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Centro de Ciências Biológicas e da Saúde

PROGRAD lança edital para seleção de estudantes no Programa de Educação Tutorial do curso de Farmácia

3 de março de 2017

A Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) lançou o edital para seleção de candidatos no Programa de Educação Tutorial (PET) do Curso de Farmácia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). O processo seletivo é destinado a estudantes que estão entre o 2º e 3º período do curso de Farmácia da Instituição. As inscrições acontecem no período de 6 a 20 de março através do endereço eletrônico  http://petfarmaciauepb.webnode.com.br.

Após a realização das inscrições online, o candidato deverá comparecer a sala do PET – Farmácia com os seguintes documentos: formulário de inscrição devidamente preenchido, termo de compromisso em que declara não ser aluno bolsista da UEPB ou de qualquer outra instituição, RG, CPF, comprovante de residência, uma foto 3×4 recente, comprovante de matrícula (RDM) e histórico escolar.

O processo seletivo será composto por prova escrita, entrevista e análise do Coeficiente de Rendimento Escolar (CRE). A lista dos candidatos classificados será publicada até o dia 30 de março, na Secretaria do curso de Farmácia, no endereço eletrônico http://petfarmaciauepb.webnode.com.br e no site oficial da UEPB. Confira o edital completo clicando aqui.

Texto: Marcos Morais e Adriana Ferreira (Estagiários)

 

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Atendimentos na área de Saúde são prejudicados pela greve na Universidade Estadual da Paraíba

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Decretada há mais de dois meses, a greve dos servidores técnicos administrativos e professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) tem gerado um grande prejuízo social para a população que depende dos serviços de Saúde ofertados gratuitamente pelas Clínicas Escolas da Instituição. Muitos pacientes que dependem das clínicas, por não possuírem condições de pagar por um tratamento particular, têm voltado para casa sem atendimento, o que pode comprometer o próprio tratamento de saúde que vinham recebendo.

Com estágio obrigatório para estudantes, as Clínicas Escolas de Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Odontologia oferecem atendimentos gratuitos a população, mas desde que os técnicos e docentes entraram em greve as clínicas reduziram o atendimento ao público e os transtornos para quem mais precisa são visíveis, conforme reclamam os próprios pacientes.

A Clínica Escola de Fisioterapia, por exemplo, em funcionamento, atende em média 100 pessoas por dia. Com a greve, esse número despencou em 80%. De acordo com a coordenadora da Clínica, professora Lourdinha Oliveira, apenas os casos mais críticos continuam recebendo atendimento normalmente, como são os casos de pacientes com microcefalia. Segundo ela, a clínica está operando com apenas 30% de sua capacidade, conforme determina a lei, e grande parte dos serviços estão sendo realizados por estudantes e professores que desenvolvem projetos e pesquisas de extensão.

Apenas dois projetos de extensão continuam em funcionamento, uma vez visto que não podiam parar as atividades sob o risco de gerar transtornos irreversíveis aos pacientes. Continuam em atividade o projeto que trata de pacientes com microcefalia e o projeto Disfunção Têmporo Mandibular. “Acordamos que aquelas situações bem críticas, que com a falta das atividades de fisioterapia poderiam causar um transtorno maior, quem sabe até o óbito em situações extremas, iriamos continuar atendendo”, observou a coordenadora.

A dona de casa Alessandra Sousa Amorim conseguiu uma vaga na Clínica para o seu filho que tem microcefalia no final do ano passado. Desde que iniciou o tratamento, ela notou a evolução na saúde do filho devido a eficiência do serviço e ela teme que, caso a greve seja prolongada por muito tempo, o acompanhamento do filho seja prejudicado. “O tratamento está ajudando muito no desenvolvimento dele. Se parar o atendimento, vai parar o desenvolvimento dele também. Fica complicado para a gente que é mãe e quer ver a evolução do filho”, observou.

A greve também afetou os serviços realizados pelas Cínicas de Odontologia, que estão funcionando apenas com 30% dos servidores. Por causa da greve, só estão sendo atendidos pacientes que dependem das clínicas que realizam os chamados serviços essenciais, cujos tratamentos não podem ser interrompidos. É o caso da clínica que realiza tratamento a lazer em pacientes oncológicos encaminhados pelo Hospital da FAP e que passam por quimioterapia ou radioterapia. Também estão funcionando o Laboratório de Biossegurança que trabalha com o serviço de histopatologia, entre outros serviços que são referências e não podem parar.

Em compensação o atendimento nas chamadas clínicas integradas está totalmente suspenso por causa da greve. “Optamos em manter funcionando os serviços essenciais que são referências e não podem parar. Nas clínicas integradas o atendimento está suspenso”, destacou a chefe de Departamento de Odontologia, professora Nadja Oliveira.

Quando está em pleno funcionamento, a Clínica de Odontologia da UEPB chega a atender mais de 250 pessoas por mês e 2.500 por ano. Referência na oferta de serviços em tratamento bucal, a clínica realiza restaurações, serviços de endodontia (tratamento de canal), periodontia (raspagem), cirurgia, ortodontia, dentística e prótese, sendo este um dos mais procurados. Além disso, são realizados atendimentos em odontopediatria, voltado para crianças, e radiologia, reconhecido como um setor de referência em Campina Grande.

Inevitavelmente, a greve também está causando transtornos aos pacientes assistidos pela Clínica de Psicologia, que oferece a comunidade o serviço de plantão de escuta psicológica, orientação vocacional e também grupos terapêuticos. Devido a interrupção das aulas e paralisação dos técnicos, o atendimento praticamente foi interrompido e apenas um servidor técnico administrativo continua trabalhando para garantir o funcionamento mínimo da unidade.

A coordenadora da clínica, professora Carla Brandão, explica que a greve tornou inviável a realização dos serviços, visto que muitos estagiários que moram fora retornaram para as suas cidades de origem. “O atendimento realizado pelos estagiários foi suspenso, porque nós também pensamos na segurança de todos”, observou a professora. Ela conta que o único técnico que continua atendendo vem a Clínica de acordo com a demanda.

Os prejuízos sociais a população são irreparáveis. Os onze consultórios disponíveis no 1º andar do Prédio de Psicologia, realizam em média, mais de 500 atendimentos mensais. Somente com os atendimentos de psicoterapia individual, o número de consultas mensais ultrapassa os 250. Já os atendimentos de triagem e escuta somam mais de 300. Os pacientes tanto podem ser encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como podem procurar diretamente a Clínica Escola, preenchendo cadastro na Secretaria do setor.

Além desses serviços, os estagiários da Clínica também realizam serviços externos, nos hospitais, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), no Instituto dos Cegos, escolas e empresas. A professora Carla Brandão ressaltou que a permanência ou interrupção desses serviços externos ficou a critério dos supervisores. Muitos optaram em continuar com o tratamento para não causar danos aos pacientes.

Na Clínica de Enfermagem, que também funciona no CCBS, o atendimento também sofreu mudanças por causa da paralisação. Responsável pelo agendamento de consultas médicas ginecológicas, pediátricas e endócrino pediátricas com médicos credenciados, o setor praticamente está parado. A enfermeira Débora Leitão Madureira Araújo revela que, mesmo com a greve, a clínica vem abrindo as sus portas mas faltam pacientes para ser atendidos. “Sem estudantes e professores na Universidade, as pessoas não procuram a clínica”, frisa.

Quando está em plena atividade, a clínica que funciona como Enfermaria Escola para os alunos da graduação em Enfermagem, realiza em média 500 atendimentos dentro das especialidades de Endocrinologia, Ginecologia, Obstetrícia, Clínica, Pediatria e Imunologia. No que se refere às áreas da Enfermagem, a CCE atua no campo de Promoção da Saúde, Saúde Coletiva, Saúde da Mulher, Saúde da Criança e Imunologia.

Tânia Nascimento Tavares é responsável pela digitalização dos procedimentos realizados por todas as clínicas junto ao Serviço Único de Saúde (SUS). Ela conta que depois que os professores e técnicos entraram em greve essa atividade praticamente foi suspensa. O Laboratório de Análises Clínicas (LAC) também suspendeu a realização dos exames a população durante o período de greve.

A diretora do CCBS, professora Alessandra Teixeira, ressaltou que a greve realmente tem refletido em prejuízos a população. Conforme explicou, as Clínicas têm respeitado os 30% de manutenção dos serviços exigido por Lei e os casos essenciais não sofreram interrupção. Ela destacou o direito legítimo da greve dos técnicos e docentes, mas também observou que, inevitavelmente, qualquer paralisação se reflete na população que precisa dos serviços públicos das instituições.

 

 

Texto: Severino Lopes
Foto: Tatiana Brandão

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Com estágio obrigatório para estudantes, as Clínicas Escolas de Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Odontologia oferecem atendimentos gratuitos a população, mas desde que os técnicos e docentes entraram em greve as clínicas reduziram o atendimento ao público e os transtornos para quem mais precisa são visíveis, conforme reclamam os próprios pacientes.

A Clínica Escola de Fisioterapia, por exemplo, em funcionamento, atende em média 100 pessoas por dia. Com a greve, esse número despencou em 80%. De acordo com a coordenadora da Clínica, professora Lourdinha Oliveira, apenas os casos mais críticos continuam recebendo atendimento normalmente, como são os casos de pacientes com microcefalia. Segundo ela, a clínica está operando com apenas 30% de sua capacidade, conforme determina a lei, e grande parte dos serviços estão sendo realizados por estudantes e professores que desenvolvem projetos e pesquisas de extensão.

Apenas dois projetos de extensão continuam em funcionamento, uma vez visto que não podiam parar as atividades sob o risco de gerar transtornos irreversíveis aos pacientes. Continuam em atividade o projeto que trata de pacientes com microcefalia e o projeto Disfunção Têmporo Mandibular. “Acordamos que aquelas situações bem críticas, que com a falta das atividades de fisioterapia poderiam causar um transtorno maior, quem sabe até o óbito em situações extremas, iriamos continuar atendendo”, observou a coordenadora.

A dona de casa Alessandra Sousa Amorim conseguiu uma vaga na Clínica para o seu filho que tem microcefalia no final do ano passado. Desde que iniciou o tratamento, ela notou a evolução na saúde do filho devido a eficiência do serviço e ela teme que, caso a greve seja prolongada por muito tempo, o acompanhamento do filho seja prejudicado. “O tratamento está ajudando muito no desenvolvimento dele. Se parar o atendimento, vai parar o desenvolvimento dele também. Fica complicado para a gente que é mãe e quer ver a evolução do filho”, observou.

A greve também afetou os serviços realizados pelas Cínicas de Odontologia, que estão funcionando apenas com 30% dos servidores. Por causa da greve, só estão sendo atendidos pacientes que dependem das clínicas que realizam os chamados serviços essenciais, cujos tratamentos não podem ser interrompidos. É o caso da clínica que realiza tratamento a lazer em pacientes oncológicos encaminhados pelo Hospital da FAP e que passam por quimioterapia ou radioterapia. Também estão funcionando o Laboratório de Biossegurança que trabalha com o serviço de histopatologia, entre outros serviços que são referências e não podem parar.

Em compensação o atendimento nas chamadas clínicas integradas está totalmente suspenso por causa da greve. “Optamos em manter funcionando os serviços essenciais que são referências e não podem parar. Nas clínicas integradas o atendimento está suspenso”, destacou a chefe de Departamento de Odontologia, professora Nadja Oliveira.

Quando está em pleno funcionamento, a Clínica de Odontologia da UEPB chega a atender mais de 250 pessoas por mês e 2.500 por ano. Referência na oferta de serviços em tratamento bucal, a clínica realiza restaurações, serviços de endodontia (tratamento de canal), periodontia (raspagem), cirurgia, ortodontia, dentística e prótese, sendo este um dos mais procurados. Além disso, são realizados atendimentos em odontopediatria, voltado para crianças, e radiologia, reconhecido como um setor de referência em Campina Grande.

Inevitavelmente, a greve também está causando transtornos aos pacientes assistidos pela Clínica de Psicologia, que oferece a comunidade o serviço de plantão de escuta psicológica, orientação vocacional e também grupos terapêuticos. Devido a interrupção das aulas e paralisação dos técnicos, o atendimento praticamente foi interrompido e apenas um servidor técnico administrativo continua trabalhando para garantir o funcionamento mínimo da unidade.

