CCAA

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Centro de Ciências Agrárias e Ambientais

Projeto desenvolvido no Câmpus de Lagoa Seca vence Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social

28 de novembro de 2017

O projeto “Dessalinizador Solar”, coordenador pelo professor Francisco José Loureiro Marinho do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), foi vencedor do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Água e/ou Meio Ambiente. Foram finalistas mais de 700 propostas. A cerimônia de premiação da 9ª edição do prêmio foi realizada no último dia 23 de novembro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. O dessalinizador solar é um projeto do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e tem como parceiro a Cooperativa de Trabalho Múltiplo de Apoio às Organizações de Autopromoção (COONAP).

A tecnologia social premiada envolve o processo de dessalinização/desinfecção da água no interior do dessalinizador quando as altas temperaturas provocam a evaporação da água, a qual entra em contato com a superfície (de vidro) resfriada e condensa, voltando ao estado líquido, sem os sais ou contaminantes antes existentes na água. De acordo com o coordenador do projeto, foram desenvolvidas várias atividades com agricultores da região que reafirmaram os benefícios da pesquisa.

“O projeto do dessalinizador solar, além fornecer água potável para agricultores de comunidades dispersas do semiárido, proporciona significativa economia de energia elétrica se for correlacionado à produção de água dessalinizada através de energia solar e através do processo de osmose reversa, além da redução de gases que provocam efeito estufa advindos dos caminhões que transportam água para as comunidades rurais”, destacou o professor Francisco Loureiro.

O modelo do dessalinizador consiste em uma caixa construída com placas pré-moldadas de concreto, com cobertura de vidro, que possibilita a passagem da radiação solar. Com isso, aumenta-se a temperatura dentro do dessalinizador, fazendo com que ocorra a evaporação da água armazenada em uma lona encerada (“lona de caminhão”). Ainda de acordo com o coordenador do projeto, a adesão ao programa tem sido grande, por se tratar de um método simples, de baixo custo, de fácil construção e manutenção.

“Atendemos comunidades em que os moradores eram obrigados a consumir água de poços artesianos com elevado nível de contaminação biológica e química (sais) e que traziam consequentes danos à saúde, ou eram obrigados a caminhar por horas para terem acesso à água potável. Estamos em uma região que chove muito pouco e a nossa luta é que essas famílias continuem sobrevivendo da sua terra. Nosso objetivo é fixar o homem do campo na sua terra com água boa, que atenda as suas necessidades”, declarou o professor.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

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Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba sedia acampamento de grupo de escoteiros em Lagoa Seca

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A paisagem verde e convidativa para o descanso que predomina no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca, chamou a atenção de um grupo de escoteiros da Igreja Católica que, no último final de semana, montou equipamento no local.

O grupo Escoteiros Católicos Dom Luís Gonzaga Fernandes, formado por mais de 20 escotistas entre 10 e 15 anos, pôde desfrutar de um espaço singular em contato com a natureza, praticando atividades de instrução como corridas de orientação, primeiros socorros em áreas remotas, radioescotismo, entre outras. Os escoteiristas também conheceram alguns projetos e pesquisas desenvolvidos no CCAA pelos graduandos de Agroecologia, bem como pelos estudantes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC).

O diretor do Câmpus II, professor José Félix de Brito Neto, destacou que esse é o segundo acampamento montado na área do CCAA e faz parte de um projeto que visa transformar a reserva florestal do Câmpus em um espaço destinado a realização de trilhas, atividades de orientação, exercícios com cordas. A ideia é receber cada vez mais grupos de esportistas, alunos de escolas públicas e privadas, escotistas e outros.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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A paisagem verde e convidativa para o descanso que predomina no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca, chamou a atenção de um grupo de escoteiros da Igreja Católica que, no último final de semana, montou equipamento no local. O Leia Mais...

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A paisagem verde e convidativa para o descanso que predomina no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca, chamou a atenção de um grupo de escoteiros da Igreja Católica que, no último final de semana, montou equipamento no local.

O grupo Escoteiros Católicos Dom Luís Gonzaga Fernandes, formado por mais de 20 escotistas entre 10 e 15 anos, pôde desfrutar de um espaço singular em contato com a natureza, praticando atividades de instrução como corridas de orientação, primeiros socorros em áreas remotas, radioescotismo, entre outras. Os escoteiristas também conheceram alguns projetos e pesquisas desenvolvidos no CCAA pelos graduandos de Agroecologia, bem como pelos estudantes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC).

O diretor do Câmpus II, professor José Félix de Brito Neto, destacou que esse é o segundo acampamento montado na área do CCAA e faz parte de um projeto que visa transformar a reserva florestal do Câmpus em um espaço destinado a realização de trilhas, atividades de orientação, exercícios com cordas. A ideia é receber cada vez mais grupos de esportistas, alunos de escolas públicas e privadas, escotistas e outros.

Texto: Severino Lopes
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Cerimônia marca posse das novas direções do CCAA e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand da UEPB

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira (13), a cerimônia de posse das novas direções do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, ambas localizadas no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca. A solenidade foi presidida pelo vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães. Também teve início nesta manhã mais uma etapa da 2ª edição do Encontro de Sanfoneiros realizada nas dependências da Instituição.

A solenidade marcou a condução do professor José Félix de Brito Neto ao cargo de diretor de Centro, e do professor Antônio Araújo Neto ao cargo de diretor adjunto. Já a direção da Escola Agrícola Assis Chateaubriand terá a frente o professor Alde Cleber de Lima Silva, como diretor, e João Araújo Farias, como diretor adjunto.

O professor José Félix de Brito Neto agradeceu a presença de todos, valorizou o empenho de professores, técnicos administrativos e alunos ao longo do processo eleitoral, contudo, ressaltou que a partir de agora o momento é de trabalho em conjunto em prol do Câmpus II. Ele destacou a parceria com a Administração Central da Universidade para que fossem realizadas melhorias no Câmpus e reafirmou seu compromisso em fortalecer as atividades acadêmicas no CCAA.

“Aliados com a Reitoria, conseguimos muitas melhorias para o Câmpus II. Mas vamos continuar trabalhando para consolidar mais nossos cursos e melhorar a infraestrutura. Passado esse período de eleição, não existem ganhadores nem perdedores. Este é o momento de pensar única e exclusivamente no Câmpus, a fim de alcançar conquistas positivas tanto para o Centro como também para a Escola Agrícola Assis Chateaubriand”, destacou José Félix Neto.

O vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães, parabenizou todos os professores empossados na solenidade, desejou empenho, disposição e muito trabalho para superar as dificuldades que a Universidade vem enfrentando nos últimos anos. De acordo com ele, o momento que a UEPB passa é delicado, uma vez que percentualmente o orçamento da Instituição tem sofrido graves cortes, equivalendo aos recursos que a Universidade recebia no ano de 2005.

“Estamos enfrentando um momento muito delicado, uma redução percentual no orçamento que está nos remetendo à realidade que vivemos no ano de 2005. Mas, hoje, a UEPB não é mais do tamanho que era em 2005. O momento é grave e todos temos que mostrar competência nesse cenário de crise. Um bom gestor se destaca justamente nesses momentos de crise. E espero que todos possam superar este período tenebroso com muito trabalho, dedicação e esforço para que a Instituição continue grande como ela sempre foi”, disse Flávio.

Além do vice-reitor e dos professores eleitos para as direções do Centro e da Escola Agrícola, o professor José Cristóvão de Andrade, pró-reitor de Cultura da UEPB, participou da solenidade de posse, e presidiu as apresentações da etapa Lagoa Seca do 2º Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos.

Confira os professores empossados para seus respectivos cargos:

Direção do CCAA:
José Félix de Brito Neto (diretor) e Antônio Araújo Neto (diretor adjunto)

Direção da Escola Agrícola:
Alde Cleber de Lima Silva (diretor) e João Araújo Farias (diretor adjunto).

Chefia do Departamento de Agroecologia e Agropecuária:
Cláudio Silva Soares (chefe) e Diogo Gonçalves (chefe adjunto)

Coordenação do Curso de Agroecologia e Agropecuária:
Francisco José Loureiro Marinho (coordenador) e Alexandre Costa Leão (coordenador adjunto)

Coordenação do Curso Técnico em Agroindústria:
Maria do Socorro Bezerra Duarte (coordenadora)

 

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Paizinha Lemos

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira (13), a cerimônia de posse das novas direções do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, ambas localizadas no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca. A solenidade foi presidida pelo vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Leia Mais...

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A solenidade marcou a condução do professor José Félix de Brito Neto ao cargo de diretor de Centro, e do professor Antônio Araújo Neto ao cargo de diretor adjunto. Já a direção da Escola Agrícola Assis Chateaubriand terá a frente o professor Alde Cleber de Lima Silva, como diretor, e João Araújo Farias, como diretor adjunto.

O professor José Félix de Brito Neto agradeceu a presença de todos, valorizou o empenho de professores, técnicos administrativos e alunos ao longo do processo eleitoral, contudo, ressaltou que a partir de agora o momento é de trabalho em conjunto em prol do Câmpus II. Ele destacou a parceria com a Administração Central da Universidade para que fossem realizadas melhorias no Câmpus e reafirmou seu compromisso em fortalecer as atividades acadêmicas no CCAA.

“Aliados com a Reitoria, conseguimos muitas melhorias para o Câmpus II. Mas vamos continuar trabalhando para consolidar mais nossos cursos e melhorar a infraestrutura. Passado esse período de eleição, não existem ganhadores nem perdedores. Este é o momento de pensar única e exclusivamente no Câmpus, a fim de alcançar conquistas positivas tanto para o Centro como também para a Escola Agrícola Assis Chateaubriand”, destacou José Félix Neto.

O vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães, parabenizou todos os professores empossados na solenidade, desejou empenho, disposição e muito trabalho para superar as dificuldades que a Universidade vem enfrentando nos últimos anos. De acordo com ele, o momento que a UEPB passa é delicado, uma vez que percentualmente o orçamento da Instituição tem sofrido graves cortes, equivalendo aos recursos que a Universidade recebia no ano de 2005.

“Estamos enfrentando um momento muito delicado, uma redução percentual no orçamento que está nos remetendo à realidade que vivemos no ano de 2005. Mas, hoje, a UEPB não é mais do tamanho que era em 2005. O momento é grave e todos temos que mostrar competência nesse cenário de crise. Um bom gestor se destaca justamente nesses momentos de crise. E espero que todos possam superar este período tenebroso com muito trabalho, dedicação e esforço para que a Instituição continue grande como ela sempre foi”, disse Flávio.

Além do vice-reitor e dos professores eleitos para as direções do Centro e da Escola Agrícola, o professor José Cristóvão de Andrade, pró-reitor de Cultura da UEPB, participou da solenidade de posse, e presidiu as apresentações da etapa Lagoa Seca do 2º Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Fole de Oito Baixos.

Confira os professores empossados para seus respectivos cargos:

Direção do CCAA:
José Félix de Brito Neto (diretor) e Antônio Araújo Neto (diretor adjunto)

Direção da Escola Agrícola:
Alde Cleber de Lima Silva (diretor) e João Araújo Farias (diretor adjunto).

Chefia do Departamento de Agroecologia e Agropecuária:
Cláudio Silva Soares (chefe) e Diogo Gonçalves (chefe adjunto)

Coordenação do Curso de Agroecologia e Agropecuária:
Francisco José Loureiro Marinho (coordenador) e Alexandre Costa Leão (coordenador adjunto)

Coordenação do Curso Técnico em Agroindústria:
Maria do Socorro Bezerra Duarte (coordenadora)

 

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Paizinha Lemos

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira (13), a cerimônia de posse das novas direções do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, ambas localizadas no Câmpus II, na cidade de Lagoa Seca. A solenidade foi presidida pelo vice-reitor da UEPB, professor Flávio Romero Leia Mais...

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Feira Agroecológica estimula população paraibana a consumir produtos saudáveis e livres de agrotóxicos

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Em comemoração à Semana Nacional dos Orgânicos, foi realizada na manhã desta quarta-feira (6), na Praça da Bandeira, em Campina Grande, a feira agroecológica “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos”, com o propósito de reunir agricultores oriundos de todo o Estado da Paraíba que produzem de forma orgânica, bem como mostrar para a população que é possível adquirir produtos livres de agrotóxicos com excelente qualidade e a preços acessíveis.

O evento, organizado pela Comissão de Produção Orgânica (CPOrg-PB), em parceria com o Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido e o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e com a Articulação Paraibana de Agroecologia, reuniu mais de 20 núcleos de agricultores/comerciantes e recebeu centenas de pessoas interessadas em comprar ou conhecer os produtos ofertados, como frutas, verduras, legumes, mel de abelhas, farinhas, sementes, queijos, manteigas e goma de mandioca.

Segundo a professora Élida Barbosa, vinculada ao Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) do Câmpus II da UEPB, em Lagoa Seca, o NERA tem uma preocupação constante em realizar um trabalho de promoção e divulgação do produto agroecológico, além de mostrar os danos causados à saúde por uma alimentação com produtos contaminados com agrotóxicos. “No ano passado fizemos uma ação na praça da Bandeira sobre a temática e vimos que seria interessante torná-la mais frequente. Esta já está sendo um sucesso. Nossa ideia é que também possamos criar uma feira agroecológica no Câmpus I, organizando um calendário para que ela ocorra com regularidade e beneficie ainda mais pessoas”, explicou.

Representante da CPOrg-PB, Verônica Barbosa reforçou que a Comissão reúne atualmente cerca de 400 famílias agricultoras da Paraíba e que as feiras orgânicas promovidas surgem como uma alternativa segura para que os consumidores estabeleçam uma relação de confiança com as comunidades e famílias produtoras. “Esta é uma forma de manter o vínculo e conhecer outros espaços de comercialização, fazer contatos e encomendas para adquirir os produtos desejados também fora dos períodos das feiras, facilitando o acesso democrático para todo mundo”, falou.

