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Centro de Ciências Biológicas e da Saúde

21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

12 de novembro de 2019
21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Profissionais destacam importância do atendimento em Psicologia e Serviço Social na Educação Básica

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A prestação do atendimento de Psicologia e Serviço Social na rede pública de Educação Básica sempre foi vista por profissionais e estudiosos como um avanço na assistência e qualificação multidisciplinar nas escolas brasileiras. Entretanto, a proposta recente do Governo Federal em desobrigar a presença desses profissionais em unidades de ensino de estados e municípios, alegando problemas financeiros, trouxe de volta ao debate questões que apontam para a discussão sobre gastos e investimentos na Educação.

Entretanto, no final do mês de novembro, o Congresso Nacional refutou tal proposta, garantindo a obrigatoriedade do atendimento nas escolas por profissionais de Psicologia e Serviço Social, fato que foi celebrado por professores e estudantes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) que, além de oferecer formação em cursos de graduação e pós-graduação nessas áreas, também dispõe de atividades de pesquisa e extensão. A professora Tereza Karla Melo, de Serviço Social, afirmou que em muitos casos existem problemáticas no ambiente escolar que superam a alçada do professor, o que torna essencial a presença de outros profissionais no contexto.

“Nós recebemos com muita preocupação a informação de que não seria mais obrigatória a presença de assistentes sociais e psicólogos nas escolas públicas. Sabemos que a escola é um espaço extremamente importante para o desenvolvimento da criança e do adolescente, não só no que se refere à aprendizagem escolar, mas também de socialização e outros tipos de aprendizado. A escola também converge para problemáticas que atingem a família, a infância, a adolescência, ampliando as relações estabelecidas no âmbito escolar”, explicou a professora que ainda elencou outros fatores importantes que confirmam a importância de oferecer tais atendimentos no ambiente escolar.

“Demandas existem. A questão da drogadição, da sexualidade, violência doméstica, bullying, uma série de temáticas que perpassam o ambiente escolar. Como esses profissionais são capacitados para enfrentarem isto no contexto da escola, juntamente aos professores e gestão escolar, é possível pensar num enfrentamento mais amplo desses problemas. Acredito que a sociedade e os conselhos profissionais, quando souberam dessa possibilidade da não obrigatoriedade, começaram a fazer essa discussão e isso contribuiu para que essa medida não fosse aprovada”, acrescentou Tereza Karla.

Sobre os prejuízos que a ausência de psicólogos e assistentes sociais nas escolas públicas poderiam trazer, a professora e coordenadora da Clínica Escola de Psicologia, Carla Brandão, apontou para a falta de olhar especializado que, em diversos momentos, poderiam trazer problemas para o ambiente escolar. Segundo ela, os professores e gestores das escolas muitas vezes não conseguem identificar demandas específicas por não serem especialistas em assuntos de diferentes áreas de sua formação. Ela apontou que muitos problemas escolares têm origem fora da escola, o que torna ainda mais difícil a identificação e resolução de determinadas situações.

“A escola é um espaço onde são identificados boa parte de muitos problemas, sejam eles de saúde, violência e também os sociais. Muitos com origem na família ou na própria escola, mas certamente o olhar de um profissional especializado torna possível identificar esse problema e, a partir dali, dar um encaminhamento adequado no sentido de acompanhar ecriar estratégias educativas para se fazer um trabalho interdisciplinar. Não é ter só o pedagogo, o professor. É preciso pensar nessa perspectiva multidisciplinar, onde a presença do profissional psicólogo e do assistente social também contribuirão para o enfrentamento dessas questões”, argumentou Carla.

No que se refere ao debate que envolve o princípio de gastos ou investimentos na Educação, professora Carla Brandão destacou que pensar sob esse ponto de vista é ir na contramão de todas as tendências que enxergam na ampliação dos serviços educativos a saída para muitos problemas que o serviço de Saúde, por exemplo, precisa corresponder. “A escola não é uma ilha, ela está em conexão com seu entorno e dali é possível partir para um trabalho de prevenção e promoção da saúde. Não só no sistema de Saúde, mas na Educação. Pensar na assistência, não no sentido de estar no polo do adoecimento, mas sim como cidadania, bem-estar, qualidade de vida. Isso não se passa exclusivamente no serviço de Saúde, mas na comunidade e dentro da escola. Acho que, com a manutenção da obrigatoriedade desses profissionais, todos estão pensando em investimento a longo prazo, na repercussão que pode ser o trabalho desse profissionais na escola, evitando-se muita coisa”, acrescentou.

Aluna do 1º período de Psicologia, Aylla Moreira segue a mesma linha de raciocínio e ainda projeta o risco que seria a ausência da presença desses profissionais nas escolas públicas, caso a desobrigatoriedade fosse permitida. “Sabemos que se não fosse mais obrigatório os gestores públicos iam dar a desculpa de não terem dinheiro para contratar psicólogos e assistentes sociais. É preciso entender a necessidade de ter atenção à saúde mental na escola, bem como a importância de estar preparado para situações de risco social. Por isso, acredito que a decisão do Congresso Nacional de vetar a proposta do Governo Federal foi positiva”, disse.

Pesquisa e extensão da UEPB nas áreas de Psicologia e Serviço Social

A atuação da Universidade Estadual da Paraíba nas áreas de Psicologia e Serviço Social, por meio de pesquisas e ações de extensão, são um termômetro do quanto as atividades desenvolvidas a partir da Instituição contribuem para o desenvolvimento social. Na pós-graduação, estão à disposição o Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (PPGSS), que possui pesquisas nas linhas de “Serviço Social, Estado, Trabalho e Políticas Sociais” e “Gênero, Diversidade e Relações de Poder”, além dos cursos de especialização em “Logoterapia e Saúde da Família”, “Desenvolvimento Humano e Educação Escolar”, “Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” e “Saúde Mental e Atenção Psicossocial”.

Já na extensão universitária, setor onde os alunos de graduação atuam diretamente fora dos muros da UEPB, a Instituição conta com 17 projetos vinculados ao Departamento de Psicologia e mais quatro ao Departamento de Serviço Social. Dentre essas iniciativas, muitas intervenções acontecem no campo da Educação, auxiliando a proposta de implementar e consolidar um processo de ensino e aprendizagem multidisciplinar, pronto para enfrentar os desafios de várias realidades diferentes.