A coordenadora da clínica, professora Carla Brandão, explica que a greve tornou inviável a realização dos serviços, visto que muitos estagiários que moram fora retornaram para as suas cidades de origem. “O atendimento realizado pelos estagiários foi suspenso, porque nós também pensamos na segurança de todos”, observou a professora. Ela conta que o único técnico que continua atendendo vem a Clínica de acordo com a demanda.

Os prejuízos sociais a população são irreparáveis. Os onze consultórios disponíveis no 1º andar do Prédio de Psicologia, realizam em média, mais de 500 atendimentos mensais. Somente com os atendimentos de psicoterapia individual, o número de consultas mensais ultrapassa os 250. Já os atendimentos de triagem e escuta somam mais de 300. Os pacientes tanto podem ser encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como podem procurar diretamente a Clínica Escola, preenchendo cadastro na Secretaria do setor.

Além desses serviços, os estagiários da Clínica também realizam serviços externos, nos hospitais, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), no Instituto dos Cegos, escolas e empresas. A professora Carla Brandão ressaltou que a permanência ou interrupção desses serviços externos ficou a critério dos supervisores. Muitos optaram em continuar com o tratamento para não causar danos aos pacientes.

Na Clínica de Enfermagem, que também funciona no CCBS, o atendimento também sofreu mudanças por causa da paralisação. Responsável pelo agendamento de consultas médicas ginecológicas, pediátricas e endócrino pediátricas com médicos credenciados, o setor praticamente está parado. A enfermeira Débora Leitão Madureira Araújo revela que, mesmo com a greve, a clínica vem abrindo as sus portas mas faltam pacientes para ser atendidos. “Sem estudantes e professores na Universidade, as pessoas não procuram a clínica”, frisa.

Quando está em plena atividade, a clínica que funciona como Enfermaria Escola para os alunos da graduação em Enfermagem, realiza em média 500 atendimentos dentro das especialidades de Endocrinologia, Ginecologia, Obstetrícia, Clínica, Pediatria e Imunologia. No que se refere às áreas da Enfermagem, a CCE atua no campo de Promoção da Saúde, Saúde Coletiva, Saúde da Mulher, Saúde da Criança e Imunologia.

Tânia Nascimento Tavares é responsável pela digitalização dos procedimentos realizados por todas as clínicas junto ao Serviço Único de Saúde (SUS). Ela conta que depois que os professores e técnicos entraram em greve essa atividade praticamente foi suspensa. O Laboratório de Análises Clínicas (LAC) também suspendeu a realização dos exames a população durante o período de greve.

A diretora do CCBS, professora Alessandra Teixeira, ressaltou que a greve realmente tem refletido em prejuízos a população. Conforme explicou, as Clínicas têm respeitado os 30% de manutenção dos serviços exigido por Lei e os casos essenciais não sofreram interrupção. Ela destacou o direito legítimo da greve dos técnicos e docentes, mas também observou que, inevitavelmente, qualquer paralisação se reflete na população que precisa dos serviços públicos das instituições.

 

 

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Atendimentos na área de Saúde são prejudicados pela greve na Universidade Estadual da Paraíba

Decretada há mais de dois meses, a greve dos servidores técnicos administrativos e professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) tem gerado um grande prejuízo social para a população que depende dos serviços de Saúde ofertados gratuitamente pelas Clínicas Escolas da Instituição. Muitos pacientes que dependem das clínicas, por não possuírem condições de pagar por um tratamento particular, têm voltado para casa sem atendimento, o que pode comprometer o próprio tratamento de saúde que vinham recebendo.

Com estágio obrigatório para estudantes, as Clínicas Escolas de Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Odontologia oferecem atendimentos gratuitos a população, mas desde que os técnicos e docentes entraram em greve as clínicas reduziram o atendimento ao público e os transtornos para quem mais precisa são visíveis, conforme reclamam os próprios pacientes.

A Clínica Escola de Fisioterapia, por exemplo, em funcionamento, atende em média 100 pessoas por dia. Com a greve, esse número despencou em 80%. De acordo com a coordenadora da Clínica, professora Lourdinha Oliveira, apenas os casos mais críticos continuam recebendo atendimento normalmente, como são os casos de pacientes com microcefalia. Segundo ela, a clínica está operando com apenas 30% de sua capacidade, conforme determina a lei, e grande parte dos serviços estão sendo realizados por estudantes e professores que desenvolvem projetos e pesquisas de extensão.

Apenas dois projetos de extensão continuam em funcionamento, uma vez visto que não podiam parar as atividades sob o risco de gerar transtornos irreversíveis aos pacientes. Continuam em atividade o projeto que trata de pacientes com microcefalia e o projeto Disfunção Têmporo Mandibular. “Acordamos que aquelas situações bem críticas, que com a falta das atividades de fisioterapia poderiam causar um transtorno maior, quem sabe até o óbito em situações extremas, iriamos continuar atendendo”, observou a coordenadora.

A dona de casa Alessandra Sousa Amorim conseguiu uma vaga na Clínica para o seu filho que tem microcefalia no final do ano passado. Desde que iniciou o tratamento, ela notou a evolução na saúde do filho devido a eficiência do serviço e ela teme que, caso a greve seja prolongada por muito tempo, o acompanhamento do filho seja prejudicado. “O tratamento está ajudando muito no desenvolvimento dele. Se parar o atendimento, vai parar o desenvolvimento dele também. Fica complicado para a gente que é mãe e quer ver a evolução do filho”, observou.

A greve também afetou os serviços realizados pelas Cínicas de Odontologia, que estão funcionando apenas com 30% dos servidores. Por causa da greve, só estão sendo atendidos pacientes que dependem das clínicas que realizam os chamados serviços essenciais, cujos tratamentos não podem ser interrompidos. É o caso da clínica que realiza tratamento a lazer em pacientes oncológicos encaminhados pelo Hospital da FAP e que passam por quimioterapia ou radioterapia. Também estão funcionando o Laboratório de Biossegurança que trabalha com o serviço de histopatologia, entre outros serviços que são referências e não podem parar.

Em compensação o atendimento nas chamadas clínicas integradas está totalmente suspenso por causa da greve. “Optamos em manter funcionando os serviços essenciais que são referências e não podem parar. Nas clínicas integradas o atendimento está suspenso”, destacou a chefe de Departamento de Odontologia, professora Nadja Oliveira.

Quando está em pleno funcionamento, a Clínica de Odontologia da UEPB chega a atender mais de 250 pessoas por mês e 2.500 por ano. Referência na oferta de serviços em tratamento bucal, a clínica realiza restaurações, serviços de endodontia (tratamento de canal), periodontia (raspagem), cirurgia, ortodontia, dentística e prótese, sendo este um dos mais procurados. Além disso, são realizados atendimentos em odontopediatria, voltado para crianças, e radiologia, reconhecido como um setor de referência em Campina Grande.

Inevitavelmente, a greve também está causando transtornos aos pacientes assistidos pela Clínica de Psicologia, que oferece a comunidade o serviço de plantão de escuta psicológica, orientação vocacional e também grupos terapêuticos. Devido a interrupção das aulas e paralisação dos técnicos, o atendimento praticamente foi interrompido e apenas um servidor técnico administrativo continua trabalhando para garantir o funcionamento mínimo da unidade.

A coordenadora da clínica, professora Carla Brandão, explica que a greve tornou inviável a realização dos serviços, visto que muitos estagiários que moram fora retornaram para as suas cidades de origem. “O atendimento realizado pelos estagiários foi suspenso, porque nós também pensamos na segurança de todos”, observou a professora. Ela conta que o único técnico que continua atendendo vem a Clínica de acordo com a demanda.

Os prejuízos sociais a população são irreparáveis. Os onze consultórios disponíveis no 1º andar do Prédio de Psicologia, realizam em média, mais de 500 atendimentos mensais. Somente com os atendimentos de psicoterapia individual, o número de consultas mensais ultrapassa os 250. Já os atendimentos de triagem e escuta somam mais de 300. Os pacientes tanto podem ser encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como podem procurar diretamente a Clínica Escola, preenchendo cadastro na Secretaria do setor.

Além desses serviços, os estagiários da Clínica também realizam serviços externos, nos hospitais, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), no Instituto dos Cegos, escolas e empresas. A professora Carla Brandão ressaltou que a permanência ou interrupção desses serviços externos ficou a critério dos supervisores. Muitos optaram em continuar com o tratamento para não causar danos aos pacientes.

Na Clínica de Enfermagem, que também funciona no CCBS, o atendimento também sofreu mudanças por causa da paralisação. Responsável pelo agendamento de consultas médicas ginecológicas, pediátricas e endócrino pediátricas com médicos credenciados, o setor praticamente está parado. A enfermeira Débora Leitão Madureira Araújo revela que, mesmo com a greve, a clínica vem abrindo as sus portas mas faltam pacientes para ser atendidos. “Sem estudantes e professores na Universidade, as pessoas não procuram a clínica”, frisa.

Quando está em plena atividade, a clínica que funciona como Enfermaria Escola para os alunos da graduação em Enfermagem, realiza em média 500 atendimentos dentro das especialidades de Endocrinologia, Ginecologia, Obstetrícia, Clínica, Pediatria e Imunologia. No que se refere às áreas da Enfermagem, a CCE atua no campo de Promoção da Saúde, Saúde Coletiva, Saúde da Mulher, Saúde da Criança e Imunologia.

Tânia Nascimento Tavares é responsável pela digitalização dos procedimentos realizados por todas as clínicas junto ao Serviço Único de Saúde (SUS). Ela conta que depois que os professores e técnicos entraram em greve essa atividade praticamente foi suspensa. O Laboratório de Análises Clínicas (LAC) também suspendeu a realização dos exames a população durante o período de greve.

A diretora do CCBS, professora Alessandra Teixeira, ressaltou que a greve realmente tem refletido em prejuízos a população. Conforme explicou, as Clínicas têm respeitado os 30% de manutenção dos serviços exigido por Lei e os casos essenciais não sofreram interrupção. Ela destacou o direito legítimo da greve dos técnicos e docentes, mas também observou que, inevitavelmente, qualquer paralisação se reflete na população que precisa dos serviços públicos das instituições.

 

 

Texto: Severino Lopes
Foto: Tatiana Brandão

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Equipe do Nutes da UEPB visita Faculdade São Francisco de Barreiras e fortalece convênio institucional

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Pesquisadores do Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) visitaram a Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), no interior da Bahia, para fortalecer ainda mais o convênio que a Universidade Estadual tem firmado com a instituição de ensino baiana. Os professores Misael Morais, coordenador do Nutes, e Paulo Barbosa ficaram em Barreiras entre os últimos dias 19 e 22 de junho para debater quais projetos podem ser desenvolvidos em conjunto entre as instituições.

Durante seminário de pesquisa, realizado no dia 21, Misael Morais apresentou a trajetória, estrutura e os projetos desenvolvidos pelo Núcleo. “Montamos toda a estrutura do Nutes com verbas que levantamos nos órgãos de fomento. Não foi fácil, mas conseguimos construir e implantar os laboratórios”, contou. Na oportunidade, ele também discorreu sobre temas como a política de ciência e tecnologia brasileira, panorama da produção de software e equipamentos biomédicos no mundo, saúde na agenda da política nacional, dentre outros.

Em seguida, Paulo Barbosa apresentou o perfil do programa do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde da UEPB, as disciplinas, etapas, corpo docente e os trabalhos apresentados. Na palestra ele ofereceu uma visão geral sobre os caminhos a serem seguidos pelos professores para avançar no processo de especialização: “A área de tecnologia é bem diversa, assim como a área de saúde. Como os estudos avançam a cada dia, o profissional deve tentar acompanhar. A qualificação é o grande diferencial no meio acadêmico e no mercado”, disse.

A agenda dos professores da UEPB ainda teve na terça-feira (20) pela manhã uma reunião com coordenadores e dirigentes, além de visita às instalações da FASB. No período da noite, Paulo Barbosa ministrou a palestra “Sistemas sócio-críticos fortemente regulados: algumas visões sobre a área de saúde”, no encontro com os alunos do curso de Gestão da Tecnologia da Informação.

O convênio entre UEPB e FASB permite estudos e projetos acadêmico-pedagógicos, projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação; programas de pós-graduação, formação continuada e capacitação de recursos humanos, produção e publicação de estudos e pesquisas e serviços de apoio, consultoria e assessoria técnico-científica.