Glória Batista, da Articulação Paraibana de Agroecologia, lembrou as dificuldades enfrentadas pelos pequenos agricultores diante de um mercado competitivo, que oferta produtos, a seu ver, “não alimentícios, mas sim mercadorias lucrativas cheias de veneno e transgênicos”. Ela frisou o quanto é importante valorizar os produtores que resistem e oferecem alimentos sem veneno, tendo em vista que o Brasil ainda é visto como um dos maiores produtores de agrotóxicos, marcado como destaque negativo em todo o mundo. “Aqui semeamos a vida no semiárido e percebemos que o alimento saudável une o campo e a cidade. Então precisamos fortalecer esse elo entre os que produzem o alimento e os que o consomem”, finalizou Glória.

Além da comercialização de produtos, houve ainda a distribuição de mudas de espécies de árvores nativas e plantas medicinais, distribuição de folhetos informativos, apresentação de um grupo de forró pé-de-serra e dramatização teatral.

Texto e fotos: Giuliana Rodrigues

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Em comemoração à Semana Nacional dos Orgânicos, foi realizada na manhã desta quarta-feira (6), na Praça da Bandeira, em Campina Grande, a feira agroecológica “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos”, com o propósito de reunir agricultores oriundos de todo o Estado da Paraíba que produzem de forma orgânica, bem como mostrar para Leia Mais...

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Em comemoração à Semana Nacional dos Orgânicos, foi realizada na manhã desta quarta-feira (6), na Praça da Bandeira, em Campina Grande, a feira agroecológica “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos”, com o propósito de reunir agricultores oriundos de todo o Estado da Paraíba que produzem de forma orgânica, bem como mostrar para a população que é possível adquirir produtos livres de agrotóxicos com excelente qualidade e a preços acessíveis.

O evento, organizado pela Comissão de Produção Orgânica (CPOrg-PB), em parceria com o Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido e o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e com a Articulação Paraibana de Agroecologia, reuniu mais de 20 núcleos de agricultores/comerciantes e recebeu centenas de pessoas interessadas em comprar ou conhecer os produtos ofertados, como frutas, verduras, legumes, mel de abelhas, farinhas, sementes, queijos, manteigas e goma de mandioca.

Segundo a professora Élida Barbosa, vinculada ao Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) do Câmpus II da UEPB, em Lagoa Seca, o NERA tem uma preocupação constante em realizar um trabalho de promoção e divulgação do produto agroecológico, além de mostrar os danos causados à saúde por uma alimentação com produtos contaminados com agrotóxicos. “No ano passado fizemos uma ação na praça da Bandeira sobre a temática e vimos que seria interessante torná-la mais frequente. Esta já está sendo um sucesso. Nossa ideia é que também possamos criar uma feira agroecológica no Câmpus I, organizando um calendário para que ela ocorra com regularidade e beneficie ainda mais pessoas”, explicou.

Representante da CPOrg-PB, Verônica Barbosa reforçou que a Comissão reúne atualmente cerca de 400 famílias agricultoras da Paraíba e que as feiras orgânicas promovidas surgem como uma alternativa segura para que os consumidores estabeleçam uma relação de confiança com as comunidades e famílias produtoras. “Esta é uma forma de manter o vínculo e conhecer outros espaços de comercialização, fazer contatos e encomendas para adquirir os produtos desejados também fora dos períodos das feiras, facilitando o acesso democrático para todo mundo”, falou.

Glória Batista, da Articulação Paraibana de Agroecologia, lembrou as dificuldades enfrentadas pelos pequenos agricultores diante de um mercado competitivo, que oferta produtos, a seu ver, “não alimentícios, mas sim mercadorias lucrativas cheias de veneno e transgênicos”. Ela frisou o quanto é importante valorizar os produtores que resistem e oferecem alimentos sem veneno, tendo em vista que o Brasil ainda é visto como um dos maiores produtores de agrotóxicos, marcado como destaque negativo em todo o mundo. “Aqui semeamos a vida no semiárido e percebemos que o alimento saudável une o campo e a cidade. Então precisamos fortalecer esse elo entre os que produzem o alimento e os que o consomem”, finalizou Glória.

Além da comercialização de produtos, houve ainda a distribuição de mudas de espécies de árvores nativas e plantas medicinais, distribuição de folhetos informativos, apresentação de um grupo de forró pé-de-serra e dramatização teatral.

Texto e fotos: Giuliana Rodrigues

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Produtores beneficiados por projeto de extensão da UEPB realizam feira de produtos agrícolas no Câmpus I

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Produtos saudáveis, extraídos da terra e de origem animal vendidos ao consumidor sem o uso de agrotóxicos. Esses produtos foram encontrados na primeira experiência de uma feira agroecológica realizada no Câmpus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, envolvendo produtores de Boqueirão, no Cariri do Estado. A feira aconteceu na manhã desta quinta-feira (24), em uma tenda montada ao lado da Praça de Alimentação do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), como parte das atividades desenvolvidas pelo projeto de extensão “Conhecemos o solo que pisamos? Troca de saberes entre atores de diferentes realidades”.

Nesse primeiro momento, participaram da feira as agricultoras Maria Célia Araújo e Maria Gomes de Oliveira, além do produtor Antônio Gomes, todos integrantes da associação Casac, na cidade de Boqueirão, que é parceira do projeto da UEPB. Aproveitando a presença de estudantes, professores e técnicos da UEPB, eles comercializaram a preços baixos produtos orgânicos como queijo de leite de cabra, doces, coentro, alface e outros produtos hortifrutigranjeiros.

Os três representaram os demais produtores do Cariri Ocidental envolvidos no projeto, mas que ficaram impossibilitados de participar da feira em função dos bloqueios nas estradas ocasionados pela greve dos caminhoneiros. Mesmo assim, o sucesso do evento foi garantido. Diversos professores prestigiaram a feira, a exemplo do pró-reitor de Extensão, José Pereira da Silva; o professor João Damasceno; o diretor adjunto do CCBS, José Pereira do Nascimento; e a professora Élida Correia Barbosa.

O projeto, coordenado pelo professor Simão Lindoso de Souza, faz parte do programa de extensão “Agroecologia e o Diálogo de Saberes na Universidade: Ações do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica em Territórios Paraibanos”, vinculado ao Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e ao projeto “Centro Vocacional Tecnológico (CVT) – Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido”.

Professor Simão Lindoso explicou que a ideia é tornar a feira permanente e não apenas com caráter comercial, para divulgar ação dos produtores região. A proposta, segundo ele, é fazer a comunidade acadêmica entender o que significa a Agroecologia, que “vai além da produção de produtos orgânicos e tem um sistema de produção em harmonia com a natureza e é uma forma de produção e comercialização justa”.

Coordenadora do NERA, a professora Shirleyde Alves dos Santos enfatizou que a pretensão do projeto é ampliar a feira, envolvendo mais produtores da região, como acontece na feira agroecológica do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), Câmpus de Lagoa Seca. Ela observou que o evento foi uma iniciativa dos próprios alunos da UEPB.

A estudante Lays Melena faz Agroecologia em Lagoa Seca, enquanto Mateus Manassés cursa Biologia em Campina Grande. Os dois são filhos de agricultores e aproveitaram o projeto para transmitir conhecimentos, destacando a importância dos produtos agroecológicos. Maria Célia já trabalha com a terra há 30 anos, mas somente nos últimos três anos passou a cultivar hortaliças, graças ao incentivo da UEPB. “Tem sido uma parceira muito positiva. A gente consome e vende produtos saudáveis”, destacou.

A Feira foi resultado de uma oficina sobre cromatografia circular em papel para análise biológica do solo, no município de Boqueirão, realizada na terça (22) e quarta-feira (23), com agricultores, pesquisadores e estudantes de Biologia e Agroecologia.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Produtos saudáveis, extraídos da terra e de origem animal vendidos ao consumidor sem o uso de agrotóxicos. Esses produtos foram encontrados na primeira experiência de uma feira agroecológica realizada no Câmpus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, envolvendo produtores de Boqueirão, no Cariri do Estado. A feira aconteceu na manhã desta Leia Mais...

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Produtos saudáveis, extraídos da terra e de origem animal vendidos ao consumidor sem o uso de agrotóxicos. Esses produtos foram encontrados na primeira experiência de uma feira agroecológica realizada no Câmpus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, envolvendo produtores de Boqueirão, no Cariri do Estado. A feira aconteceu na manhã desta quinta-feira (24), em uma tenda montada ao lado da Praça de Alimentação do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), como parte das atividades desenvolvidas pelo projeto de extensão “Conhecemos o solo que pisamos? Troca de saberes entre atores de diferentes realidades”.

Nesse primeiro momento, participaram da feira as agricultoras Maria Célia Araújo e Maria Gomes de Oliveira, além do produtor Antônio Gomes, todos integrantes da associação Casac, na cidade de Boqueirão, que é parceira do projeto da UEPB. Aproveitando a presença de estudantes, professores e técnicos da UEPB, eles comercializaram a preços baixos produtos orgânicos como queijo de leite de cabra, doces, coentro, alface e outros produtos hortifrutigranjeiros.

Os três representaram os demais produtores do Cariri Ocidental envolvidos no projeto, mas que ficaram impossibilitados de participar da feira em função dos bloqueios nas estradas ocasionados pela greve dos caminhoneiros. Mesmo assim, o sucesso do evento foi garantido. Diversos professores prestigiaram a feira, a exemplo do pró-reitor de Extensão, José Pereira da Silva; o professor João Damasceno; o diretor adjunto do CCBS, José Pereira do Nascimento; e a professora Élida Correia Barbosa.

O projeto, coordenado pelo professor Simão Lindoso de Souza, faz parte do programa de extensão “Agroecologia e o Diálogo de Saberes na Universidade: Ações do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica em Territórios Paraibanos”, vinculado ao Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e ao projeto “Centro Vocacional Tecnológico (CVT) – Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido”.

Professor Simão Lindoso explicou que a ideia é tornar a feira permanente e não apenas com caráter comercial, para divulgar ação dos produtores região. A proposta, segundo ele, é fazer a comunidade acadêmica entender o que significa a Agroecologia, que “vai além da produção de produtos orgânicos e tem um sistema de produção em harmonia com a natureza e é uma forma de produção e comercialização justa”.

Coordenadora do NERA, a professora Shirleyde Alves dos Santos enfatizou que a pretensão do projeto é ampliar a feira, envolvendo mais produtores da região, como acontece na feira agroecológica do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), Câmpus de Lagoa Seca. Ela observou que o evento foi uma iniciativa dos próprios alunos da UEPB.

A estudante Lays Melena faz Agroecologia em Lagoa Seca, enquanto Mateus Manassés cursa Biologia em Campina Grande. Os dois são filhos de agricultores e aproveitaram o projeto para transmitir conhecimentos, destacando a importância dos produtos agroecológicos. Maria Célia já trabalha com a terra há 30 anos, mas somente nos últimos três anos passou a cultivar hortaliças, graças ao incentivo da UEPB. “Tem sido uma parceira muito positiva. A gente consome e vende produtos saudáveis”, destacou.

A Feira foi resultado de uma oficina sobre cromatografia circular em papel para análise biológica do solo, no município de Boqueirão, realizada na terça (22) e quarta-feira (23), com agricultores, pesquisadores e estudantes de Biologia e Agroecologia.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

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Núcleo de Extensão Rural da UEPB promove feira agroecológica para celebrar Semana dos Orgânicos

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No próximo dia 6 de junho, das 7h às 12h, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, será realizada uma feira regional de produtos agroecológicos, em uma estrutura com cerca de 20 barracas oferecendo aos consumidores vasta diversidade de hortaliças, frutas, ovos, leite e derivados, grãos e produtos beneficiados como doces, bolos, polpas de frutas, beijus, tapiocas e artesanato. A feira terá como tema “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos” e acontece em comemoração à Semana dos Orgânicos, que é celebrada nacionalmente de 27 de maio a 5 de junho, quando se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente.

A iniciativa é da Comissão Estadual de Produção Orgânica (CPOrg), formada por representantes de segmentos da rede de produção orgânica da Paraíba e entidades governamentais e não governamentais. Também promovem a feira o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia da Universidade Estadual da Paraíba (NERA-UEPB), o Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido (CVT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e a Articulação Paraibana de Agroecologia.

Na Praça da Bandeira estarão comercializando seus produtos representantes da Rede de 12 Feiras Agroecológicas da EcoBorborema; da Tenda Agroecológica do Cariri Oriental; da Bodega Agroecológica do Cariri, Seridó e Curimataú e das Feiras Agroecológicas de Picuí, Cuité, Aroeiras, Ingá, Monteiro, Sumé, entre outros municípios.

Além da comercialização dos produtos, a feira terá ainda uma programação cultural, com apresentações de teatro, poesia e trio de forró. Durante toda a manhã, feirantes, estudantes, professores e pesquisadores estarão no local distribuindo materiais e dialogando com a população sobre alimentação saudável e as diferenças entre os produtos agroecológicos e orgânicos, os riscos dos transgênicos e agrotóxicos, entre outros assuntos. Haverá ainda a venda do fubá agroecológico, com a produção e degustação do cuscuz não transgênico no local, bem como distribuição de material explicativo sobre o assunto.

Todos os anos, as CPOrg’s estaduais promovem a Campanha “Produto Orgânico melhor para a vida”, que tem como objetivo o esclarecimento dos consumidores sobre o que são os produtos orgânicos, fazendo uma abordagem sobre os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses produtos, estimulando o seu consumo.

Em outras regiões da Paraíba, também haverá ações promovidas pelas entidades participantes da CPOrg-PB. A campanha foi criada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), em 2005, para incentivar a produção orgânica no Brasil e tem como principal objetivo reforçar, para a população brasileira, principalmente a urbana, que os sistemas orgânicos/agroecológicos buscam viabilizar a produção de alimentos de forma mais harmônica com a natureza, contribuindo para a saúde de todos, com justiça social em suas redes de comercialização.

