{"id":74,"date":"2014-04-10T19:09:57","date_gmt":"2014-04-10T19:09:57","guid":{"rendered":"\/ccha\/?p=74"},"modified":"2014-04-10T19:31:29","modified_gmt":"2014-04-10T19:31:29","slug":"projeto-desenvolvido-no-campus-de-catole-do-rocha-pretende-gerar-cadeia-produtiva-de-pinhao-manso-e-girassol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/projeto-desenvolvido-no-campus-de-catole-do-rocha-pretende-gerar-cadeia-produtiva-de-pinhao-manso-e-girassol\/","title":{"rendered":"Projeto desenvolvido no C\u00e2mpus de Catol\u00e9 do Rocha pretende gerar cadeia produtiva de pinh\u00e3o manso e girassol"},"content":{"rendered":"<p>O C\u00e2mpus V da Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB), em Catol\u00e9 do Rocha, est\u00e1 desenvolvendo experi\u00eancias de campo que visam melhorar a qualidade de plantas capazes de gerar uma cadeia produtiva na regi\u00e3o. As experi\u00eancias pr\u00e1ticas realizadas dentro do \u201cc\u00e2mpus fazenda\u201d t\u00eam procurado encontrar formas de impulsionar a economia do Sert\u00e3o paraibano. Atualmente est\u00e1 em fase de experimento um trabalho que visa descobrir o potencial econ\u00f4mico do pinh\u00e3o manso.<\/p>\n<p>Iniciado no come\u00e7o deste ano, o projeto est\u00e1 sendo desenvolvido gra\u00e7as a uma parceria que a UEPB firmou com a Embrapa Algod\u00e3o.\u00a0 Para isso, cinco proced\u00eancias de pinh\u00e3o manso foram inicialmente plantadas na \u00e1rea. As sementes cultivadas j\u00e1 floresceram e hoje a \u00e1rea ocupada por pinh\u00e3o conta com cerca de 100 plantas. O professor Josemir Maia, respons\u00e1vel pela pesquisa, conta que inicialmente ser\u00e1 produzido um banco de germoplasma, que s\u00e3o unidades conservadoras de material gen\u00e9tico da planta.<\/p>\n<p>Ele explica que a Embrapa Algod\u00e3o disp\u00f5e de uma cole\u00e7\u00e3o de sementes de diversas proced\u00eancias que est\u00e3o envelhecendo e precisam ser renovadas a cada ano. Para que sempre existam sementes novas, a empresa recorreu ao potencial do C\u00e2mpus IV da UEPB, garantindo, assim, a produ\u00e7\u00e3o de novas plantas a serem utilizadas em futuras pesquisas.<\/p>\n<p>A partir deste ponto, a UEPB tem a pretens\u00e3o de aproveitar o experimento para realizar projetos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, fazendo testes em diversas \u00e1reas. O professor releva que o foco \u00e9 extrair o \u00f3leo da planta para a produ\u00e7\u00e3o de biodiesel. \u201cEstamos trabalhando para gerar economia com esta planta\u201d, destacou o professor, acrescentando que o pinh\u00e3o manso tem uma grande diversidade de produtos, podendo ser utilizado para formar toda uma cadeia produtiva, como a fabrica\u00e7\u00e3o de tortas para ra\u00e7\u00e3o animal e at\u00e9 atividades medicinais, anti-inflamat\u00f3rias e anticancer\u00edgenas. Como s\u00e3o plantas perenes, que sobrevivem em per\u00edodo de longa estiagem, as plantas podem ser cultivadas durante todo o ano.<\/p>\n<p>Girassol adaptado ao ambiente do semi\u00e1rido<\/p>\n<p>projtcat2O C\u00e2mpus de Catol\u00e9 do Rocha tamb\u00e9m est\u00e1 desenvolvendo uma pesquisa que visa adaptar o girassol ao ambiente do semi\u00e1rido paraibano. Sob a responsabilidade do professor Josemir Maia, a pesquisa, realizada gra\u00e7as uma parceria firmada entre a UEPB e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), j\u00e1 come\u00e7a a dar resultados. Professores e estudantes realizaram um ensaio inicial com 10 gen\u00f3tipos de girassol (composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da planta), recomendados pela Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria do Rio Grande do Norte, pela UFRN e pela Embrapa Algod\u00e3o.<\/p>\n<p>Inicialmente eles plantaram as esp\u00e9cies de girassol e, com a perspectiva de ver a planta se transformar em uma grande fonte de renda para a regi\u00e3o, aprofundaram as pesquisas, estudando a fisiologia da planta. Para isso, os pesquisadores pegaram os cinco gen\u00f3tipos mais produtivos do ensaio anterior e replantaram para confirmar a potencialidade da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>projtcat4O objetivo \u00e9 explorar o potencial da planta como forma de impulsionar a economia da regi\u00e3o sertaneja, j\u00e1 que Catol\u00e9 do Rocha tem especialidade nos campos da agricultura e da pecu\u00e1ria. O girassol, conforme destacou o professor, \u00e9 uma fonte muito grande de prote\u00ednas, podendo ser usado para extrair mel e para a produ\u00e7\u00e3o de torta e outros produtos. A pr\u00f3pria folha e o caule da planta tamb\u00e9m podem ser usados para a produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o animal, fortalecendo a pecu\u00e1ria da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m est\u00e1 sendo desenvolvida no sentido de realizar a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de girassol, que pode gerar inclusive interesse da ind\u00fastria de biodiesel. \u201cNesse sentido, a Universidade pode, no futuro, firmar parceria com uma refinaria de petr\u00f3leo que funciona em Mossor\u00f3 (RN). Mesmo a produ\u00e7\u00e3o de girassol sendo pequena na regi\u00e3o, ela pode d\u00e1 origem a toda uma cadeia produtiva\u201d, observou o professor.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do professor Josemir Maia, est\u00e3o envolvidos no projeto o professor Edivan Silva Nanes Junior, diretor do Centro de Ci\u00eancias Humanas e Agr\u00e1rias (CCHA); a professora Elaine Gon\u00e7alves e estudantes do C\u00e2mpus IV.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O C\u00e2mpus V da Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB), em Catol\u00e9 do Rocha, est\u00e1 desenvolvendo experi\u00eancias de campo que visam melhorar a qualidade de plantas capazes de gerar uma cadeia produtiva na regi\u00e3o. As experi\u00eancias pr\u00e1ticas realizadas dentro do \u201cc\u00e2mpus fazenda\u201d t\u00eam procurado encontrar formas de impulsionar a economia do Sert\u00e3o paraibano. 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