A faculdade baiana possui cursos na área de saúde, entre os quais os de Medicina e Biomedicina, e nesta perspectiva o Nutes pode contribuir, entre outros pontos, com a formação dos alunos e dos egressos da instituição de ensino superior. A UEPB e a FASB já desenvolvem conjuntamente projetos que envolvem o Mestrado em Formação de Professores, com a realização de orientações de dissertações, além de realização de eventos que tenham como educação, trabalho e humanização.

 

Texto e fotos: Leonardo Alves

[post_excerpt] => Pesquisadores do Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) visitaram a Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), no interior da Bahia, para fortalecer ainda mais o convênio que a Universidade Estadual tem firmado com a instituição de ensino baiana. Os professores Misael Morais, coordenador do Nutes, e Paulo Barbosa Leia Mais... [post_date_gmt] => 2017-06-26 20:49:39 [post_date] => 2017-06-26 20:49:39 [post_modified_gmt] => 2017-06-26 20:49:39 [post_modified] => 2017-06-26 20:49:39 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=33664 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => c6c02acf0c89940511138cb3522da7d5 [1] => ec8d4f00e3b14ca0b07cd486a3b737f9 ) ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 5 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional )

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Pesquisadores do Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) visitaram a Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), no interior da Bahia, para fortalecer ainda mais o convênio que a Universidade Estadual tem firmado com a instituição de ensino baiana. Os professores Misael Morais, coordenador do Nutes, e Paulo Barbosa ficaram em Barreiras entre os últimos dias 19 e 22 de junho para debater quais projetos podem ser desenvolvidos em conjunto entre as instituições.

Durante seminário de pesquisa, realizado no dia 21, Misael Morais apresentou a trajetória, estrutura e os projetos desenvolvidos pelo Núcleo. “Montamos toda a estrutura do Nutes com verbas que levantamos nos órgãos de fomento. Não foi fácil, mas conseguimos construir e implantar os laboratórios”, contou. Na oportunidade, ele também discorreu sobre temas como a política de ciência e tecnologia brasileira, panorama da produção de software e equipamentos biomédicos no mundo, saúde na agenda da política nacional, dentre outros.

Em seguida, Paulo Barbosa apresentou o perfil do programa do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde da UEPB, as disciplinas, etapas, corpo docente e os trabalhos apresentados. Na palestra ele ofereceu uma visão geral sobre os caminhos a serem seguidos pelos professores para avançar no processo de especialização: “A área de tecnologia é bem diversa, assim como a área de saúde. Como os estudos avançam a cada dia, o profissional deve tentar acompanhar. A qualificação é o grande diferencial no meio acadêmico e no mercado”, disse.

A agenda dos professores da UEPB ainda teve na terça-feira (20) pela manhã uma reunião com coordenadores e dirigentes, além de visita às instalações da FASB. No período da noite, Paulo Barbosa ministrou a palestra “Sistemas sócio-críticos fortemente regulados: algumas visões sobre a área de saúde”, no encontro com os alunos do curso de Gestão da Tecnologia da Informação.

O convênio entre UEPB e FASB permite estudos e projetos acadêmico-pedagógicos, projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação; programas de pós-graduação, formação continuada e capacitação de recursos humanos, produção e publicação de estudos e pesquisas e serviços de apoio, consultoria e assessoria técnico-científica.

A faculdade baiana possui cursos na área de saúde, entre os quais os de Medicina e Biomedicina, e nesta perspectiva o Nutes pode contribuir, entre outros pontos, com a formação dos alunos e dos egressos da instituição de ensino superior. A UEPB e a FASB já desenvolvem conjuntamente projetos que envolvem o Mestrado em Formação de Professores, com a realização de orientações de dissertações, além de realização de eventos que tenham como educação, trabalho e humanização.

 

Texto e fotos: Leonardo Alves

[post_excerpt] => Pesquisadores do Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) visitaram a Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), no interior da Bahia, para fortalecer ainda mais o convênio que a Universidade Estadual tem firmado com a instituição de ensino baiana. Os professores Misael Morais, coordenador do Nutes, e Paulo Barbosa Leia Mais... [post_date_gmt] => 2017-06-26 20:49:39 [post_date] => 2017-06-26 20:49:39 [post_modified_gmt] => 2017-06-26 20:49:39 [post_modified] => 2017-06-26 20:49:39 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=33664 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => c6c02acf0c89940511138cb3522da7d5 [1] => ec8d4f00e3b14ca0b07cd486a3b737f9 ) [faf_process_image] => ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 5 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => equipe-do-nutes-da-uepb-visita-faculdade-sao-francisco-de-barreiras-e-fortalece-convenio-institucional )

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Equipe de estudantes dos cursos de Computação e Direito é finalista do 3º HackFest Contra a Corrupção

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Cinco estudantes do curso de Ciências da Computação e um de Direito da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) formam a equipe que é uma das dez finalistas da 3ª edição do HackFest Contra a Corrupção, evento promovido pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). A competição foi realizada entre sexta-feira (9) e domingo (11), no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, e contou com a participação de jovens estudantes de várias universidades paraibanas.

Ao todo, a UEPB foi representada por dois times, mas apenas a equipe PaCIENTE foi classificada para a grande final que será realizada no próximo dia 18 de agosto. Os estudantes Amanda Guedes, Manuella Dantas, Rubem Ribeiro, Yasser Nascimento, Marcelo Trajano, Fábio Dantas e Leonardo Câmara desenvolveram um aplicativo voltado para relatar a qualidade dos serviços nos postos de saúde, em particular a atividade dos médicos, infraestrutura, procedimentos e tempo de espera em fila, entre outros quesitos relevantes à avaliação do serviço de Saúde.

De acordo com o professor Paulo Eduardo Barbosa, coordenador das equipes participantes do evento, esta foi a primeira vez que a UEPB conseguiu montar equipes para participar do concurso. Ele explicou que esta primeira fase foi voltada à montagem do aplicativo e apresentação da proposta. Com a classificação para a final da disputa, os alunos terão que finalizar o projeto para entregarem as aplicações tecnológicas já finalizadas. “Foi uma longa maratona onde esses alunos se superaram bastante. O nível de competitividade é alto e essa participação mostra como está sendo importante o trabalho feito na UEPB”, destacou.

Todos os alunos da UEPB que participaram do HackFest Contra a Corrupção são integrantes de projetos e programas que são desenvolvidos no Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba. Nessas atividades os alunos desenvolvem sistemas, aplicativos e outras ferramentas digitais que auxiliam na expansão de várias tarefas, seja na esfera acadêmica ou não. O aplicativo desenvolvido pela equipe PaCIENTE entra agora em sua fase de conclusão para ser apresentado no dia da final do concurso.

O 3º HackFest distribuirá R$ 60 mil em premiação, além de promover o financiamento para desenvolver o aplicativo vencedor. A solenidade de entrega dos prêmios ocorrerá no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Todos os aplicativos vencedores estarão à disposição da sociedade no site www.eufiscal.org.

 

 

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

 

 

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Ao todo, a UEPB foi representada por dois times, mas apenas a equipe PaCIENTE foi classificada para a grande final que será realizada no próximo dia 18 de agosto. Os estudantes Amanda Guedes, Manuella Dantas, Rubem Ribeiro, Yasser Nascimento, Marcelo Trajano, Fábio Dantas e Leonardo Câmara desenvolveram um aplicativo voltado para relatar a qualidade dos serviços nos postos de saúde, em particular a atividade dos médicos, infraestrutura, procedimentos e tempo de espera em fila, entre outros quesitos relevantes à avaliação do serviço de Saúde.

De acordo com o professor Paulo Eduardo Barbosa, coordenador das equipes participantes do evento, esta foi a primeira vez que a UEPB conseguiu montar equipes para participar do concurso. Ele explicou que esta primeira fase foi voltada à montagem do aplicativo e apresentação da proposta. Com a classificação para a final da disputa, os alunos terão que finalizar o projeto para entregarem as aplicações tecnológicas já finalizadas. “Foi uma longa maratona onde esses alunos se superaram bastante. O nível de competitividade é alto e essa participação mostra como está sendo importante o trabalho feito na UEPB”, destacou.

Todos os alunos da UEPB que participaram do HackFest Contra a Corrupção são integrantes de projetos e programas que são desenvolvidos no Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba. Nessas atividades os alunos desenvolvem sistemas, aplicativos e outras ferramentas digitais que auxiliam na expansão de várias tarefas, seja na esfera acadêmica ou não. O aplicativo desenvolvido pela equipe PaCIENTE entra agora em sua fase de conclusão para ser apresentado no dia da final do concurso.

O 3º HackFest distribuirá R$ 60 mil em premiação, além de promover o financiamento para desenvolver o aplicativo vencedor. A solenidade de entrega dos prêmios ocorrerá no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Todos os aplicativos vencedores estarão à disposição da sociedade no site www.eufiscal.org.

 

 

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

 

 

[post_excerpt] => Cinco estudantes do curso de Ciências da Computação e um de Direito da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) formam a equipe que é uma das dez finalistas da 3ª edição do HackFest Contra a Corrupção, evento promovido pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). A competição foi realizada entre sexta-feira (9) e domingo (11), no Espaço Leia Mais... [post_date_gmt] => 2017-06-12 18:50:46 [post_date] => 2017-06-12 18:50:46 [post_modified_gmt] => 2017-06-12 18:50:46 [post_modified] => 2017-06-12 18:50:46 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=33563 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/equipe-formada-por-estudantes-dos-cursos-de-ciencias-da-computacao-e-direito-e-finalista-do-3o-hackfest-contra-a-corrupcao/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/equipe-formada-por-estudantes-dos-cursos-de-ciencias-da-computacao-e-direito-e-finalista-do-3o-hackfest-contra-a-corrupcao/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/equipe-formada-por-estudantes-dos-cursos-de-ciencias-da-computacao-e-direito-e-finalista-do-3o-hackfest-contra-a-corrupcao/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => 19510368edee5239c89e0e9946607a29 [1] => c6cbb326194cc3cd88988c0c0a3fa5d6 ) [faf_process_image] => ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 37 [2] => 32 [3] => 5 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => equipe-de-estudantes-dos-cursos-de-computacao-e-direito-e-finalista-do-3o-hackfest-contra-a-corrupcao )

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Servidores do Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde participam de treinamento em radioproteção

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O Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realizou nesta quarta e quinta-feira, dias 7 e 8 de junho, um curso de radioproteção que consiste no conjunto de medidas que visam proteger o ser humano contra possíveis efeitos indesejados causados pela radiação ionizante. Participaram do treinamento pesquisadores do Nutes e funcionários da UEPB dos setores de Convênios e de Gestão de Pessoas.

Ministrado pelo consultor Mauro Otto de Cavalcanti o curso teve o objetivo de fornecer subsídios referentes à radioproteção que prevê a manutenção e conservação das condições apropriadas e seguras para as atividades envolvendo exposição humana às radiações ionizantes, utilizada em equipamentos médicos para realização de exames por imagens.

Essa atividade foi de suma importância, uma vez que o Nutes está adquirindo, através de um convênio com o Ministério da Saúde (MS), um tomógrafo industrial, e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM) determina que seja realizado um treinamento desse gênero. Após a instalação do equipamento será realizado um curso de operacionalização do tomógrafo.

O tomógrafo industrial será utilizado em pesquisas que envolvem Ensaios Não Destrutivos (END) em equipamentos e dispositivos médico-hospitalares. Os END são técnicas utilizadas na inspeção de materiais e equipamentos sem danificá-los, sendo executadas nas etapas de fabricação, construção, montagem e manutenção. “Os equipamentos médicos têm um alto valor e para não danificá-los durante os testes vamos utilizar o tomógrafo que fornecerá as respostas que necessitamos nas nossas pesquisas”, disse o professor Misael Morais, coordenador do Nutes.

 

Texto e foto: Leonardo Alves

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O Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realizou nesta quarta e quinta-feira, dias 7 e 8 de junho, um curso de radioproteção que consiste no conjunto de medidas que visam proteger o ser humano contra possíveis efeitos indesejados causados pela radiação ionizante. Participaram do treinamento pesquisadores do Nutes e funcionários da UEPB dos setores de Convênios e de Gestão de Pessoas.

