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Núcleo de Educação e Atenção em Saúde promove 5º Fórum de Controle da Dependência Química de CG

Array ( [post_title] => Núcleo de Educação e Atenção em Saúde promove 5º Fórum de Controle da Dependência Química de CG [post_content] =>

O Núcleo de Educação e Atenção em Saúde (NEAS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realiza, entre os dias 10 e 12 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Central, no Câmpus de Bodocongó, o 5º Fórum de Controle da Dependência Química da Cidade de Campina Grande, um espaço de discussão sobre os desafios provocados pelo uso, abuso e dependência do tabaco, álcool e outras drogas. Este ano, o evento tem como tema “Iniciação ao consumo de substâncias psicoativas”.

Conforme os organizadores do evento, o uso indevido de drogas psicoativas entre crianças e adolescentes se apresenta como grave problema de saúde pública, gerando sérios impactos cognitivos, psíquicos, físicos e sociais neste perfil populacional. Levantamento nacional sobre o consumo de drogas psicotrópicas entre estudantes de Ensino Fundamental e Médio da rede pública e privada, realizado pelo CEBRID, em 2010, detectou que 42,4% desse público já haviam usado álcool na vida; 9,6% consumiram tabaco e 15,4% utilizaram outras drogas.

De acordo com a organizadora do evento, professora Clésia Pachú, a iniciativa anual tem como objetivo oferecer uma contribuição para a reflexão biopsicossocial da temática, apresentando propostas para a melhoria da qualidade de vida de todos que compõem a sociedade. O Fórum aberto para o público em geral interessado na temática. “O período da infância e da adolescência é considerado como fase responsável pelo desenvolvimento de potencialidades individuais, pessoais e interpessoais, desenvolvimento cognitivo acentuado e ampliação de habilidades para tomada de decisões. Percebe-se a utilização indevida de drogas psicoativas como forma possível de lidar com complexidades e dificuldades do dia a dia e precisamos alertar a todos sobre os riscos”, destaca Clésia.

As inscrições dos participantes estão sendo feitas mediante envio de nome completo, telefone de contato, local de trabalho ou estudo, e e-mail para envio do certificado para o endereço circularsaude.uepb@gmail.com. A ação, conta com o apoio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde/Doença e Direitos Sociais (GEPSADDS) e do Programa de Educação e Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (PEPAD). Outras informações podem ser obtidas no site www.circularsaude.uepb.edu.br.

Texto: Tatiana Brandão

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O Núcleo de Educação e Atenção em Saúde (NEAS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realiza, entre os dias 10 e 12 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Central, no Câmpus de Bodocongó, o 5º Fórum de Controle da Dependência Química da Cidade de Campina Grande, um espaço de discussão sobre os desafios provocados pelo Leia Mais...

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As inscrições dos participantes estão sendo feitas mediante envio de nome completo, telefone de contato, local de trabalho ou estudo, e e-mail para envio do certificado para o endereço circularsaude.uepb@gmail.com. A ação, conta com o apoio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde/Doença e Direitos Sociais (GEPSADDS) e do Programa de Educação e Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (PEPAD). Outras informações podem ser obtidas no site www.circularsaude.uepb.edu.br.

Texto: Tatiana Brandão

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia Leia Mais...

O post Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal apareceu primeiro em UEPB.

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Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

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Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

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Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

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Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

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Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

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Apresentação de pesquisas científicas dá início à 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

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Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem Leia Mais...

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“Doce Espera” inaugura reforma em recepção e amplia atividades para crianças na Clínica de Odontologia

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação Doce Espera

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma Leia Mais...

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação Doce Espera

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
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“Doce Espera” inaugura reforma em recepção e amplia atividades para crianças na Clínica de Odontologia

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação Doce Espera

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“Doce Espera” inaugura reforma em recepção e amplia atividades para crianças na Clínica de Odontologia

O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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“Doce Espera” inaugura reforma em recepção e amplia atividades para crianças na Clínica de Odontologia

O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma Leia Mais...

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Profissionais mostram como a Fisioterapia pode atuar para melhorar a qualidade de vida dos pacientes

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A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último Leia Mais...

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A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
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A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
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Profissionais mostram como a Fisioterapia pode atuar para melhorar a qualidade de vida dos pacientes

A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Profissionais mostram como a Fisioterapia pode atuar para melhorar a qualidade de vida dos pacientes

A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Profissionais mostram como a Fisioterapia pode atuar para melhorar a qualidade de vida dos pacientes

A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último dia do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, evento que aconteceu simultaneamente ao 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), realizados pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Departamento de Fisioterapia da Instituição.