Programação

8h – Abertura oficial com apresentação dos territórios e feiras
8h20 – Falas dos organizadores
9h – Intervenções sobre agroecologia na agricultura familiar
10h – Teatro – Campanha contra os Agrotóxicos
10h20 – Música poesia, animação.
12h – Encerramento

 

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No próximo dia 6 de junho, das 7h às 12h, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, será realizada uma feira regional de produtos agroecológicos, em uma estrutura com cerca de 20 barracas oferecendo aos consumidores vasta diversidade de hortaliças, frutas, ovos, leite e derivados, grãos e produtos beneficiados como doces, bolos, polpas de frutas, Leia Mais...

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No próximo dia 6 de junho, das 7h às 12h, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, será realizada uma feira regional de produtos agroecológicos, em uma estrutura com cerca de 20 barracas oferecendo aos consumidores vasta diversidade de hortaliças, frutas, ovos, leite e derivados, grãos e produtos beneficiados como doces, bolos, polpas de frutas, beijus, tapiocas e artesanato. A feira terá como tema “Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos” e acontece em comemoração à Semana dos Orgânicos, que é celebrada nacionalmente de 27 de maio a 5 de junho, quando se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente.

A iniciativa é da Comissão Estadual de Produção Orgânica (CPOrg), formada por representantes de segmentos da rede de produção orgânica da Paraíba e entidades governamentais e não governamentais. Também promovem a feira o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia da Universidade Estadual da Paraíba (NERA-UEPB), o Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido (CVT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e a Articulação Paraibana de Agroecologia.

Na Praça da Bandeira estarão comercializando seus produtos representantes da Rede de 12 Feiras Agroecológicas da EcoBorborema; da Tenda Agroecológica do Cariri Oriental; da Bodega Agroecológica do Cariri, Seridó e Curimataú e das Feiras Agroecológicas de Picuí, Cuité, Aroeiras, Ingá, Monteiro, Sumé, entre outros municípios.

Além da comercialização dos produtos, a feira terá ainda uma programação cultural, com apresentações de teatro, poesia e trio de forró. Durante toda a manhã, feirantes, estudantes, professores e pesquisadores estarão no local distribuindo materiais e dialogando com a população sobre alimentação saudável e as diferenças entre os produtos agroecológicos e orgânicos, os riscos dos transgênicos e agrotóxicos, entre outros assuntos. Haverá ainda a venda do fubá agroecológico, com a produção e degustação do cuscuz não transgênico no local, bem como distribuição de material explicativo sobre o assunto.

Todos os anos, as CPOrg’s estaduais promovem a Campanha “Produto Orgânico melhor para a vida”, que tem como objetivo o esclarecimento dos consumidores sobre o que são os produtos orgânicos, fazendo uma abordagem sobre os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses produtos, estimulando o seu consumo.

Em outras regiões da Paraíba, também haverá ações promovidas pelas entidades participantes da CPOrg-PB. A campanha foi criada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), em 2005, para incentivar a produção orgânica no Brasil e tem como principal objetivo reforçar, para a população brasileira, principalmente a urbana, que os sistemas orgânicos/agroecológicos buscam viabilizar a produção de alimentos de forma mais harmônica com a natureza, contribuindo para a saúde de todos, com justiça social em suas redes de comercialização.

Programação

8h – Abertura oficial com apresentação dos territórios e feiras
8h20 – Falas dos organizadores
9h – Intervenções sobre agroecologia na agricultura familiar
10h – Teatro – Campanha contra os Agrotóxicos
10h20 – Música poesia, animação.
12h – Encerramento

 

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No próximo dia 6 de junho, das 7h às 12h, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, será realizada uma feira regional de produtos agroecológicos, em uma estrutura com cerca de 20 barracas oferecendo aos consumidores vasta diversidade de hortaliças, frutas, ovos, leite e derivados, grãos e produtos beneficiados como doces, bolos, polpas de frutas, Leia Mais...

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Escola Agrícola Assis Chateaubriand realiza novo peixamento em Açude do Câmpus II da UEPB em Lagoa Seca

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, realizou na tarde desta quarta-feira (11) mais uma ação de peixamento no açude do Câmpus II.

Foram colocados no açude alevinos de tilápia e tambaqui. A ação foi realizada graças ao volume de chuvas que tem caído na região, aumentando a recarga do açude e permitindo colocar os alevinos. De acordo com o diretor da Escola Agrícola, professor José Félix, o peixamento consiste na distribuição de alevinos e o consequente povoamento de açudes, barragens, barreiros e tanques.

Para isso, a Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (EMPASA) fez a doação de seis mil alevinos de tilápias e tambaqui, com o objetivo de proporcionar a criação de peixes para as aulas práticas de filetagem (processamento para produção de filés) e produção de polpa de peixe no Curso Técnico em Agroindústria, bem como para atender a demanda do refeitório.

O professor Félix lembrou que em outubro de 2017 foi realizado um outro peixamento no açude, também em parceria com a EMPASA. Os alevinos colocados naquela ocasião hoje são peixes com aproximadamente 1 Kg. “As tilápias são espécies bem adaptadas à região, têm boa produtividade, são resistentes a muitas doenças. Já o tambaqui, também chamado de Pacu Vermelho, é um peixe de água doce, podendo chegar a 90cm de comprimento e 45Kg em ambiente favorável”, explicou José Félix.

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, realizou na tarde desta quarta-feira (11) mais uma ação de peixamento no açude do Câmpus II. Foram colocados no açude alevinos de tilápia e tambaqui. A ação foi realizada graças ao Leia Mais...

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, realizou na tarde desta quarta-feira (11) mais uma ação de peixamento no açude do Câmpus II.

Foram colocados no açude alevinos de tilápia e tambaqui. A ação foi realizada graças ao volume de chuvas que tem caído na região, aumentando a recarga do açude e permitindo colocar os alevinos. De acordo com o diretor da Escola Agrícola, professor José Félix, o peixamento consiste na distribuição de alevinos e o consequente povoamento de açudes, barragens, barreiros e tanques.

Para isso, a Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (EMPASA) fez a doação de seis mil alevinos de tilápias e tambaqui, com o objetivo de proporcionar a criação de peixes para as aulas práticas de filetagem (processamento para produção de filés) e produção de polpa de peixe no Curso Técnico em Agroindústria, bem como para atender a demanda do refeitório.

O professor Félix lembrou que em outubro de 2017 foi realizado um outro peixamento no açude, também em parceria com a EMPASA. Os alevinos colocados naquela ocasião hoje são peixes com aproximadamente 1 Kg. “As tilápias são espécies bem adaptadas à região, têm boa produtividade, são resistentes a muitas doenças. Já o tambaqui, também chamado de Pacu Vermelho, é um peixe de água doce, podendo chegar a 90cm de comprimento e 45Kg em ambiente favorável”, explicou José Félix.

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4ª Semana de Agroecologia é realizada no Câmpus de Lagoa Seca com debate sobre vivência ecológica

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Trato correto no manejo da terra, cuidado com o meio ambiente, respeito a vida e produção de alimentos saudáveis. Essas são algumas das preocupações do curso de Bacharelado em Agroecologia, do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, que está completando dez anos de existência. Pioneiro na Paraíba, o curso forma profissionais em Agroecologia, a maioria filhos de agricultores da região.

Para marcar a data e, ao mesmo tempo, divulgar os projetos e ações desenvolvidas pelos estudantes e professores do curso, o CCAA promove até a próxima sexta-feira (6) a 4ª Semana de Agroecologia. Com o tema “Compartilhando Saberes e Vivência Ecológica”, o evento foi aberto oficialmente na manhã desta terça-feira (3), em solenidade que contou com a presença do reitor Rangel Junior; do diretor do Câmpus, professor Suenildo Jósemo Costa Oliveira; do diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor José Félix de Brito Neto; da coordenadora do Bacharelado em Agroecologia, professora Shirleyde dos Santos; da coordenadora do Curso Técnico em Agropecuária, professora Maria do Socorro Bezerra Duarte; e do chefe de Departamento de Agroecologia e Agropecuária, professor Mario Sérgio de Araújo.

A exemplo das edições anteriores, o evento busca difundir o conhecimento do processo de formação dos solos e apresentar formas de manejo e conservação deste recurso natural através de palestras, rodas de conversas, mesas redondas e oficinas. Em sua 4ª edição, a semana traz, além dos professores da UEPB, especialistas da área de outras instituições, a exemplo do professor Eli Lino de Jesus, do Instituto Federal de Rio Pomba, em Minas Gerais; a professora Adriana Sais, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR); o professor Rafael Neves, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL); a professora Mariana Oliveira Breno também da UFAL; a professora Kátia Cristina Kupper da UFSCAR; e a professora Adriana Meira da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Câmpus de Sumé.

O reitor Rangel Junior, deu as boas vindas aos participantes e fez um agradecimento especial aos professores convidados de outras instituições que, segundo ele, darão grande contribuição nas discussões sobre a relevância do curso de Agroecologia e troca de aprendizado coletivo. Rangel disse que o curso de Agroecologia representa um marco de resistência ativa e de grande relevância na região, tendo contribuído para dar passos importantes e necessários nas mudanças que o país precisa.

Ele ressaltou ainda que uma sociedade democrática não se resume apenas às eleições, mas na implantação de políticas eficazes e de ações que garantam acesso a população aos bens de consumo e alimento de qualidade. “Sempre, em algum lugar, existem pessoas dando passos importantes para transformar essa realidade. Considero que o que se faz aqui no Câmpus de Lagoa Seca, e se constrói no cotidiano, representa passos importantes na construção desse processo de mudança”, destacou.

Segundo o reitor, os projetos e ações desenvolvidos no CCAA ajudam a criar uma nova mentalidade e a interferir de forma positiva na realidade das pessoas, no sentido de construir um mundo melhor. Ele observou que desenvolvimento não pode ser reduzido a produtividade, busca pelo lucro e riqueza para alguns, mas sim no trato adequado com o solo, na geração de conhecimento e produção de técnicas científicas voltadas para o bem da sociedade. “Aqui se busca construir uma cultura diferente no trato com a vida, no trato com a realidade, no trato com a natureza na perspectiva de respeitar, acima de tudo, o meio ambiente sem agressão”, frisou, lembrando que o curso ensina como produzir alimento retirado da terra com qualidade e com respeito à vida.

O diretor do CCAA, professor Suenildo Jósemo, destacou o pioneirismo do curso em Agroecologia na Paraíba e fez menção ao idealizador do Bacharelado, o professor Francisco Loureiro Marinho. Ele também ressaltou que mesmo em tempos de crise a Reitoria tem feito grandes investimentos no Câmpus II. “Sabemos que a Agroecologia é essencial para o bem-estar humano, como também ajuda a promover o respeito ao meio ambiente”, disse. Para ele, o curso de Lagoa Seca reúne todas as condições para se transformar em nível de excelência e ser um dos melhores do Brasil.

O diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor José Félix, destacou que devido a sua importância o curso já precisa de uma pós-graduação e, nesse sentido, já existe uma proposta para a criação de uma Especialização na área. A Semana de Agroecologia está centrada na discussão sobre educação e o andamento dos cursos de Agroecologia no Brasil, bem como sobre o registro profissional do agroecólogo.

Responsável pela palestra de abertura, o professor Eli Lino de Jesus abordou o tema “Manejo ecológico do solo” e procurou mostrar as diferentes formas de tratar corretamente a terra. “O solo é a base da vida do planeta terra e a ciência do solo evoluiu através do manejo que, de certa forma, destruiu algumas das características básicas da vida no solo. O que a Agroecologia procura fazer é reestabelecer esse processo do solo vivo, que protege a planta a vida do ser humano”, salientou.

Convidada da UEPB para o evento, a professora Adriana Sais, da Universidade Federal de São Carlos, participou inicialmente da mesa redonda “Educação e Agroecologia”. Ela também vai discutir a questão da regulamentação da profissão e ministrar uma palestra sobre “Análise de paisagem”. Adriana Sais ressaltou que o curso é regulamentado enquanto técnico e tecnólogo pelo Ministério da Educação (MEC), mas ainda não existe a profissão do agroecólogo. “A Agroecologia é um contraponto a essa agricultura tradicional, que é importante mas tem ocasionado a degradação muito intensa dos recursos naturais. Ela busca conhecimentos e equilíbrio maior entre produção e meio ambiente mais sustentável”, explicou.

O evento, que tem suporte do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA), também conta com uma ciranda de experiência com agricultores e agricultoras da região e mostra de produtos oriundos da terra e cultivados por alunos produtores do curso. Na quinta e sexta-feira, acontecem as oficinas abordando diversos temas e ministradas por alunos, ex-alunos e instituições parceiras, como o Instituto Nacional do Semiárido (INSA).

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Trato correto no manejo da terra, cuidado com o meio ambiente, respeito a vida e produção de alimentos saudáveis. Essas são algumas das preocupações do curso de Bacharelado em Agroecologia, do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, que está completando dez anos de existência. Leia Mais...

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Trato correto no manejo da terra, cuidado com o meio ambiente, respeito a vida e produção de alimentos saudáveis. Essas são algumas das preocupações do curso de Bacharelado em Agroecologia, do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, que está completando dez anos de existência. Pioneiro na Paraíba, o curso forma profissionais em Agroecologia, a maioria filhos de agricultores da região.

