{"id":31250,"date":"2017-08-16T13:27:15","date_gmt":"2017-08-16T13:27:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.uepb.edu.br\/?p=34539"},"modified":"2017-08-16T13:27:15","modified_gmt":"2017-08-16T13:27:15","slug":"trabalho-do-ceatox-ajuda-a-salvar-vidas-de-pessoas-atacadas-por-animais-peconhentos-e-vitimas-de-intoxicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/trabalho-do-ceatox-ajuda-a-salvar-vidas-de-pessoas-atacadas-por-animais-peconhentos-e-vitimas-de-intoxicacao\/","title":{"rendered":"Trabalho do Ceatox ajuda a salvar vidas de pessoas atacadas por animais pe\u00e7onhentos e v\u00edtimas de intoxica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/files\/2017\/08\/CEATOX-3-300x162.jpg\" width=\"300\" height=\"162\" alt=\"Trabalho do Ceatox ajuda a salvar vidas de pessoas atacadas por animais pe\u00e7onhentos e v\u00edtimas de intoxica\u00e7\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>O agricultor Geraldo Faustino, de 68 anos, estava na ro\u00e7a, no S\u00edtio Logradouro, zona rural de Campina Grande, quando foi picado por uma jararaca, cobra do g\u00eanero bothrops. O agricultor foi socorrido e levado direto para o Centro de Informa\u00e7\u00e3o e Assist\u00eancia Toxicol\u00f3gicas (Ceatox) da Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB), que funciona dentro do Hospital de Emerg\u00eancia e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. \u201cEu estava limpando mato e s\u00f3 senti a picada\u201d, disse o agricultor, sob olhares de tr\u00eas alunos plantonistas do programa.<\/p>\n<p>Ele recebeu toda a assist\u00eancia, a medica\u00e7\u00e3o adequada e est\u00e1 prestes a receber alta m\u00e9dica. Geraldo Faustino \u00e9 apenas um dos milhares de pacientes atendidos por ano pelo Ceatox. Criado h\u00e1 13 anos como projeto de extens\u00e3o do Departamento de Farm\u00e1cia da Universidade Estadual, o Ceatox \u00e9 refer\u00eancia na sa\u00fade na regi\u00e3o e atende anualmente mais de 2.500 pacientes de Campina Grande e dos 223 munic\u00edpios da Para\u00edba, al\u00e9m de Pernambuco e Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p>Desde que foi fundado, o Ceatox j\u00e1 atendeu mais de 32.500 pacientes v\u00edtimas de exposi\u00e7\u00f5es t\u00f3xicas em humanos provocadas por animais pe\u00e7onhentos e n\u00e3o pe\u00e7onhentos, medicamentos, agrot\u00f3xicos, drogas de abuso e domissanit\u00e1rios. E as estat\u00edsticas n\u00e3o param de subir, porque na esteira da expans\u00e3o do mercado farmac\u00eautico, o n\u00famero de pessoas intoxicadas por medicamentos e picadas de cobras e escorpi\u00f5es cresce a cada dia. Nessa \u00e9poca do ano, aumenta o n\u00famero de pessoas que s\u00e3o picadas por esses animais pe\u00e7onhentos. Tudo porque \u00e9 no per\u00edodo de inverno que os animais saem das tocas para se esquentar nas casas. De maio a julho, chegaram no Ceatox 58 casos de pessoas picadas por cobras e 469 por escorpi\u00f5es.<\/p>\n<p>O Ceatox faz parte de uma rede de centros criada pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Hoje essa rede \u00e9 formada por 35 centros espalhados por todo o Brasil, dos quais dois est\u00e3o na Para\u00edba (em Campina Grande, no Hospital de Emerg\u00eancia e Trauma, e em Jo\u00e3o Pessoa, no Hospital Laureano Wanderley). Em Campina, o Centro atende pessoas atacadas por animais pe\u00e7onhentos como serpentes, aranhas, escorpi\u00e3o, lagarta, entre outros, al\u00e9m de v\u00edtimas de intoxica\u00e7\u00e3o por produtos qu\u00edmicos, medicamentos, alimentos, domissanit\u00e1rios e agrot\u00f3xicos, entre outras subst\u00e2ncias qu\u00edmicas.