{"id":450,"date":"2017-04-24T12:28:32","date_gmt":"2017-04-24T12:28:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.uepb.edu.br\/?p=32802"},"modified":"2017-04-24T12:28:32","modified_gmt":"2017-04-24T12:28:32","slug":"quinta-etapa-do-encontro-de-sanfoneiros-e-tocadores-de-oito-baixos-acontece-em-catole-do-rocha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/quinta-etapa-do-encontro-de-sanfoneiros-e-tocadores-de-oito-baixos-acontece-em-catole-do-rocha\/","title":{"rendered":"Quinta etapa do Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos acontece em Catol\u00e9 do Rocha"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/quinta-etapa-do-encontro-de-sanfoneiros-e-tocadores-de-oito-baixos-acontece-em-catole-do-rocha-na-semana-academica-do-campus-iv\/#gallery-32802-1-slideshow\">Clique para exibir o slide.<\/a><\/p>\n<p>A quinta etapa do Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos, realizada pela Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB), por meio da Pr\u00f3-Reitoria de Cultura (Procult), ocorreu na \u00faltima quarta-feira (19), no Campus IV da Institui\u00e7\u00e3o, localizado em Catol\u00e9 do Rocha. Inserido na 4\u00aa Semana Acad\u00eamica, o evento foi festejado pela comunidade da UEPB e bastante prestigiado pela popula\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p>Uma plateia animada recebeu a comitiva da Procult no Campus VI. A programa\u00e7\u00e3o da manh\u00e3 come\u00e7ou com uma apresenta\u00e7\u00e3o cultural dos emboladores de coco Fredi Guimar\u00e3es e Can\u00e1rio do Imp\u00e9rio. Divertida, a exibi\u00e7\u00e3o trouxe motes que versavam sobre o pr\u00f3prio p\u00fablico fazendo-o interagir com os artistas, \u00e0 maneira da t\u00edpica improvisa\u00e7\u00e3o dos emboladores.<\/p>\n<p>A abertura oficial do Encontro se deu no Audit\u00f3rio e contou com a presen\u00e7a do diretor do Campus IV, Edivan Silva Nunes J\u00fanior, e do diretor adjunto, R\u00f4mulo C\u00e9sar Ara\u00fajo Lima, do pr\u00f3-reitor de Cultura, Jos\u00e9 Crist\u00f3v\u00e3o de Andrade, e do pr\u00f3-reitor adjunto de Cultura, Jos\u00e9 Benjamim Pereira Filho. Tamb\u00e9m estiveram na mesa de abertura a curadora da se\u00e7\u00e3o de Cordel do Museu de Arte Popular da Para\u00edba (MAPP), professora Joseilda de Sousa Diniz, o diretor do Grupo de Tradi\u00e7\u00f5es Populares Acau\u00e3 da Serra, professor Agnaldo Barbosa, o professor do Centro Art\u00edstico-Cultural (CAC) da UEPB, Erivelton da Cunha, a cantora Gitana Pimentel, e o mestre da sanfona de oito baixos Luizinho Calixto, tamb\u00e9m docente do CAC.<\/p>\n<p>Em sua fala, o pr\u00f3-reitor de Cultura apontou que, atrav\u00e9s do Encontro, a UEPB assume e reafirma sua posi\u00e7\u00e3o de vanguarda, mantendo-se sempre ao lado dos movimentos de resist\u00eancia, de transforma\u00e7\u00e3o social e de mudan\u00e7a, que habitualmente t\u00eam a arte como vetor principal. &#8220;Catol\u00e9 \u00e9 conhecida por ter um vi\u00e9s cultural muito forte e n\u00f3s reconhecemos e valorizamos isso. Nosso desejo \u00e9 contribuir para que as a\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter art\u00edstico sejam feitas permanentemente&#8221;, endossou Jos\u00e9 Crist\u00f3v\u00e3o de Andrade.<\/p>\n<p>Para ele, \u00e9 a cultura popular o marcador que define a identidade de um povo. &#8220;Por isso, a exalta\u00e7\u00e3o dela \u00e9 imprescind\u00edvel, mas, mais que isso, tamb\u00e9m \u00e9 a salvaguarda e difus\u00e3o desse patrim\u00f4nio que presenteia as gera\u00e7\u00f5es futuras com a nossa riqueza, esse grande painel cultural onde residem os nossos valores mais caros. \u00c9 por meio da cultura popular que nos reconhecemos&#8221;, finalizou.