Para marcar a data e, ao mesmo tempo, divulgar os projetos e ações desenvolvidas pelos estudantes e professores do curso, o CCAA promove até a próxima sexta-feira (6) a 4ª Semana de Agroecologia. Com o tema “Compartilhando Saberes e Vivência Ecológica”, o evento foi aberto oficialmente na manhã desta terça-feira (3), em solenidade que contou com a presença do reitor Rangel Junior; do diretor do Câmpus, professor Suenildo Jósemo Costa Oliveira; do diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor José Félix de Brito Neto; da coordenadora do Bacharelado em Agroecologia, professora Shirleyde dos Santos; da coordenadora do Curso Técnico em Agropecuária, professora Maria do Socorro Bezerra Duarte; e do chefe de Departamento de Agroecologia e Agropecuária, professor Mario Sérgio de Araújo.

A exemplo das edições anteriores, o evento busca difundir o conhecimento do processo de formação dos solos e apresentar formas de manejo e conservação deste recurso natural através de palestras, rodas de conversas, mesas redondas e oficinas. Em sua 4ª edição, a semana traz, além dos professores da UEPB, especialistas da área de outras instituições, a exemplo do professor Eli Lino de Jesus, do Instituto Federal de Rio Pomba, em Minas Gerais; a professora Adriana Sais, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR); o professor Rafael Neves, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL); a professora Mariana Oliveira Breno também da UFAL; a professora Kátia Cristina Kupper da UFSCAR; e a professora Adriana Meira da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Câmpus de Sumé.

O reitor Rangel Junior, deu as boas vindas aos participantes e fez um agradecimento especial aos professores convidados de outras instituições que, segundo ele, darão grande contribuição nas discussões sobre a relevância do curso de Agroecologia e troca de aprendizado coletivo. Rangel disse que o curso de Agroecologia representa um marco de resistência ativa e de grande relevância na região, tendo contribuído para dar passos importantes e necessários nas mudanças que o país precisa.

Ele ressaltou ainda que uma sociedade democrática não se resume apenas às eleições, mas na implantação de políticas eficazes e de ações que garantam acesso a população aos bens de consumo e alimento de qualidade. “Sempre, em algum lugar, existem pessoas dando passos importantes para transformar essa realidade. Considero que o que se faz aqui no Câmpus de Lagoa Seca, e se constrói no cotidiano, representa passos importantes na construção desse processo de mudança”, destacou.

Segundo o reitor, os projetos e ações desenvolvidos no CCAA ajudam a criar uma nova mentalidade e a interferir de forma positiva na realidade das pessoas, no sentido de construir um mundo melhor. Ele observou que desenvolvimento não pode ser reduzido a produtividade, busca pelo lucro e riqueza para alguns, mas sim no trato adequado com o solo, na geração de conhecimento e produção de técnicas científicas voltadas para o bem da sociedade. “Aqui se busca construir uma cultura diferente no trato com a vida, no trato com a realidade, no trato com a natureza na perspectiva de respeitar, acima de tudo, o meio ambiente sem agressão”, frisou, lembrando que o curso ensina como produzir alimento retirado da terra com qualidade e com respeito à vida.

O diretor do CCAA, professor Suenildo Jósemo, destacou o pioneirismo do curso em Agroecologia na Paraíba e fez menção ao idealizador do Bacharelado, o professor Francisco Loureiro Marinho. Ele também ressaltou que mesmo em tempos de crise a Reitoria tem feito grandes investimentos no Câmpus II. “Sabemos que a Agroecologia é essencial para o bem-estar humano, como também ajuda a promover o respeito ao meio ambiente”, disse. Para ele, o curso de Lagoa Seca reúne todas as condições para se transformar em nível de excelência e ser um dos melhores do Brasil.

O diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor José Félix, destacou que devido a sua importância o curso já precisa de uma pós-graduação e, nesse sentido, já existe uma proposta para a criação de uma Especialização na área. A Semana de Agroecologia está centrada na discussão sobre educação e o andamento dos cursos de Agroecologia no Brasil, bem como sobre o registro profissional do agroecólogo.

Responsável pela palestra de abertura, o professor Eli Lino de Jesus abordou o tema “Manejo ecológico do solo” e procurou mostrar as diferentes formas de tratar corretamente a terra. “O solo é a base da vida do planeta terra e a ciência do solo evoluiu através do manejo que, de certa forma, destruiu algumas das características básicas da vida no solo. O que a Agroecologia procura fazer é reestabelecer esse processo do solo vivo, que protege a planta a vida do ser humano”, salientou.

Convidada da UEPB para o evento, a professora Adriana Sais, da Universidade Federal de São Carlos, participou inicialmente da mesa redonda “Educação e Agroecologia”. Ela também vai discutir a questão da regulamentação da profissão e ministrar uma palestra sobre “Análise de paisagem”. Adriana Sais ressaltou que o curso é regulamentado enquanto técnico e tecnólogo pelo Ministério da Educação (MEC), mas ainda não existe a profissão do agroecólogo. “A Agroecologia é um contraponto a essa agricultura tradicional, que é importante mas tem ocasionado a degradação muito intensa dos recursos naturais. Ela busca conhecimentos e equilíbrio maior entre produção e meio ambiente mais sustentável”, explicou.

O evento, que tem suporte do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA), também conta com uma ciranda de experiência com agricultores e agricultoras da região e mostra de produtos oriundos da terra e cultivados por alunos produtores do curso. Na quinta e sexta-feira, acontecem as oficinas abordando diversos temas e ministradas por alunos, ex-alunos e instituições parceiras, como o Instituto Nacional do Semiárido (INSA).

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Trato correto no manejo da terra, cuidado com o meio ambiente, respeito a vida e produção de alimentos saudáveis. Essas são algumas das preocupações do curso de Bacharelado em Agroecologia, do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), Câmpus II da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, que está completando dez anos de existência. Leia Mais...

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Núcleo de Extensão Rural e Agroecológica do Câmpus II divulga edital de seleção para bolsistas

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O Núcleo de Extensão Rural e Agroecológica (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Centro Vocacional Tecnológico Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido, divulgou edital de seleção para preenchimento de vagas para bolsistas. Ao todo, estão sendo ofertadas cinco vagas, sendo uma para Iniciação ao Extensionismo, com bolsa no valor de R$ 360; duas para Extensão no País, com bolsa no valor de R$ 1.100; uma em Apoio Técnico em Extensão no País (Bacharelado em Agroecologia), com bolsa de R$ R$ 550; e uma para Apoio Técnico em Extensão no País (Técnico em Agropecuária ou Agroecologia), com bolsa de R$ 400. As bolsas têm validade de 12 meses, podendo ser renovadas.

As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de janeiro, através do e-mail cvtagrobiodiversidadesemiarido@gmail.com. Para se inscrever, basta o candidato enviar cópia do Currículo Lattes (atualizado no sistema do CNPq) indicando a confirmação de chegada do e-mail e informando o perfil desejado. A divulgação do resultado da seleção será no dia 31 de janeiro. Já as entrevistas acontecerão no dia 1º de fevereiro, das 8h às 16h, no Câmpus II da UEPB, localizado no Sítio Imbaúba, S/N, Zona Rural, Lagoa Seca-PB.

A divulgação dos resultados será realizada no dia 2 de fevereiro, por meio do envio de e-mail e ligação telefônica para os selecionados. A implantação das bolsas será realizada a partir do dia 5 do mesmo mês. A seleção tem como objetivo dar suporte e promover ações de Agroecologia e Produção Orgânica, principalmente junto aos territórios paraibanos da Borborema e Cariri Oriental. Um dos critérios de avaliação é o conhecimento em informática (Word, Excel, Power Point).

O bolsista passará por um período de experiência de três meses. Ele também deve apresentar disponibilidade e flexibilidade para viagens e atividades na área de atuação, ter habilidade para trabalhar em equipe, com organizações populares e comunidades rurais e ainda facilidade de se comunicar. Confira o edital da seleção clicando AQUI. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3366-1297.

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

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O Núcleo de Extensão Rural e Agroecológica (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Centro Vocacional Tecnológico Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido, divulgou edital de seleção para preenchimento de vagas para bolsistas. Ao todo, estão sendo ofertadas cinco vagas, sendo uma para Iniciação ao Extensionismo, com bolsa no valor de R$ Leia Mais...

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O Núcleo de Extensão Rural e Agroecológica (NERA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Centro Vocacional Tecnológico Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido, divulgou edital de seleção para preenchimento de vagas para bolsistas. Ao todo, estão sendo ofertadas cinco vagas, sendo uma para Iniciação ao Extensionismo, com bolsa no valor de R$ 360; duas para Extensão no País, com bolsa no valor de R$ 1.100; uma em Apoio Técnico em Extensão no País (Bacharelado em Agroecologia), com bolsa de R$ R$ 550; e uma para Apoio Técnico em Extensão no País (Técnico em Agropecuária ou Agroecologia), com bolsa de R$ 400. As bolsas têm validade de 12 meses, podendo ser renovadas.

As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de janeiro, através do e-mail cvtagrobiodiversidadesemiarido@gmail.com. Para se inscrever, basta o candidato enviar cópia do Currículo Lattes (atualizado no sistema do CNPq) indicando a confirmação de chegada do e-mail e informando o perfil desejado. A divulgação do resultado da seleção será no dia 31 de janeiro. Já as entrevistas acontecerão no dia 1º de fevereiro, das 8h às 16h, no Câmpus II da UEPB, localizado no Sítio Imbaúba, S/N, Zona Rural, Lagoa Seca-PB.

A divulgação dos resultados será realizada no dia 2 de fevereiro, por meio do envio de e-mail e ligação telefônica para os selecionados. A implantação das bolsas será realizada a partir do dia 5 do mesmo mês. A seleção tem como objetivo dar suporte e promover ações de Agroecologia e Produção Orgânica, principalmente junto aos territórios paraibanos da Borborema e Cariri Oriental. Um dos critérios de avaliação é o conhecimento em informática (Word, Excel, Power Point).

O bolsista passará por um período de experiência de três meses. Ele também deve apresentar disponibilidade e flexibilidade para viagens e atividades na área de atuação, ter habilidade para trabalhar em equipe, com organizações populares e comunidades rurais e ainda facilidade de se comunicar. Confira o edital da seleção clicando AQUI. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3366-1297.

 

Texto: Givaldo Cavalcanti

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Projeto desenvolvido no Câmpus de Lagoa Seca vence Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social

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O projeto “Dessalinizador Solar”, coordenador pelo professor Francisco José Loureiro Marinho do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), foi vencedor do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Água e/ou Meio Ambiente. Foram finalistas mais de 700 propostas. A cerimônia de premiação da 9ª edição do prêmio foi realizada no último dia 23 de novembro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. O dessalinizador solar é um projeto do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica (NERA) e tem como parceiro a Cooperativa de Trabalho Múltiplo de Apoio às Organizações de Autopromoção (COONAP).

A tecnologia social premiada envolve o processo de dessalinização/desinfecção da água no interior do dessalinizador quando as altas temperaturas provocam a evaporação da água, a qual entra em contato com a superfície (de vidro) resfriada e condensa, voltando ao estado líquido, sem os sais ou contaminantes antes existentes na água. De acordo com o coordenador do projeto, foram desenvolvidas várias atividades com agricultores da região que reafirmaram os benefícios da pesquisa.

“O projeto do dessalinizador solar, além fornecer água potável para agricultores de comunidades dispersas do semiárido, proporciona significativa economia de energia elétrica se for correlacionado à produção de água dessalinizada através de energia solar e através do processo de osmose reversa, além da redução de gases que provocam efeito estufa advindos dos caminhões que transportam água para as comunidades rurais”, destacou o professor Francisco Loureiro.

Clique para exibir o slide.

O modelo do dessalinizador consiste em uma caixa construída com placas pré-moldadas de concreto, com cobertura de vidro, que possibilita a passagem da radiação solar. Com isso, aumenta-se a temperatura dentro do dessalinizador, fazendo com que ocorra a evaporação da água armazenada em uma lona encerada (“lona de caminhão”). Ainda de acordo com o coordenador do projeto, a adesão ao programa tem sido grande, por se tratar de um método simples, de baixo custo, de fácil construção e manutenção.

“Atendemos comunidades em que os moradores eram obrigados a consumir água de poços artesianos com elevado nível de contaminação biológica e química (sais) e que traziam consequentes danos à saúde, ou eram obrigados a caminhar por horas para terem acesso à água potável. Estamos em uma região que chove muito pouco e a nossa luta é que essas famílias continuem sobrevivendo da sua terra. Nosso objetivo é fixar o homem do campo na sua terra com água boa, que atenda as suas necessidades”, declarou o professor.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

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O projeto “Dessalinizador Solar”, coordenador pelo professor Francisco José Loureiro Marinho do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), foi vencedor do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Água e/ou Meio Ambiente. Foram finalistas mais de 700 propostas. A cerimônia de premiação da 9ª edição Leia Mais...

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A tecnologia social premiada envolve o processo de dessalinização/desinfecção da água no interior do dessalinizador quando as altas temperaturas provocam a evaporação da água, a qual entra em contato com a superfície (de vidro) resfriada e condensa, voltando ao estado líquido, sem os sais ou contaminantes antes existentes na água. De acordo com o coordenador do projeto, foram desenvolvidas várias atividades com agricultores da região que reafirmaram os benefícios da pesquisa.

“O projeto do dessalinizador solar, além fornecer água potável para agricultores de comunidades dispersas do semiárido, proporciona significativa economia de energia elétrica se for correlacionado à produção de água dessalinizada através de energia solar e através do processo de osmose reversa, além da redução de gases que provocam efeito estufa advindos dos caminhões que transportam água para as comunidades rurais”, destacou o professor Francisco Loureiro.

Clique para exibir o slide.

O modelo do dessalinizador consiste em uma caixa construída com placas pré-moldadas de concreto, com cobertura de vidro, que possibilita a passagem da radiação solar. Com isso, aumenta-se a temperatura dentro do dessalinizador, fazendo com que ocorra a evaporação da água armazenada em uma lona encerada (“lona de caminhão”). Ainda de acordo com o coordenador do projeto, a adesão ao programa tem sido grande, por se tratar de um método simples, de baixo custo, de fácil construção e manutenção.