<\/p>\n<p>Funciona com extensionistas do Programa de Bolsas de Extens\u00e3o da UEPB e com tr\u00eas farmac\u00eauticos, sendo um da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e dois da UEPB, Sayonara Lia Fook que coordena o servi\u00e7o, e N\u00edcia Stellita Da Cruz Soares, que \u00e9 chefe do Departamento de Farm\u00e1cia, al\u00e9m da m\u00e9dica Denise N\u00f3brega Pires, tamb\u00e9m do curso de Farm\u00e1cia da Institui\u00e7\u00e3o e que \u00e9 a coordenadora cl\u00ednica do Centro.<\/p>\n<p>O atendimento dos pacientes \u00e9 feito por toda uma equipe cl\u00ednica do hospital, formada por m\u00e9dicos e enfermeiros, sendo que o acompanhamento dos pacientes \u00e9 uma tarefa dos estudantes bolsistas dos cursos de Farm\u00e1cia, Enfermagem e Biologia. Antes, apenas estudantes de universidades p\u00fablicas como a UEPB e a UFCG, podiam concorrer ao processo seletivo para atuar no Centro, mas nos \u00faltimos meses esse servi\u00e7o foi aberto para estudantes de outras faculdades particulares, a exemplo da Maur\u00edcio de Nassau e Unifacisa.<\/p>\n<p>A sele\u00e7\u00e3o \u00e9 feita no meio do ano e chega a durar at\u00e9 tr\u00eas meses. Geralmente no m\u00eas de junho acontece um curso preparat\u00f3rio, no qual os estudantes passam uma semana dentro do Hospital de Trauma assistindo aulas pr\u00e1ticas com a equipe do Ceatox e vendo a realidade do ambiente hospitalar. \u201cEsse \u00e9 um requisito para fazer a prova escrita. Quem passar na prova come\u00e7a a fazer um treinamento, que \u00e9 o curso presencial\u201d explicou a coordenadora. O est\u00e1gio dura de seis meses a um ano. Atualmente, 20 estudantes bolsistas atuam como plantonistas do Ceatox, dos quais dez s\u00e3o da UEPB. Al\u00e9m disso, o programa conta com tr\u00eas enfermeiras mestrandas do Programa em Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade Estadual.<\/p>\n<p>Alusca Tha\u00eds de Sousa, por exemplo, \u00e9 aluna do 9\u00ba per\u00edodo da Faculdade Maur\u00edcio de Nassau e mestranda da UEPB. Para ela, trabalhar no Ceatox, dentro de uma estrutura hospitalar, tem sido uma experi\u00eancia gratificante, pois lhe permite colocar em pr\u00e1tica os ensinamentos de sala de aula. Valter In\u00e1cio de Lima e Anderson Melo tamb\u00e9m s\u00e3o estudantes de Farm\u00e1cia da Nassau e encontraram no Centro a oportunidade para praticar os conhecimentos cient\u00edficos. Os tr\u00eas visitam as enfermarias, acompanham os pacientes e ajudam na recupera\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p>O Ceatox funciona como unidade de atendimento assistencial e de vigil\u00e2ncia. Isso porque, ap\u00f3s assistir os pacientes, o Centro faz a notifica\u00e7\u00e3o do caso junto ao Sistema Nacional de Agrave de Notifica\u00e7\u00e3o (SINAN). Os pacientes assistidos pela equipe do Ceatox podem ficar internados ou apenas serem medicados e liberados em seguida, dependendo da gravidade do caso (leve, moderado ou grave). Nos casos graves, o paciente fica no hospital para tomar o soro, fazer os exames e ter todo o acompanhamento necess\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Picadas de escorpi\u00e3o e cobras lideram ocorr\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/files\/2017\/08\/CEATOX-4-300x162.jpg\" width=\"300\" height=\"162\" alt=\"Trabalho do Ceatox ajuda a salvar vidas de pessoas atacadas por animais pe\u00e7onhentos e v\u00edtimas de intoxica\u00e7\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>Embora os casos de picada de escorpi\u00f5es e de cobras aumentem no per\u00edodo o inverno, esse tipo de animal ataca o ano inteiro, conforme destacou Sayonara. Em m\u00e9dia, a equipe de Ceatox chega atender at\u00e9 tr\u00eas casos por dia. Por m\u00eas, esse n\u00famero pode extrapolar os 60 atendimentos. A maioria das pessoas atacadas por cobras \u00e9 de agricultores que trabalham na ro\u00e7a.