{"id":1204,"date":"2020-02-27T08:26:32","date_gmt":"2020-02-27T08:26:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.uepb.edu.br\/?p=54798"},"modified":"2020-02-27T08:26:32","modified_gmt":"2020-02-27T08:26:32","slug":"pesquisa-busca-reduzir-dificuldades-do-ensino-da-matematica-para-alunos-com-deficiencia-visual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/cct\/2020\/02\/27\/pesquisa-busca-reduzir-dificuldades-do-ensino-da-matematica-para-alunos-com-deficiencia-visual\/","title":{"rendered":"Pesquisa busca reduzir dificuldades do ensino da Matem\u00e1tica para alunos com defici\u00eancia visual"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"54800\" data-permalink=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/pesquisa-de-mestranda-da-uepb-busca-reduzir-dificuldades-do-ensino-da-matematica-para-alunos-com-deficiencia-visual\/vanessa-ensino-de-matematica-para-alunos-cegos\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?fit=960%2C1280\" data-orig-size=\"960,1280\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Vanessa &#8211; Ensino de Matem\u00e1tica para alunos cegos\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?fit=225%2C300\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?fit=768%2C1024\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem%C3%A1tica-para-alunos-cegos.jpeg?resize=309%2C412\" alt=\"\" class=\"wp-image-54800 img-responsive img-responsive\" width=\"309\" height=\"412\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?resize=768%2C1024 768w, https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?resize=225%2C300 225w, https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?resize=370%2C493 370w, https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?resize=840%2C1120 840w, https:\/\/i0.wp.com\/www.uepb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Vanessa-Ensino-de-Matem\u00e1tica-para-alunos-cegos.jpeg?w=960 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>Uma mestranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ensino de Ci\u00eancias e Educa\u00e7\u00e3o Matem\u00e1tica (PPGECEM) da Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB) est\u00e1 desenvolvendo, no M\u00e9xico, parte de uma pesquisa inovadora voltada para alunos com defici\u00eancia visual. Intitulada \u201cAn\u00e1lise do fen\u00f4meno da transposi\u00e7\u00e3o did\u00e1tica interna no ensino de Estat\u00edstica: um estudo com a inclus\u00e3o de um aluno cego em uma sala de aula regular\u201d, a pesquisa est\u00e1 sendo desenvolvida pela estudante Vanessa Lays Oliveira dos Santos, na Universidade H\u00e1bitat de San Luis Potos\u00edno.<\/p>\n<p>O estudo, orientado pelo professor Marcus Bessa de Menezes, j\u00e1 vem sendo desenvolvido h\u00e1 dois anos. A primeira etapa foi realizada em escolas p\u00fablicas de Campina Grande, no Instituto dos Cegos e em algumas escolas do Compartimento da Borborema, a exemplo de Cuit\u00e9, onde foram colhidos diversos dados. A fase final do trabalho est\u00e1 sendo realizada no M\u00e9xico. Vanessa foi para o M\u00e9xico atrav\u00e9s do projeto de Mobilidade Internacional ofertado pelo PPGECEM da UEPB, com o objetivo de aprofundar essa investiga\u00e7\u00e3o sobre o ensino da Matem\u00e1tica para alunos cegos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de participar de aulas da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, a mestranda est\u00e1 visitando escolas do ensino m\u00e9dio e de universidades que trabalham com a educa\u00e7\u00e3o inclusiva de alunos com defici\u00eancia visual. Ela quer saber como \u00e9 desenvolvido o ensino para o aluno cego da sala de aula regular no M\u00e9xico e trazer a experi\u00eancia para Brasil. <\/p>\n<p>\u201cEst\u00e1 sendo uma experi\u00eancia muito enriquecedora. Aqui, no M\u00e9xico, investigo como o professor da sala de aula regular ensina para o aluno cego, quais suas estrat\u00e9gias de ensino, buscando semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as do nosso ensino no Brasil\u201d, explica. Nas visitas \u00e0s escolas do ensino m\u00e9dio, chamadas no M\u00e9xico de prim\u00e1rias secund\u00e1rias, Vanessa busca saber se o professor tem forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para o ensino de Matem\u00e1tica para alunos cegos ou se enfrenta dificuldades na sala de aula. Ela ainda pretende visitar a Escuela Normal que \u00e9 do Estado, bem como o Campus de Ci\u00eancias da Universidade H\u00e1bitat de San Luis Potos\u00edno, especialmente o Curso de Matem\u00e1tica Interativa e universidades que possuem Curso de Matem\u00e1tica.