“Atendemos comunidades em que os moradores eram obrigados a consumir água de poços artesianos com elevado nível de contaminação biológica e química (sais) e que traziam consequentes danos à saúde, ou eram obrigados a caminhar por horas para terem acesso à água potável. Estamos em uma região que chove muito pouco e a nossa luta é que essas famílias continuem sobrevivendo da sua terra. Nosso objetivo é fixar o homem do campo na sua terra com água boa, que atenda as suas necessidades”, declarou o professor.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Divulgação

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Produtores e pesquisadores discutem estratégias para impulsionar cultivo de batata agroecológica na Paraíba

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Produzida de forma ecológica e sem uso de agrotóxicos e venenos, a batatinha é hoje uma das culturas que impulsionam a agricultura familiar no chamado Território da Borborema, gera renda e favorece o desenvolvimento econômico da região. A cultura, que no passado já foi forte e entrou em processo de declínio desde 2013, começou a se reerguer graças a um conjunto de ações realizadas pela Comissão Territorial da Batata, com apoio da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), do Câmpus de Lagoa Seca, notadamente, pelo Núcleo de Extensão Rural Agroecológica por meio do (NERA).

Cerca de 80 agricultores beneficiados pela iniciativa se reuniram nesta quarta-feira (22), no CCAA, para avaliar os efeitos das novas pesquisas e técnicas aplicadas para eliminar as pragas que atacam a batatinha, receber informações e planejar estratégias e ações para 2018. O 2º Seminário Revitalização da Batata Agroecológica foi pensado e organizado pelo NERA da UEPB, em parceria com a Comissão Territorial da Batata Agroecológica. O evento reuniu, além dos agricultores, pesquisadores da área, estudantes e representantes dos órgãos parceiros, a exemplo da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater-PB) e Banco do Nordeste.

As boas vindas aos participantes foram dadas pelo diretor do Câmpus II, professor Suenildo Oliveira Costa, e pelo diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor José Félix. O diretor colocou, inclusive, o Complexo Agroindustrial, instalado no local, à disposição dos agricultores para processar a batatinha. Compuseram a mesa de abertura e apresentaram relatos de experiências bem sucedidas na área, a professora a coordenadora do NERA/UEPB, Élida Correia; o pesquisador Emanoel Dias, representante do AS-PTA (Agricultura Familiar e Agroecologia); o sindicalista Nelson Anacleton, que representou o Polo Sindical da Borborema; o secretário Benério Araújo, representando a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agropecuário da Paraíba (SEDAP); e José Vicente, que representou o BNB.

Inicialmente foi realizada uma mesa redonda sobre a importância da batata ecológica para a região. Após a atividade foram realizadas três oficinas destinadas aos agricultores com os temas “Manejo e Fertilidades do Solo”, “Doenças” e “Qualidade da Batata Sementes”. A ideia foi fornecer mais conhecimento técnico e científico aos agricultores, para ampliar a produção de batatinha nas próximas safras. “É uma produção que vem ganhando escala no Território da Borborema e, recentemente, nós começamos a realizar pesquisas com o apoio da Universidade para melhorar essa cultura e fortalecer a agricultura familiar”, destacou Emanoel Dias, representante do AS-PTA e um dos organizadores do evento.

Emanoel garantiu que o trabalho desenvolvido pela Associação, com apoio da UEPB, tem fortalecido a segurança alimentar das famílias e assegurado a fixação dos agricultores no campo. Mesmo a região tendo atravessado cinco anos de seca, os agricultores conseguiram manter a produção de batatinha. Em média, cada agricultor chega a produzir até sete toneladas de batatinha por ano, sempre com o acompanhamento do NERA da UEPB. Esse número, segundo avaliação de Emanoel, ainda é pequeno, mas deve aumentar com as novas iniciativas.

Em todo Território da Borborema, 68 famílias produzem batatinhas atualmente, sendo que no passado esse número chegou a 100, tendo sido reduzido devido às irregularidades das chuvas e a falta de incentivo dos poderes públicos. O representante do AS-PTA destacou que a principal ação do projeto é garantir um produto saudável, livre de veneno e agrotóxico, que vem sendo fundamental para as melhorias das condições dos agricultores e agricultoras da região.

Quando o assunto é pesquisa e fornecimento de conhecimento técnico e científico, entra o Núcleo de Extensão Rural Agroecológica da UEPB. Desde o ano de 2013 o NERA se tornou parceiro da Comissão Territorial da Batata Agroecológica e tem contribuído no processo de revitalização da batata agroecológica. A professora Élida Correia, que coordena um projeto concebido dentro do programa de extensão “Agroecologia e o diálogo de saberes na Universidade”, disse que o trabalho tem ajudado a mudar a realidade. Ela conta que a iniciativa “Capacitação de agricultores no cultivo da batatinha agroecológica quanto ao manejo de pragas e doenças” nasceu a partir de uma demanda dos próprios agricultores que estavam sofrendo danos econômicos devido à incidência de doenças nos campos de produção de batata agroecológica.

O primeiro passo foi reunir estudantes dos cursos de Agroecologia e técnico em Agropecuária do Câmpus II e desenvolver estudo para identificar as pragas que atacavam a batatinha. Um diagnóstico das pragas e doenças que ocorrem nos campos de produção de batata agroecológica do agreste paraibano foi feito e os agricultores receberam capacitação quanto ao manejo ecológico delas. Algumas técnicas alternativas foram aplicadas e os resultados foram além do esperado. A apresentação de novas medidas de manejo ecológico permitiu aos agricultores combater as pragas e manter a produção. No entanto, a professora reconhece que ainda é preciso avançar nas pesquisas. A próxima etapa dos trabalhos será uma visita de campo nas propriedades rurais.

Robson Alves Gertrudes é produtor de batatinha agroecológica desde 1998. Ele destacou que a cultura vem passando por um processo de revitalização desde a instalação da Comissão, com o apoio do NERA. Robson produz 14 toneladas de batatinha por ano e 40 toneladas de batata-doce, sem contar outras culturas. “Um seminário como esse é muito importante para adquirirmos mais conhecimentos”, frisou.

Como representante do Polo Sindical da região, Nelson Anacleto traçou um histórico da batatinha na região e disse que a academia tem dado grande contribuição para alavancar o setor. O secretário Benério Araújo, da SEDAP, disse que o maior desafio da Secretaria é tornar a Paraíba o maior produtor de batatinha do país. Já José Vicente garantiu qu

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e o Banco do Nordeste continua sendo o maior financiador de empréstimos para os produtores rurais. O seminário contou ainda com a apresentação do resultado do monitoramento da produção da batata ecológica deste ano e planejamento das ações para 2018.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Edvânia Barbosa

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Produzida de forma ecológica e sem uso de agrotóxicos e venenos, a batatinha é hoje uma das culturas que impulsionam a agricultura familiar no chamado Território da Borborema, gera renda e favorece o desenvolvimento econômico da região. A cultura, que no passado já foi forte e entrou em processo de declínio desde 2013, começou a Leia Mais...

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Produzida de forma ecológica e sem uso de agrotóxicos e venenos, a batatinha é hoje uma das culturas que impulsionam a agricultura familiar no chamado Território da Borborema, gera renda e favorece o desenvolvimento econômico da região. A cultura, que no passado já foi forte e entrou em processo de declínio desde 2013, começou a se reerguer graças a um conjunto de ações realizadas pela Comissão Territorial da Batata, com apoio da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA), do Câmpus de Lagoa Seca, notadamente, pelo Núcleo de Extensão Rural Agroecológica por meio do (NERA).

Cerca de 80 agricultores beneficiados pela iniciativa se reuniram nesta quarta-feira (22), no CCAA, para avaliar os efeitos das novas pesquisas e técnicas aplicadas para eliminar as pragas que atacam a batatinha, receber informações e planejar estratégias e ações para 2018. O 2º Seminário Revitalização da Batata Agroecológica foi pensado e organizado pelo NERA da UEPB, em parceria com a Comissão Territorial da Batata Agroecológica. O evento reuniu, além dos agricultores, pesquisadores da área, estudantes e representantes dos órgãos parceiros, a exemplo da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater-PB) e Banco do Nordeste.

As boas vindas aos participantes foram dadas pelo diretor do Câmpus II, professor Suenildo Oliveira Costa, e pelo diretor da Escola Agrícola Assis Chateaubriand, professor José Félix. O diretor colocou, inclusive, o Complexo Agroindustrial, instalado no local, à disposição dos agricultores para processar a batatinha. Compuseram a mesa de abertura e apresentaram relatos de experiências bem sucedidas na área, a professora a coordenadora do NERA/UEPB, Élida Correia; o pesquisador Emanoel Dias, representante do AS-PTA (Agricultura Familiar e Agroecologia); o sindicalista Nelson Anacleton, que representou o Polo Sindical da Borborema; o secretário Benério Araújo, representando a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agropecuário da Paraíba (SEDAP); e José Vicente, que representou o BNB.

Inicialmente foi realizada uma mesa redonda sobre a importância da batata ecológica para a região. Após a atividade foram realizadas três oficinas destinadas aos agricultores com os temas “Manejo e Fertilidades do Solo”, “Doenças” e “Qualidade da Batata Sementes”. A ideia foi fornecer mais conhecimento técnico e científico aos agricultores, para ampliar a produção de batatinha nas próximas safras. “É uma produção que vem ganhando escala no Território da Borborema e, recentemente, nós começamos a realizar pesquisas com o apoio da Universidade para melhorar essa cultura e fortalecer a agricultura familiar”, destacou Emanoel Dias, representante do AS-PTA e um dos organizadores do evento.

Emanoel garantiu que o trabalho desenvolvido pela Associação, com apoio da UEPB, tem fortalecido a segurança alimentar das famílias e assegurado a fixação dos agricultores no campo. Mesmo a região tendo atravessado cinco anos de seca, os agricultores conseguiram manter a produção de batatinha. Em média, cada agricultor chega a produzir até sete toneladas de batatinha por ano, sempre com o acompanhamento do NERA da UEPB. Esse número, segundo avaliação de Emanoel, ainda é pequeno, mas deve aumentar com as novas iniciativas.

Em todo Território da Borborema, 68 famílias produzem batatinhas atualmente, sendo que no passado esse número chegou a 100, tendo sido reduzido devido às irregularidades das chuvas e a falta de incentivo dos poderes públicos. O representante do AS-PTA destacou que a principal ação do projeto é garantir um produto saudável, livre de veneno e agrotóxico, que vem sendo fundamental para as melhorias das condições dos agricultores e agricultoras da região.

Quando o assunto é pesquisa e fornecimento de conhecimento técnico e científico, entra o Núcleo de Extensão Rural Agroecológica da UEPB. Desde o ano de 2013 o NERA se tornou parceiro da Comissão Territorial da Batata Agroecológica e tem contribuído no processo de revitalização da batata agroecológica. A professora Élida Correia, que coordena um projeto concebido dentro do programa de extensão “Agroecologia e o diálogo de saberes na Universidade”, disse que o trabalho tem ajudado a mudar a realidade. Ela conta que a iniciativa “Capacitação de agricultores no cultivo da batatinha agroecológica quanto ao manejo de pragas e doenças” nasceu a partir de uma demanda dos próprios agricultores que estavam sofrendo danos econômicos devido à incidência de doenças nos campos de produção de batata agroecológica.

O primeiro passo foi reunir estudantes dos cursos de Agroecologia e técnico em Agropecuária do Câmpus II e desenvolver estudo para identificar as pragas que atacavam a batatinha. Um diagnóstico das pragas e doenças que ocorrem nos campos de produção de batata agroecológica do agreste paraibano foi feito e os agricultores receberam capacitação quanto ao manejo ecológico delas. Algumas técnicas alternativas foram aplicadas e os resultados foram além do esperado. A apresentação de novas medidas de manejo ecológico permitiu aos agricultores combater as pragas e manter a produção. No entanto, a professora reconhece que ainda é preciso avançar nas pesquisas. A próxima etapa dos trabalhos será uma visita de campo nas propriedades rurais.

Robson Alves Gertrudes é produtor de batatinha agroecológica desde 1998. Ele destacou que a cultura vem passando por um processo de revitalização desde a instalação da Comissão, com o apoio do NERA. Robson produz 14 toneladas de batatinha por ano e 40 toneladas de batata-doce, sem contar outras culturas. “Um seminário como esse é muito importante para adquirirmos mais conhecimentos”, frisou.

Como representante do Polo Sindical da região, Nelson Anacleto traçou um histórico da batatinha na região e disse que a academia tem dado grande contribuição para alavancar o setor. O secretário Benério Araújo, da SEDAP, disse que o maior desafio da Secretaria é tornar a Paraíba o maior produtor de batatinha do país. Já José Vicente garantiu qu

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e o Banco do Nordeste continua sendo o maior financiador de empréstimos para os produtores rurais. O seminário contou ainda com a apresentação do resultado do monitoramento da produção da batata ecológica deste ano e planejamento das ações para 2018.

Texto: Severino Lopes
Fotos: Edvânia Barbosa

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Produzida de forma ecológica e sem uso de agrotóxicos e venenos, a batatinha é hoje uma das culturas que impulsionam a agricultura familiar no chamado Território da Borborema, gera renda e favorece o desenvolvimento econômico da região. A cultura, que no passado já foi forte e entrou em processo de declínio desde 2013, começou a Leia Mais...

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Núcleo de Extensão Rural do Câmpus II da UEPB promove seminário sobre revitalização da batata agroecológica

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Uma experiência exitosa de plantio de batata agroecológica, desenvolvida no Território da Borborema com apoio da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA) do Câmpus II, de Lagoa Seca, tem impulsionado a economia local e fortalecido a agricultura familiar.