Atuam especificamente no campo da Educação em escolas de Campina Grande os seguintes projetos de extensão da UEPB: “Humanizar: escritório social para encaminhamento, ressocialização e cidadania”, “Psicologia e educação popular no meio rural”, “Oficinas lúdicas com crianças de escola pública: promoção do sujeito psíquico e cidadão”, “Trabalhando a identidade de mães adolescentes: uma intervenção da psicologia no CRAS”, “Serviço de acolhimento psicológico às crianças e adolescentes em situação de risco”, “Cidadania para todos” e “Brasil em tela: formação social e questão social no cinema, desde a colônia até os dias atuais”.

“Há muito tempo discutimos, na área da Educação, a presença da equipe multiprofissional na escola. Além do corpo já conhecido dos professores e gestores, também defendemos a existência de outros profissionais, como psicólogos e assistentes sociais. Falar em não existir esses profissionais nesses espaços é um prejuízo muito grande para a escola como um todo. Desde como assessorar professores em questões como a aprendizagem a, até mesmo, saber identificar conflitos que podem dificultar as relações sociais no espaço escolar e familiar”, explicou o pró-reitor de Extensão da UEPB, professor José Pereira da Silva.

Texto: Givaldo Cavalcanti

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“Demandas existem. A questão da drogadição, da sexualidade, violência doméstica, bullying, uma série de temáticas que perpassam o ambiente escolar. Como esses profissionais são capacitados para enfrentarem isto no contexto da escola, juntamente aos professores e gestão escolar, é possível pensar num enfrentamento mais amplo desses problemas. Acredito que a sociedade e os conselhos profissionais, quando souberam dessa possibilidade da não obrigatoriedade, começaram a fazer essa discussão e isso contribuiu para que essa medida não fosse aprovada”, acrescentou Tereza Karla.

Sobre os prejuízos que a ausência de psicólogos e assistentes sociais nas escolas públicas poderiam trazer, a professora e coordenadora da Clínica Escola de Psicologia, Carla Brandão, apontou para a falta de olhar especializado que, em diversos momentos, poderiam trazer problemas para o ambiente escolar. Segundo ela, os professores e gestores das escolas muitas vezes não conseguem identificar demandas específicas por não serem especialistas em assuntos de diferentes áreas de sua formação. Ela apontou que muitos problemas escolares têm origem fora da escola, o que torna ainda mais difícil a identificação e resolução de determinadas situações.

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No que se refere ao debate que envolve o princípio de gastos ou investimentos na Educação, professora Carla Brandão destacou que pensar sob esse ponto de vista é ir na contramão de todas as tendências que enxergam na ampliação dos serviços educativos a saída para muitos problemas que o serviço de Saúde, por exemplo, precisa corresponder. “A escola não é uma ilha, ela está em conexão com seu entorno e dali é possível partir para um trabalho de prevenção e promoção da saúde. Não só no sistema de Saúde, mas na Educação. Pensar na assistência, não no sentido de estar no polo do adoecimento, mas sim como cidadania, bem-estar, qualidade de vida. Isso não se passa exclusivamente no serviço de Saúde, mas na comunidade e dentro da escola. Acho que, com a manutenção da obrigatoriedade desses profissionais, todos estão pensando em investimento a longo prazo, na repercussão que pode ser o trabalho desse profissionais na escola, evitando-se muita coisa”, acrescentou.

Aluna do 1º período de Psicologia, Aylla Moreira segue a mesma linha de raciocínio e ainda projeta o risco que seria a ausência da presença desses profissionais nas escolas públicas, caso a desobrigatoriedade fosse permitida. “Sabemos que se não fosse mais obrigatório os gestores públicos iam dar a desculpa de não terem dinheiro para contratar psicólogos e assistentes sociais. É preciso entender a necessidade de ter atenção à saúde mental na escola, bem como a importância de estar preparado para situações de risco social. Por isso, acredito que a decisão do Congresso Nacional de vetar a proposta do Governo Federal foi positiva”, disse.

Pesquisa e extensão da UEPB nas áreas de Psicologia e Serviço Social

A atuação da Universidade Estadual da Paraíba nas áreas de Psicologia e Serviço Social, por meio de pesquisas e ações de extensão, são um termômetro do quanto as atividades desenvolvidas a partir da Instituição contribuem para o desenvolvimento social. Na pós-graduação, estão à disposição o Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (PPGSS), que possui pesquisas nas linhas de “Serviço Social, Estado, Trabalho e Políticas Sociais” e “Gênero, Diversidade e Relações de Poder”, além dos cursos de especialização em “Logoterapia e Saúde da Família”, “Desenvolvimento Humano e Educação Escolar”, “Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” e “Saúde Mental e Atenção Psicossocial”.

Já na extensão universitária, setor onde os alunos de graduação atuam diretamente fora dos muros da UEPB, a Instituição conta com 17 projetos vinculados ao Departamento de Psicologia e mais quatro ao Departamento de Serviço Social. Dentre essas iniciativas, muitas intervenções acontecem no campo da Educação, auxiliando a proposta de implementar e consolidar um processo de ensino e aprendizagem multidisciplinar, pronto para enfrentar os desafios de várias realidades diferentes.

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Texto: Givaldo Cavalcanti

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Estudantes de Fisioterapia apresentam resultados da prática de Lian Gong com técnicos administrativos da UEPB

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em trabalhar as técnicas do Lian Gong, prática corporal chinesa, com técnicos administrativos da Universidade, com o objetivo de tratar e prevenir dores no corpo.

Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em Leia Mais...

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em trabalhar as técnicas do Lian Gong, prática corporal chinesa, com técnicos administrativos da Universidade, com o objetivo de tratar e prevenir dores no corpo.

Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em trabalhar as técnicas do Lian Gong, prática corporal chinesa, com técnicos administrativos da Universidade, com o objetivo de tratar e prevenir dores no corpo.

Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em trabalhar as técnicas do Lian Gong, prática corporal chinesa, com técnicos administrativos da Universidade, com o objetivo de tratar e prevenir dores no corpo.

Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

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Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

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Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Estudantes de Fisioterapia apresentam resultados da prática de Lian Gong com técnicos administrativos da UEPB

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em trabalhar as técnicas do Lian Gong, prática corporal chinesa, com técnicos administrativos da Universidade, com o objetivo de tratar e prevenir dores no corpo.

Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Estudantes de Fisioterapia apresentam resultados da prática de Lian Gong com técnicos administrativos da UEPB

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

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Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Estudantes de Fisioterapia apresentam resultados da prática de Lian Gong com técnicos administrativos da UEPB

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em trabalhar as técnicas do Lian Gong, prática corporal chinesa, com técnicos administrativos da Universidade, com o objetivo de tratar e prevenir dores no corpo.

Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

Estudantes de Fisioterapia apresentam resultados da prática de Lian Gong com técnicos administrativos da UEPB

Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

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Participaram dos exercícios de respiração e alongamentos no pescoço, ombros, costas, cintura, pernas e pés os trabalhadores da Pró-Reitoria de Gestão Administrativa (PROAD), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC). O Lian Gong é um tipo de ginástica que não demanda aparelhos, podendo ser praticado em qualquer lugar, individualmente ou em grupo, o que facilitou a participação dos servidores, uma vez que as atividades foram desenvolvidas nos ambientes de trabalho ou em salas de apoio.

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Segundo a professora do Departamento de Fisioterapia, Cláudia Holanda Moreira, que leciona o componente curricular, essas atividades contemplam práticas de promoção no ambiente laboral, onde os servidores foram beneficiados com exercícios de relaxamento, alinhamentos e massagem terapêutica. Ela ainda destacou que, inicialmente, foram feitas avaliações preliminares para saber se todos estavam aptos a participar da prática integrativa. “A participação dos estudantes foi muito positiva, como também a aceitação dos servidores foi primordial para que as atividades fossem feitas. É preciso ficarmos atentos às práticas colaborativas na comunidade universitária, que necessita de forma contínua desta atenção à saúde do trabalhador”, explicou.

A aluna do 8º período, Marília Macedo foi uma das participantes do projeto que atendeu cerca de 40 servidores ao longo do semestre. Ela apontou o crescimento na formação acadêmica proporcionada por práticas como essa, já que esses momentos proporcionam um complemento entre as práticas integrativas e complementares que são vistas ao longo do curso. “Foi um aprendizado muito grande, porque tivemos a oportunidade de trabalhar pela primeira vez diretamente com a Saúde do Trabalhador. Esse é um setor que necessita de atenção e todos nos ajudaram bastante, tanto por nos acolher, como também por participarem de maneira pró-ativa”, destacou Marília.

Participaram da apresentação dos estudantes vários técnicos administrativos da UEPB que praticaram o Lian Gongo neste semestre, além da pró-reitora de Gestão Administrativa, professora Eliana Maia, e o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação, Carlos Alberto Chaves. Segundo a professora Eliana Maia, essas atividades contribuíram bastante para a melhora corporal dos servidores da pró-reitoria, o que só reforçou o atendimento de excelência que os alunos propuseram. “Quero parabenizar todos os alunos que participaram dessa iniciativa e dizer que o desempenho deles foi excelente. Eu vou incentivar para que os servidores continuem praticando essas técnicas para que eles ganhem em qualidade de vida”, afirmou.

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Estudantes do 8º período do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (2), no Espaço Azul da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da Instituição, os resultados das atividades realizadas ao longo do semestre letivo 2019.2 no componente curricular “Fisioterapia da Saúde do Trabalhador”. A iniciativa consistiu em Leia Mais...

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Usuários de UBSF instalada na UEPB participam de ação da campanha Novembro Azul

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Apesar de inúmeras campanhas educativas e esclarecedoras, os homens ainda resistem em procurar os serviços de saúde e, historicamente, só recorrem aos postos de saúde quando estão com problemas sérios e as doenças em estado avançado. E quando o assunto é prevenção do câncer de próstata, a rejeição é maior. Por essa razão, a campanha “Novembro Azul” busca incentivar os cuidados com a saúde da população masculina e tem procurado mudar a mentalidade ainda machista desse público.

Inserida dentro da proposta da campanha, a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Professora Odete Leandro Oliveira, instalada na Clínica Escola de Enfermagem da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Bodocongó, realizou, nesta segunda-feira (25), uma série de atividades com o intuito de tentar quebrar esse tabu e mostrar aos homens que a prevenção é o caminho para uma vida saudável e com longevidade.

A ação contou com palestras e atividades físicas. A coordenadora da Clínica, professora Fabíola de Araújo Leite, ressaltou que a ideia da atividade foi tentar convencer os homens a procurar com mais frequência os serviços de saúde, uma vez que quase 90% das pessoas que são assistidas na UBSF da UEPB são mulheres. “A gente ainda percebe uma escassez da clientela masculina dentro dos serviços públicos de saúde, principalmente voltado para a prevenção e para a noção de saúde”, observou.

Ela destacou que o “Novembro Azul” visa chamar a atenção dos homens para uma avaliação geral de sua saúde, não apenas em relação à prevenção do câncer de próstata, mas também das doenças crônicas como diabetes, hipertensão e o cuidado com a obesidade e o tabagismo. Para Fabíola, a resistência do homem em procurar os serviços de saúde é cultural e tem relação com outros fatores, como falta de informação e, principalmente, o machismo.

A primeira atividade contou com a participação da professora de Educação Física, Regimênia Carvalho, que apresentou dicas para ajudar os homens a terem uma vida saudável e prevenir doenças. Utilizando dança, música e estudos dos especialistas, ela enfatizou a importância de uma boa nutrição, da realização de atividades físicas constantes, de uma vida espiritual, de um bom relacionamento em grupo e da redução do estresse. Todos esses hábitos, segundo ela, se refletem na saúde da pessoa. “Os seres humanos que se dispõem a levar uma vida saudável, com certeza, vão evitar muitas doenças do século XXI, inclusive o câncer de próstata”, pontuou.

Os homens que foram em busca de consulta na UBSF, assistiram também uma palestra proferida pelo médico da equipe, doutor Gabriel Vasconcelos, e pela assistente social Luciana Paiva. Doutor Gabriel procurou mostrar a necessidade dos homens procurarem com mais frequência os serviços de saúde e não deixarem para fazer esse caminho apenas quando as doenças já estiverem instaladas. Cuidar do corpo e da mente é preciso, conforme aconselhou o médico.