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O tomógrafo industrial será utilizado em pesquisas que envolvem Ensaios Não Destrutivos (END) em equipamentos e dispositivos médico-hospitalares. Os END são técnicas utilizadas na inspeção de materiais e equipamentos sem danificá-los, sendo executadas nas etapas de fabricação, construção, montagem e manutenção. “Os equipamentos médicos têm um alto valor e para não danificá-los durante os testes vamos utilizar o tomógrafo que fornecerá as respostas que necessitamos nas nossas pesquisas”, disse o professor Misael Morais, coordenador do Nutes.

 

Texto e foto: Leonardo Alves

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Servidores do Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde participam de treinamento em radioproteção

O Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realizou nesta quarta e quinta-feira, dias 7 e 8 de junho, um curso de radioproteção que consiste no conjunto de medidas que visam proteger o ser humano contra possíveis efeitos indesejados causados pela radiação ionizante. Participaram do treinamento pesquisadores do Nutes e funcionários da UEPB dos setores de Convênios e de Gestão de Pessoas.

Ministrado pelo consultor Mauro Otto de Cavalcanti o curso teve o objetivo de fornecer subsídios referentes à radioproteção que prevê a manutenção e conservação das condições apropriadas e seguras para as atividades envolvendo exposição humana às radiações ionizantes, utilizada em equipamentos médicos para realização de exames por imagens.

Essa atividade foi de suma importância, uma vez que o Nutes está adquirindo, através de um convênio com o Ministério da Saúde (MS), um tomógrafo industrial, e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM) determina que seja realizado um treinamento desse gênero. Após a instalação do equipamento será realizado um curso de operacionalização do tomógrafo.

O tomógrafo industrial será utilizado em pesquisas que envolvem Ensaios Não Destrutivos (END) em equipamentos e dispositivos médico-hospitalares. Os END são técnicas utilizadas na inspeção de materiais e equipamentos sem danificá-los, sendo executadas nas etapas de fabricação, construção, montagem e manutenção. “Os equipamentos médicos têm um alto valor e para não danificá-los durante os testes vamos utilizar o tomógrafo que fornecerá as respostas que necessitamos nas nossas pesquisas”, disse o professor Misael Morais, coordenador do Nutes.

 

Texto e foto: Leonardo Alves

[post_excerpt] => O Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realizou nesta quarta e quinta-feira, dias 7 e 8 de junho, um curso de radioproteção que consiste no conjunto de medidas que visam proteger o ser humano contra possíveis efeitos indesejados causados pela radiação ionizante. Participaram do treinamento pesquisadores do Nutes Leia Mais... [post_date_gmt] => 2017-06-09 17:35:53 [post_date] => 2017-06-09 17:35:53 [post_modified_gmt] => 2017-06-09 17:35:53 [post_modified] => 2017-06-09 17:35:53 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=33544 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/servidores-do-nucleo-de-tecnologias-estrategicas-em-saude-participam-de-treinamento-em-radioprotecao/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/servidores-do-nucleo-de-tecnologias-estrategicas-em-saude-participam-de-treinamento-em-radioprotecao/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/servidores-do-nucleo-de-tecnologias-estrategicas-em-saude-participam-de-treinamento-em-radioprotecao/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => 598aab2d212a2c4e640f8fd00ba1c565 [1] => c7a68c19acb7492179f897f0d1ba95fc ) [faf_process_image] => 26675 ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 32 [2] => 5 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => servidores-do-nucleo-de-tecnologias-estrategicas-em-saude-participam-de-treinamento-em-radioprotecao )

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Estudo sobre bioma caatinga identifica problemas ambientais provocados pelos lixões na Paraíba

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No mundo inteiro, os problemas ambientais são alarmantes e um dos biomas que mais sofre os impactos negativos é a caatinga. Este, por muito tempo, foi considerado erroneamente como um ecossistema de pouca riqueza biológica, o que comprova um desconhecimento de mundo vivido por milhões de brasileiros. O fato de a caatinga ser concebida um ecossistema feio, seco e pobre motivou o seu uso como depósito de resíduos sólidos. Dessa forma, o que deveria ser preservado está sendo transformado em lixões com centenas de problemas implicados ao meio ambiente e a sociedade.

De acordo com um levantamento feito por uma pesquisa coordenada pela professora Mônica Maria Pereira da Silva, do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que integra o Grupo de Extensão e Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (GGEA), a Paraíba conta atualmente com 200 lixões e a maior parte está localizada no interior da caatinga, contribuindo para a produção de chorume, emissão de gases que contribuem para o aumento do efeito estufa e os organismos adaptados aquelas condições que, geralmente, detêm potencial adverso à saúde humana.

“Dentro dessa pesquisa foram identificados vários impactos ambientais negativos, como a infiltração do chorume no solo, a poluição dos corpos aquáticos, compactação e poluição do solo, poluição visual, presença de animais e desvalorização imobiliária do entorno. Tudo isso poderia ser evitado se a Lei 12.205/2010 que trata do fim dos lixões estivesse sendo cumprida. A desativação de um lixão deve ser acompanhada de um plano de recuperação, o que demanda sobretudo o conhecimento da vegetação adaptada a este tipo de ambiente, por isso observamos esses efeitos no bioma caatinga”, explica a professora Mânica Maria.

Confirme a pesquisa, que também contou com a participação da estudante Rayanne Ferreira Faustino, apesar dessas condições de degradação do espaço, foram identificadas 16 espécies da flora distribuídas em oito famílias. Desse total, sete são reconhecidas como nativas da caatinga (marmeleiro, jurema, macambira, palmatória, pereiro, facheiro, xique-xique,) e nove são exóticas, mas naturalizadas (algaroba, algodão de seda, malva, urtiga, mussambê, charuteira, mamona, pinhão bravo e pinhão roxo). Ainda de acordo com as observações feitas, à medida que essas espécies se estabeleceram provocaram mudanças essenciais para a recuperação daquele ambiente, principalmente em relação a paisagem e a regeneração do solo.

“A promoção da conservação da biodiversidade da caatinga não é uma ação simples. Ela requer superação de grandes obstáculos, como assegurar a geração e disposição final alicerçadas nos princípios da sustentabilidade e corresponsabilidade. A desativação de um lixão não significa que o problema foi solucionado. É preciso observar as estratégias aplicadas pela natureza para recuperar estas áreas, além de não esquecer que isto demanda um longo tempo. A destruição da natureza ocorre com rapidez, mas a sua recuperação é lenta”, afirma a professora.

O bioma caatinga é exclusivamente brasileiro. Compreende uma área de 850.000 km², representando 70% do Nordeste brasileiro, 11% do território nacional e 92% do Estado da Paraíba. Possui aproximadamente 28 milhões de habitantes. A região detém uma importante biodiversidade, com registro de 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas.

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

[post_excerpt] => No mundo inteiro, os problemas ambientais são alarmantes e um dos biomas que mais sofre os impactos negativos é a caatinga. Este, por muito tempo, foi considerado erroneamente como um ecossistema de pouca riqueza biológica, o que comprova um desconhecimento de mundo vivido por milhões de brasileiros. O fato de a caatinga ser concebida um Leia Mais... [post_date_gmt] => 2017-06-09 13:12:44 [post_date] => 2017-06-09 13:12:44 [post_modified_gmt] => 2017-06-09 13:12:44 [post_modified] => 2017-06-09 13:12:44 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=33536 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/pesquisa-sobre-bioma-caatinga-identifica-problemas-ambientais-provocados-pela-formacao-de-lixoes-na-paraiba/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/pesquisa-sobre-bioma-caatinga-identifica-problemas-ambientais-provocados-pela-formacao-de-lixoes-na-paraiba/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/pesquisa-sobre-bioma-caatinga-identifica-problemas-ambientais-provocados-pela-formacao-de-lixoes-na-paraiba/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => dbdd24787ec478a49fc4402913646831 [1] => a7b3844e0ff2e63e04bbb48f85d0c706 ) ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 5 [2] => 14 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => estudo-sobre-bioma-caatinga-identifica-problemas-ambientais-provocados-pelos-lixoes-na-paraiba )

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No mundo inteiro, os problemas ambientais são alarmantes e um dos biomas que mais sofre os impactos negativos é a caatinga. Este, por muito tempo, foi considerado erroneamente como um ecossistema de pouca riqueza biológica, o que comprova um desconhecimento de mundo vivido por milhões de brasileiros. O fato de a caatinga ser concebida um ecossistema feio, seco e pobre motivou o seu uso como depósito de resíduos sólidos. Dessa forma, o que deveria ser preservado está sendo transformado em lixões com centenas de problemas implicados ao meio ambiente e a sociedade.

De acordo com um levantamento feito por uma pesquisa coordenada pela professora Mônica Maria Pereira da Silva, do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que integra o Grupo de Extensão e Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (GGEA), a Paraíba conta atualmente com 200 lixões e a maior parte está localizada no interior da caatinga, contribuindo para a produção de chorume, emissão de gases que contribuem para o aumento do efeito estufa e os organismos adaptados aquelas condições que, geralmente, detêm potencial adverso à saúde humana.

“Dentro dessa pesquisa foram identificados vários impactos ambientais negativos, como a infiltração do chorume no solo, a poluição dos corpos aquáticos, compactação e poluição do solo, poluição visual, presença de animais e desvalorização imobiliária do entorno. Tudo isso poderia ser evitado se a Lei 12.205/2010 que trata do fim dos lixões estivesse sendo cumprida. A desativação de um lixão deve ser acompanhada de um plano de recuperação, o que demanda sobretudo o conhecimento da vegetação adaptada a este tipo de ambiente, por isso observamos esses efeitos no bioma caatinga”, explica a professora Mânica Maria.

Confirme a pesquisa, que também contou com a participação da estudante Rayanne Ferreira Faustino, apesar dessas condições de degradação do espaço, foram identificadas 16 espécies da flora distribuídas em oito famílias. Desse total, sete são reconhecidas como nativas da caatinga (marmeleiro, jurema, macambira, palmatória, pereiro, facheiro, xique-xique,) e nove são exóticas, mas naturalizadas (algaroba, algodão de seda, malva, urtiga, mussambê, charuteira, mamona, pinhão bravo e pinhão roxo). Ainda de acordo com as observações feitas, à medida que essas espécies se estabeleceram provocaram mudanças essenciais para a recuperação daquele ambiente, principalmente em relação a paisagem e a regeneração do solo.

“A promoção da conservação da biodiversidade da caatinga não é uma ação simples. Ela requer superação de grandes obstáculos, como assegurar a geração e disposição final alicerçadas nos princípios da sustentabilidade e corresponsabilidade. A desativação de um lixão não significa que o problema foi solucionado. É preciso observar as estratégias aplicadas pela natureza para recuperar estas áreas, além de não esquecer que isto demanda um longo tempo. A destruição da natureza ocorre com rapidez, mas a sua recuperação é lenta”, afirma a professora.

O bioma caatinga é exclusivamente brasileiro. Compreende uma área de 850.000 km², representando 70% do Nordeste brasileiro, 11% do território nacional e 92% do Estado da Paraíba. Possui aproximadamente 28 milhões de habitantes. A região detém uma importante biodiversidade, com registro de 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas.

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

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Estudo sobre bioma caatinga identifica problemas ambientais provocados pelos lixões na Paraíba

No mundo inteiro, os problemas ambientais são alarmantes e um dos biomas que mais sofre os impactos negativos é a caatinga. Este, por muito tempo, foi considerado erroneamente como um ecossistema de pouca riqueza biológica, o que comprova um desconhecimento de mundo vivido por milhões de brasileiros. O fato de a caatinga ser concebida um ecossistema feio, seco e pobre motivou o seu uso como depósito de resíduos sólidos. Dessa forma, o que deveria ser preservado está sendo transformado em lixões com centenas de problemas implicados ao meio ambiente e a sociedade.

De acordo com um levantamento feito por uma pesquisa coordenada pela professora Mônica Maria Pereira da Silva, do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que integra o Grupo de Extensão e Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (GGEA), a Paraíba conta atualmente com 200 lixões e a maior parte está localizada no interior da caatinga, contribuindo para a produção de chorume, emissão de gases que contribuem para o aumento do efeito estufa e os organismos adaptados aquelas condições que, geralmente, detêm potencial adverso à saúde humana.

“Dentro dessa pesquisa foram identificados vários impactos ambientais negativos, como a infiltração do chorume no solo, a poluição dos corpos aquáticos, compactação e poluição do solo, poluição visual, presença de animais e desvalorização imobiliária do entorno. Tudo isso poderia ser evitado se a Lei 12.205/2010 que trata do fim dos lixões estivesse sendo cumprida. A desativação de um lixão deve ser acompanhada de um plano de recuperação, o que demanda sobretudo o conhecimento da vegetação adaptada a este tipo de ambiente, por isso observamos esses efeitos no bioma caatinga”, explica a professora Mânica Maria.