Para socializar os resultados das novas pesquisas do projeto, fazer um balanço sobre os trabalhos em andamento e planejar as atividades para 2018, a UEPB, através do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica por meio do (NERA), em parceria com a Comissão Territorial da Batata Agroecológica no trabalho de Revitalização da Batata Agroecológica e com a AS-PTA/Polo da Borborema, realiza nesta quarta-feira (22), o 2º Seminário Revitalização da Batata Agroecológica, que conta com apoio do Banco do Nordeste.

O evento acontecerá no CCAA, a partir das 8h30, e reunirá estudantes, professores, produtores de batata, integrantes da Comissão Territorial da Batata Agroecológica e representantes da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater-PB), entre outros órgãos.

Desde o ano de 2014 a UEPB, por meio do NERA, é parceira da Comissão Territorial da Batata Agroecológica no trabalho de Revitalização da Batata Agroecológica. A Comissão é formada pela AS-PTA (Agricultura Familiar e Agroecologia), Polo Sindical da Borborema, EMATER, EMEPA, Banco do Nordeste, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agropecuário da Paraíba (SEDAP) e Universidade Estadual da Paraíba.

A Comissão Territorial vem acompanhando todo o processo de revitalização da batata agroecológica. O objetivo é construir uma abordagem participativa em todo o processo de negociação política no trabalho, fortalecendo a formação das famílias agricultoras, produção, comercialização e planejamento das próximas etapas, inclusive repensando como adquirir outras variedades de batata importantes para região da Borborema

O projeto do NERA/UEPB, coordenado pela professora Élida Correa, faz parte do programa de extensão “Agroecologia e o diálogo de saberes na universidade: ações do núcleo de extensão rural agroecológica em territórios paraibanos (NERA)”. A iniciativa intitulada “Capacitação de agricultores no cultivo da batatinha agroecológica quanto ao manejo de pragas e doenças” vem realizando o diagnóstico das pragas e doenças que ocorrem nos campos de produção de batata agroecológica do agreste paraibano e a capacitação quanto ao manejo ecológico das pragas e doenças.

Essa açãosurgiu a partir da demanda das famílias agricultoras que estavam sofrendo danos econômicos devido à incidência de doenças nos campos de produção de batata agroecológica. O 1º Seminário Revitalização da Batata Agroecológica foi realizado em 2015, no Convento Ipuarana, em Lagoa Seca, com o objetivo de fazer um balanço sobre os impactos da revitalização da batata agroecológica na região.

Texto: Severino Lopes

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Uma experiência exitosa de plantio de batata agroecológica, desenvolvida no Território da Borborema com apoio da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA) do Câmpus II, de Lagoa Seca, tem impulsionado a economia local e fortalecido a agricultura familiar. Para socializar os resultados das novas pesquisas do projeto, Leia Mais...

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Uma experiência exitosa de plantio de batata agroecológica, desenvolvida no Território da Borborema com apoio da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio do Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA) do Câmpus II, de Lagoa Seca, tem impulsionado a economia local e fortalecido a agricultura familiar.

Para socializar os resultados das novas pesquisas do projeto, fazer um balanço sobre os trabalhos em andamento e planejar as atividades para 2018, a UEPB, através do Núcleo de Extensão Rural Agroecológica por meio do (NERA), em parceria com a Comissão Territorial da Batata Agroecológica no trabalho de Revitalização da Batata Agroecológica e com a AS-PTA/Polo da Borborema, realiza nesta quarta-feira (22), o 2º Seminário Revitalização da Batata Agroecológica, que conta com apoio do Banco do Nordeste.

O evento acontecerá no CCAA, a partir das 8h30, e reunirá estudantes, professores, produtores de batata, integrantes da Comissão Territorial da Batata Agroecológica e representantes da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater-PB), entre outros órgãos.

Desde o ano de 2014 a UEPB, por meio do NERA, é parceira da Comissão Territorial da Batata Agroecológica no trabalho de Revitalização da Batata Agroecológica. A Comissão é formada pela AS-PTA (Agricultura Familiar e Agroecologia), Polo Sindical da Borborema, EMATER, EMEPA, Banco do Nordeste, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agropecuário da Paraíba (SEDAP) e Universidade Estadual da Paraíba.

A Comissão Territorial vem acompanhando todo o processo de revitalização da batata agroecológica. O objetivo é construir uma abordagem participativa em todo o processo de negociação política no trabalho, fortalecendo a formação das famílias agricultoras, produção, comercialização e planejamento das próximas etapas, inclusive repensando como adquirir outras variedades de batata importantes para região da Borborema

O projeto do NERA/UEPB, coordenado pela professora Élida Correa, faz parte do programa de extensão “Agroecologia e o diálogo de saberes na universidade: ações do núcleo de extensão rural agroecológica em territórios paraibanos (NERA)”. A iniciativa intitulada “Capacitação de agricultores no cultivo da batatinha agroecológica quanto ao manejo de pragas e doenças” vem realizando o diagnóstico das pragas e doenças que ocorrem nos campos de produção de batata agroecológica do agreste paraibano e a capacitação quanto ao manejo ecológico das pragas e doenças.

Essa açãosurgiu a partir da demanda das famílias agricultoras que estavam sofrendo danos econômicos devido à incidência de doenças nos campos de produção de batata agroecológica. O 1º Seminário Revitalização da Batata Agroecológica foi realizado em 2015, no Convento Ipuarana, em Lagoa Seca, com o objetivo de fazer um balanço sobre os impactos da revitalização da batata agroecológica na região.

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Escola Agrícola realiza ação de peixamento e distribuição de alevinos para agricultores do Brejo paraibano

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, promoveu no último dia 27 de outubro o peixamento do açude da Instituição e a distribuição de alevinos de tilápia com os produtores rurais da região. A ação foi realizada durante a Mostra Pedagógica Agrotec 2017, em parceria com a Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa).

De acordo com o diretor da Escola Agrícola, professor José Félix, o peixamento consiste na colocação de peixes no meio aquático e o consequente povoamento de açudes, cacimbas, poços e tanques com alevinos. Para isso, a Empasa fez a doação de mais de dois mil alevinos com o objetivo de proporcionar a criação de peixes para as aulas práticas de filetagem (processamento para produção de filés) e produção de polpa de peixe no curso técnico em Agroindústria, assim como atender a demanda do refeitório.

Na ocasião, os agricultores que prestigiaram a Agrotec e comprovaram que tinham açude ou barreiro para criação dos peixes também receberam os alevinos. Esta ação da EAAC cumpre um papel social e econômico junto aos agricultores da região de Lagoa Seca. Professor Félix lembrou que 2016 foi um ano de crise hídrica severa, no qual o açude secou e os servidores tiveram que fazer uma grande limpeza na área. Com as chuvas, desde maio deste ano vem ocorrendo um acúmulo satisfatório de água, bem como a possibilidade de desenvolvimento das atividades em piscicultura.

“As tilápias são espécies bem adaptadas à região, têm boa produtividade, são resistentes a muitas doenças e a Empasa possui grande quantidade para distribuição”, acrescentou José Félix, justificando que dentro de seis a oito meses, a UEPB pretende receber uma nova remessa de peixes, para manutenção do peixamento no açude e nova distribuição entre a população.

Polpa de peixe

Demonstrando preocupação com a utilização integral dos peixes pela Agroindústria do Câmpus II, após o filetamento das tilápias, toda a parte que seria descartada, como cabeça, carcaça e vísceras, passará por equipamentos específicos e será transformado em um alimento processado, a “polpa de peixe”, que detém propriedades funcionais e poderá ser preparada de diversas maneiras. A iniciativa permite um melhor aproveitamento do pescado, diminuindo o desperdício, e gera um novo produto a ser fornecido no refeitório da Instituição e, quem sabe futuramente, possa ser comercializado pelo mercado.

 

Texto: Giuliana Rodrigues

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, promoveu no último dia 27 de outubro o peixamento do açude da Instituição e a distribuição de alevinos de tilápia com os produtores rurais da região. A ação foi realizada durante Leia Mais...

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, promoveu no último dia 27 de outubro o peixamento do açude da Instituição e a distribuição de alevinos de tilápia com os produtores rurais da região. A ação foi realizada durante a Mostra Pedagógica Agrotec 2017, em parceria com a Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa).

De acordo com o diretor da Escola Agrícola, professor José Félix, o peixamento consiste na colocação de peixes no meio aquático e o consequente povoamento de açudes, cacimbas, poços e tanques com alevinos. Para isso, a Empasa fez a doação de mais de dois mil alevinos com o objetivo de proporcionar a criação de peixes para as aulas práticas de filetagem (processamento para produção de filés) e produção de polpa de peixe no curso técnico em Agroindústria, assim como atender a demanda do refeitório.

Na ocasião, os agricultores que prestigiaram a Agrotec e comprovaram que tinham açude ou barreiro para criação dos peixes também receberam os alevinos. Esta ação da EAAC cumpre um papel social e econômico junto aos agricultores da região de Lagoa Seca. Professor Félix lembrou que 2016 foi um ano de crise hídrica severa, no qual o açude secou e os servidores tiveram que fazer uma grande limpeza na área. Com as chuvas, desde maio deste ano vem ocorrendo um acúmulo satisfatório de água, bem como a possibilidade de desenvolvimento das atividades em piscicultura.

“As tilápias são espécies bem adaptadas à região, têm boa produtividade, são resistentes a muitas doenças e a Empasa possui grande quantidade para distribuição”, acrescentou José Félix, justificando que dentro de seis a oito meses, a UEPB pretende receber uma nova remessa de peixes, para manutenção do peixamento no açude e nova distribuição entre a população.

Polpa de peixe

Demonstrando preocupação com a utilização integral dos peixes pela Agroindústria do Câmpus II, após o filetamento das tilápias, toda a parte que seria descartada, como cabeça, carcaça e vísceras, passará por equipamentos específicos e será transformado em um alimento processado, a “polpa de peixe”, que detém propriedades funcionais e poderá ser preparada de diversas maneiras. A iniciativa permite um melhor aproveitamento do pescado, diminuindo o desperdício, e gera um novo produto a ser fornecido no refeitório da Instituição e, quem sabe futuramente, possa ser comercializado pelo mercado.

 

Texto: Giuliana Rodrigues

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A Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), instalada no Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, promoveu no último dia 27 de outubro o peixamento do açude da Instituição e a distribuição de alevinos de tilápia com os produtores rurais da região. A ação foi realizada durante Leia Mais...

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Projeto de extensão desenvolvido no Câmpus II ajuda produtores a combater pragas em bananeiras

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Um projeto de extensão desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, pretende auxiliar os agricultores a aturarem no controle de uma praga que tem atacado a cultura da bananeira na região. Coordenado pelo professor Suenildo Jósemo Costa Oliveira, do Departamento de Agroecologia e Agropecuária do Câmpus II, o projeto tem como objetivo fazer práticas de controle do Moleque da Bananeira (cosmopolites sordidus) junto aos agricultores.

Intitulado “Diagnóstico e controle agroecológico do cosmopolites sordidus germar em pomares de banana em Lagoa Seca”, o projeto nasceu após um professor e estudantes do Departamento de Agroecologia identificarem que a praga estava ameaçando os pomares de bananeiras do Câmpus II e da região. Além do professor Suenildo, dois estudantes atuam no projeto.

Para desenvolver a ação de extensão foi preciso observar e estudar o índice de cosmopolites sordidus infestando os pomares. Alunos do CCAA residentes no município relataram casos da presença dessa praga em pomares da região. Segundo o professor Suenildo, essa praga pode comprometer a cultura das bananeiras e afetar a economia local. A primeira ação do projeto será uma visita técnica aos agricultores da localidade “Amaragi”, onde se concentram os maiores pomares de banana de Lagoa Seca.

Professor Suenildo fez recentemente uma visita ao Sindicato dos Produtores Rurais de Lagoa Seca, onde detalhou o projeto. O Sindicato apresentou uma lista com o nome de oito produtores que vêm sofrendo com os ataques do “moleque” em seus plantios de bananeiras. “Vamos visitar alguns produtores e mostrar como é possível controlar essa praga diminuindo a sua infestação na região”, relatou, acrescentando que a proposta da UEPB é buscar alternativas agroecológicas para suprimir a infestação do cosmopolites sordidus nos pomares da região. Os bananicultores têm os pomares como fonte de renda e necessitam de conhecimentos sobre o controle do cosmopolites sordidus de forma sustentável, ou seja, sem o uso de produtos nocivos ao meio ambiente.

O projeto de extensão tem uma relevância social, econômica e ambiental por tornar a UEPB visível aos agricultores e eles saberem que podem contar com a Instituição para solucionar os problemas fitossanitários de suas culturas agrícolas. Futuramente, os agricultores farão visitas ao Câmpus, onde buscarão informações técnicas que ajudarão no combate da praga. O horário de atendimento à comunidade será controlado e organizado. “Como temos discentes atuando, e devido à carga de trabalho ser alta, optamos por fazer encontros semestrais com os agricultores, em um dia apenas e em horário da manhã. Lembrando que os agricultores quase sempre têm sua agenda de tarefas em suas propriedades bastante cheias”, explicou o professor.

Ao destacar a importância do projeto, o bolsista Alexandre Eugênio da Silva, graduando do Bacharelado em Agroecologia no CCAA, frisa que a iniciativa é de suma importância, pois possibilita aos estudantes colocarem em prática todo conhecimento adquirido, através da literatura de como diagnosticar para posteriormente fazer o controle utilizando bases agroecológicas do artrópode cosmopolites sordidus. “Pude descobrir técnicas alternativas de controle e com isso transmitir o conhecimento adquirido para os agricultores, tornando a cultura da banana livre desta praga, prolongando a vida útil do pomar”, destacou.

