{"id":374,"date":"2017-08-17T14:02:46","date_gmt":"2017-08-17T14:02:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.uepb.edu.br\/?p=34568"},"modified":"2017-08-25T23:59:20","modified_gmt":"2017-08-25T23:59:20","slug":"universidade-estadual-da-paraiba-inicia-construcao-de-estacao-piloto-para-tratamento-de-agua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/cct\/2017\/08\/17\/universidade-estadual-da-paraiba-inicia-construcao-de-estacao-piloto-para-tratamento-de-agua\/","title":{"rendered":"Universidade Estadual da Para\u00edba inicia constru\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00e3o piloto para tratamento de \u00e1gua"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/universidade-estadual-da-paraiba-inicia-construcao-de-estacao-piloto-para-tratamento-de-agua\/#gallery-34568-1-slideshow\">Clique para exibir o slide.<\/a><\/p>\n<p>A Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB) deu in\u00edcio a um projeto ousado que representar\u00e1 mais um passo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 boa presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o \u00e0 sociedade paraibana, bem como a confirma\u00e7\u00e3o de sua capacidade de inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento. Foram iniciadas as obras para a constru\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o piloto de tratamento de \u00e1gua (ETA) que ter\u00e1 como objetivo desenvolver pesquisas voltadas \u00e0 an\u00e1lise sobre a qualidade da \u00e1gua da regi\u00e3o da Borborema. A iniciativa \u00e9 fruto de uma parceria institucional entre a UEPB e a Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Sa\u00fade (Funasa).<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da ETA \u00e9 a segunda parte do projeto que foi iniciado h\u00e1 quase dois anos e que vem sendo desenvolvido a partir de estudos voltados \u00e0 qualidade da \u00e1gua nas esta\u00e7\u00f5es de tratamento existentes nas cidades de Esperan\u00e7a, Areia, Bananeiras, Lagoa Nova, Ing\u00e1, Itatuba e Campina Grande. A partir da consolida\u00e7\u00e3o desse novo espa\u00e7o ser\u00e3o realizados estudos para o desenvolvimento de t\u00e9cnicas de tratamento de baixo custo para remover microrganismos patog\u00eanicos que s\u00e3o persistentes ao tratamento convencional.<\/p>\n<p>\u201cA esta\u00e7\u00e3o piloto de tratamento de \u00e1gua tem a fun\u00e7\u00e3o de avaliar a qualidade da \u00e1gua. Ent\u00e3o teremos o tratamento convencional que consiste com a coagula\u00e7\u00e3o, flocula\u00e7\u00e3o, decanta\u00e7\u00e3o e filtra\u00e7\u00e3o, mas, dependendo do resultado dessa avalia\u00e7\u00e3o, quanto menor for essa qualidade maior vai ser a quest\u00e3o do tratamento. A partir dessas an\u00e1lises definiremos quais ser\u00e3o as t\u00e9cnicas de tratamento mais adequadas em fun\u00e7\u00e3o da qualidade da \u00e1gua\u201d, explicou Weruska Brasleiro, professora do Departamento de Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental da UEPB, apontando a diferen\u00e7a que essa averigua\u00e7\u00e3o poder\u00e1 determinar ao final das an\u00e1lises.<\/p>\n<p>\u201cHoje temos concep\u00e7\u00f5es de tratamento em fun\u00e7\u00e3o da vaz\u00e3o da \u00e1gua. Agora a gente quer mostrar que a qualidade \u00e9 quem define essa fun\u00e7\u00e3o. Vamos implementar v\u00e1rios tipos de t\u00e9cnicas de tratamento e, dependendo dos resultados, vamos definir qual a t\u00e9cnica de melhor custo-benef\u00edcio para atender aos padr\u00f5es de qualidade\u201d, acrescentou Weruska.