De acordo com Gabriel, o homem ainda tem muito preconceito em fazer os exames preventivos de câncer, como o toque retal e até mesmo o exame de sangue PSA. Para ele, rotineiramente os homens deveriam ir ao posto para fazer os exames de rotina e ver como está o peso, a pressão arterial, obesidade e a taxa de glicemia. Foi o que fez José de Arimateia Gonçalves, de 42 anos, morador do Bodocongó. Ele revelou que este mês decidiu fazer os exames para saber como está a saúde e pretende rotineiramente voltar a UBSF. “É importante a gente cuidar da saúde e vir sempre ao posto”, afirmou.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Inserida dentro da proposta da campanha, a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Professora Odete Leandro Oliveira, instalada na Clínica Escola de Enfermagem da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Bodocongó, realizou, nesta segunda-feira (25), uma série de atividades com o intuito de tentar quebrar esse tabu e mostrar aos homens que a prevenção é o caminho para uma vida saudável e com longevidade.

A ação contou com palestras e atividades físicas. A coordenadora da Clínica, professora Fabíola de Araújo Leite, ressaltou que a ideia da atividade foi tentar convencer os homens a procurar com mais frequência os serviços de saúde, uma vez que quase 90% das pessoas que são assistidas na UBSF da UEPB são mulheres. “A gente ainda percebe uma escassez da clientela masculina dentro dos serviços públicos de saúde, principalmente voltado para a prevenção e para a noção de saúde”, observou.

Ela destacou que o “Novembro Azul” visa chamar a atenção dos homens para uma avaliação geral de sua saúde, não apenas em relação à prevenção do câncer de próstata, mas também das doenças crônicas como diabetes, hipertensão e o cuidado com a obesidade e o tabagismo. Para Fabíola, a resistência do homem em procurar os serviços de saúde é cultural e tem relação com outros fatores, como falta de informação e, principalmente, o machismo.

A primeira atividade contou com a participação da professora de Educação Física, Regimênia Carvalho, que apresentou dicas para ajudar os homens a terem uma vida saudável e prevenir doenças. Utilizando dança, música e estudos dos especialistas, ela enfatizou a importância de uma boa nutrição, da realização de atividades físicas constantes, de uma vida espiritual, de um bom relacionamento em grupo e da redução do estresse. Todos esses hábitos, segundo ela, se refletem na saúde da pessoa. “Os seres humanos que se dispõem a levar uma vida saudável, com certeza, vão evitar muitas doenças do século XXI, inclusive o câncer de próstata”, pontuou.

Os homens que foram em busca de consulta na UBSF, assistiram também uma palestra proferida pelo médico da equipe, doutor Gabriel Vasconcelos, e pela assistente social Luciana Paiva. Doutor Gabriel procurou mostrar a necessidade dos homens procurarem com mais frequência os serviços de saúde e não deixarem para fazer esse caminho apenas quando as doenças já estiverem instaladas. Cuidar do corpo e da mente é preciso, conforme aconselhou o médico.

De acordo com Gabriel, o homem ainda tem muito preconceito em fazer os exames preventivos de câncer, como o toque retal e até mesmo o exame de sangue PSA. Para ele, rotineiramente os homens deveriam ir ao posto para fazer os exames de rotina e ver como está o peso, a pressão arterial, obesidade e a taxa de glicemia. Foi o que fez José de Arimateia Gonçalves, de 42 anos, morador do Bodocongó. Ele revelou que este mês decidiu fazer os exames para saber como está a saúde e pretende rotineiramente voltar a UBSF. “É importante a gente cuidar da saúde e vir sempre ao posto”, afirmou.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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A ação contou com palestras e atividades físicas. A coordenadora da Clínica, professora Fabíola de Araújo Leite, ressaltou que a ideia da atividade foi tentar convencer os homens a procurar com mais frequência os serviços de saúde, uma vez que quase 90% das pessoas que são assistidas na UBSF da UEPB são mulheres. “A gente ainda percebe uma escassez da clientela masculina dentro dos serviços públicos de saúde, principalmente voltado para a prevenção e para a noção de saúde”, observou.

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Os homens que foram em busca de consulta na UBSF, assistiram também uma palestra proferida pelo médico da equipe, doutor Gabriel Vasconcelos, e pela assistente social Luciana Paiva. Doutor Gabriel procurou mostrar a necessidade dos homens procurarem com mais frequência os serviços de saúde e não deixarem para fazer esse caminho apenas quando as doenças já estiverem instaladas. Cuidar do corpo e da mente é preciso, conforme aconselhou o médico.

De acordo com Gabriel, o homem ainda tem muito preconceito em fazer os exames preventivos de câncer, como o toque retal e até mesmo o exame de sangue PSA. Para ele, rotineiramente os homens deveriam ir ao posto para fazer os exames de rotina e ver como está o peso, a pressão arterial, obesidade e a taxa de glicemia. Foi o que fez José de Arimateia Gonçalves, de 42 anos, morador do Bodocongó. Ele revelou que este mês decidiu fazer os exames para saber como está a saúde e pretende rotineiramente voltar a UBSF. “É importante a gente cuidar da saúde e vir sempre ao posto”, afirmou.

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Apesar de inúmeras campanhas educativas e esclarecedoras, os homens ainda resistem em procurar os serviços de saúde e, historicamente, só recorrem aos postos de saúde quando estão com problemas sérios e as doenças em estado avançado. E quando o assunto é prevenção do câncer de próstata, a rejeição é maior. Por essa razão, a campanha “Novembro Azul” busca incentivar os cuidados com a saúde da população masculina e tem procurado mudar a mentalidade ainda machista desse público.

Inserida dentro da proposta da campanha, a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Professora Odete Leandro Oliveira, instalada na Clínica Escola de Enfermagem da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Bodocongó, realizou, nesta segunda-feira (25), uma série de atividades com o intuito de tentar quebrar esse tabu e mostrar aos homens que a prevenção é o caminho para uma vida saudável e com longevidade.

A ação contou com palestras e atividades físicas. A coordenadora da Clínica, professora Fabíola de Araújo Leite, ressaltou que a ideia da atividade foi tentar convencer os homens a procurar com mais frequência os serviços de saúde, uma vez que quase 90% das pessoas que são assistidas na UBSF da UEPB são mulheres. “A gente ainda percebe uma escassez da clientela masculina dentro dos serviços públicos de saúde, principalmente voltado para a prevenção e para a noção de saúde”, observou.