Já o voluntário do projeto, Ângelo Túlio de Araújo Maia, também graduando do Bacharelado em Agroecologia, colocou que, como voluntário do projeto, entende que a iniciativa vem agregar conhecimento e possibilitar o entrosamento com os agricultores de Lagoa Seca, o que aumenta não só o conhecimento teórico, bem como o prático, uma vez que o agroecólogo necessita desta interação para poder compreender melhor os agricultores com suas reais necessidades. “Este projeto vem auxiliar o agricultor a controlar o ‘moleque da bananeira’ de forma que não haja a necessidade de obtenção de nenhum material adquirido externamente, o que facilita o controle, através do agricultor”, frisou.

Com relação aos impactos da ação de extensão na comunidade, Suenildo Jósemo avaliou que “é sempre gratificante ver que os conhecimentos técnicos passados ao público-alvo são bem aceitos e que o envolvimento por parte da comunidade e dos alunos é altamente positivo. A receptividade é um fator preponderante na avaliação de nossa equipe e sempre estamos revendo os prós e contras de nossas ações para, assim, buscarmos um aperfeiçoamento na transmissão de técnicas agronômicas”.

No Brasil a banana é o principal produto frutífero, correspondendo a 21,9 % do total nacional. O Nordeste destaca-se como a principal região produtora de banana do país, contribuindo com aproximadamente 41,2% da área cultivada. A Paraíba é o quarto produtor de banana da região Nordeste, sendo que a microrregião do Brejo (Alagoa Grande, Alagoa Nova, Areia, Bananeiras, Borborema, Matinhas, Pilões e Serraria) contribui com aproximadamente 67,4% da produção estadual.

 

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Um projeto de extensão desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, pretende auxiliar os agricultores a aturarem no controle de uma praga que tem atacado a cultura da bananeira na região. Coordenado pelo professor Suenildo Jósemo Costa Oliveira, do Departamento de Agroecologia e Agropecuária do Leia Mais...

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Um projeto de extensão desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Lagoa Seca, pretende auxiliar os agricultores a aturarem no controle de uma praga que tem atacado a cultura da bananeira na região. Coordenado pelo professor Suenildo Jósemo Costa Oliveira, do Departamento de Agroecologia e Agropecuária do Câmpus II, o projeto tem como objetivo fazer práticas de controle do Moleque da Bananeira (cosmopolites sordidus) junto aos agricultores.

Intitulado “Diagnóstico e controle agroecológico do cosmopolites sordidus germar em pomares de banana em Lagoa Seca”, o projeto nasceu após um professor e estudantes do Departamento de Agroecologia identificarem que a praga estava ameaçando os pomares de bananeiras do Câmpus II e da região. Além do professor Suenildo, dois estudantes atuam no projeto.

Para desenvolver a ação de extensão foi preciso observar e estudar o índice de cosmopolites sordidus infestando os pomares. Alunos do CCAA residentes no município relataram casos da presença dessa praga em pomares da região. Segundo o professor Suenildo, essa praga pode comprometer a cultura das bananeiras e afetar a economia local. A primeira ação do projeto será uma visita técnica aos agricultores da localidade “Amaragi”, onde se concentram os maiores pomares de banana de Lagoa Seca.

Professor Suenildo fez recentemente uma visita ao Sindicato dos Produtores Rurais de Lagoa Seca, onde detalhou o projeto. O Sindicato apresentou uma lista com o nome de oito produtores que vêm sofrendo com os ataques do “moleque” em seus plantios de bananeiras. “Vamos visitar alguns produtores e mostrar como é possível controlar essa praga diminuindo a sua infestação na região”, relatou, acrescentando que a proposta da UEPB é buscar alternativas agroecológicas para suprimir a infestação do cosmopolites sordidus nos pomares da região. Os bananicultores têm os pomares como fonte de renda e necessitam de conhecimentos sobre o controle do cosmopolites sordidus de forma sustentável, ou seja, sem o uso de produtos nocivos ao meio ambiente.

O projeto de extensão tem uma relevância social, econômica e ambiental por tornar a UEPB visível aos agricultores e eles saberem que podem contar com a Instituição para solucionar os problemas fitossanitários de suas culturas agrícolas. Futuramente, os agricultores farão visitas ao Câmpus, onde buscarão informações técnicas que ajudarão no combate da praga. O horário de atendimento à comunidade será controlado e organizado. “Como temos discentes atuando, e devido à carga de trabalho ser alta, optamos por fazer encontros semestrais com os agricultores, em um dia apenas e em horário da manhã. Lembrando que os agricultores quase sempre têm sua agenda de tarefas em suas propriedades bastante cheias”, explicou o professor.

Ao destacar a importância do projeto, o bolsista Alexandre Eugênio da Silva, graduando do Bacharelado em Agroecologia no CCAA, frisa que a iniciativa é de suma importância, pois possibilita aos estudantes colocarem em prática todo conhecimento adquirido, através da literatura de como diagnosticar para posteriormente fazer o controle utilizando bases agroecológicas do artrópode cosmopolites sordidus. “Pude descobrir técnicas alternativas de controle e com isso transmitir o conhecimento adquirido para os agricultores, tornando a cultura da banana livre desta praga, prolongando a vida útil do pomar”, destacou.

Já o voluntário do projeto, Ângelo Túlio de Araújo Maia, também graduando do Bacharelado em Agroecologia, colocou que, como voluntário do projeto, entende que a iniciativa vem agregar conhecimento e possibilitar o entrosamento com os agricultores de Lagoa Seca, o que aumenta não só o conhecimento teórico, bem como o prático, uma vez que o agroecólogo necessita desta interação para poder compreender melhor os agricultores com suas reais necessidades. “Este projeto vem auxiliar o agricultor a controlar o ‘moleque da bananeira’ de forma que não haja a necessidade de obtenção de nenhum material adquirido externamente, o que facilita o controle, através do agricultor”, frisou.

Com relação aos impactos da ação de extensão na comunidade, Suenildo Jósemo avaliou que “é sempre gratificante ver que os conhecimentos técnicos passados ao público-alvo são bem aceitos e que o envolvimento por parte da comunidade e dos alunos é altamente positivo. A receptividade é um fator preponderante na avaliação de nossa equipe e sempre estamos revendo os prós e contras de nossas ações para, assim, buscarmos um aperfeiçoamento na transmissão de técnicas agronômicas”.

No Brasil a banana é o principal produto frutífero, correspondendo a 21,9 % do total nacional. O Nordeste destaca-se como a principal região produtora de banana do país, contribuindo com aproximadamente 41,2% da área cultivada. A Paraíba é o quarto produtor de banana da região Nordeste, sendo que a microrregião do Brejo (Alagoa Grande, Alagoa Nova, Areia, Bananeiras, Borborema, Matinhas, Pilões e Serraria) contribui com aproximadamente 67,4% da produção estadual.

 

Texto: Severino Lopes
Fotos: Divulgação

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Palestra sobre empreendedorismo e exposição de tecnologias marcam abertura da Agrotec 2017

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Como forma de marcar a passagem dos 55 anos de existência da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), vinculada a estrutura do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Lagoa Seca, teve início nesta quarta-feira (25) a edição 2017 da Agrotec, com a temática “Jovem Empreendedor Rural”.

Durante a abertura do evento, o professor José Félix, diretor da EAAC, ressaltou que a iniciativa tem como finalidade expor as tecnologias produzidas no Câmpus II, através dos cursos técnicos de Agropecuária e Agroindústria, além do Bacharelado em Agroecologia, mostrando como a Universidade pode ajudar a impulsionar a agricultura na região.

Além dos produtos e tecnologias desenvolvidas pelos cursos do Câmpus II, a Agrotec 2017 também reúne máquinas, inventos e equipamentos agrícolas pertencentes às empresas parceiras, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Agricultores e artesãos da região também estão expondo na Mostra.

No total, 20 stands foram montados para a exposição e comercialização dos produtos produzidos no Câmpus II, por agricultores da região e pelos parceiros. Duas palestras, a realização de 13 minicursos e algumas oficinas integram a programação do evento. O destaque do primeiro dia da Agrotec ficou por conta da palestra “O Jovem Empreendedor”, proferida pelo consultor do Sebrae, Roberto Braga de Oliveira.

Roberto traçou um perfil dos empreendedores e forneceu algumas informações que podem ajudar os jovens que pretendem investir no próprio negócio no campo. Com vasta experiência na área, ele ressaltou que as principais ferramentas são atitude, inovação, ousadia, coragem e criatividade para superar as crises. “Eles também devem procurar ser dinâmicos e apresentar o diferencial em seus negócios. A inovação é uma exigência constante”, enfatizou, acrescentando que existe muito espaço para o empreendedorismo rural.

A partir dos dados de uma pesquisa, o especialista revelou que 67% dos jovens sonham em ter o próprio negócio, mas que precisam buscar capacitação. Roberto destacou que a Universidade faz a sua parte ao fornecer os conhecimentos e as técnicas, mas os candidatos a empreendedores precisam ter noção de gerenciamento, para não fadar ao fracasso. Em sua palestra, o consultor também falou das exigências do mercado, como o domínio da tecnologia e pelo menos dois idiomas, e frisou que empreender requer preparação para gerir o futuro negócio.

No período da tarde houve a palestra “Apicultura e Empreendedorismo”, sob a responsabilidade do pesquisador do Emepa, Leon Denis Batista do Carmo, que falou sobre a importância da apicultura como fator econômico, usando uma tecnologia simples e acessível a todos. “A apicultura pode e deve ser voltada para a geração de renda”, salientou.

Após a abertura oficial da Agrotec 2017, os participantes acompanharam a Mostra. Os produtos e tecnologias desenvolvidas pelos cursos existentes no Câmpus II chamaram a atenção dos visitantes. O recém-criado curso técnico em Agroindústria levou para a Agrotec produtos fabricados nas unidades de beneficiamento como geleia, doces, conservas, linguiça bovina e hambúrguer.

Regina Rodrigues é estudante do curso e disse que a Agrotec consiste em uma grande oportunidade para dar visibilidade às atividades práticas do curso. “Estamos mostrando um pouco do que produzimos nas aulas práticas”, frisou. No stand montado pelos estudantes do Bacharelado em Agroecologia, foram expostos produtos oriundos das aulas de campo, como alface, tomate, coentro, pimentão, batata, entre outros. “Estamos repassando as tecnologias que temos na Universidade e levando ao produtor rural”, explicou o estudante Thiago Castro.

Em outro stand foi apresentada a tecnologia de “Aquaponia”, que pode ser usada pelos produtores para a captação de água e irrigação do solo para o cultivo de hortaliças e para a criação de peixe. O estudante Carlos Alberto ressaltou que a tecnologia desenvolvida pelo curso de Agroecologia é simples e pode ser usada por qualquer agricultor.

O curso técnico em Agropecuária está expondo na mostra o que existe de melhor nos setores de Cunicultura, Corturnicultura, Bovinocultura, Caprinovinocultura, além do projeto “Hidroponia”. Na parte aviária, foram expostos coelhos, codornas, galinhas e gansos. No espaço sobre caprinos foram expostas algumas cabras, enquanto na área reservada para a Bovinocultura foram expostos alguns animais. “Aqui está exposto um pouco do que a gente estuda durante o ano no curso”, observou o estudante Rafael Oliveira.

A Agrotec 2017 segue nesta quinta-feira (26), com os minicursos e treinamentos nas áreas Agrícola, Pecuária, Agroindustrial e Agroecológica.

 

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Como forma de marcar a passagem dos 55 anos de existência da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), vinculada a estrutura do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Lagoa Seca, teve início nesta quarta-feira (25) a edição 2017 da Agrotec, com a temática “Jovem Empreendedor Rural”. Leia Mais...

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Como forma de marcar a passagem dos 55 anos de existência da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), vinculada a estrutura do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Lagoa Seca, teve início nesta quarta-feira (25) a edição 2017 da Agrotec, com a temática “Jovem Empreendedor Rural”.

Durante a abertura do evento, o professor José Félix, diretor da EAAC, ressaltou que a iniciativa tem como finalidade expor as tecnologias produzidas no Câmpus II, através dos cursos técnicos de Agropecuária e Agroindústria, além do Bacharelado em Agroecologia, mostrando como a Universidade pode ajudar a impulsionar a agricultura na região.

Além dos produtos e tecnologias desenvolvidas pelos cursos do Câmpus II, a Agrotec 2017 também reúne máquinas, inventos e equipamentos agrícolas pertencentes às empresas parceiras, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Agricultores e artesãos da região também estão expondo na Mostra.

No total, 20 stands foram montados para a exposição e comercialização dos produtos produzidos no Câmpus II, por agricultores da região e pelos parceiros. Duas palestras, a realização de 13 minicursos e algumas oficinas integram a programação do evento. O destaque do primeiro dia da Agrotec ficou por conta da palestra “O Jovem Empreendedor”, proferida pelo consultor do Sebrae, Roberto Braga de Oliveira.

Roberto traçou um perfil dos empreendedores e forneceu algumas informações que podem ajudar os jovens que pretendem investir no próprio negócio no campo. Com vasta experiência na área, ele ressaltou que as principais ferramentas são atitude, inovação, ousadia, coragem e criatividade para superar as crises. “Eles também devem procurar ser dinâmicos e apresentar o diferencial em seus negócios. A inovação é uma exigência constante”, enfatizou, acrescentando que existe muito espaço para o empreendedorismo rural.

A partir dos dados de uma pesquisa, o especialista revelou que 67% dos jovens sonham em ter o próprio negócio, mas que precisam buscar capacitação. Roberto destacou que a Universidade faz a sua parte ao fornecer os conhecimentos e as técnicas, mas os candidatos a empreendedores precisam ter noção de gerenciamento, para não fadar ao fracasso. Em sua palestra, o consultor também falou das exigências do mercado, como o domínio da tecnologia e pelo menos dois idiomas, e frisou que empreender requer preparação para gerir o futuro negócio.

No período da tarde houve a palestra “Apicultura e Empreendedorismo”, sob a responsabilidade do pesquisador do Emepa, Leon Denis Batista do Carmo, que falou sobre a importância da apicultura como fator econômico, usando uma tecnologia simples e acessível a todos. “A apicultura pode e deve ser voltada para a geração de renda”, salientou.