Confirme a pesquisa, que também contou com a participação da estudante Rayanne Ferreira Faustino, apesar dessas condições de degradação do espaço, foram identificadas 16 espécies da flora distribuídas em oito famílias. Desse total, sete são reconhecidas como nativas da caatinga (marmeleiro, jurema, macambira, palmatória, pereiro, facheiro, xique-xique,) e nove são exóticas, mas naturalizadas (algaroba, algodão de seda, malva, urtiga, mussambê, charuteira, mamona, pinhão bravo e pinhão roxo). Ainda de acordo com as observações feitas, à medida que essas espécies se estabeleceram provocaram mudanças essenciais para a recuperação daquele ambiente, principalmente em relação a paisagem e a regeneração do solo.

“A promoção da conservação da biodiversidade da caatinga não é uma ação simples. Ela requer superação de grandes obstáculos, como assegurar a geração e disposição final alicerçadas nos princípios da sustentabilidade e corresponsabilidade. A desativação de um lixão não significa que o problema foi solucionado. É preciso observar as estratégias aplicadas pela natureza para recuperar estas áreas, além de não esquecer que isto demanda um longo tempo. A destruição da natureza ocorre com rapidez, mas a sua recuperação é lenta”, afirma a professora.

O bioma caatinga é exclusivamente brasileiro. Compreende uma área de 850.000 km², representando 70% do Nordeste brasileiro, 11% do território nacional e 92% do Estado da Paraíba. Possui aproximadamente 28 milhões de habitantes. A região detém uma importante biodiversidade, com registro de 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas.

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

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Inscrições para seleção de plantonistas da área de Saúde para o CEATOX acontecem até o dia 29 de junho

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O Departamento de Farmácia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) divulgou edital de seleção para preenchimento de 25 vagas destinadas ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campina Grande (Ceatox-CG). As inscrições estão sendo realizadas até o dia 29 de junho, através do e-mail depfarmacia.uepb@gmail.com. As vagas são destinadas aos plantonistas das áreas de Saúde como Medicina, Enfermagem, Biologia e Farmácia.

Para participar os candidatos devem anexar ao e-mail da inscrição a ficha de seleção devidamente preenchida. A seleção se dará através da participação em curso preparatório e prova escrita eliminatória. Os pré-requisitos para participar da seleção são estar cursando entre o 7º e 9º período do curso de Farmácia; entre o 6º e 9º período do curso de Biologia; entre o 7º e 9º período de Enfermagem; e entre o 5º e 8º período de Medicina. Do total de vagas, oito são para o curso de Farmácia, uma para Biologia, oito para Enfermagem e outras oito para Medicina.

O curso preparatório, correspondente à primeira etapa da seleção, será oferecido entre os dias 3 e 7 de julho, na Sala de Treinamento do Hospital de Urgência e Emergência Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. Já a segunda etapa (prova escrita) será realizada no dia 25 de julho, às 9h, no Auditório do Certbio da UEPB, no Câmpus de Bodoocongó, enquanto a terceira etapa será ministrada entre os dias 7 e 31 de agosto, somente para os candidatos aprovados e classificados na prova escrita.

Ao final do período do estágio será aplicada uma prova de conhecimentos específicos como forma de avaliação. Confira abaixo todos os documentos necessários para participar da seleção.

Edital
Ficha de Inscrição
Programa Retificado

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

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O Departamento de Farmácia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) divulgou edital de seleção para preenchimento de 25 vagas destinadas ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campina Grande (Ceatox-CG). As inscrições estão sendo realizadas até o dia 29 de junho, através do e-mail depfarmacia.uepb@gmail.com. As vagas são destinadas aos plantonistas das áreas de Saúde como Medicina, Enfermagem, Biologia e Farmácia.

Para participar os candidatos devem anexar ao e-mail da inscrição a ficha de seleção devidamente preenchida. A seleção se dará através da participação em curso preparatório e prova escrita eliminatória. Os pré-requisitos para participar da seleção são estar cursando entre o 7º e 9º período do curso de Farmácia; entre o 6º e 9º período do curso de Biologia; entre o 7º e 9º período de Enfermagem; e entre o 5º e 8º período de Medicina. Do total de vagas, oito são para o curso de Farmácia, uma para Biologia, oito para Enfermagem e outras oito para Medicina.

O curso preparatório, correspondente à primeira etapa da seleção, será oferecido entre os dias 3 e 7 de julho, na Sala de Treinamento do Hospital de Urgência e Emergência Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. Já a segunda etapa (prova escrita) será realizada no dia 25 de julho, às 9h, no Auditório do Certbio da UEPB, no Câmpus de Bodoocongó, enquanto a terceira etapa será ministrada entre os dias 7 e 31 de agosto, somente para os candidatos aprovados e classificados na prova escrita.

Ao final do período do estágio será aplicada uma prova de conhecimentos específicos como forma de avaliação. Confira abaixo todos os documentos necessários para participar da seleção.

Edital
Ficha de Inscrição
Programa Retificado

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

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UEPB realiza 1º Seminário da Rede de Hidrologia do Semiárido com foco em estudos sobre a água

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A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Laboratório de Ecologia Aquática (LEAq), está realizando o 1º Seminário da Rede de Hidrologia do Semiárido (REHISA), com foco em estudos sobre a água. O evento foi aberto na manhã desta terça (30) e será encerrado nesta quarta-feira (31), com todas as atividades realizadas no Centro de Inovação e Tecnologia Telmo Araújo (Citta), em Campina Grande. Estão participando do evento dezenas de pesquisadores dos Estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará que desenvolvem pesquisas na área.

O objetivo do seminário é apresentar e discutir trabalhos que estejam em desenvolvimento na região do Seminário brasileiro. De acordo com o coordenador do evento, professor Etham Barbosa, desde 2014 a Rede de Hidrologia vem municiando pesquisas muito importantes no que diz respeito ao controle da qualidade da água, gestão da crise hídrica, monitoramento de cianobactérias no Seminário, entre outros assuntos.

“Esse é o espaço onde todos os pesquisadores têm a oportunidade de apresentarem os resultados de suas pesquisas. Aqui, por exemplo, nós vamos dialogar sobre o trabalho do Laboratório de Ecologia Aquática da UEPB que auxiliou a Cagepa no monitoramento da qualidade da água do açude de Boqueirão. Outros pesquisadores compartilharão suas experiências para que esses estudos cheguem cada vez mais rápido no dia a dia da sociedade”, explicou o professor.

A pesquisadora Irma Carvalho valorizou a iniciativa da realização do seminário como forma de ampliar o conhecimento e os estudos sobre a água, principalmente em um período de longa seca como vem sendo enfrentado pelas cidades da região do Semiárido. “Esse momento permite para nós aprofundarmos nossos conhecimentos e buscar soluções para questões importantes da sociedade. Dentre tantas pesquisas, a nossa abordou os ambientes da transposição das águas do Rio São Francisco no que diz respeito à biodiversidade que existe nas localidades que estão recebendo essa água”, falou.

O REHISA é uma realização do LEAq da UEPB, e tem como parceiros a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB), FUNCEME, FINEP e UFC. A programação do evento desta quarta (31) segue com a realização de mesa redonda e mesa de discussão no horário da manhã, e uma discussão interna para a chamada CAPES-ANA 2016/17 no período da tarde.

 

 

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Laboratório de Ecologia Aquática (LEAq), está realizando o 1º Seminário da Rede de Hidrologia do Semiárido (REHISA), com foco em estudos sobre a água. O evento foi aberto na manhã desta terça (30) e será encerrado nesta quarta-feira (31), com todas as atividades realizadas no Centro de Inovação e Tecnologia Telmo Araújo (Citta), em Campina Grande. Estão participando do evento dezenas de pesquisadores dos Estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará que desenvolvem pesquisas na área.

O objetivo do seminário é apresentar e discutir trabalhos que estejam em desenvolvimento na região do Seminário brasileiro. De acordo com o coordenador do evento, professor Etham Barbosa, desde 2014 a Rede de Hidrologia vem municiando pesquisas muito importantes no que diz respeito ao controle da qualidade da água, gestão da crise hídrica, monitoramento de cianobactérias no Seminário, entre outros assuntos.

“Esse é o espaço onde todos os pesquisadores têm a oportunidade de apresentarem os resultados de suas pesquisas. Aqui, por exemplo, nós vamos dialogar sobre o trabalho do Laboratório de Ecologia Aquática da UEPB que auxiliou a Cagepa no monitoramento da qualidade da água do açude de Boqueirão. Outros pesquisadores compartilharão suas experiências para que esses estudos cheguem cada vez mais rápido no dia a dia da sociedade”, explicou o professor.

A pesquisadora Irma Carvalho valorizou a iniciativa da realização do seminário como forma de ampliar o conhecimento e os estudos sobre a água, principalmente em um período de longa seca como vem sendo enfrentado pelas cidades da região do Semiárido. “Esse momento permite para nós aprofundarmos nossos conhecimentos e buscar soluções para questões importantes da sociedade. Dentre tantas pesquisas, a nossa abordou os ambientes da transposição das águas do Rio São Francisco no que diz respeito à biodiversidade que existe nas localidades que estão recebendo essa água”, falou.

O REHISA é uma realização do LEAq da UEPB, e tem como parceiros a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB), FUNCEME, FINEP e UFC. A programação do evento desta quarta (31) segue com a realização de mesa redonda e mesa de discussão no horário da manhã, e uma discussão interna para a chamada CAPES-ANA 2016/17 no período da tarde.

 

 

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

[post_excerpt] => A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Laboratório de Ecologia Aquática (LEAq), está realizando o 1º Seminário da Rede de Hidrologia do Semiárido (REHISA), com foco em estudos sobre a água. O evento foi aberto na manhã desta terça (30) e será encerrado nesta quarta-feira (31), com todas as atividades realizadas no Centro de Leia Mais... [post_date_gmt] => 2017-05-30 20:05:18 [post_date] => 2017-05-30 20:05:18 [post_modified_gmt] => 2017-05-30 20:05:18 [post_modified] => 2017-05-30 20:05:18 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=33339 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/uepb-realiza-1o-seminario-da-rede-de-hidrologia-do-semiarido-com-foco-em-estudos-sobre-a-agua/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/uepb-realiza-1o-seminario-da-rede-de-hidrologia-do-semiarido-com-foco-em-estudos-sobre-a-agua/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/uepb-realiza-1o-seminario-da-rede-de-hidrologia-do-semiarido-com-foco-em-estudos-sobre-a-agua/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => c60d9c0f3e1d71f9eb584d893fe9c533 [1] => 0667e686cbba23fefc5140ba7c549d71 ) [faf_process_image] => ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 5 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => uepb-realiza-1o-seminario-da-rede-de-hidrologia-do-semiarido-com-foco-em-estudos-sobre-a-agua )

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Segunda edição da Corrida de Rua da UEPB – Educando Para Viver Bem será realizada no dia 16 de julho

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Esporte, saúde e qualidade de vida. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio da Coordenadoria de Esportes e Lazer (COEL), realiza no dia 16 de julho, em Campina Grande, a segunda edição da corrida de rua “Educando para viver bem”. As inscrições para os interessados em participar do evento estão abertas até o dia 10 de julho. A comunidade acadêmica da UEPB efetua inscrição pelo link coordenadorias.uepb.edu.br/coel/corrida-2017 e o público em geral no site www.zeniteesportes.com.br.

Trezentas vagas estão reservadas para alunos da UEPB devidamente matriculados, 100 para servidores técnicos administrativos e outras 100 para professores. Além destas, 500 vagas são destinadas para atletas da comunidade em geral. A perspectiva é que o número de participantes supere a marca de mil corredores. Os participantes da comunidade acadêmica devem entregar dois pacotes de leite em pó para a retirada do kit. O produto será doado a uma instituição de caridade da cidade. Já o público em geral paga R$ 35 reais pela inscrição.

A edição 2017 da Corrida de Rua da UEPB terá um percurso de cinco quilômetros, com duração máxima de duas horas, e contará com a participação de pessoas entre 15 e 60 anos. A corrida que nasceu dentro das comemorações dos 50 anos da Instituição, este ano tem como objetivo incentivar a prática da caminhada e corrida de rua para a comunidade acadêmica e toda sociedade paraibana, além de promover a inclusão social. A prova terá a largada às 8h, tendo como ponto de partida e chegada o Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), às margens do Açude Velho.