<\/p>\n<p>Ao todo, R$ 600 mil est\u00e3o sendo investidos nesse projeto. O recurso vem sendo aplicado desde as an\u00e1lises das \u00e1guas nas ETAs citadas anteriormente. A contrapartida da UEPB est\u00e1 fixada em um valor de R$ 20 mil, aplicados diretamente na constru\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o que ficar\u00e1 localizada ao lado do Centro de Ci\u00eancias e Tecnologia (CCT), no C\u00e2mpus de Bodocong\u00f3. A continuidade desse projeto foi proposta pela Funasa, uma vez que, segundo a professora Weruska, o espa\u00e7o ter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de oferecer um servi\u00e7o que at\u00e9 ent\u00e3o \u00e9 in\u00e9dito nas regi\u00f5es do Norte e Nordeste brasileiro.<\/p>\n<p>\u201cHoje as nossas \u00e1guas superficiais est\u00e3o mais comprometidas devido ao lan\u00e7amento de muitos efluentes industriais que t\u00eam uma toxidade muito grande, devido aos esgotos dom\u00e9sticos que n\u00e3o s\u00e3o tratados na maioria das cidades. Ent\u00e3o, isso compromete a qualidade da \u00e1gua, j\u00e1 que o tratamento convencional n\u00e3o \u00e9 mais suficiente. Esse estudo financiado pela Funasa \u00e9 pioneiro, porque vai poder definir quais t\u00e9cnicas s\u00e3o mais adequadas para termos um tratamento mais eficaz\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Obras ser\u00e3o conclu\u00eddas at\u00e9 o final do ano<\/strong><\/p>\n<p>Com as primeiras atividades j\u00e1 em desenvolvimento no canteiro de obras, o cronograma de servi\u00e7o aponta para que at\u00e9 o final do m\u00eas de dezembro a esta\u00e7\u00e3o de tratamento de \u00e1gua (ETA) da UEPB j\u00e1 deve estar em funcionamento. Segundo explicou o professor Willian de Paiva, engenheiro civil respons\u00e1vel pelo projeto, a parte que demanda maior tempo \u00e9 a de funda\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o da base, uma vez que a estrutura do local ser\u00e1 montada a partir da sustenta\u00e7\u00e3o de materiais met\u00e1licos e em fibra de carbono.<\/p>\n<p>Ele afirmou que a ETA ter\u00e1 dois tanques de armazenamento de 10 mil litros cada um, al\u00e9m de uma plataforma de concreto, escada e laborat\u00f3rio, em uma \u00e1rea total de 180 metros quadrados. \u201cTemos oito homens trabalhando nessa prepara\u00e7\u00e3o de base e tamb\u00e9m para a montagem da esta\u00e7\u00e3o. A funda\u00e7\u00e3o \u00e9 o que demanda mais tempo, uma vez que quando todo o espa\u00e7o estiver pronto, traremos os equipamentos para o laborat\u00f3rio e faremos a montagem dos tanques que s\u00e3o confeccionados em fibra de carbono\u201d, disse o professor, acrescentando a participa\u00e7\u00e3o na obra da arquiteta Lu\u00edna Alves Marinho e do mestre de obras Anilson Batista Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>A consolida\u00e7\u00e3o desse projeto oferecer\u00e1, al\u00e9m de um padr\u00e3o de potabilidade para qualquer empresa que se disponha em analisar a \u00e1gua, tamb\u00e9m a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de avalia\u00e7\u00e3o de protozo\u00e1rios existentes na \u00e1gua. Medidas que possibilitar\u00e3o que toda \u00e1gua averiguada pela esta\u00e7\u00e3o de tratamento tenha condi\u00e7\u00f5es de ser consumida dentro das atividades realizadas no C\u00e2mpus de Campina Grande.<\/p>\n<p>\u201cVamos produzir uma \u00e1gua que atenda aos padr\u00f5es de potabilidade e essa \u00e1gua vai atender as atividades feitas no nosso C\u00e2mpus. A ideia do reitor Rangel Junior \u00e9 aproveitar essa \u00e1gua para o consumo, uma vez que estaremos produzindo algo de excelente qualidade\u201d, destacou a professora Weruska Brasileiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Texto e fotos:<\/strong> Givaldo Cavalcanti<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB) deu in&iacute;cio a um projeto ousado que representar&aacute; mais um passo em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; boa presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o &agrave; sociedade paraibana, bem como a confirma&ccedil;&atilde;o de sua capacidade de inova&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. 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