Após a abertura oficial da Agrotec 2017, os participantes acompanharam a Mostra. Os produtos e tecnologias desenvolvidas pelos cursos existentes no Câmpus II chamaram a atenção dos visitantes. O recém-criado curso técnico em Agroindústria levou para a Agrotec produtos fabricados nas unidades de beneficiamento como geleia, doces, conservas, linguiça bovina e hambúrguer.

Regina Rodrigues é estudante do curso e disse que a Agrotec consiste em uma grande oportunidade para dar visibilidade às atividades práticas do curso. “Estamos mostrando um pouco do que produzimos nas aulas práticas”, frisou. No stand montado pelos estudantes do Bacharelado em Agroecologia, foram expostos produtos oriundos das aulas de campo, como alface, tomate, coentro, pimentão, batata, entre outros. “Estamos repassando as tecnologias que temos na Universidade e levando ao produtor rural”, explicou o estudante Thiago Castro.

Em outro stand foi apresentada a tecnologia de “Aquaponia”, que pode ser usada pelos produtores para a captação de água e irrigação do solo para o cultivo de hortaliças e para a criação de peixe. O estudante Carlos Alberto ressaltou que a tecnologia desenvolvida pelo curso de Agroecologia é simples e pode ser usada por qualquer agricultor.

O curso técnico em Agropecuária está expondo na mostra o que existe de melhor nos setores de Cunicultura, Corturnicultura, Bovinocultura, Caprinovinocultura, além do projeto “Hidroponia”. Na parte aviária, foram expostos coelhos, codornas, galinhas e gansos. No espaço sobre caprinos foram expostas algumas cabras, enquanto na área reservada para a Bovinocultura foram expostos alguns animais. “Aqui está exposto um pouco do que a gente estuda durante o ano no curso”, observou o estudante Rafael Oliveira.

A Agrotec 2017 segue nesta quinta-feira (26), com os minicursos e treinamentos nas áreas Agrícola, Pecuária, Agroindustrial e Agroecológica.

 

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

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Como forma de marcar a passagem dos 55 anos de existência da Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC), vinculada a estrutura do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Câmpus de Lagoa Seca, teve início nesta quarta-feira (25) a edição 2017 da Agrotec, com a temática “Jovem Empreendedor Rural”. Leia Mais...

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Escola Agrícola Assis Chateaubriand celebra 55 anos de fundação incentivando a agricultura familiar

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Fundada a partir do espírito visionário de um grupo de empresários do setor rural e posteriormente integrada à então Universidade Regional do Nordeste (URNE), transformada há 30 anos em Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), a Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) está completando 55 anos de existência.

A Escola, que funciona na estrutura do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) do Câmpus II, em Lagoa Seca, tem dado relevante contribuição para impulsionar o desenvolvimento do Brejo paraibano, estimulando a agricultura familiar, especialmente com formação de qualidade, onde 30% dos seus estudantes são filhos de agricultores oriundos de mais de 15 municípios que integram o Compartimento da Borborema.

Para celebrar o aniversário da EAAC, uma série de atividades está sendo desenvolvida no Câmpus II, tendo as comemorações iniciais ocorrido na manhã desta terça-feira (24). Homenagens a professores e funcionários antigos, além de entrega de melhorias físicas e estruturais marcaram a passagem do aniversário histórico.

Foram inaugurados o Laboratório de Solos, o Monumento EAAC, a Praça de Integração, além de feita a entrega de toda estrutura dos setores de Cunicultura, Corturnicultura, Bovinocultura e Caprinovinocultura. A Escola não era dotada desses equipamentos que, agora, passarão a ser usados pelos estudantes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria e do Bacharelado em Agroecologia.

A solenidade comemorativa ocorreu foi presidida pelo reitor em exercício da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães, e reuniu professores, estudantes, funcionários e pró-reitores da UEPB, agricultores da região, autoridades políticas, ex-alunos da turma pioneira, entre outras personalidades.

O diretor da Escola Agrícola, professor José Félix Neto, fez um discurso memorial, destacando a história da EACC, desde a sua origem, em 1962, até os dias atuais. Ele fez referência aos desafios e conquistas da unidade, que começou como Ginásio Agrícola, em Campina Grande, e posteriormente virou Colégio até se transformar na Escola Agrícola Assis Chateaubriand da UEPB.

José Félix frisou que são 55 anos de história, de muita luta e qualidade de ensino que só a UEPB proporciona, resultando na formação de profissionais com alta qualificação para o mercado de trabalho. O diretor fez questão de destacar o esforço da Administração Central da Universidade em criar as condições, mesmo em tempos de crise, para assegurar o bom funcionamento da Escola.

Ele destacou os inúmeros projetos que a Escola desenvolve e que geram conhecimento e tecnologia para impulsionar o desenvolvimento da região, a exemplo da utilização de alguns compostos vegetais na formulação de ração, a tecnologia empregada no dessalinizador solar, entre outros.

O reitor em exercício, professor Flávio Romero Guimarães, ressaltou em seu discurso que o momento de celebração dos 55 anos da Escola Agrícola foi marcante para a história da UEPB. Flávio também fez um resgate histórico e memorial da unidade, frisando que “os 55 anos de existência dessa Escola, continua sendo sinônimo de resistência”.

Flávio enfatizou que a partir da Escola Agrícola germinou-se o CCAA e, daí em diante, surgiu a necessidade de se implantar um curso de graduação. Ele lembrou que o momento atual está sendo marcado pela discussão em torno da identidade da EAAC. “O momento que se coloca hoje para discussão democrática é qual será o cenário que precisamos construir para, ao mesmo tempo, consolidar o Centro e fortalecer as ações de graduação, para que a gente possa desenvolver ações no sentido de instituir pós-graduação nesse Centro, mas também precisamos resgatar a memória da Escola, para que ela possa ter autonomia institucional”, salientou.

O diretor do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais, professor Suenildo Oliveira Costa, disse que celebrar os 55 anos da Escola Agrícola é um momento de júbilo. Ele ressaltou que o Câmpus II tem propiciado aos filhos de agricultores obterem conhecimentos, técnicas e tecnologias que ajudam a fortalecer a agricultura da região. “Estamos felizes em participar desse momento. A UEPB está de parabéns por acreditar no trabalho que é realizado aqui no Câmpus II”, ressaltou.

O prefeito de Lagoa Seca, Fábio Ramalho, também parabenizou a Escola pela data festiva e enalteceu o papel que a UEPB realiza no desenvolvimento da Paraíba. “Sinto-me honrado em fazer parte desse momento. Essa história é mais antiga do que Lagoa Seca, o que mostra a importância que ela tem para o crescimento da Paraíba e da nossa cidade”, comentou, acrescentando que a população precisa conhecer e valorizar cada vez mais as ações desenvolvidas pelo Câmpus II da UEPB.

Após os discursos, a direção da Escola prestou homenagens a alguns ex-professores e funcionários do setor. Também foi formalizada a assinatura de doação e comodato de animais, por parte do diretor da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa), Nivaldo Guimarães, para a Escola Agrícola.

Agrotec

Ainda dentro das comemorações dos 55 anos da EACC será realizada a partir desta quarta-feira (25) a Agrotec 2017, que consiste em uma mostra pedagógica da Escola Assis Chateaubriand. Para realizar o evento, a UEPB conta com vários parceiros, a exemplo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa) e Prefeitura Municipal de Lagoa Seca.

O evento contará com exposição de máquinas e equipamentos agrícolas, além de algumas tecnologias desenvolvidas pelas empresas parceiras, bem como a realização de palestras e minicursos. No primeiro dia do evento, que tem como tema “Jovem Empreendedor Rural”, serão ministradas as palestras “O Jovem Empreender”, pelo consultor do Sebrae, Roberto Braga de Oliveira, e “Apicultura e Empreendedorismo”, que terá como palestrante o pesquisador do Emepa, Leon Denis Batista do Carmo.

 

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

 

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Fundada a partir do espírito visionário de um grupo de empresários do setor rural e posteriormente integrada à então Universidade Regional do Nordeste (URNE), transformada há 30 anos em Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), a Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) está completando 55 anos de existência. A Escola, que funciona na estrutura do Centro de Leia Mais...

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Fundada a partir do espírito visionário de um grupo de empresários do setor rural e posteriormente integrada à então Universidade Regional do Nordeste (URNE), transformada há 30 anos em Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), a Escola Agrícola Assis Chateaubriand (EAAC) está completando 55 anos de existência.

A Escola, que funciona na estrutura do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA) do Câmpus II, em Lagoa Seca, tem dado relevante contribuição para impulsionar o desenvolvimento do Brejo paraibano, estimulando a agricultura familiar, especialmente com formação de qualidade, onde 30% dos seus estudantes são filhos de agricultores oriundos de mais de 15 municípios que integram o Compartimento da Borborema.

Para celebrar o aniversário da EAAC, uma série de atividades está sendo desenvolvida no Câmpus II, tendo as comemorações iniciais ocorrido na manhã desta terça-feira (24). Homenagens a professores e funcionários antigos, além de entrega de melhorias físicas e estruturais marcaram a passagem do aniversário histórico.

Foram inaugurados o Laboratório de Solos, o Monumento EAAC, a Praça de Integração, além de feita a entrega de toda estrutura dos setores de Cunicultura, Corturnicultura, Bovinocultura e Caprinovinocultura. A Escola não era dotada desses equipamentos que, agora, passarão a ser usados pelos estudantes dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroindústria e do Bacharelado em Agroecologia.

A solenidade comemorativa ocorreu foi presidida pelo reitor em exercício da UEPB, professor Flávio Romero Guimarães, e reuniu professores, estudantes, funcionários e pró-reitores da UEPB, agricultores da região, autoridades políticas, ex-alunos da turma pioneira, entre outras personalidades.

O diretor da Escola Agrícola, professor José Félix Neto, fez um discurso memorial, destacando a história da EACC, desde a sua origem, em 1962, até os dias atuais. Ele fez referência aos desafios e conquistas da unidade, que começou como Ginásio Agrícola, em Campina Grande, e posteriormente virou Colégio até se transformar na Escola Agrícola Assis Chateaubriand da UEPB.

José Félix frisou que são 55 anos de história, de muita luta e qualidade de ensino que só a UEPB proporciona, resultando na formação de profissionais com alta qualificação para o mercado de trabalho. O diretor fez questão de destacar o esforço da Administração Central da Universidade em criar as condições, mesmo em tempos de crise, para assegurar o bom funcionamento da Escola.

Ele destacou os inúmeros projetos que a Escola desenvolve e que geram conhecimento e tecnologia para impulsionar o desenvolvimento da região, a exemplo da utilização de alguns compostos vegetais na formulação de ração, a tecnologia empregada no dessalinizador solar, entre outros.

O reitor em exercício, professor Flávio Romero Guimarães, ressaltou em seu discurso que o momento de celebração dos 55 anos da Escola Agrícola foi marcante para a história da UEPB. Flávio também fez um resgate histórico e memorial da unidade, frisando que “os 55 anos de existência dessa Escola, continua sendo sinônimo de resistência”.

Flávio enfatizou que a partir da Escola Agrícola germinou-se o CCAA e, daí em diante, surgiu a necessidade de se implantar um curso de graduação. Ele lembrou que o momento atual está sendo marcado pela discussão em torno da identidade da EAAC. “O momento que se coloca hoje para discussão democrática é qual será o cenário que precisamos construir para, ao mesmo tempo, consolidar o Centro e fortalecer as ações de graduação, para que a gente possa desenvolver ações no sentido de instituir pós-graduação nesse Centro, mas também precisamos resgatar a memória da Escola, para que ela possa ter autonomia institucional”, salientou.

O diretor do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais, professor Suenildo Oliveira Costa, disse que celebrar os 55 anos da Escola Agrícola é um momento de júbilo. Ele ressaltou que o Câmpus II tem propiciado aos filhos de agricultores obterem conhecimentos, técnicas e tecnologias que ajudam a fortalecer a agricultura da região. “Estamos felizes em participar desse momento. A UEPB está de parabéns por acreditar no trabalho que é realizado aqui no Câmpus II”, ressaltou.

O prefeito de Lagoa Seca, Fábio Ramalho, também parabenizou a Escola pela data festiva e enalteceu o papel que a UEPB realiza no desenvolvimento da Paraíba. “Sinto-me honrado em fazer parte desse momento. Essa história é mais antiga do que Lagoa Seca, o que mostra a importância que ela tem para o crescimento da Paraíba e da nossa cidade”, comentou, acrescentando que a população precisa conhecer e valorizar cada vez mais as ações desenvolvidas pelo Câmpus II da UEPB.

Após os discursos, a direção da Escola prestou homenagens a alguns ex-professores e funcionários do setor. Também foi formalizada a assinatura de doação e comodato de animais, por parte do diretor da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa), Nivaldo Guimarães, para a Escola Agrícola.

Agrotec

Ainda dentro das comemorações dos 55 anos da EACC será realizada a partir desta quarta-feira (25) a Agrotec 2017, que consiste em uma mostra pedagógica da Escola Assis Chateaubriand. Para realizar o evento, a UEPB conta com vários parceiros, a exemplo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa) e Prefeitura Municipal de Lagoa Seca.

O evento contará com exposição de máquinas e equipamentos agrícolas, além de algumas tecnologias desenvolvidas pelas empresas parceiras, bem como a realização de palestras e minicursos. No primeiro dia do evento, que tem como tema “Jovem Empreendedor Rural”, serão ministradas as palestras “O Jovem Empreender”, pelo consultor do Sebrae, Roberto Braga de Oliveira, e “Apicultura e Empreendedorismo”, que terá como palestrante o pesquisador do Emepa, Leon Denis Batista do Carmo.

 

Texto: Severino Lopes
Fotos: Paizinha Lemos

 

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