O evento de nível internacional e com conferências de grande impacto, abordando o que existe de mais moderno nos tratamentos da Fisioterapia, terminou neste sábado (25), no Auditório do Hotel Slaviero Essential, em Campina Grande. O último dia das atividades foi marcado por palestras, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos. Os trabalhos do sábado foram abertos pela professora da Unicamp, Juliana Lenzi, que proferiu a palestra “Eletroterapia na Oncologia, qual a segurança?”. Juliana enfatizou que o uso Eletroterapia na Oncologia significa uma quebra de paradigma, visto que, bem recente, tradicionalmente todas as formas de correntes elétricas eram contraindicadas nos pacientes. Ela focou na saúde da mulher, destacando o uso da Eletroterapia para ajudar nas respostas das terapias antineoplásticas como as radiodermite, as mucosites e a neorepatia periférica induzida. “No momento, estamos vendo que esses recursos vieram para beneficiar os pacientes, sendo realizados com segurança”, disse.

As estratégias da Fisioterapia Pélvica no tratamento da disfunção neurogênica do trato urinário inferior foram abordadas pela doutora Laise Veloso, da Universidade Federal de São Paulo. A incidência desse problema é alta no Brasil e afeta principalmente os pacientes que foram acometidos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outros problemas. Diante de um tema atual, a pesquisadora explicou que as pessoas que sofrem AVC têm comprometimento miccional em função dos danos causados na bexiga. Em sua palestra, Laise Veloso mostrou como a Fisioterapia tem ajudado os pacientes a ter uma melhor qualidade de vida, melhorando a continência urinária deles, para que não fiquem perdendo urina o tempo inteiro. “Os tratamentos mais descritos na literatura, com maior evidência científica, são os exercícios perineais, treinamentos musculares e aplicação de corrente elétrica pensando na neuromodulação”, explicou.

Os diversos tipos de tratamentos que favorecem a reabilitação no assoalho pélvico masculino e feminino foram apresentados pela doutora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Elizabel Viana. Em sua conferência, ela falou da importância do tratamento, do conhecimento dos fatores de risco e das terapêuticas utilizadas hoje pela Fisioterapia Pélvica para recuperação dos pacientes com disfunções. Elizabel mostrou que, embora seja recente, a Fisioterapia Pélvica tem contribuído para melhorar a qualidade de vida das mulheres e recuperar muitos pacientes com as chamadas doenças sociais. Esse tipo de doença, conforme destacou a professora, causa afastamento dos pacientes das atividades profissionais e até os leva ao isolamento.

O uso da Fisioterapia nas disfunções anorretais foi abordado pela fisioterapeuta Iane Castro. Em sua participação, ela mostrou quais são as principais disfunções que ocorrem na população e disse que a Fisioterapia tem atuado com prevenção junto aos pacientes. Esse trabalho é realizado por meio de orientações e técnicas mais específicas para auxiliar os pacientes a evacuar de forma correta. As orientações passam pela ingestão de líquidos, alimentação e o posicionamento evacuatório.

A manhã do sábado foi marcada ainda pela mesa redonda “O papel do fisioterapêutico obstétrico: experiência na equipe multidisciplinar”, coordenada pelas fisioterapeutas Yasmyne Martins e Bárbara Rose. Coordenadora geral dos quatro encontros, a professora da UEPB, Socorro Barbosa, fez uma avaliação positiva do evento e disse que todas as atividades extrapolaram as expectativas. O número de inscritos, previsto em 250 participantes, ultrapassou as 300 inscrições. Socorro Barbosa destacou o alto nível das palestras e disse que todos os temas mostraram como o Curso de Fisioterapia da UEPB está atualizado e não deixa nada a desejar aos cursos dos grandes centros.

“O que a gente nota é que o Encontro superou nossas expectativas. A UEPB tem trabalhado em eventos com qualidade, palestras de alto nível, temas diversificados e debates de nível internacional”, frisou. Socorro Babosa ressaltou que o Encontro proporcionou uma ampla abordagem por especialistas renomados em áreas como sexualidade, oncologia, assoalho pélvico, obstetrícia, trabalho em parto, entre outros temas. Ela destacou a satisfação dos participantes e os elogios dos congressistas.

Novidades no atendimento fisioterápico

Uma das contribuições mais significativas que eventos científicos oferecem é a possibilidade de reunir profissionais capacitados para trocar experiências e apontar o que de mais atual está sendo discutido e utilizado na área. E durante os três dias do CONEFISMH não foi diferente. Além de realizar palestras, mesas redondas e rodas de conversa, o evento ainda apresentou técnicas de atendimento fisioterápico mais atuais, sejam elas aplicadas em hospitais, consultórios ou clínicas escolas.