<\/p>\n<p>O orientador de Vanessa, professor Marcus Bessa de Menezes, destaca a import\u00e2ncia do estudo, lembrando que a inser\u00e7\u00e3o do aluno cego na sala de aula regular leva a maiores discuss\u00f5es sobre forma\u00e7\u00e3o de professores, com o surgimento de novos sistemas did\u00e1ticos e o distanciamento dos saberes efetivamente ensinados para os dois p\u00fablicos presentes no cen\u00e1rio did\u00e1tico, com alunos videntes e cegos. \u201cBuscamos, com essas discuss\u00f5es em nossa pesquisa, dar \u00eanfase \u00e0 educa\u00e7\u00e3o especial, alertando que os alunos com defici\u00eancia devem receber um ensino que proporcione uma aprendizagem em condi\u00e7\u00f5es de igualdade com aqueles ditos normais, dentro das suas particularidades\u201d, frisa.<\/p>\n<p>Professor Marcus, que orienta outros alunos com pesquisa semelhante, destaca que os dados j\u00e1 coletados na pesquisa de Vanessa apontam para muitas dificuldades durante o ensino de Matem\u00e1tica para o aluno cego na sala de aula, principalmente pela falta de acesso a materiais que possam auxiliar os professores a desenvolverem atividades adequadas \u00e0s necessidades especiais dos seus alunos. \u201cDiante disto, temos elaborado um produto educacional que poder\u00e1 colaborar para reduzir essas dificuldades\u201d, revela.<\/p>\n<p>Ele observa que desde a d\u00e9cada de 1990, as discuss\u00f5es sobre inclus\u00e3o v\u00eam sendo ampliadas em um cen\u00e1rio mundial, interferindo no meio social e educacional, tornando-se um dos maiores desafios enfrentados pelos docentes. Atualmente, segundo ele, \u201ca presen\u00e7a de crian\u00e7as cegas \u00e9 crescente nas escolas ditas regulares, o que \u00e9 reflexo de uma sociedade rica em diversidade, que est\u00e1 presente nas escolas e tem imposto \u00e0 sociedade de forma geral, mas em especial aos educadores, um revisitar de suas concep\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as sobre o que se considera a pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o de diversidade, j\u00e1 que a conviv\u00eancia se faz presente no meio escolar, no trabalho e na vida em sociedade\u201d.<\/p>\n<p>Coordenador do  PPGECEM , professor Joelson Pimentel enfatiza que o objetivo do Projeto de Mobilidade Internacional do programa \u00e9 promover e consolidar seu processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o, visto como necessidade inerente \u00e0 melhoria de seus indicadores com vistas ao alcance do n\u00edvel de excel\u00eancia, intensificando a pol\u00edtica de internacionaliza\u00e7\u00e3o assumida UEPB, ao desenvolver parcerias internacionais que resultam em diferencia\u00e7\u00e3o e qualidade na forma\u00e7\u00e3o do pesquisador. Al\u00e9m da Vanessa, outros cinco discentes tamb\u00e9m foram contemplados com bolsas para realiza\u00e7\u00e3o de interc\u00e2mbio internacional.<\/p>\n<p><em><strong>Texto:<\/strong> Severino Lopes<br \/><strong>Foto:<\/strong> Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/pesquisa-de-mestranda-da-uepb-busca-reduzir-dificuldades-do-ensino-da-matematica-para-alunos-com-deficiencia-visual\/\">Pesquisa busca reduzir dificuldades do ensino da Matem\u00e1tica para alunos com defici\u00eancia visual<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/\">UEPB<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma mestranda do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ensino de Ci&ecirc;ncias e Educa&ccedil;&atilde;o Matem&aacute;tica (PPGECEM) da Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB) est&aacute; desenvolvendo, no M&eacute;xico, parte de uma pesquisa inovadora voltada para alunos com defici&ecirc;ncia visual. 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