<\/p>\n<p>J\u00e1 o pr\u00f3-reitor adjunto come\u00e7ou a sua fala pedindo uma salva de palmas aos \u00edndios do Brasil. O professor Benjamim \u00e9 membro e um dos fundadores do N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas (NEAB-\u00cd) da UEPB. Tendo a data do Dia do \u00cdndio a ser comemorada no pr\u00f3ximo m\u00eas, o docente ressaltou a import\u00e2ncia da causa. &#8220;Como devemos aos \u00edndios nosso sangue, nosso jeito de ser, devemos aos sanfoneiros por terem preservado e propagado a nossa cultura. O sanfoneiro faz a melhor e maior festa junina, mas n\u00e3o recebe o merecido respeito, assim como s\u00e3o relegados os \u00edndios&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>O pr\u00f3-reitor adjunto tamb\u00e9m comentou a respeito da conversa que teve com o cantor e compositor Fl\u00e1vio Jos\u00e9, quando da execu\u00e7\u00e3o da quarta etapa do Encontro, em Monteiro (PB). &#8220;Ele felicitou a UEPB pela iniciativa, pela Institui\u00e7\u00e3o tratar os sanfoneiros com todo carinho e admira\u00e7\u00e3o. A UEPB \u00e9 popular e ser\u00e1 cada vez mais, n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que temos nossa vitoriosa escola de sanfona, que excede os 160 matriculados&#8221;, informou.<\/p>\n<p>O diretor do Campus IV saudou a todos os integrantes do Encontro, classificando-o como um empreendimento de grande porte e bem sucedido. &#8220;\u00c9 bonito ver a cultura se transmitindo, ganhando mais for\u00e7a, e a cidade de Catol\u00e9 certamente fica muito feliz por fazer parte da celebra\u00e7\u00e3o do talento desses artistas&#8221;, disse Edivan Silva Nunes J\u00fanior. J\u00e1 o diretor adjunto afirmou que apenas a arte \u00e9 capaz de fazer o mundo mudar. &#8220;Hoje vivemos uma sociedade do &#8216;n\u00e3o pensar&#8217; ou de simplesmente deixar que outros pensem por n\u00f3s e a cultura \u00e9 um ant\u00eddoto para isso porque nos abre olhos, nos sensibiliza ao que de fato tem relev\u00e2ncia&#8221;, ressaltou R\u00f4mulo C\u00e9sar Ara\u00fajo Lima.<\/p>\n<p><strong>A estrela do Encontro<\/strong><\/p>\n<p>Como n\u00e3o podia deixar de ser, a m\u00fasica foi a estrela maior na quinta etapa do Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos. Por todo o dia, no Campus IV e tamb\u00e9m no Mirante, que sediou o evento no per\u00edodo noturno, aconteceram apresenta\u00e7\u00f5es musicais com Fredi Guimar\u00e3es e Can\u00e1rio do Imp\u00e9rio, Gitana Pimentel, Erivan Ferreira, Luan Costa, do Grupo Maracagrande, e Erivelton da Cunha.<\/p>\n<p>Na programa\u00e7\u00e3o da noite, que teve \u00e0 frente como mestre de cerim\u00f4nia Alberto Alves, um dos destaques foi a aula espet\u00e1culo com Luizinho Calixto, desfiando hist\u00f3rias diversas a respeito da linhagem sanfoneira de sua fam\u00edlia e de viv\u00eancias com Luiz Gonzaga e Rosil Cavalcante, entre outros grandes nomes do meio art\u00edstico.<\/p>\n<p>\u200b\u200bOs sanfoneiros inscritos \u200bem Catol\u00e9 do Rocha \u200btamb\u00e9m se apresentaram por todo o dia com os m\u00fasicos da Procult, escolhendo can\u00e7\u00f5es de sua prefer\u00eancia e \u200bmostrando composi\u00e7\u00f5es autorais. \u200bEspecialmente no Mirante, a popula\u00e7\u00e3o da cidade compareceu em n\u00famero significativo, perfazendo um p\u00fablico animado e colorido, em que se uniram estudantes, professores e funcion\u00e1rios do Campus IV, aos admiradores do aut\u00eantico forr\u00f3 p\u00e9 de serra.