00e3o, ressaltou que a popula\u00e7\u00e3o precisa ter consci\u00eancia da import\u00e2ncia que esse mineral tem para a sobreviv\u00eancia da humanidade e para a sustenta\u00e7\u00e3o da vida como um todo. \u201cA \u00e1gua \u00e9 como o sangue da terra. Nesse sentido, a UEPB tem dado uma grande contribui\u00e7\u00e3o nesse debate, promovendo eventos e apoiando entidades que est\u00e3o com essa preocupa\u00e7\u00e3o\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p><em><strong>Texto:<\/strong> Severino Lopes<br \/><strong>Fotos:<\/strong> M\u00e1rcia Dias<\/em><\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/especialista-destaca-que-mananciais-paraibanos-estao-com-metade-da-capacidade-total-de-armazenamento-de-agua\/\">Especialista destaca que mananciais paraibanos est\u00e3o com metade da capacidade total de armazenamento de \u00e1gua<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/\">UEPB<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meio &agrave;s crises h&iacute;dricas e intemp&eacute;ries clim&aacute;ticas, a Para&iacute;ba disp&otilde;e atualmente de pouco mais de 1,5 bilh&atilde;o de metros c&uacute;bicos de &aacute;gua armazenada nos mananciais monitorados pela Ag&ecirc;ncia Executiva de Gest&atilde;o das &Aacute;guas (AESA). 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