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Centro de Ciências Biológicas e da Saúde

1º Encontro da Pós-Graduação em Saúde Pública debate estratégias para potencializar produções científicas

7 de outubro de 2019

Em funcionamento há 10 anos, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) já qualificou centenas de profissionais e, atualmente, registra uma procura de quase 400 estudantes por ano. O Mestrado alcançou conceito 3 nas duas avaliações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal em Nível Superior (Capes) e, agora, trabalha para evoluir neste conceito.

Como forma de traçar estratégias para melhorar os indicadores do programa e potencializar as produções científicas conforme as exigências da Capes, foi realizado, nesta segunda-feira (7), o 1º Encontro do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Instituição. Com o tema central “Avaliação Quadrienal da Capes”, o evento aconteceu no Auditório III da Central de Integração Acadêmica, no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande, e reuniu professores e estudantes do programa.

O Encontro fez parte de uma das ações solicitadas pela Capes que, em recente visita à UEPB, indicou que a coordenação do programa realizasse uma reflexão voltada para melhorar o Mestrado e, com isso, garantir o conceito 4 na próxima avaliação. Na primeira atividade do Encontro, a coordenadora do programa, professora Silvana Santos, fez uma apresentação geral das novas políticas da Capes em relação a avaliação quadrienal, além de provocar uma reflexão em torno das estratégias que deverão elevar o conceito do curso.

Ela lembrou que a próxima avaliação acontecerá em 2021 e, por isso, se faz necessário intensificar as publicações e outras atividades do programa desde já. Silvana lembou que a Capes está cada vez mais exigente em suas avaliações e detalhou a nova ficha de avaliação dos programas de pós-graduação, bem como os critérios e parâmetros utilizados pela Capes para avaliar o Programa. Dentre esses indicadores, um dos mais importantes diz respeito a produção intelectual, preferencialmente as publicações envolvendo docente e discente.

Um dos desafios debatidos no Encontro foi justamente fazer com que a produção esteja mais afinada com a área de Saúde Coletiva. Silvana Santos ressaltou que a Capes tem modificado sua visão, visto que antigamente era mais quantitativa e, hoje, é mais qualitativa. Nesse sentido, a ficha de avaliação foi modificada e novos critérios criados. Entre as exigências, o programa agora precisa fazer um processo de autoavaliação e realizar planejamentos estratégicos, além de melhor compreender seus pontos fortes e fracos.

“Esse processo é reflexivo. Temos que envolver tanto os estudantes como os professores, para definirmos estratégias a curto, médio e longo prazos, no sentido de melhorais dos pontos que ainda são frágeis”, observou Silvana. A coordenadora também fez uma apresentação dos resultados parciais desses indicadores em comparação com outros programas, utilizando dados que foram fornecidos pela própria Capes.

Entre as orientações da Capes para melhorar o conceito está a realização de projetos em colaboração que envolva maior quantidade de pesquisadores. Como forma de fortalecer essas ações, a coordenação do programa convidou a professora Ana Maria Gondim Valença, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e Modelos de Decisão em Saúde, e Filipe Ferreira da Costa, Coordenador Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, ambos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Os dois programas têm aspectos semelhantes ao da UEPB. A proposta foi fazer uma apresentação dos projetos de pesquisa em desenvolvimento e das ideias em relação ao planejamento estratégico e autoavaliação atualmente em debate em seus programas. A partir da exposição, foram debatidas estratégias que podem ser utilizadas pelo PPGSP/UEPB para melhoria dos seus indicadores. Também está sendo pensada a possibilidade de eventos em comum e parcerias entre os programas.

Professor externo do Mestrado há quatro anos, Wilton Padilha destacou que o programa já tem tomado iniciativas de agregar os professores e concentrar as atividades, fazendo uma articulação interna. Wilton, que é docente da UFPB, disse que essas iniciativas devem potencializar o impacto nas pesquisas e outras atividades que contribuirão para que o programa conquiste o conceito 4 da Capes.

O coordenador do curso de Enfermagem, professor Alessandro Costa, considerou o evento fundamental para o programa se adequar ao novo modelo de avaliação da Capes. Ele ressaltou que agora um dos itens que será muito pontuado é a possibilidade do programa desenvolver sua autoavaliação, envolvendo todos os atores do processo. A Pós-Graduação em Saúde Pública da UEPB conta atualmente com 14 professores credenciados e cerca de 90 estudantes matriculados. Em média, cada turma formada anualmente é composta por 20 estudantes.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Em funcionamento há 10 anos, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) já qualificou centenas de profissionais e, atualmente, registra uma procura de quase 400 estudantes por ano. O Mestrado alcançou conceito 3 nas duas avaliações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal em Nível Superior (Capes) e, agora, trabalha para evoluir neste conceito.