Profissionais mostram como a Fisioterapia pode atuar para melhorar a qualidade de vida dos pacientes

De acordo com a professora Carminha Pinto, membro da Coordenação do Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, as pesquisas de evidências científicas ainda são muito carentes, o que instigou a organizar um evento que trouxesse opiniões de profissionais que estão trabalhando com pesquisa acadêmica e que podem oferecer uma abordagem mais ampla entre os vários temas abordados nesta edição.

“Nossa ideia foi trazer opiniões de profissionais baseados na experiência clínica e científica e fazer uma discussão, uma análise do atendimento que nós prestamos na área, além de informar melhor os nossos alunos que participaram do congresso. E esse objetivo foi alcançado. Conseguimos juntar as informações que esses profissionais renomados trouxeram para podermos comparar com o que nós fazemos aqui e melhorar a prestação do nosso atendimento, seja ele na sala de aula ou na assistência que oferecemos à sociedade”, explicou a professora.

Sobre o atendimento oferecido, Carminha se referiu aos projetos desenvolvidos pela Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB, que presta assistência em diversas áreas da saúde da Mulher e do Homem. “Muitos desses atendimentos que aprofundamos durante o Congresso já são oferecidos na Clínica Escola. O que fizemos aqui foi tentar analisar se o que nós fazemos é o que é feito lá fora. Vimos que não existe nenhuma diferença, mas que existem novidades. E essas novidades foram experiências boas para que possamos aplicar esses tipos de atendimentos na Clínica Escola”, acrescentou.

O Congresso Nacional de Fisioterapia foi encerrado na tarde deste sábado (26), com palestras sobre a Doença de Peyronie, Fisioterapia na gestação, Gameterapia Pélvica, Políticas públicas na Saúde da Mulher, Uso do Epi-No, além de uma mesa redonda sobre a Associação Brasileira de Fisioterapia na Saúde da Mulher. Também foram realizados sorteios de brindes para os participantes e uma avaliação do evento por parte dos membros da organização do 1º CONEFISMH.

Texto: Severino Lopes e Givaldo Cavalcanti
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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A Fisioterapia atua para aliviar a dor, proporcionar qualidade de vida a população, prevenir doenças oncológicas e garantir uma sobrevida aos pacientes que estão com quadros clínicos graves. O uso dos mais sofisticados recursos tecnológicos, associados a exercícios que favorecem o tratamento dos diversos tipos de câncer foram amplamente debatidos por renomados profissionais no último Leia Mais...

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Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

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O que existe de moderno na Fisioterapia, os avanços das tecnologias e os tratamentos inovadores em doenças urológicas e de continência urinária foram alguns dos temas abordados por renomados pesquisadores no segundo dia de atividades do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), que acontecem simultaneamente, em uma realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
Imagens: TV UEPB e Givaldo Cavalcanti

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O que existe de moderno na Fisioterapia, os avanços das tecnologias e os tratamentos inovadores em doenças urológicas e de continência urinária foram alguns dos temas abordados por renomados pesquisadores no segundo dia de atividades do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia Leia Mais...

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O que existe de moderno na Fisioterapia, os avanços das tecnologias e os tratamentos inovadores em doenças urológicas e de continência urinária foram alguns dos temas abordados por renomados pesquisadores no segundo dia de atividades do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), que acontecem simultaneamente, em uma realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
Imagens: TV UEPB e Givaldo Cavalcanti

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Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
Imagens: TV UEPB e Givaldo Cavalcanti

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Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
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Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
Imagens: TV UEPB e Givaldo Cavalcanti

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O que existe de moderno na Fisioterapia, os avanços das tecnologias e os tratamentos inovadores em doenças urológicas e de continência urinária foram alguns dos temas abordados por renomados pesquisadores no segundo dia de atividades do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), que acontecem simultaneamente, em uma realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

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O que existe de moderno na Fisioterapia, os avanços das tecnologias e os tratamentos inovadores em doenças urológicas e de continência urinária foram alguns dos temas abordados por renomados pesquisadores no segundo dia de atividades do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), que acontecem simultaneamente, em uma realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

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Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
Imagens: TV UEPB e Givaldo Cavalcanti

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Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

O que existe de moderno na Fisioterapia, os avanços das tecnologias e os tratamentos inovadores em doenças urológicas e de continência urinária foram alguns dos temas abordados por renomados pesquisadores no segundo dia de atividades do 1º Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem, 2º Congresso Internacional de Fisioterapia em Pelviperineologia (CONFIP), 13º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde da Mulher (ENFISM) e 5º Encontro Nordestino de Fisioterapia na Saúde do Homem (ENFISH), que acontecem simultaneamente, em uma realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

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Estas iniciativas reúnem, até este sábado (26), em Campina Grande, mais de 250 pessoas entre professores estudantes e profissionais da área. Uma série de palestras e mesas redondas, realizadas no Auditório do hotel Slaviero Essential, movimentou os trabalhos dos eventos nesta sexta-feira (25). A doutora Patricia Lordelo ministrou a palestra “Ultrassoniografia Transperineal, Avaliação ou Biofeedback”. Ela explicou que nova técnica, utilizando imagens, já vem sendo aplicada pelos fisioterapeutas no diagnóstico de câncer de próstata.