<\/p>\n<p>Os casos de intoxica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m cresceram de forma assustadora, aumentando o trabalho da equipe. Em cinco anos, o n\u00famero de pessoas v\u00edtimas de intoxica\u00e7\u00e3o por medicamentos cresceu em 79,8% em Campina Grande. Em m\u00e9dia, 800 pessoas s\u00e3o atendidas por ano apresentando quadro de intoxica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que muitos podem pensar, nem sempre todos os casos de intoxica\u00e7\u00e3o atendidao no Ceatox s\u00e3o causados por acidentes ou exposi\u00e7\u00e3o de agricultores a produtos qu\u00edmicos. Nos \u00faltimos meses, cresceu significativamente a quantidade de pessoas que chegaram intoxicadas ao Centro ap\u00f3s tentativa de suic\u00eddio. Segundo Syonara, mais de 90% dos casos s\u00e3o tentativas de suic\u00eddio. A extensionista de Farm\u00e1cia, Alusca Tha\u00eds, revela que as maiores v\u00edtimas s\u00e3o mulheres, principalmente jovens entre 17 a 23 anos.<\/p>\n<p><strong>Cuidados para evitar acidentes com animais pe\u00e7onhentos<\/strong><\/p>\n<p>As dicas do Ceatox para as pessoas evitarem os acidentes com animais pe\u00e7onhentos variam de acordo com cada caso e tipo de animal. No caso dos escorpi\u00f5es, o segredo \u00e9 combater as baratas, principal alimento deles. A picada do escorpi\u00e3o pode levar a \u00f3bito como aconteceu com dois casos registrados em Campina Grande nos \u00faltimos 10 anos. Quem guarda entulho de constru\u00e7\u00e3o em casa ou material recicl\u00e1vel tamb\u00e9m tem mais chance de ser picado, al\u00e9m de pessoas que moram em casa sem laje no teto. Nesses casos, a dica \u00e9 observar sempre as telhas da casa e passar uma vassoura.<\/p>\n<p>Outra orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre para sempre que a pessoa for dormir verificar o travesseiro e o len\u00e7ol. Tamb\u00e9m \u00e9 aconselh\u00e1vel olhar os sapatos e a roupa que vai vestir, para ver se n\u00e3o tem um escorpi\u00e3o escondido. O maior cuidado, no entanto, \u00e9 manter a casa limpa. Segundo a professora, o escorpi\u00e3o gosta tanto do tempo frio como do calor e se adapta bem em qualquer clima.<\/p>\n<p>N\u00e3o sendo poss\u00edvel evitar a picada, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 para que n\u00e3o se aperte a \u00e1rea afetada, nem colocar gelo. O correto \u00e9 lavar o local com \u00e1gua e sab\u00e3o para evitar contamina\u00e7\u00e3o, elevar o membro e seguir imediatamente para o hospital. Se poss\u00edvel, os profissionais pedem que se leve tamb\u00e9m o animal que picou, vivo ou morto, pois fica mais f\u00e1cil para o m\u00e9dico fazer a identifica\u00e7\u00e3o e indicar o rem\u00e9dio para ser aplicado. Para as pessoas que t\u00eam quintal grande ou moram em s\u00edtios a dica \u00e9 criar galinhas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/files\/2017\/08\/CEATOX-1-300x162.jpg\" width=\"300\" height=\"162\" alt=\"Trabalho do Ceatox ajuda a salvar vidas de pessoas atacadas por animais pe\u00e7onhentos e v\u00edtimas de intoxica\u00e7\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>As pessoas atacadas por animais pe\u00e7onhentos n\u00e3o devem praticar nenhum tipo de \u201csimpatia\u201d, como colocar borra de caf\u00e9, alho ou fazer incis\u00f5es no membro, uma vez que para nenhuma dessas simpatias existe a comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Os animais pe\u00e7onhentos que chegam ao Ceatox s\u00e3o levados para Laborat\u00f3rio de Toxinas e Animais Pe\u00e7onhentos (Labtox), criado dentro da estrutura do Departamento de Farm\u00e1cia da UEPB e que funcionada no Hospital de Emerg\u00eancia e Trauma. Nesse laborat\u00f3rio, dois alunos extensionistas de Biologia fazem a identifica\u00e7\u00e3o do animal. O soro antiof\u00eddico e o soro anti escorpi\u00e3o s\u00e3o produzidos por quatro laborat\u00f3rios credenciados no Brasil: o Butantan, o Instituto de Pesquisa do Paran\u00e1, o Vital Brasil e o Ezequiel Dias. Toda a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 comprada pelo governo e distribu\u00edda com os Ceatox.