Como forma de traçar estratégias para melhorar os indicadores do programa e potencializar as produções científicas conforme as exigências da Capes, foi realizado, nesta segunda-feira (7), o 1º Encontro do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Instituição. Com o tema central “Avaliação Quadrienal da Capes”, o evento aconteceu no Auditório III da Central de Integração Acadêmica, no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande, e reuniu professores e estudantes do programa.

O Encontro fez parte de uma das ações solicitadas pela Capes que, em recente visita à UEPB, indicou que a coordenação do programa realizasse uma reflexão voltada para melhorar o Mestrado e, com isso, garantir o conceito 4 na próxima avaliação. Na primeira atividade do Encontro, a coordenadora do programa, professora Silvana Santos, fez uma apresentação geral das novas políticas da Capes em relação a avaliação quadrienal, além de provocar uma reflexão em torno das estratégias que deverão elevar o conceito do curso.

Ela lembrou que a próxima avaliação acontecerá em 2021 e, por isso, se faz necessário intensificar as publicações e outras atividades do programa desde já. Silvana lembou que a Capes está cada vez mais exigente em suas avaliações e detalhou a nova ficha de avaliação dos programas de pós-graduação, bem como os critérios e parâmetros utilizados pela Capes para avaliar o Programa. Dentre esses indicadores, um dos mais importantes diz respeito a produção intelectual, preferencialmente as publicações envolvendo docente e discente.

Um dos desafios debatidos no Encontro foi justamente fazer com que a produção esteja mais afinada com a área de Saúde Coletiva. Silvana Santos ressaltou que a Capes tem modificado sua visão, visto que antigamente era mais quantitativa e, hoje, é mais qualitativa. Nesse sentido, a ficha de avaliação foi modificada e novos critérios criados. Entre as exigências, o programa agora precisa fazer um processo de autoavaliação e realizar planejamentos estratégicos, além de melhor compreender seus pontos fortes e fracos.

“Esse processo é reflexivo. Temos que envolver tanto os estudantes como os professores, para definirmos estratégias a curto, médio e longo prazos, no sentido de melhorais dos pontos que ainda são frágeis”, observou Silvana. A coordenadora também fez uma apresentação dos resultados parciais desses indicadores em comparação com outros programas, utilizando dados que foram fornecidos pela própria Capes.

Entre as orientações da Capes para melhorar o conceito está a realização de projetos em colaboração que envolva maior quantidade de pesquisadores. Como forma de fortalecer essas ações, a coordenação do programa convidou a professora Ana Maria Gondim Valença, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e Modelos de Decisão em Saúde, e Filipe Ferreira da Costa, Coordenador Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, ambos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Os dois programas têm aspectos semelhantes ao da UEPB. A proposta foi fazer uma apresentação dos projetos de pesquisa em desenvolvimento e das ideias em relação ao planejamento estratégico e autoavaliação atualmente em debate em seus programas. A partir da exposição, foram debatidas estratégias que podem ser utilizadas pelo PPGSP/UEPB para melhoria dos seus indicadores. Também está sendo pensada a possibilidade de eventos em comum e parcerias entre os programas.

Professor externo do Mestrado há quatro anos, Wilton Padilha destacou que o programa já tem tomado iniciativas de agregar os professores e concentrar as atividades, fazendo uma articulação interna. Wilton, que é docente da UFPB, disse que essas iniciativas devem potencializar o impacto nas pesquisas e outras atividades que contribuirão para que o programa conquiste o conceito 4 da Capes.

O coordenador do curso de Enfermagem, professor Alessandro Costa, considerou o evento fundamental para o programa se adequar ao novo modelo de avaliação da Capes. Ele ressaltou que agora um dos itens que será muito pontuado é a possibilidade do programa desenvolver sua autoavaliação, envolvendo todos os atores do processo. A Pós-Graduação em Saúde Pública da UEPB conta atualmente com 14 professores credenciados e cerca de 90 estudantes matriculados. Em média, cada turma formada anualmente é composta por 20 estudantes.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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