<\/p>\n<p>U\u200bm dos participantes do roteiro cultural da noite \u200bfoi o poeta\u200b, radialista e advogado\u200b Hildebrando Diniz\u200b. &#8220;Fiz quest\u00e3o de participar do evento, \u00e9 preciso prestigiar a\u00e7\u00f5es desse tipo, porque infelizmente rareiam. A UEPB est\u00e1 de parab\u00e9ns por \u200bcriar esse projeto maravilhoso\u200b e estimulante aos artistas e tamb\u00e9m \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cultural nas cidades&#8221;, destacou. Hildebrando \u00e9 autor do livro &#8220;Pensando Al\u00e9m do \u00d3bvio&#8221; e planeja lan\u00e7ar ainda este ano outra obra.<\/p>\n<p>\u200bCada \u200binscrito na quinta etapa do evento\u200b\u200b recebeu um certificado de participa\u00e7\u00e3o e posteriormente estar\u00e1 na etapa final do Encontro, que ocorrer\u00e1 em maio\u200b,\u200b em Campina Grande, como uma forma de pr\u00e9via aos festejos do Maior S\u00e3o Jo\u00e3o do Mundo.<\/p>\n<p><strong>Reden\u00e7\u00e3o pela sanfona<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Seu&#8221; Assis Rosa, como \u00e9 conhecido o senhor Jos\u00e9 Rosa da Silva Filho, de 66 anos, come\u00e7ou a tocar sanfona na d\u00e9cada de 70. Oriundo de Areial (PB), ele conciliava 16 horas di\u00e1rias de trabalho no campo com o aprendizado do instrumento. Autodidata, Assis Rosa explicou que come\u00e7ou tocando \u201cde ouvido\u201d e aos poucos foi assimilando o b\u00e1sico da teoria musical.<\/p>\n<p>Uma das maiores frustra\u00e7\u00f5es na vida do artista \u00e9 que n\u00e3o teve a possibilidade de estudar e, sobretudo, de integrar uma universidade, que ele considera &#8220;o m\u00e1ximo&#8221;. &#8220;Se eu tivesse estudado seria professor, pois acho muito bonito quem l\u00ea, escreve bem, se expressa bem. Infelizmente, naquela \u00e9poca n\u00e3o existia essa facilidade que se tem hoje. Meu pai n\u00e3o me deixou estudar, dizia que o trabalho \u00e9 que era importante&#8221;, contou emocionado.<\/p>\n<p>O primeiro instrumento de Seu Assis foi uma gaita, recebida de presente aos 12 anos. Mais tarde, o av\u00f4 orientou a seu pai que comprasse uma sanfona para o menino, posto que ele tinha jeito para a coisa. &#8220;Mas era caro demais, s\u00f3 pude ter uma 5 anos depois, porque meu pai fez uma troca. Foi preciso uma vaca, um silo de milho e uma espingarda soca soca para que eu tivesse a minha primeira sanfona. Fui busc\u00e1-la muito alegre, sozinho, num cavalo. Como eu era bastante franzino e o instrumento pesado, a cada trote do cavalo parecia que ela ia cair e eu com muito medo do preju\u00edzo. Em um m\u00eas j\u00e1 sabia tocar&#8221;, destacou.<\/p>\n<p>Hoje aposentado, Seu Assis explica que tem uma vida relativamente confort\u00e1vel, pois nada falta a sua fam\u00edlia e a sanfona ajudou em muito para que tal se desse. &#8220;Espero ainda realizar um grande sonho, que \u00e9 adquirir a casa pr\u00f3pria. J\u00e1 me mudei 23 vezes, acredita?&#8221;, perguntou, sorrindo e arrumando, na cabe\u00e7a, um chap\u00e9u de couro lustroso, dado por um amigo e f\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Sanfona X Pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p>Francisco Ferreira da Silva, 77, o chamado &#8220;Bichinho do Acordeon&#8221;, \u00e9 oriundo do munic\u00edpio de Jo\u00e3o Dias (RN), a 15 quil\u00f4metros de Catol\u00e9 do Rocha. H\u00e1 35 anos \u00e9 artista da sanfona, mas conta que seguramente teria mais tempo e dedica\u00e7\u00e3o na profiss\u00e3o n\u00e3o fosse ter ingressado na carreira pol\u00edtica h\u00e1 alguns anos, fato que lamenta.<\/p>\n<p>De 1993 a 1997, o menino de fam\u00edlia pobre chegou a ser presidente da C\u00e2mara Municipal da cidade. &#8220;Deixei a sanfona de lado para entrar em um mundo que n\u00e3o conhecia, mas me arrependi. Foi uma li\u00e7\u00e3o porque fui vendo que aquele n\u00e3o era ambiente para mim. Vi muita corrup\u00e7\u00e3o, me decepcionei, e n\u00e3o quero mais conversa com pol\u00edtica. Voltei para onde n\u00e3o devia ter sa\u00eddo&#8221;, relatou.