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A primeira atividade contou com a participação da professora de Educação Física, Regimênia Carvalho, que apresentou dicas para ajudar os homens a terem uma vida saudável e prevenir doenças. Utilizando dança, música e estudos dos especialistas, ela enfatizou a importância de uma boa nutrição, da realização de atividades físicas constantes, de uma vida espiritual, de um bom relacionamento em grupo e da redução do estresse. Todos esses hábitos, segundo ela, se refletem na saúde da pessoa. “Os seres humanos que se dispõem a levar uma vida saudável, com certeza, vão evitar muitas doenças do século XXI, inclusive o câncer de próstata”, pontuou.

Os homens que foram em busca de consulta na UBSF, assistiram também uma palestra proferida pelo médico da equipe, doutor Gabriel Vasconcelos, e pela assistente social Luciana Paiva. Doutor Gabriel procurou mostrar a necessidade dos homens procurarem com mais frequência os serviços de saúde e não deixarem para fazer esse caminho apenas quando as doenças já estiverem instaladas. Cuidar do corpo e da mente é preciso, conforme aconselhou o médico.

De acordo com Gabriel, o homem ainda tem muito preconceito em fazer os exames preventivos de câncer, como o toque retal e até mesmo o exame de sangue PSA. Para ele, rotineiramente os homens deveriam ir ao posto para fazer os exames de rotina e ver como está o peso, a pressão arterial, obesidade e a taxa de glicemia. Foi o que fez José de Arimateia Gonçalves, de 42 anos, morador do Bodocongó. Ele revelou que este mês decidiu fazer os exames para saber como está a saúde e pretende rotineiramente voltar a UBSF. “É importante a gente cuidar da saúde e vir sempre ao posto”, afirmou.

Texto: Severino Lopes
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Apesar de inúmeras campanhas educativas e esclarecedoras, os homens ainda resistem em procurar os serviços de saúde e, historicamente, só recorrem aos postos de saúde quando estão com problemas sérios e as doenças em estado avançado. E quando o assunto é prevenção do câncer de próstata, a rejeição é maior. Por essa razão, a campanha “Novembro Azul” busca incentivar os cuidados com a saúde da população masculina e tem procurado mudar a mentalidade ainda machista desse público.

Inserida dentro da proposta da campanha, a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Professora Odete Leandro Oliveira, instalada na Clínica Escola de Enfermagem da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Bodocongó, realizou, nesta segunda-feira (25), uma série de atividades com o intuito de tentar quebrar esse tabu e mostrar aos homens que a prevenção é o caminho para uma vida saudável e com longevidade.

A ação contou com palestras e atividades físicas. A coordenadora da Clínica, professora Fabíola de Araújo Leite, ressaltou que a ideia da atividade foi tentar convencer os homens a procurar com mais frequência os serviços de saúde, uma vez que quase 90% das pessoas que são assistidas na UBSF da UEPB são mulheres. “A gente ainda percebe uma escassez da clientela masculina dentro dos serviços públicos de saúde, principalmente voltado para a prevenção e para a noção de saúde”, observou.

Ela destacou que o “Novembro Azul” visa chamar a atenção dos homens para uma avaliação geral de sua saúde, não apenas em relação à prevenção do câncer de próstata, mas também das doenças crônicas como diabetes, hipertensão e o cuidado com a obesidade e o tabagismo. Para Fabíola, a resistência do homem em procurar os serviços de saúde é cultural e tem relação com outros fatores, como falta de informação e, principalmente, o machismo.

A primeira atividade contou com a participação da professora de Educação Física, Regimênia Carvalho, que apresentou dicas para ajudar os homens a terem uma vida saudável e prevenir doenças. Utilizando dança, música e estudos dos especialistas, ela enfatizou a importância de uma boa nutrição, da realização de atividades físicas constantes, de uma vida espiritual, de um bom relacionamento em grupo e da redução do estresse. Todos esses hábitos, segundo ela, se refletem na saúde da pessoa. “Os seres humanos que se dispõem a levar uma vida saudável, com certeza, vão evitar muitas doenças do século XXI, inclusive o câncer de próstata”, pontuou.

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De acordo com Gabriel, o homem ainda tem muito preconceito em fazer os exames preventivos de câncer, como o toque retal e até mesmo o exame de sangue PSA. Para ele, rotineiramente os homens deveriam ir ao posto para fazer os exames de rotina e ver como está o peso, a pressão arterial, obesidade e a taxa de glicemia. Foi o que fez José de Arimateia Gonçalves, de 42 anos, morador do Bodocongó. Ele revelou que este mês decidiu fazer os exames para saber como está a saúde e pretende rotineiramente voltar a UBSF. “É importante a gente cuidar da saúde e vir sempre ao posto”, afirmou.

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Apesar de inúmeras campanhas educativas e esclarecedoras, os homens ainda resistem em procurar os serviços de saúde e, historicamente, só recorrem aos postos de saúde quando estão com problemas sérios e as doenças em estado avançado. E quando o assunto é prevenção do câncer de próstata, a rejeição é maior. Por essa razão, a campanha “Novembro Azul” busca incentivar os cuidados com a saúde da população masculina e tem procurado mudar a mentalidade ainda machista desse público.

Inserida dentro da proposta da campanha, a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Professora Odete Leandro Oliveira, instalada na Clínica Escola de Enfermagem da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Bodocongó, realizou, nesta segunda-feira (25), uma série de atividades com o intuito de tentar quebrar esse tabu e mostrar aos homens que a prevenção é o caminho para uma vida saudável e com longevidade.

A ação contou com palestras e atividades físicas. A coordenadora da Clínica, professora Fabíola de Araújo Leite, ressaltou que a ideia da atividade foi tentar convencer os homens a procurar com mais frequência os serviços de saúde, uma vez que quase 90% das pessoas que são assistidas na UBSF da UEPB são mulheres. “A gente ainda percebe uma escassez da clientela masculina dentro dos serviços públicos de saúde, principalmente voltado para a prevenção e para a noção de saúde”, observou.

Ela destacou que o “Novembro Azul” visa chamar a atenção dos homens para uma avaliação geral de sua saúde, não apenas em relação à prevenção do câncer de próstata, mas também das doenças crônicas como diabetes, hipertensão e o cuidado com a obesidade e o tabagismo. Para Fabíola, a resistência do homem em procurar os serviços de saúde é cultural e tem relação com outros fatores, como falta de informação e, principalmente, o machismo.