O percurso será o mesmo o ano passado e passará por ruas como Severino Cruz, Miguel Couto, Benjamim Constant, Avenida Canal, Otacílio Nepomuceno, Raimundo Nonato, Severino Bezerra Cabral e Praça José Américo. A corrida será dividida em nove grupos, sendo que os três primeiros colocados de cada categoria receberão troféus. Os demais ganharão medalhas de participação. A novidade deste ano é que a corrida contará com a participação de portadores de necessidades especiais. Os cadeirantes, inclusive, largarão na frente.

A entrega dos kits da corrida será feita durante os dias 14 e 15 de julho, das 8h às 12h e das 13h às 17h, no hall do Prédio da Administração Central da UEPB, no bairro de Bodocongó. De acordo com o professor Eugênio Moura, coordenador de Esporte e Lazer da Instituição, a prova terá o uso de microchip para facilitar a verificação da passagem dos participantes ao longo do trajeto. Durante todo o percurso os atletas receberão assistência médica, caso necessário, com a presença de ambulância e equipe médica para primeiros socorros. Também serão montados pontos de distribuição de água mineral para os participantes.

 

 

Texto: Severino Lopes

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Esporte, saúde e qualidade de vida. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio da Coordenadoria de Esportes e Lazer (COEL), realiza no dia 16 de julho, em Campina Grande, a segunda edição da corrida de rua “Educando para viver bem”. As inscrições para os interessados em participar do evento estão abertas até o dia 10 de julho. A comunidade acadêmica da UEPB efetua inscrição pelo link coordenadorias.uepb.edu.br/coel/corrida-2017 e o público em geral no site www.zeniteesportes.com.br.

Trezentas vagas estão reservadas para alunos da UEPB devidamente matriculados, 100 para servidores técnicos administrativos e outras 100 para professores. Além destas, 500 vagas são destinadas para atletas da comunidade em geral. A perspectiva é que o número de participantes supere a marca de mil corredores. Os participantes da comunidade acadêmica devem entregar dois pacotes de leite em pó para a retirada do kit. O produto será doado a uma instituição de caridade da cidade. Já o público em geral paga R$ 35 reais pela inscrição.

A edição 2017 da Corrida de Rua da UEPB terá um percurso de cinco quilômetros, com duração máxima de duas horas, e contará com a participação de pessoas entre 15 e 60 anos. A corrida que nasceu dentro das comemorações dos 50 anos da Instituição, este ano tem como objetivo incentivar a prática da caminhada e corrida de rua para a comunidade acadêmica e toda sociedade paraibana, além de promover a inclusão social. A prova terá a largada às 8h, tendo como ponto de partida e chegada o Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), às margens do Açude Velho.

O percurso será o mesmo o ano passado e passará por ruas como Severino Cruz, Miguel Couto, Benjamim Constant, Avenida Canal, Otacílio Nepomuceno, Raimundo Nonato, Severino Bezerra Cabral e Praça José Américo. A corrida será dividida em nove grupos, sendo que os três primeiros colocados de cada categoria receberão troféus. Os demais ganharão medalhas de participação. A novidade deste ano é que a corrida contará com a participação de portadores de necessidades especiais. Os cadeirantes, inclusive, largarão na frente.

A entrega dos kits da corrida será feita durante os dias 14 e 15 de julho, das 8h às 12h e das 13h às 17h, no hall do Prédio da Administração Central da UEPB, no bairro de Bodocongó. De acordo com o professor Eugênio Moura, coordenador de Esporte e Lazer da Instituição, a prova terá o uso de microchip para facilitar a verificação da passagem dos participantes ao longo do trajeto. Durante todo o percurso os atletas receberão assistência médica, caso necessário, com a presença de ambulância e equipe médica para primeiros socorros. Também serão montados pontos de distribuição de água mineral para os participantes.

 

 

Texto: Severino Lopes

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Segunda edição da Corrida de Rua da UEPB – Educando Para Viver Bem será realizada no dia 16 de julho

Esporte, saúde e qualidade de vida. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio da Coordenadoria de Esportes e Lazer (COEL), realiza no dia 16 de julho, em Campina Grande, a segunda edição da corrida de rua “Educando para viver bem”. As inscrições para os interessados em participar do evento estão abertas até o dia 10 de julho. A comunidade acadêmica da UEPB efetua inscrição pelo link coordenadorias.uepb.edu.br/coel/corrida-2017 e o público em geral no site www.zeniteesportes.com.br.

Trezentas vagas estão reservadas para alunos da UEPB devidamente matriculados, 100 para servidores técnicos administrativos e outras 100 para professores. Além destas, 500 vagas são destinadas para atletas da comunidade em geral. A perspectiva é que o número de participantes supere a marca de mil corredores. Os participantes da comunidade acadêmica devem entregar dois pacotes de leite em pó para a retirada do kit. O produto será doado a uma instituição de caridade da cidade. Já o público em geral paga R$ 35 reais pela inscrição.

A edição 2017 da Corrida de Rua da UEPB terá um percurso de cinco quilômetros, com duração máxima de duas horas, e contará com a participação de pessoas entre 15 e 60 anos. A corrida que nasceu dentro das comemorações dos 50 anos da Instituição, este ano tem como objetivo incentivar a prática da caminhada e corrida de rua para a comunidade acadêmica e toda sociedade paraibana, além de promover a inclusão social. A prova terá a largada às 8h, tendo como ponto de partida e chegada o Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), às margens do Açude Velho.

O percurso será o mesmo o ano passado e passará por ruas como Severino Cruz, Miguel Couto, Benjamim Constant, Avenida Canal, Otacílio Nepomuceno, Raimundo Nonato, Severino Bezerra Cabral e Praça José Américo. A corrida será dividida em nove grupos, sendo que os três primeiros colocados de cada categoria receberão troféus. Os demais ganharão medalhas de participação. A novidade deste ano é que a corrida contará com a participação de portadores de necessidades especiais. Os cadeirantes, inclusive, largarão na frente.

A entrega dos kits da corrida será feita durante os dias 14 e 15 de julho, das 8h às 12h e das 13h às 17h, no hall do Prédio da Administração Central da UEPB, no bairro de Bodocongó. De acordo com o professor Eugênio Moura, coordenador de Esporte e Lazer da Instituição, a prova terá o uso de microchip para facilitar a verificação da passagem dos participantes ao longo do trajeto. Durante todo o percurso os atletas receberão assistência médica, caso necessário, com a presença de ambulância e equipe médica para primeiros socorros. Também serão montados pontos de distribuição de água mineral para os participantes.

 

 

Texto: Severino Lopes

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Pesquisadores da UEPB desenvolvem técnica que torna possível cultivar feijão em locais com escassez de água

Array ( [post_title] => Pesquisadores da UEPB desenvolvem técnica que torna possível cultivar feijão em locais com escassez de água [post_content] => Clique para exibir o slide.

Fonte de proteínas, o feijão é um dos produtos mais consumidos no país e indispensável na mesa do brasileiro. Nos últimos anos, por conta das intempéries climáticas, a produção de grãos despencou em comparação com safras passadas, o que elevou o preço do produto. Mas uma pesquisa ousada, desenvolvida de forma pioneira pelo Laboratório Ecofisiologia de Plantas Cultivadas (ECOLAB) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), descobriu uma técnica que torna possível o cultivo de feijão em regiões de escassez de água.

A pesquisa, coordenada pelo cientista e pesquisador do Departamento de Biologia, Alberto Soares de Melo, já alcançou resultados surpreendentes e mostrou que o cultivo do produto mais popular do brasileiro pode ser feito com significativa economia de água. O trabalho “Desempenho de cultivares de feijão caupi em condições de semiaridez” nasceu a partir de uma dissertação feita pelo estudante de Mestrado em Ciências Agrárias, Wellison Filgueiras Dutra, e tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A equipe chefiada pelo professor Alberto descobriu que o ácido salicílico, também usado para produzir aspirina, pode ajudar o caupi (feijão) a ser mais tolerante à seca. Eles se concentraram na germinação, no período em que a planta está apenas brotando e no crescimento precoce. Nas experiências desenvolvidas no laboratório que funciona no Complexo Três Marias, no Câmpus de Bodocongó, o ácido salicílico foi aplicado nas sementes antes que elas começassem a crescer. O processo é uma técnica amplamente utilizada com o objetivo de melhorar o desempenho das sementes à medida que germinam e crescem. Esses tratamentos podem proporcionar proteção contra condições como alta temperatura ou falta de água.

“O ácido salicílico atua sobre respostas em plantas quando expostas a uma condição de estresse”, explicam os pesquisadores Alberto Soares de Melo e Wellison Filgueiras Dutra. Essas respostas, segundo eles, estão associadas com o aumento da eficiência das enzimas que as plantas usam para lidar com o estresse. O ácido tem a capacidade de agir sobre o crescimento e desenvolvimento das plantas. Conforme a descoberta, o ácido ajuda a planta a ser mais tolerante à seca, porque melhora os mecanismos naturais da planta para lidar com o estresse. Isso, porque aumenta os níveis de três enzimas que ajudam a planta durante uma seca. Os pesquisadores observam, no entanto, que às vezes essas enzimas sozinhas não são suficientes.

Para aplicar a técnica, os pesquisadores da UEPB usaram seis tipos diferentes de feijão caupi que, na Paraíba, é conhecido como feijão macassar, fraldinha ou feijão de corda. Essa espécie, conforme concluiu a pesquisa, tem uma grande variedade genética em termo de resistência a déficit hídrico. O grupo de pesquisadores explica que o objetivo inicial da pesquisa era atenuar em alguma fase do desenvolvimento da planta os efeitos do estresse causado pela deficiência de água. Para isso foi feito todo um tratamento da semente com o ácido salicílico, na fase inicial do desenvolvimento do vegetal, e nas fases de germinação, floração e frutificação do vegetal.

O tratamento das sementes foi feito colocando-as sobre papel umedecido em água e ácido. Do contato com o papel molhado, a água e o ácido entram nas sementes. Eles também usaram diferentes quantidades de ácido e água para encontrar a melhor combinação. “A aplicação desse ácido é um tratamento simples e barato para aumentar a tolerância ao estresse hídrico no caupi, uma cultura de grande valor no Norte e Nordeste do Brasil”, destaca o professor Alberto. Segundo ele, o aumento da tolerância lhes permite crescer em áreas com maior irregularidade de água.

A pesquisa descobriu que o ácido pode minimizar as perdas de produção e produtividade do feijão caupi e outras culturas, quando cultivadas sob condições de chuvas baixas ou irregulares, como o Nordeste brasileiro. O próximo passo neste trabalho será o trabalho de campo para que os pesquisadores possam determinar exatamente quanta água o tratamento ajuda a economizar, verificando o comportamento do vegetal. A ideia é expandir o cultivo do caupi especialmente para áreas com água limitada, consolidando esse trabalho. Posteriormente, o trabalho será desenvolvido em Catolé do Rocha, no Sertão do Estado.

Wellison Dutra, que também é autor de artigo científico publicado sobre o tema, ressalta a importância da pesquisa para impulsionar a produção futura do feijão. Ele frisa que a problemática da seca afeta a região e, consequentemente, a produção de grãos. “Devido a problemática da seca, e depois de muito planejamento para atenuar seus efeitos na produção de feijão, decidimos por iniciar essa pesquisa. Trabalhamos com seis genótipos e os resultados surpreenderam”, conta.

Na experiência a planta foi induzida a um déficit hídrico similar ao que pode ocorrer em nível de campo, com pouca quantidade de água. Após a aplicação da técnica, acontece a germinação da planta. O crescimento surpreendeu os pesquisadores. Desde a sua implantação até a fase atual, a pequisa tem envolvido estudantes do Mestrado de Ciências Agrárias, alunos da iniciação científica e graduandos do curso de Biologia. Entre os pesquisadores, destaques para Raisa da Costa Ribeiro, que está com um subprojeto sobre a mesma temática; Duval Chaves da Silva, Kamila Alves Xavier, Maria Rocha, Yure Melo, entre outros pesquisadores.