Por ser recém-criada, segundo ela, a ultrassonografia transperineal ainda não tem resposta como tratamento terapêutico, mas os diagnósticos já mostram sua eficácia. Patrícia Lordelo observou que essa técnica pode substituir a ressonância magnética, que tem um custo bem mais elevado. “Com esse novo recurso, a gente consegue ter essa mesma informação com custo bem abaixo”, disse.

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Um dos problemas que afeta entre 15% e 30% da população brasileira diz respeito à incontinência urinária. Esse tema foi tratado pela fisioterapeuta Leila Barroso, na palestra “Tratamento Fisioterapêutico da bexiga heperativa”. Em sua explanação, a pesquisadora abordou as evidências científicas atuais no tratamento do problema com base em estudos publicados recentemente. Basicamente, o tratamento consiste em exercício para a musculatura do assoalho pélvico, que pode ser ou não associado a outros recursos, como o uso de eletroestimulação e o treinamento comportamental.

No tratamento, conforme explicou Leila, os profissionais utilizam recursos de orientações, a exemplo do treinamento vesical, que consiste na programação das micções em horários adequados, além de uma alimentação adequada. Sobre a eficácia desse tratamento, ela disse que as evidências ainda não confirmam o sucesso e deixam os resultados inconclusivos, devido os estudos ainda estarem em fase de realização, mas as perspectivas no desenvolvimento do estudo são positivas.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

O médico fisioterapeuta Lucas Ithamar procurou mostrar como a quebra de paradigmas interfere na prática em Urologia. Em tom de provocação, ele disse que os fisioterapeutas e futuros profissionais precisam estar preparados para mudar as condutas e quebrar paradigmas quando determinados procedimentos entram em conflito com as evidências científicas e não favorecem o bem maior dos pacientes. Como exemplo, ele citou a nova postura que o médico deve adotar ao fazer uma avaliação clínica, levando em consideração aspectos clínicos e as queixas dos pacientes, entre outras informações.

A nova conduta visa evitar intervenções desnecessárias de recursos da medicação sem, com isso, comprometer a eficácia do tratamento. Ou seja, a ideia é melhorar a assistência médica. “A avaliação precisa ser focada, individualizada, pensando que alguns aspectos podem ser suprimidos, conforme o que o paciente relata”, observou.

Pesquisadores mostram como a Fisioterapia e os recursos tecnológicos podem ajudar em tratamentos clínicos

Ainda houve a palestra “Educação da dor através da neurociência terapêutica: tratamento da dor pélvica”, ministrada pela doutora Beth Shelly e a mesa redonda “Intervenção equipe multidisciplinar no aleitamento” coordenada pelas médicas Raiana Mariz, Gabriela Brasileiro e Clara Rodrigues, além da palestra “Conceito Hipopressivo no exercício masculino”, ministrada pelo médico Jorge Vieira.

A programação seguiu a tarde com uma série de abordagens mostrando como a Fisioterapia pode ajudar nos tratamentos de diversos problemas que afetam homens e mulheres. Entre os trabalhos, a mesa redonda “Atenção Fisioterapêutica em Oncologia Feminina”, com a doutora Juliana Lenzi e o doutor Diego Dantas, abordou o uso de tecnologias e a importância do exercício físico na prevenção e no tratamento do câncer.

Juliana Lenzi mostrou que o número de pacientes com câncer vem aumentando, mas, no mesmo ritmo, as altas tecnologias têm garantido sobrevida aos pacientes. Ela ressaltou que as complicações interferem diretamente na qualidade de vida desses pacientes e que “a Fisioterapia busca proporcionar uma sobrevida com qualidade”.

Outros temas abordados neste segundo dia de Congresso foram “O fisioterapeuta como agente promotor do aleitamento materno”, “Abordagens fisioterapêuticas nas algias proctológicas”, “Sexualidade feminina: atuação de equipe multiprofissional”, “Avaliação do assoalho pélvico por termografia”, “Benefícios da fisioterapia aquática no período gestacional: evidências científicas” e “Fisioterapia na gestação de alto risco”. As atividades do Congresso prosseguem neste sábado (26), último dia do evento.

Texto: Severino Lopes
Imagens: TV UEPB e Givaldo Cavalcanti

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