A primeira atividade contou com a participação da professora de Educação Física, Regimênia Carvalho, que apresentou dicas para ajudar os homens a terem uma vida saudável e prevenir doenças. Utilizando dança, música e estudos dos especialistas, ela enfatizou a importância de uma boa nutrição, da realização de atividades físicas constantes, de uma vida espiritual, de um bom relacionamento em grupo e da redução do estresse. Todos esses hábitos, segundo ela, se refletem na saúde da pessoa. “Os seres humanos que se dispõem a levar uma vida saudável, com certeza, vão evitar muitas doenças do século XXI, inclusive o câncer de próstata”, pontuou.

Os homens que foram em busca de consulta na UBSF, assistiram também uma palestra proferida pelo médico da equipe, doutor Gabriel Vasconcelos, e pela assistente social Luciana Paiva. Doutor Gabriel procurou mostrar a necessidade dos homens procurarem com mais frequência os serviços de saúde e não deixarem para fazer esse caminho apenas quando as doenças já estiverem instaladas. Cuidar do corpo e da mente é preciso, conforme aconselhou o médico.

De acordo com Gabriel, o homem ainda tem muito preconceito em fazer os exames preventivos de câncer, como o toque retal e até mesmo o exame de sangue PSA. Para ele, rotineiramente os homens deveriam ir ao posto para fazer os exames de rotina e ver como está o peso, a pressão arterial, obesidade e a taxa de glicemia. Foi o que fez José de Arimateia Gonçalves, de 42 anos, morador do Bodocongó. Ele revelou que este mês decidiu fazer os exames para saber como está a saúde e pretende rotineiramente voltar a UBSF. “É importante a gente cuidar da saúde e vir sempre ao posto”, afirmou.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Apesar de inúmeras campanhas educativas e esclarecedoras, os homens ainda resistem em procurar os serviços de saúde e, historicamente, só recorrem aos postos de saúde quando estão com problemas sérios e as doenças em estado avançado. E quando o assunto é prevenção do câncer de próstata, a rejeição é maior. Por essa razão, a campanha Leia Mais...

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Núcleo de Educação e Atenção em Saúde promove 5º Fórum de Controle da Dependência Química de CG

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O Núcleo de Educação e Atenção em Saúde (NEAS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realiza, entre os dias 10 e 12 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Central, no Câmpus de Bodocongó, o 5º Fórum de Controle da Dependência Química da Cidade de Campina Grande, um espaço de discussão sobre os desafios provocados pelo uso, abuso e dependência do tabaco, álcool e outras drogas. Este ano, o evento tem como tema “Iniciação ao consumo de substâncias psicoativas”.

Conforme os organizadores do evento, o uso indevido de drogas psicoativas entre crianças e adolescentes se apresenta como grave problema de saúde pública, gerando sérios impactos cognitivos, psíquicos, físicos e sociais neste perfil populacional. Levantamento nacional sobre o consumo de drogas psicotrópicas entre estudantes de Ensino Fundamental e Médio da rede pública e privada, realizado pelo CEBRID, em 2010, detectou que 42,4% desse público já haviam usado álcool na vida; 9,6% consumiram tabaco e 15,4% utilizaram outras drogas.

De acordo com a organizadora do evento, professora Clésia Pachú, a iniciativa anual tem como objetivo oferecer uma contribuição para a reflexão biopsicossocial da temática, apresentando propostas para a melhoria da qualidade de vida de todos que compõem a sociedade. O Fórum aberto para o público em geral interessado na temática. “O período da infância e da adolescência é considerado como fase responsável pelo desenvolvimento de potencialidades individuais, pessoais e interpessoais, desenvolvimento cognitivo acentuado e ampliação de habilidades para tomada de decisões. Percebe-se a utilização indevida de drogas psicoativas como forma possível de lidar com complexidades e dificuldades do dia a dia e precisamos alertar a todos sobre os riscos”, destaca Clésia.

As inscrições dos participantes estão sendo feitas mediante envio de nome completo, telefone de contato, local de trabalho ou estudo, e e-mail para envio do certificado para o endereço circularsaude.uepb@gmail.com. A ação, conta com o apoio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde/Doença e Direitos Sociais (GEPSADDS) e do Programa de Educação e Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (PEPAD). Outras informações podem ser obtidas no site www.circularsaude.uepb.edu.br.

Texto: Tatiana Brandão

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O Núcleo de Educação e Atenção em Saúde (NEAS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realiza, entre os dias 10 e 12 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Central, no Câmpus de Bodocongó, o 5º Fórum de Controle da Dependência Química da Cidade de Campina Grande, um espaço de discussão sobre os desafios provocados pelo uso, abuso e dependência do tabaco, álcool e outras drogas. Este ano, o evento tem como tema “Iniciação ao consumo de substâncias psicoativas”.

Conforme os organizadores do evento, o uso indevido de drogas psicoativas entre crianças e adolescentes se apresenta como grave problema de saúde pública, gerando sérios impactos cognitivos, psíquicos, físicos e sociais neste perfil populacional. Levantamento nacional sobre o consumo de drogas psicotrópicas entre estudantes de Ensino Fundamental e Médio da rede pública e privada, realizado pelo CEBRID, em 2010, detectou que 42,4% desse público já haviam usado álcool na vida; 9,6% consumiram tabaco e 15,4% utilizaram outras drogas.

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As inscrições dos participantes estão sendo feitas mediante envio de nome completo, telefone de contato, local de trabalho ou estudo, e e-mail para envio do certificado para o endereço circularsaude.uepb@gmail.com. A ação, conta com o apoio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde/Doença e Direitos Sociais (GEPSADDS) e do Programa de Educação e Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (PEPAD). Outras informações podem ser obtidas no site www.circularsaude.uepb.edu.br.

Texto: Tatiana Brandão

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Núcleo de Educação e Atenção em Saúde promove 5º Fórum de Controle da Dependência Química de CG

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia Leia Mais...

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

O post Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal apareceu primeiro em UEPB.

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

Com conceito 4 da Capes e 10 anos de existência, o programa da UEPB conta com Mestrado e Doutorado, qualificado quadro de docentes e busca avançar na política de internacionalização. “Nós estamos em um momento crescente de destaque dentro da nossa Instituição”, frisou Daniela. Presidente da Sociedade Nordeste Norte e Pesquisa Odontológica e coordenador geral do evento, o professor Sérgio D’Avila Cavalcanti ressaltou que, durante os três dias de atividades, os professores convidados vão debater sobre a visibilidade da pesquisa na pós-graduação e sua inserção social.

Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

Texto: Severino Lopes
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Reunião da Sociedade NE/N de Pesquisa Odontológica discute uso de tecnologias no diagnóstico bucal

O uso da tecnologia e de recursos cada vez mais avançados nos tratamentos odontológicos e sua aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS) tomou conta da agenda de discussões no primeiro dia da 21ª Reunião da Sociedade Nordeste/Norte de Pesquisa Odontológica, promovida pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO). O evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), reúne até quarta-feira (13) quase 500 pessoas entre estudantes de pós-graduação, professores e cirurgiões dentistas de importantes instituições do Norte/Nordeste.

Na programação constam apresentações orais, de painéis, apresentação de vídeo-abstract e mesas redondas com temas ligados aos impactos da pós-graduação e sua visibilidade. A primeira atividade do evento foi a mesa redonda “O impacto de inovações tecnológicas e mídias no diagnóstico de patologias orais”, conduzida pelos professores Danyel Elias da Cruz Perez, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Paulo Rogério Ferreti Bonan, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e pela professora Éricka Janine Dantas da Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A atividade foi mediada pelo professor da UEPB, Sérgio D’Avila Cavalcanti.

Ao abrir o debate, professor Danyel Elias falou sobre o uso de tecnologias para o uso de lesões bucais, sobretudo na especialidade de Patologia Oral. Em sua explanação, ele mostrou como as lâminas digitalizadas e scaneadas podem ser utilizadas para o ensino, para a pesquisa e para o diagnóstico, ressaltando que, no ensino, a vantagem é que essa tecnologia torna o aprendizado mais atrativo, visto que os alunos são mais familiarizados com as ferramentas modernas. Para o diagnóstico, a vantagem é permitir aos patologistas fazer interconsultas e emitir opiniões apenas com o acesso à internet. Danyel enfatizou que a tecnologia tem sido atualizada e aperfeiçoada a cada dia, caminhando para revolucionar os tratamentos odontológicos no país, especificamente no diagnóstico de lesões do tecido mole da boca.

O uso das mídias digitais auxiliando no diagnóstico foi abordado pelo professor e cirurgião Paulo Rogério Ferreti Bonan, que citou algumas experiências na UFPB, a partir do emprego das tecnologias aplicadas. Ele destacou que, hoje, os novos odontólogos já estão utilizando diversas plataformas nos tratamentos, a exemplo do youtube e das próprias redes sociais como o WhatsApp e Instagram, o que tem favorecido o tratamento. Além de permitir uma comunicação melhor entre o cirurgião-dentista e o paciente, essas ferramentas, segundo ele, favorecem a troca de experiências entre os profissionais. “Nós temos feito uso dessas plataformas, fazendo uma comunicação direta não somente com os colegas, mas também com os pacientes. E tem sido uma ferramenta muito útil, que tem nos auxiliado”, enfatizou.

Já a professora Éricka Janine abordou a utilização de tecnologias no aperfeiçoamento de diagnóstico de lesões orais. Ela tratou especificamente do uso de modernas tecnologias de imagens, que têm auxiliado o cirurgião-dentista no diagnóstico. Para Éricka, o uso das novas tecnologias tem contribuído bastante para o aperfeiçoamento do diagnóstico de doenças orais. As redes sociais, segundo ela, têm possibilitado a realização de consultas com eficácia por profissionais que muitas vezes estão em locais distantes do paciente.

Um dos focos do evento é conhecer e debater as mais recentes pesquisas realizadas dentro das pós-graduações das regiões Norte e Nordeste no campo odontológico. A conferência “Impacto das pesquisas da Pele da Tilápia realizadas nas Pós-Graduações do Norte e Nordeste na Sociedade”, proferida pela professora Ana Paula Negreiros Nunes Alves da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostrou como os estudos científicos podem melhorar a vida das pessoas que dependem dos serviços públicos. Ela ressaltou que essa pesquisa ganhou visibilidade nacional e internacional pelos resultados alcançados com o tratamento de pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau, superficial e profundo.

A tecnologia simples, segundo ela, assegura a cicatrização na pele humana das lesões causadas pelas queimaduras. A professora disse que o sucesso da pesquisa abriu o horizonte para a utilização da pele da tilápia para outras especialidades, como a Odontologia, e mostra como a produção científica surgida nas universidades pode impactar na população. Dentro da programação, e simultaneamente às conferências, foi realizada a reunião com os coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Odontologia das regiões Nordeste e Norte com a Coordenação da Área de Odontologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Presidente da reunião, a professora da UEPB, Daniela Pita de Melo, disse que os coordenadores debateram sobre o que vem sendo feito nos programas de pós-graduação para contemplar a ficha de avaliação imposta pela Capes e procuraram ainda mostrar qual o impacto desses programas para a sociedade. A meta foi traçar estratégias para alcançar o nível de excelência, visto que não existe nenhum programa com nota 6 no Norte e Nordeste. No total, 12 coordenadores participaram da reunião, que terminou com um debate na parte da tarde. Daniela enfatizou que a pós-graduação da UEPB está em fase de consolidação, havendo uma vontade da Universidade em fazer políticas de incentivo, visto que existe potencial para melhoras.

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Sérgio D’Avila observou que o uso da tecnologia pode representar diminuição de custos sem comprometer a qualidade do diagnóstico. “Estamos democratizando o ensino da Odontologia. As mídias sociais estão inseridas nas nossas vidas e precisamos discutir isso na Odontologia”, salientou o professor. A chefe do Departamento de Odontologia, professora Nadja Maria da Silva Oliveira, classificou toda a discussão promovida no evento como atual e em consonância com o conceito de saúde 4.0, que consiste em utilizar recursos tecnológicos no atendimento médico.

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Apresentação de pesquisas científicas dá início à 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem Leia Mais...

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

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Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

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Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

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Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem qualificados, bem como as defesas dos TCCs que já apresentaram resultados a partir das pesquisas que foram realizadas pelos estudantes e as experiências dos Estágios Supervisionados já concluídos.