O trabalho foi publicado em importantes revistas científicas e sites americanos como o Agronomy Journal. Os americanos conhecem o caupi pelo nome ervilha de olhos pretos. Outros organismos internacionais já entraram em contato com o professor Alberto manifestando interesse pela descoberta científica. O professor acredita que essa divulgação em outros países é um grande passo para o processo de internacionalização do Mestrado de Ciências Agrárias da UEPB.
Texto: Severino Lopes

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A equipe chefiada pelo professor Alberto descobriu que o ácido salicílico, também usado para produzir aspirina, pode ajudar o caupi (feijão) a ser mais tolerante à seca. Eles se concentraram na germinação, no período em que a planta está apenas brotando e no crescimento precoce. Nas experiências desenvolvidas no laboratório que funciona no Complexo Três Marias, no Câmpus de Bodocongó, o ácido salicílico foi aplicado nas sementes antes que elas começassem a crescer. O processo é uma técnica amplamente utilizada com o objetivo de melhorar o desempenho das sementes à medida que germinam e crescem. Esses tratamentos podem proporcionar proteção contra condições como alta temperatura ou falta de água.

“O ácido salicílico atua sobre respostas em plantas quando expostas a uma condição de estresse”, explicam os pesquisadores Alberto Soares de Melo e Wellison Filgueiras Dutra. Essas respostas, segundo eles, estão associadas com o aumento da eficiência das enzimas que as plantas usam para lidar com o estresse. O ácido tem a capacidade de agir sobre o crescimento e desenvolvimento das plantas. Conforme a descoberta, o ácido ajuda a planta a ser mais tolerante à seca, porque melhora os mecanismos naturais da planta para lidar com o estresse. Isso, porque aumenta os níveis de três enzimas que ajudam a planta durante uma seca. Os pesquisadores observam, no entanto, que às vezes essas enzimas sozinhas não são suficientes.

Para aplicar a técnica, os pesquisadores da UEPB usaram seis tipos diferentes de feijão caupi que, na Paraíba, é conhecido como feijão macassar, fraldinha ou feijão de corda. Essa espécie, conforme concluiu a pesquisa, tem uma grande variedade genética em termo de resistência a déficit hídrico. O grupo de pesquisadores explica que o objetivo inicial da pesquisa era atenuar em alguma fase do desenvolvimento da planta os efeitos do estresse causado pela deficiência de água. Para isso foi feito todo um tratamento da semente com o ácido salicílico, na fase inicial do desenvolvimento do vegetal, e nas fases de germinação, floração e frutificação do vegetal.

O tratamento das sementes foi feito colocando-as sobre papel umedecido em água e ácido. Do contato com o papel molhado, a água e o ácido entram nas sementes. Eles também usaram diferentes quantidades de ácido e água para encontrar a melhor combinação. “A aplicação desse ácido é um tratamento simples e barato para aumentar a tolerância ao estresse hídrico no caupi, uma cultura de grande valor no Norte e Nordeste do Brasil”, destaca o professor Alberto. Segundo ele, o aumento da tolerância lhes permite crescer em áreas com maior irregularidade de água.

A pesquisa descobriu que o ácido pode minimizar as perdas de produção e produtividade do feijão caupi e outras culturas, quando cultivadas sob condições de chuvas baixas ou irregulares, como o Nordeste brasileiro. O próximo passo neste trabalho será o trabalho de campo para que os pesquisadores possam determinar exatamente quanta água o tratamento ajuda a economizar, verificando o comportamento do vegetal. A ideia é expandir o cultivo do caupi especialmente para áreas com água limitada, consolidando esse trabalho. Posteriormente, o trabalho será desenvolvido em Catolé do Rocha, no Sertão do Estado.

Wellison Dutra, que também é autor de artigo científico publicado sobre o tema, ressalta a importância da pesquisa para impulsionar a produção futura do feijão. Ele frisa que a problemática da seca afeta a região e, consequentemente, a produção de grãos. “Devido a problemática da seca, e depois de muito planejamento para atenuar seus efeitos na produção de feijão, decidimos por iniciar essa pesquisa. Trabalhamos com seis genótipos e os resultados surpreenderam”, conta.

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Texto: Severino Lopes

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Tecnologias de combate à corrupção é tema de aula inaugural do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde

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As aulas da Turma 2017 do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde (MCTS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) foram iniciadas nesta sexta-feira (12) com uma palestra que abordou soluções de inovação no auxílio ao combate à corrupção no setor público. A palestra que teve como tema “Hackeando a coisa pública” foi ministrada pelo professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), João Arthur Brunet Monteiro, e pelo Diretor Administrativo do Ministério Público, Marcos Vinícius Ferreira Césario.

Na primeira parte do evento, João Arthur iniciou sua fala explicando que o hacker não deve ser visto apenas como algo ruim para a sociedade, pois o conhecimento na área de informática pode ser usado para apresentar à população informações que estão escondidas em dados, como por exemplo, fraudes em licitações.

O professor da UFCG explicou que o SpLab (Software Pratices Laboratory), do qual ele é pesquisador, tem desenvolvido diversas aplicações que visam ajudar no controle das políticas públicas, possibilitando a população utilizar a tecnologia para cobrar efetividade dos agentes políticos. Um exemplo apresentado foi o site “Quem me representa?” (www.qmrepresenta.com.br), no qual são colocados temas em discussão na Câmara dos Deputados. O usuário vota nestes temas e a partir das respostas o site apresenta os nomes dos deputados que mais se alinham com as preferências. “A ideia é que o eleitor saiba se o deputado que ele votou está alinhado com o pensamento dele”, comentou.

O professor ainda explicou que algumas dessas soluções tecnológicas de controle social foram criadas durante a realização do Hackfest 2016, uma maratona de programação que desenvolve tecnologias de combate à corrupção. A edição deste ano será realizada de 9 a 11 de junho, no Espaço Cultural, em João Pessoa. “A computação não é fim, mas meio para acelerar os processos e proporcionar o controle de ações do governo por parte da população. Nossa expectativa é que nesta edição do Hackfest surjam novas ferramentas de auxílio ao combate à corrupção”, disse João Arthur.

Na segunda parte da palestra, o diretor do Ministério Público, Vinícius Ferreira, ressaltou a importância da tecnologia no combate à corrupção no setor público. Ele destacou a importância da participação no Hackfest dos estudantes do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde da UEPB, visto que a área de saúde é uma das que mais necessitam de controle das finanças públicas. “A tecnologia está no foco da humanidade e o Ministério Público cada vez mais tem utilizado essa ferramenta para fiscalizar a utilização dos recursos públicos”, comentou Vinícius Ferreira

Boas-vindas

Depois da palestra de abertura, a coordenadora do mestrado, professora Kátia Galdino, deu as boas-vindas aos novos alunos, apresentando-lhes a grade curricular do curso, o perfil do profissional egresso da pós-graduação e as áreas de atuações. Finalizando a aula inaugural, a ex-aluna do mestrado, Yasmyne Martins, fez uma apresentação sobre sua experiência acadêmica no curso e a trajetória profissional após a conclusão do Mestrado.
Texto e fotos: Leonardo Alves

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As aulas da Turma 2017 do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde (MCTS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) foram iniciadas nesta sexta-feira (12) com uma palestra que abordou soluções de inovação no auxílio ao combate à corrupção no setor público. A palestra que teve como tema “Hackeando a coisa pública” foi ministrada pelo professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), João Arthur Brunet Monteiro, e pelo Diretor Administrativo do Ministério Público, Marcos Vinícius Ferreira Césario.

Na primeira parte do evento, João Arthur iniciou sua fala explicando que o hacker não deve ser visto apenas como algo ruim para a sociedade, pois o conhecimento na área de informática pode ser usado para apresentar à população informações que estão escondidas em dados, como por exemplo, fraudes em licitações.

O professor da UFCG explicou que o SpLab (Software Pratices Laboratory), do qual ele é pesquisador, tem desenvolvido diversas aplicações que visam ajudar no controle das políticas públicas, possibilitando a população utilizar a tecnologia para cobrar efetividade dos agentes políticos. Um exemplo apresentado foi o site “Quem me representa?” (www.qmrepresenta.com.br), no qual são colocados temas em discussão na Câmara dos Deputados. O usuário vota nestes temas e a partir das respostas o site apresenta os nomes dos deputados que mais se alinham com as preferências. “A ideia é que o eleitor saiba se o deputado que ele votou está alinhado com o pensamento dele”, comentou.

O professor ainda explicou que algumas dessas soluções tecnológicas de controle social foram criadas durante a realização do Hackfest 2016, uma maratona de programação que desenvolve tecnologias de combate à corrupção. A edição deste ano será realizada de 9 a 11 de junho, no Espaço Cultural, em João Pessoa. “A computação não é fim, mas meio para acelerar os processos e proporcionar o controle de ações do governo por parte da população. Nossa expectativa é que nesta edição do Hackfest surjam novas ferramentas de auxílio ao combate à corrupção”, disse João Arthur.

Na segunda parte da palestra, o diretor do Ministério Público, Vinícius Ferreira, ressaltou a importância da tecnologia no combate à corrupção no setor público. Ele destacou a importância da participação no Hackfest dos estudantes do Mestrado em Ciência e Tecnologia em Saúde da UEPB, visto que a área de saúde é uma das que mais necessitam de controle das finanças públicas. “A tecnologia está no foco da humanidade e o Ministério Público cada vez mais tem utilizado essa ferramenta para fiscalizar a utilização dos recursos públicos”, comentou Vinícius Ferreira

Boas-vindas

Depois da palestra de abertura, a coordenadora do mestrado, professora Kátia Galdino, deu as boas-vindas aos novos alunos, apresentando-lhes a grade curricular do curso, o perfil do profissional egresso da pós-graduação e as áreas de atuações. Finalizando a aula inaugural, a ex-aluna do mestrado, Yasmyne Martins, fez uma apresentação sobre sua experiência acadêmica no curso e a trajetória profissional após a conclusão do Mestrado.
Texto e fotos: Leonardo Alves

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Programa Adote uma Árvore completa 10 anos contribuindo para melhorar o meio ambiente paraibano

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Ar puro, clima agradável e muita sombra. Criado em 2006, mas só iniciado as atividades como projeto de Extensão em 2007, transformado em programa em 2010 e institucionalizado em 2012, o programa de arborização “Adote uma Árvore” da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está completando 10 anos e entrando em nova fase.

Idealizado pelo professor e biólogo Ivan Coelho Dantas, o programa já cultivou e distribuiu nesse período mais de 300 mil mudas, contribuindo assim para diminuir o déficit de árvores da cidade de Campina Grande e regiões circunvizinhas, bem como colaborar com o meio ambiente paraibano.

Como forma de celebrar seus 10 anos, o “Adote uma Árvore” pretende intensificar ao longo desse ano a distribuição de mudas nas escolas, associações comunitárias, empresas e entidades parcerias. Atualmente o programa mantém uma produção de aproximadamente 50 mil mudas, distribuídas nos viveiros “Horto “Lauro Xavier” e Psicultura “Arthur Freire”, instalados nas margens do Açude de Bodocongó, no Câmpus de Campina Grande, bem como no horto que funciona no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA), no Câmpus de Lagoa Seca.

São cultivadas nesses três viveiros plantas como ipê amarelo, rosa, branco e roxo, ipê de jardim, aroeira, craibeira, jasmim, flamboyant mirim, palmeira mexicana, pata-de-vaca, madeira nova, entre outras espécies. Coordenador atual e integrante do programa desde a sua concepção, o professor do Departamento de Biologia, Délcio de Castro Felismino, explica que mesmo com a escassez de água por conta da seca, os viveiros permaneceram em plena atividade.

Professor Délcio conta que a pretensão inicial do professor Ivan era criar um projeto com o intuito de contribuir com o trabalho de recomposição de matas ciliares, incentivo à recuperação de áreas degradadas e arborização de ruas e logradouros das cidades. A intenção era manter viveiros permanentes para produção de mudas de forma contínua e por tempo indeterminado, contribuindo para arborização das cidades interessadas, com incremento de educação ambiental.

Só que a iniciativa cresceu, ficou mais abrangente e ganhou nova dimensão, sendo submetido e aprovado ao programa da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX). A partir de 2010, devido ao seu perfil, características e objetivos, foi transformado em programa, contemplado com duas bolsas de extensão. Devido à sua expansão e metas bem específicas e abrangentes, em 2012 foi institucionalizado pelo Conselho Universitário (CONSUNI), ficando assim vinculado a Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA).