<\/p>\n<p>Dentre os pontos altos da carreira, Bichinho destacou uma apresenta\u00e7\u00e3o no Cassino do Chacrinha, na Rede Globo, e uma participa\u00e7\u00e3o na festa do Centen\u00e1rio de Luiz Gonzaga, sediada em Fortaleza (CE). &#8220;Tamb\u00e9m gravei um LP, pois tenho v\u00e1rias composi\u00e7\u00f5es de minha autoria. Mesmo com as dificuldades, eu me sinto realizado porque sei que meu trabalho \u00e9 reconhecido nas redondezas e n\u00e3o me faltam convites para me apresentar&#8221;, detalhou.<\/p>\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o diferente, problemas iguais<\/strong><\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Cassimiro da Silva Neto, o &#8220;Netinho do Acordeon&#8221;, 31, oriundo de Bel\u00e9m do Brejo do Cruz (PB), \u00e9 de uma gera\u00e7\u00e3o diferente em rela\u00e7\u00e3o a Assis Rosa e a Bichinho do Acordeon, mas concorda que mesmo sendo mais jovem que muitos de seus colegas que participaram do Encontro, algumas aspectos da profiss\u00e3o n\u00e3o mudaram. &#8220;Vivemos outra realidade, mas o of\u00edcio continua sendo pouco valorizado&#8221;, asseverou.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o consegue exclusivamente sobreviver por meio da sanfona, Netinho \u00e9 instrutor numa autoescola e tamb\u00e9m faz apresenta\u00e7\u00f5es de voz e viol\u00e3o em bares. &#8220;Procuro me adaptar, mas claro que seria um sonho, porque o que mais gosto mesmo \u00e9 de tocar sanfona&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>Sobre o denominado &#8220;forr\u00f3 de pl\u00e1stico&#8221;, Netinho explica que prefere seguir a trilha de Luiz Gonzaga e Luizinho Calixto. &#8220;\u00c9 o trabalho deles que me inspira e norteia. Gosto do que \u00e9 tradicional e procuro aprimorar meu repert\u00f3rio, diversific\u00e1-lo tamb\u00e9m, porque h\u00e1 gente atualmente fazendo m\u00fasica boa, mas ele n\u00e3o pode perder a qualidade&#8221;, finalizou.<\/p>\n<p><strong>Texto:<\/strong> Oziella Inoc\u00eancio<br \/>\n<strong>Fotos:<\/strong> Nat\u00e1lia de Oliveira Barros<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quinta etapa do Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos, realizada pela Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB), por meio da Pr&oacute;-Reitoria de Cultura (Procult), ocorreu na &uacute;ltima quarta-feira (19), no Campus IV da Institui&ccedil;&atilde;o, localizado em Catol&eacute; do Rocha. Inserido na 4&ordf; Semana Acad&ecirc;mica, o evento foi festejado pela comunidade da UEPB e <a href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/quinta-etapa-do-encontro-de-sanfoneiros-e-tocadores-de-oito-baixos-acontece-em-catole-do-rocha-na-semana-academica-do-campus-iv\/\">Leia Mais&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":26,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9,2,12,34],"tags":[],"class_list":["post-450","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ccha","category-noticias","category-noticias-destaque-img","category-procult"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7QIsS-7g","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/450","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/26"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=450"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/450\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=450"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=450"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=450"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}