De acordo com a professora Elaine Costa, coordenadora do evento, a participação dos alunos confirmou as expectativas e este momento de exposição das pesquisas acadêmicas é muito importante, pois se aproxima do tema da Mostra Científica que, esse ano, é “Educação Física e ensino superior: a formação humana em questão”. “A partir desses estudos, nossos alunos podem se aprofundar tanto nas questões científicas, como também na sua formação humana. Isso vai refletir bastante no currículo deles”, disse Elaine.

Esta 9ª edição da Mostra Científica do Departamento de Educação Física da UEPB tem continuidade nesta terça-feira (12), com a palestra “Educação Física e Ensino Superior: a formação humana em questão”, a ser ministrada pelo professor Bruno Roldão. Esta atividade marca a abertura oficial do evento. As apresentações dos trabalhos científicos que foram inscritos na mostra terão início às 10h30. À tarde, a partir das 13h30 serão realizados os minicursos, enquanto às 15h45 serão retomadas as apresentações de trabalhos.

Na quarta-feira (13), a partir das 7h30, as oficinas terão continuidade. Já às 10h será realizada a mesa temática “A formação humana nos cursos de graduação em Educação Física: reflexões sobre currículo”. Participarão as professoras da UEPB, Maria Goretti da Cunha Lisboa e Anny Sionara Dantas, além dos professores Luiz Arthur Cavalcanti, da Unifacisa, e Rodrigos Cezar de Almeira, da Uninassau. À tarde terão mais atividades, em destaque a videoconferência “O trato sobre formação humana na Diretriz Curricular 06/2018: apontamentos e reflexões fundamentais para os cursos de graduação em Educação Física”, com a professora Zenolia Figueiredo, da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES).

Na quinta-feira (14), data do encerramento da Mostra, será realizada a mesa temática “Do esporte da escola ao alto rendimento: diálogos com a formação humana”, além dos relatos de experiência dos Estágio Supervisionado dos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Texto e fotos: Givaldo Cavalcanti

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A 9ª Mostra Científica do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teve início na manhã desta segunda-feira (11) com as apresentações dos trabalhos científicos dos alunos concluintes. A coordenação do evento organizou para o primeiro dia de atividades as apresentações dos projetos dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) a serem Leia Mais...

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“Doce Espera” inaugura reforma em recepção e amplia atividades para crianças na Clínica de Odontologia

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação Doce Espera

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma Leia Mais...

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação Doce Espera

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“Doce Espera” inaugura reforma em recepção e amplia atividades para crianças na Clínica de Odontologia

O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação Doce Espera

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

Texto: Givaldo Cavalcanti
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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma no local, que passou a contar com móveis novos, provocou uma transformação, tornando ambiente mais lúdico e acolhedor. A inauguração aconteceu na tarde de quinta-feira (31), com a presença das alunas da escola “Thalita Nóbrega Ballet”, de Campina Grande.

De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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De acordo com a professora Andreza Targino, coordenadora do “Doce Espera”, essa mudança aconteceu a partir do apoio de pessoas solidárias ao projeto, como a arquiteta Rízia Raquel, que desenvolveu o projeto dos móveis, além do trabalho na confecção por parte dos funcionários da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) da UEPB e do apoio da Chefia do Departamento de Odontologia. A intenção de oferecer um espaço com essa proposta é proporcionar a redução da ansiedade das crianças usuárias do serviço, para que o atendimento odontológico seja feito da melhor forma possível.

“Considerando as estratégias propostas pela Psicologia para reduzir a ansiedade que antecede o atendimento odontológico e as sugestões da profissional de Arquitetura, o novo espaço incluiu parede adequada para o uso de giz, na qual as crianças poderão desenhar e soltar a imaginação, além de um cantinho para a leitura, com diferentes títulos infantojuvenis doados pelos alunos extensionistas, espaços acessíveis para os brinquedos, mesas e cadeiras para que as crianças possam realizar atividades de desenho e jogos, e até uma amarelinha no chão, para que possam se distrair”, disse a professor Andreza.

Além da apresentação do balé, as crianças também participaram de brincadeiras, leituras e outras atividades lúdicas antes de realizarem o atendimento odontológico. A Clínica de Odontologia da UEPB funciona do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. O telefone para contato é o (83) 3315-3331.

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O que antes era um espaço no cantinho da Sala de Espera da Clínica de Odontologia, onde o projeto de extensão “Doce Espera” desenvolve suas atividades com crianças que recebem atendimento no local, agora virou uma área de colorido, com ainda mais brinquedos educativos e um ambiente para estimular a criatividade da criançada. Um reforma Leia Mais...

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[post_date_gmt] => 2019-11-01 20:18:13 [post_date] => 2019-11-01 20:18:13 [post_modified_gmt] => 2019-11-01 20:18:13 [post_modified] => 2019-11-01 20:18:13 [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => closed [guid] => http://www.uepb.edu.br/?p=52558 [meta] => Array ( [enclosure] => Array ( [0] => ) [syndication_source] => CCBS – UEPB [syndication_source_uri] => http://www.uepb.edu.br [syndication_source_id] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [rss:comments] => http://www.uepb.edu.br/projeto-doce-espera-inaugura-reforma-em-recepcao-e-amplia-atividades-para-criancas-atendidas-na-clinica-de-odontologia/#respond [wfw:commentRSS] => http://www.uepb.edu.br/projeto-doce-espera-inaugura-reforma-em-recepcao-e-amplia-atividades-para-criancas-atendidas-na-clinica-de-odontologia/feed/ [syndication_feed] => http://www.uepb.edu.br/category/centros/ccbs/feed/ [syndication_feed_id] => 6 [syndication_permalink] => http://www.uepb.edu.br/projeto-doce-espera-inaugura-reforma-em-recepcao-e-amplia-atividades-para-criancas-atendidas-na-clinica-de-odontologia/ [syndication_item_hash] => Array ( [0] => a58e2f63eab89637708ef7233ec2e224 [1] => 2828bfa5ffae0268139818f9340999f6 ) [faf_process_image] => 538239,538241,538243,538245,538247,538249,538251,538252,538255,538257,538258 ) [post_type] => post [post_author] => 25 [tax_input] => Array ( [category] => Array ( [0] => 8 [1] => 5 [2] => 14 ) [post_tag] => Array ( ) [post_format] => Array ( ) ) [post_name] => doce-espera-inaugura-reforma-em-recepcao-e-amplia-atividades-para-criancas-na-clinica-de-odontologia )