<\/p>\n<p>O Ceatox tamb\u00e9m desaconselha a automedica\u00e7\u00e3o, que pode causar um quadro grave de intoxica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de mascarar sintomas de uma doen\u00e7a. Apesar da orienta\u00e7\u00e3o, este tipo de problema tem sido recorrente. As principais v\u00edtimas s\u00e3o mulheres que tomam algum tipo de ch\u00e1 para abortar. O uso de medicamentos \u00e9 a segunda maior causa de intoxica\u00e7\u00e3o verificada pelo Centro de Informa\u00e7\u00e3o e Assist\u00eancia Toxicol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>A professora Sayonara Lia Fook ressalta que a automedica\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 o grande problema nos casos de pacientes com intoxica\u00e7\u00e3o causada por plantas. Segundo ela, engana-se quem acredita que tratamentos com plantas n\u00e3o oferecem riscos por serem naturais. Segundo Sayonara, o risco n\u00e3o est\u00e1 somente no uso da planta medicinal, mas principalmente na quantidade que \u00e9 utilizada. \u201cOs medicamentos sempre causar\u00e3o rea\u00e7\u00f5es boas ou ruins no corpo. Por isso \u00e9 preciso uma regulagem das quantidades utilizadas. Por esta raz\u00e3o, para alguns casos s\u00e3o utilizados medicamentos de farm\u00e1cias de manipula\u00e7\u00e3o, para que o mesmo tenha os componentes na medida certa para cada caso\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O Ceatox \u2013 CG funciona em plant\u00f5es ininterruptos por 24 horas, em todos os dias do ano. \u201cO trip\u00e9 da Universidade &#8211; que \u00e9 o ensino, a pesquisa e a extens\u00e3o &#8211; funciona muito bem no Ceatox e, no ensino, n\u00f3s tamb\u00e9m temos um projeto junto com uma multinacional que tem como objetivo capacitar a aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica para atender as intoxica\u00e7\u00f5es e os acidentes por animais pe\u00e7onhentos\u201d, destaca professora Sayonara.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Texto:<\/strong> Severino Lopes<\/em><br \/>\n<em><strong>Fotos:<\/strong> Giuliana Rodrigues<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O agricultor Geraldo Faustino, de 68 anos, estava na ro&ccedil;a, no S&iacute;tio Logradouro, zona rural de Campina Grande, quando foi picado por uma jararaca, cobra do g&ecirc;nero bothrops. O agricultor foi socorrido e levado direto para o Centro de Informa&ccedil;&atilde;o e Assist&ecirc;ncia Toxicol&oacute;gicas (Ceatox) da Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB), que funciona dentro do Hospital <a href=\"http:\/\/www.uepb.edu.br\/trabalho-do-ceatox-da-uepb-ajuda-a-salvar-vidas-de-pessoas-atacadas-por-animais-peconhentos-e-vitimas-de-intoxicacao\/\">Leia Mais&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[8,5,13,14],"tags":[],"class_list":["post-31250","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ccbs","category-noticias","category-noticias-destaque-img","category-proex"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7WTD4-882","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31250","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31250"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31250\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31250"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31250"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/centros.uepb.edu.br\/ccbs\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31250"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}