Segundo o professor Délcio, desde a sua criação até a atual data, o programa vem recebendo apoio incondicional de todos os setores da Instituição, principalmente no que diz respeito a sua submissão junto ao programa de extensão coordenado pela PROEX. No ano passado, o “Adote uma Árvore” passou a contribuir para o reflorestamento da mata ciliar em torno do Açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão. Em torno do reservatório foram plantadas cerca de 10 mil mudas, com o objetivo de recompor a área que sofreu com o desmatamento dos últimos anos.

O Adote uma Árvore visita escolas e empresas e ganha destaque em eventos como a Semana do Meio Ambiente e a Semana da Árvore. Nessas ocasiões, são proferidas palestras e prestados esclarecimentos sobre a importância do cuidado e do cultivo das plantas. A equipe também realiza palestras em escolas. Atualmente o programa envolve dois centros: o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e o Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA), que envolvem os departamentos de Biologia do Câmpus I e de Agroecologia do Câmpus II, além da Escola Técnica Agrícola Assis Chateaubriand, na iniciativa.

Para funcionar, o “Adote uma Árvore” envolve um grupo de professores, estudantes, funcionários e técnicos agrícolas. O professor Délcio também destaca as parcerias que a UEPB firmou com várias instituições e entidades públicas e privadas, o que tem ajudado a manter o programa com as chamadas contrapartidas. Como forma de colaborar com o programa, as entidades parceiras oferecem equipamentos e implementos agrícolas. As parcerias não envolvem valores financeiros.

Em uma dessas parcerias, o programa conseguiu adquirir um dessalinizador e um carro pipa que atendem as necessidades do viveiro do Câmpus de Lagoa Seca. “Hoje nós temos parcerias com prefeituras do interior e até de outros estados”, salienta o professor Délcio.

Três subprojetos aprovados pelo programa de extensão estão vinculados ao programa: “A Produção de Mudas”, “Quebra de dormência de espécies florestais” e “Arborização e Educação ambiental”. Estes subprojetos visam, respectivamente, produzir as mudas que irão atender a demanda do Adote uma Árvore, avaliar os efeitos de diferentes tratamentos para superação da dormência de sementes e adaptação a ambientes desfavoráveis ao plantio, além de contribuir para arborização das cidades, estimular e sensibilizar a capacitação de agentes multiplicadores ambientais, através de cursos e palestras junto aos alunos e comunidades, com elaboração de apostilas, folderes, cartilhas e manuais de arborização.

O “Adote uma Árvore” tem ajudado a produzir uma consciência ecológica e ajudado a melhorar o meio ambiente. A produção das espécies obedecem as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Nos viveiros mantidos pelo programa foram construídos canteiros, sementeiras e sistema de irrigação, além de estufas e minhocários.
Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Como forma de celebrar seus 10 anos, o “Adote uma Árvore” pretende intensificar ao longo desse ano a distribuição de mudas nas escolas, associações comunitárias, empresas e entidades parcerias. Atualmente o programa mantém uma produção de aproximadamente 50 mil mudas, distribuídas nos viveiros “Horto “Lauro Xavier” e Psicultura “Arthur Freire”, instalados nas margens do Açude de Bodocongó, no Câmpus de Campina Grande, bem como no horto que funciona no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA), no Câmpus de Lagoa Seca.

São cultivadas nesses três viveiros plantas como ipê amarelo, rosa, branco e roxo, ipê de jardim, aroeira, craibeira, jasmim, flamboyant mirim, palmeira mexicana, pata-de-vaca, madeira nova, entre outras espécies. Coordenador atual e integrante do programa desde a sua concepção, o professor do Departamento de Biologia, Délcio de Castro Felismino, explica que mesmo com a escassez de água por conta da seca, os viveiros permaneceram em plena atividade.

Professor Délcio conta que a pretensão inicial do professor Ivan era criar um projeto com o intuito de contribuir com o trabalho de recomposição de matas ciliares, incentivo à recuperação de áreas degradadas e arborização de ruas e logradouros das cidades. A intenção era manter viveiros permanentes para produção de mudas de forma contínua e por tempo indeterminado, contribuindo para arborização das cidades interessadas, com incremento de educação ambiental.

Só que a iniciativa cresceu, ficou mais abrangente e ganhou nova dimensão, sendo submetido e aprovado ao programa da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX). A partir de 2010, devido ao seu perfil, características e objetivos, foi transformado em programa, contemplado com duas bolsas de extensão. Devido à sua expansão e metas bem específicas e abrangentes, em 2012 foi institucionalizado pelo Conselho Universitário (CONSUNI), ficando assim vinculado a Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA).

Segundo o professor Délcio, desde a sua criação até a atual data, o programa vem recebendo apoio incondicional de todos os setores da Instituição, principalmente no que diz respeito a sua submissão junto ao programa de extensão coordenado pela PROEX. No ano passado, o “Adote uma Árvore” passou a contribuir para o reflorestamento da mata ciliar em torno do Açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão. Em torno do reservatório foram plantadas cerca de 10 mil mudas, com o objetivo de recompor a área que sofreu com o desmatamento dos últimos anos.

O Adote uma Árvore visita escolas e empresas e ganha destaque em eventos como a Semana do Meio Ambiente e a Semana da Árvore. Nessas ocasiões, são proferidas palestras e prestados esclarecimentos sobre a importância do cuidado e do cultivo das plantas. A equipe também realiza palestras em escolas. Atualmente o programa envolve dois centros: o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e o Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA), que envolvem os departamentos de Biologia do Câmpus I e de Agroecologia do Câmpus II, além da Escola Técnica Agrícola Assis Chateaubriand, na iniciativa.

Para funcionar, o “Adote uma Árvore” envolve um grupo de professores, estudantes, funcionários e técnicos agrícolas. O professor Délcio também destaca as parcerias que a UEPB firmou com várias instituições e entidades públicas e privadas, o que tem ajudado a manter o programa com as chamadas contrapartidas. Como forma de colaborar com o programa, as entidades parceiras oferecem equipamentos e implementos agrícolas. As parcerias não envolvem valores financeiros.

Em uma dessas parcerias, o programa conseguiu adquirir um dessalinizador e um carro pipa que atendem as necessidades do viveiro do Câmpus de Lagoa Seca. “Hoje nós temos parcerias com prefeituras do interior e até de outros estados”, salienta o professor Délcio.

Três subprojetos aprovados pelo programa de extensão estão vinculados ao programa: “A Produção de Mudas”, “Quebra de dormência de espécies florestais” e “Arborização e Educação ambiental”. Estes subprojetos visam, respectivamente, produzir as mudas que irão atender a demanda do Adote uma Árvore, avaliar os efeitos de diferentes tratamentos para superação da dormência de sementes e adaptação a ambientes desfavoráveis ao plantio, além de contribuir para arborização das cidades, estimular e sensibilizar a capacitação de agentes multiplicadores ambientais, através de cursos e palestras junto aos alunos e comunidades, com elaboração de apostilas, folderes, cartilhas e manuais de arborização.

O “Adote uma Árvore” tem ajudado a produzir uma consciência ecológica e ajudado a melhorar o meio ambiente. A produção das espécies obedecem as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Nos viveiros mantidos pelo programa foram construídos canteiros, sementeiras e sistema de irrigação, além de estufas e minhocários.
Texto: Severino Lopes
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Pós-Graduação em Odontologia da UEPB abre seleção para novas turmas de Mestrado e Doutorado

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A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) divulgou edital para o processo seletivo de novas turmas do ano de 2017 para os cursos de Mestrado e Doutorado da Instituição. No total estão sendo oferecidas 13 vagas para o curso de Mestrado e 14 vagas para o curso de Doutorado. As referidas vagas são destinadas aos portadores de diploma de graduação em Odontologia (para o Mestrado) e de mestrado em Odontologia ou em áreas afins (para o Doutorado).

A inscrição para o processo seletivo deverá ser efetuada através do endereço eletrônico http://scapg.uepb.edu.br e, posteriormente, ratificada com a entrega dos documentos exigidos no edital até o dia 22 de junho, no horário das 8h às 12h, na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Odontologia.

Os cursos de Mestrado e Doutorado possuem a área de concentração em Clínica Odontológica, sendo o primeiro dividido nas linhas de pesquisa “Epidemiologia e Promoção de Saúde em Odontologia”, “Estudo das Alterações do Sistema Estomatognático” e “Estudo das Terapias Complementares em Odontologia”. Já o segundo compreende as áreas de pesquisa “Diagnóstico, Distribuição e Fatores Associados aos Agravos da Saúde Bucal” e “Desenvolvimento e Otimização de Produtos Relacionados ao Tratamento de Agravos à Saúde Bucal”.

Confira o edital completo e retificado clicando AQUI. Mais informações através do telefone (83) 3315-3471.

 

Texto: Severino Lopes

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A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) divulgou edital para o processo seletivo de novas turmas do ano de 2017 para os cursos de Mestrado e Doutorado da Instituição. No total estão sendo oferecidas 13 vagas para o curso de Mestrado e 14 vagas para o curso de Doutorado. As referidas vagas são destinadas aos portadores de diploma de graduação em Odontologia (para o Mestrado) e de mestrado em Odontologia ou em áreas afins (para o Doutorado).

A inscrição para o processo seletivo deverá ser efetuada através do endereço eletrônico http://scapg.uepb.edu.br e, posteriormente, ratificada com a entrega dos documentos exigidos no edital até o dia 22 de junho, no horário das 8h às 12h, na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Odontologia.

Os cursos de Mestrado e Doutorado possuem a área de concentração em Clínica Odontológica, sendo o primeiro dividido nas linhas de pesquisa “Epidemiologia e Promoção de Saúde em Odontologia”, “Estudo das Alterações do Sistema Estomatognático” e “Estudo das Terapias Complementares em Odontologia”. Já o segundo compreende as áreas de pesquisa “Diagnóstico, Distribuição e Fatores Associados aos Agravos da Saúde Bucal” e “Desenvolvimento e Otimização de Produtos Relacionados ao Tratamento de Agravos à Saúde Bucal”.

Confira o edital completo e retificado clicando AQUI. Mais informações através do telefone (83) 3315-3471.

 

Texto: Severino Lopes

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CODECOM da UEPB inscreve trabalhos para publicação na Revista Leituras Sociais Contemporâneas

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Estão abertas até o dia 19 de maio as inscrições de trabalhos para a Revista Eletrônica “Leituras Sociais Contemporâneas – LER”, periódico semestral organizado pela Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em parceria com a Editora Universitária (EDUEPB). A revista é destinada à divulgação de produções relacionadas à visão transdisciplinar de caráter científico, acadêmico e artístico, abrangendo as áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Tecnologia, Saúde e Ciências Exatas.

A primeira edição da LER abordará a temática “Folkcomunicação e Cultura Popular” e dela poderão participar professores, técnicos administrativos e alunos da UEPB, de outras universidades e pessoas da comunidade em geral que tenham interesse em publicar ideias e análises sociais relacionadas com o tema. A cada edição uma nova temática será abordada.

Os conceitos, teorias e informações emitidas em cada trabalho são de inteira responsabilidade dos seus autores, que poderão escolher inscrever seus trabalhos em categorias distintas, quais sejam: Artigo Científico ou Memória Científica Original; Nota Prévia ou Publicação Provisória; Artigo de Revisão; Paper; Estudo de Caso ou Relato de Experiência; Ensaio Poético; Ensaio (de texto, fotografia, desenho, pintura ou gravura); Memória; Resenha ou Resenha Crítica.

As propostas deverão ser enviadas para o e-mail revistaler@uepb.edu.br, juntamente com os dados pessoais dos autores, link do Currículo Lattes, ofício solicitando a apreciação do original pela revista e uma autorização para a publicação, devidamente assinada pelos autores. Os modelos dos documentos podem ser conferidos no edital. Após o recebimento, os trabalhos serão submetidos à avaliação de especialistas na área pertinente à temática e aprovados pelo Conselho Editorial.

O lançamento da revista eletrônica LER está previsto para o início de junho, durante o 14º Seminário Os Festejos Juninos no Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular, que será realizado entre os dias 31 de maio e 2 de junho, em Campina Grande. As normas para publicação dos artigos acadêmicos e científicos estão descritas no edital que pode ser conferido clicando AQUI. Outras informações podem ser adquiridas através dos telefones (83) 3315-3438 e 3315-3489.

 

Texto: Giuliana Rodrigues

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Texto: Giuliana Rodrigues

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